Borracha que gera energia

9, março, 2010 NEI Deixar um comentário

O composto formado por nanofitas de cerâmica incorporadas em folhas de borracha de silicone gera eletricidade quando flexionado – fenômeno conhecido como “piezoeletricidade”. A ideia não é nova e já existem vários protótipos de nanogeradores que exploram a energia biomecânica e de vários tipos de músculos artificiais, baseados no mesmo princípio.

Recentemente, foi vencido um grande desafio para o aproveitamento prático das vibrações de frequência variável da natureza na geração de eletricidade. Mas esta é a primeira vez que pesquisadores conseguem combinar com sucesso as nanofitas de titanato-zirconato de chumbo (PZT), um material cerâmico, piezoelétrico, com o silicone, que é flexível, barato e biocompatível, já sendo utilizado em implantes e outros dispositivos médicos.

Dentre os vários tipos de materiais piezoelétricos, o PZT é o mais eficiente que se conhece até hoje, sendo capaz de converter 80% da energia mecânica aplicada a ele em energia elétrica. É 100 vezes mais eficiente do que o quartzo, outro material piezoelétrico.

Primeiro, foram fabricadas nanofitas de PZT – tiras tão estreitas que 100 delas colocadas lado a lado cabem em um espaço de um milímetro. Em um processo separado, essas fitas foram incorporadas em folhas de borracha de silicone, criando  “chips de piezo-borracha”.

O uso do silicone faz os cientistas acreditarem que será muito mais fácil utilizar a sua piezo-borracha em dispositivos práticos, inclusive implantados no corpo humano. Mas nada foi testado, ainda. Já uso externo do material não impõe restrições. Tênis e sapatos feitos com a borracha piezoelétrica, por exemplo, poderão aproveitar os movimentos de uma caminhada ou de uma corrida para recarregar o celular ou alimentar o tocador de MP3. O mesmo poderia ser feito com coletes que utilizem o movimento do tórax durante a respiração.

Outras novidades do setor de Borracha você poderá conferir na PneuShow – Recaufair 2010 – Feira e Convenção Internacional de Pneus e Equipamentos – Reforma, Reciclagem, Comércio e Serviços, que acontece de 13 a 16 de abril/2010 e também na EXPOBOR 2010 – 9ª Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha.

Para se informar sobre eventos em outros setores da indústria em 2010, clique AQUI.

Fonte: Assessoria de imprensa oficial PneuShow – Recaufair 2010 – Feira e Convenção Internacional de Pneus e Equipamentos – Reforma, Reciclagem, Comércio e Serviços

Reencontro da confiança

A confiança dos setores produtivos praticamente quintuplicou entre janeiro de 2009 e janeiro de 2010. É o que diz o Indicador Sensor Econômico calculado pelo respeitado Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada–Ipea. A renovada confiança no desempenho da economia brasileira tem outros números que refletem o ânimo com o qual os setores produtivos iniciam 2010.

O Informe Conjuntural da Confederação Nacional da Indústria afirma que o País crescerá 5,5%, mas o setor industrial crescerá 7%, liderando o processo de desenvolvimento em 2010. Os motores desse crescimento serão os significativos aumentos nos investimentos e o consumo no mercado interno, que sairá de 3,7% em 2009 para 5,6% este ano. Tudo viabilizado pelo acréscimo da capacidade instalada da indústria, do já mencionado aumento da confiança dos agentes produtivos e da disponibilidade de financiamentos de longo prazo.

A redução dos custos também terá influência importante no desempenho esperado da indústria. Ela será determinante para a competitividade exportadora do País, empenhado em deter a expansão chinesa em mercados importantes para o Brasil, como Estados Unidos, México e Argentina. Pelo menos parte dessa redução de custos virá da maior produtividade, desde que as crises ensinam às indústrias que podem fazer mais e melhor com menos recursos. Em outras palavras, a recuperação da produção não recria os mesmos postos de trabalho.

A análise da Federação das Indústrias de São Paulo registra, em primeiro lugar, que o Brasil emergiu da crise global como parceiro confiável. A entidade prevê investimentos externos na ordem de US$ 35 a 45 bilhões e um crescimento superior a 6%. Para esses números devem contribuir os projetos relacionados aos dois grandes eventos esportivos previstos – a Copa e a Olimpíada – a construção do Trem de Alta Velocidade e a conclusão de obras do PAC. Nesse contexto positivo a indústria excederá o País, crescendo 8,5%. A comparação destas e da absoluta maioria das prospecções divulgadas convergem para um 2010 promissor.

Nesse clima de renovada confiança no desempenho industrial do País vai acontecer a 28ª Feira Internacional da Mecânica, entre 11 e 15 de maio próximo. São esperados 120 mil visitantes e negócios à altura dos prognósticos, que pouco diferem entre si e concordam na visão de um ano positivamente memorável para a indústria.

Novas opções para a produtividade de seu chão de fábrica

foto_maquinas_ferramentaAs máquinas-ferramenta têm importância crítica em qualquer indústria, uma vez que a produtividade e a qualidade dependem basicamente de seu desempenho. Toda a linha de produção se movimenta em função do ritmo de produção definido por essas máquinas. Elas representam também um dos maiores investimentos que uma empresa pode fazer em seu parque industrial.

O mercado brasileiro de máquinas e equipamentos é um dos maiores do mundo, segundo World Machine Tool Output and Consumption Survey. As entidades da indústria e o Ministério da Indústria e Comércio reconhecem que a competitividade da nossa indústria depende da capacidade de inovar, o que significa novos produtos e novos processos a custos e qualidade competitivos. É importante conhecê-los o mais cedo possível.

A partir dessa realidade, o departamento de Pesquisa de NEI – Noticiário de Equipamentos Industriais reuniu em uma seção especial 40 máquinas-ferramenta do mercado nacional e internacional, inclusive equipamentos da última feira EMO – Milão, realizada em outubro de 2009. Confira AQUI!

O desafio dos estoques

9, fevereiro, 2010 Celso Luchezzi 4 comentários

Atualmente, quando as empresas falam em redução de estoques, a área de Vendas fica muito preocupada, pois sempre paira a seguinte pergunta: “o que será reduzido irá comprometer meu trabalho junto com o cliente?”.  Por seu lado a área de Produção se preocupa com os materiais que irá precisar, pois precisa produzir com o melhor custo.

estoqueAo mesmo tempo, o setor de Compras preocupa-se como irá negociar com os fornecedores. Nesse ínterim, quem controla o estoque está preocupado em reduzir, sendo este o principal responsável por organizar a logística e as  informações com a fluência necessária para atender as diretrizes da empresa. Pensemos:

1)     Para aumentar as “vendas” as empresas precisam aumentar a disponibilidade de estoque?

2)     Mais estoque é sinônimo de mais vendas?

3)     Quanto é o custo financeiro de estoque?

4)     Reduzindo estoque a empresa irá perder vendas?

5)     Quanto vale cada percentual de vendas perdidas em relação ao faturamento? Será que essa perda é prejudicial a imagem da empresa no mercado?

6)     O que a empresa está prometendo vender ela tem condição de cumprir?

7)     Meus fornecedores tem condições de me atender naquilo que irei precisar?

8)     Qual é o meu estoque ideal?

Hoje as empresas estão preocupadas em “atender o cliente”, e assim o fazem, ou seja, atendem o que o cliente quer sem analisar o custo desse atendimento; muitas vezes isso acontece devido à correria do dia a dia, e também porque essa filosofia ou forma de pensamento está enraizada. Na maioria das vezes o que se ouve é “o importante é atender o cliente”

Sabemos que: 

-   Produção produz, Vendas vende, Compras compra, Financeiro analisa o fluxo de caixa e paga os fornecedores, Expedição separa e entrega os produtos, Almoxarifado armazena.

Porém quem administra o “estoque” (o patrimônio físico mensurável) da empresa, nem sempre sabe ou consegue obter informações necessárias, ou não tem autonomia para tomada de decisões como:

- Quais itens manter em estoque?

-  Como serão atendidas as necessidades de vendas?

- Quando repor e quanto comprar?

É necessário que as pessoas que trabalham dentro de uma empresa, e que estão ligadas ao estoque, seja por uma informação, uma tomada de decisão ou pela execução de algum produto, tenham a consciência de que isso um dia irá se transformar em estoque, e que  “todos são responsáveis por uma parcela do que está dentro desse estoque”,

O importante é definir o processo de como será gerado o fluxo de informações, quem irá administrar o estoque e as responsabilidades de cada um dos envolvidos.

Por esta linha de raciocínio, o responsável por administrar o estoque é quem organiza, controla e detém as informações, com isso tomando as decisões necessárias para “redução de estoques“, de forma que as vendas sejam afetadas o mínimo possível e que exista o máximo de disponibilidade de estoque, conforme as diretrizes estabelecidas “pelos próprios envolvidos”, sendo eles os principais responsáveis pelo fluxo de informações e pelo que existe dentro do estoque.

Celso Luchezzi – Consultor em Logística e Professor Universitário

Tem dúvidas sobre estoque? Tire-as com Celso Luchezzi. Deixe seu comentário neste post do Blog NEI.

Saiu o resultado do sorteio!

Parabéns ao Marco Túlio Ferreira,  vencedor do sorteio da nossa promoção “NEI incentiva o conhecimento na indústria e quem ganha é você!”.

O sortudo ganhou uma inscrição gratuita para o seminário: Planejamento e Gestão Estratégica da Manutenção, que acontecerá nos dias 10 e 11 de março, em São Paulo.

Agradecemos a participação de todos e fiquem atentos às próximas promoções!

Esperamos que vocês continuem utilizando os produtos NEI em sua rotina de trabalho e que consigamos levar sempre até vocês a mais completa informação industrial, seja através do www.nei.com.br, do Blog NEI, do Twitter NEI, da revista NEI ou do TOP FIVE. Muito obrigada!

PARABÉNS, Marco Túlio!

Medida excepcional ou política permanente

Que pena! No final de 2009, essa foi uma expressão possível para descrever a reação unânime, mas igualmente diplomática, da indústria diante da decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central – Copom de manter em 8,5% a taxa Selic.

Para CNI, Fiesp, Abimaq/Sindimaq, CUT e Força Sindical foi uma oportunidade perdida de estimular o desenvolvimento econômico. Afinal, com inflação prevista na casa dos 4,5% para 2010, e com a maioria dos países praticamente zerando suas taxas reais de juros, a manutenção da Selic, entendeu a indústria, limitava seriamente o investimento.

Diante de um Banco Central que mostrou competência e agilidade na superação da crise financeira e de um governo que exibe, após dois mandatos, uma inédita e quase incrível aceitação popular, seria politicamente incorreto aprofundar a crítica.

Em novembro e dezembro, contudo, a crítica começa a produzir seus resultados. O ministro da Fazenda assume a preocupação com o investimento e, em diferentes oportunidades, anuncia medidas que podem eliminar alguns de seus gargalos.

O próprio crescimento econômico de 5%, projetado para este e para os próximos anos, expandindo a demanda, pedia uma expansão paralela da produção. A falta de sintonia entre crescimento e produção resultaria forçosamente na revisão para mais da taxa de inflação.

Nessa linha de raciocínio, o Ministério da Fazenda aumentou de forma importante as renúncias fiscais este ano, agora no patamar de R$ 5,5 bilhões. As desonerações do IPI que incidiam sobre bens de capital foram prorrogadas. Igualmente prorrogados os créditos subsidiados para investimentos concedidos pelo BNDES, cujo caixa foi reforçado em R$ 80 bilhões.

Neste início de 2010, contudo, a indústria pode repetir o refrão do final de 2009 – “Que pena!”, porque o governo perdeu a oportunidade de transformar remédios excepcionais em política de Estado.

Concorra a uma inscrição GRATUITA para participar do seminário: Planejamento e Gestão Estratégica da Manutenção

Iniciamos a campanha “NEI incentiva o conhecimento na indústria e quem ganha é você!” em novembro de 2009. Agora temos mais uma boa surpresa para você, profissional da indústria, iniciar 2010 antenado no mercado e podendo contribuir ainda mais com o crescimento da indústria brasileira.

Desta vez o prêmio do nosso sorteio é a inscrição GRATUITA para o seminário Planejamento e Gestão Estratégica da Manutenção que acontecerá nos dias 10 e 11 de março em São Paulo.

Para participar do sorteio é simples! Você precisa ser um usuário ATIVO do site www.nei.com.br. Só estarão concorrendo ao sorteio da inscrição para o evento os usuários REGISTRADOS no site NEI, portanto, se você ainda não é usuário, registre-se AQUI agora mesmo. É gratuito!

Se você já é um usuário registrado do site NEI, veja os próximos passos para participar da promoção:

1)     Envie um e-mail para sac@nei.com.br colocando seu nome completo e telefone. Por favor, envie o e-mail com o seguinte assunto: “Quero ganhar a inscrição para o evento Planejamento e Gestão Estratégica da Manutenção”

2)  Indique, no mesmo e-mail, outros profissionais da indústria que, como você, precisam de informações sobre fornecedores, produtos, eventos e tecnologias. No e-mail que você vai nos enviar deverá indicar o nome, cargo, empresa, telefone e o e-mail dos profissionais indicados por você. Somente com esses dados completos será possível participar do sorteio.

A cada indicação de um profissional da indústria que você fizer, você ganhará um cupom para concorrer ao sorteio da inscrição gratuita para o seminário. Quanto mais indicações você fizer, mais chances terá de ganhar. É fácil e rápido participar!

A promoção começa hoje e termina no dia 2 de fevereiro. O prêmio sorteado por NEI é exclusivamente a inscrição gratuita para os dois dias de seminário, sendo todas as despesas adicionais, como transporte e almoço, por exemplo, inteiramente de responsabilidade do sorteado. O prêmio é pessoal e intransferível.

O resultado será divulgado no dia 3 de fevereiro no Blog NEI e no twitter @sistemanei. Solicitaremos então, após essa data, que o sorteado entre em contato conosco para fornecer os dados completos para a participação no seminário.

Caso o sorteado não se manifeste em 2 dias úteis, faremos então um novo sorteio do mesmo prêmio.

Participe já!

Rio 2016: Sugestão para uma Olimpíada sustentável

20, janeiro, 2010 NEI Deixar um comentário

A realização das Olimpíadas 2016 exige planejamento para os projetos e obras necessárias a esse megaevento. No caso da capital carioca, há a vantagem da intensa sinergia entre as obras esportivas e de infraestrutura necessárias às Olimpiadas e à Copa 2014.

O primeiro passo é buscar projetos que, a princípio, definam os materiais mais eficientes, duráveis e sustentáveis, visando ultrapassar, sem grandes problemas, as barreiras das exigências ambientais. Os contratantes e autores de projetos arquitetônicos devem prestar atenção a algumas características de complexos esportivos e à sustentabilidade econômica e ambiental de edificações e da infraestrutura necessária para a realização dos Jogos Olimpícos. Entre essas características, a análise do custo inicial e dos benefícios a longo prazo dos materiais especificados para estádios e infraestrutura geral. Quanto maior a durabilidade e menor a exigência de manutenção e reposição desses materiais, mais sustentável o material/equipamento, por consumir menos recursos financeiros e naturais ao longo do tempo.

Os elementos metálicos galvanizados atendem com perfeição esse objetivo de longo prazo e devem estar na mente de contratantes e especificadores. Isso porque esses elementos metálicos, que podem ser desde a estrutura e a cobertura de um complexo esportivo, alambrados e cercas, estruturas dos assentos, estruturas e coberturas de estacionamentos até a cobertura de uma parada de ônibus, por exemplo, têm maior durabilidade quando galvanizados ou mesmo utilizados no sistema galvanização + pintura.

Estruturas de concreto também ganham durabilidade quando suas armaduras metálicas são galvanizadas a quente, técnica que ajuda a evitar a corrosão por oxidação das armaduras do concreto em pilares, vigas e lajes – e também nos elementos metálicos, estruturais ou não. Esses componentes, se submetidos a galvanização a fogo, podem durar até 75 anos sem manutenção, dependendo do ambiente onde estão inseridos. Está comprovado que a galvanização oferece maior resistência aos elementos metálicos em cidades situadas à beira-mar, como o Rio de Janeiro. Essa durabilidade muito maior, comparada aos elementos metálicos sem galvanização, pode ser observada no estádio do Maracanã, onde a reforma realizada há cerca de dois anos galvanizou todas as estruturas metálicas dos assentos do estádio. Assim, nas reformas para a Copa 2014, as estruturas metálicas dos assentos não precisarão ser trocadas, pois estarão em perfeito estado e prontas para o uso por mais algumas décadas.

 A galvanização de elementos metálicos oferece, portanto, vantagens econômicas pela maior durabilidade, diminuindo a necessidade de recursos naturais (ferro, energia elétrica, combustíveis fósseis para transporte, entre outros), com ganho ambiental-econômico expressivo. Países que têm tradição em planejamento a longo prazo, como Alemanha, Estados Unidos, Japão e China, utilizam a galvanização intensivamente em seus complexos esportivos e na infraestrutura geral para a realização de megaeventos.

(PorAriane Souza – engenheira do Departamento de Desenvolvimento de Mercado da Votorantim Metais – Unidade de Negócios Zinco)

Conheça os produtos que os profissionais da indústria acharam mais interessantes

A seção Campeões de Interesse no site NEI tem como objetivo ajudar os profissionais da indústria a encontrar produtos que resolvam seus problemas de produção. Ela reúne os editoriais que despertaram maior interesse do mercado industrial, medido pelas solicitações registradas pelo NEI Brasil.

logo_campeoes_interessePara tornar a seção mais específica, e também para harmonizá-la com as rotinas de busca do Sistema, o número de categorias, através das quais agrupamos todos os produtos divulgados no espaço editorial, foi ampliado de 19 para 20.

A avaliação do interesse através do site considerou apenas os cliques que demonstram uma ação dos visitantes, ou seja, quando o visitante telefona ao fabricante, pede uma cotação, imprime a informação ou acessa o site da empresa. Cada uma revela um claro interesse do visitante pelo produto. Não são consideradas outras ações, como a decisão de enviar a informação de um produto para um amigo, pois o interesse não é pessoal e apenas pressupõe-se que haja interesse de terceiros.

Para serem incluídos nesta seção, os produtos devem ter sido publicados no NEI-Noticiário de Equipamentos Industriais e incluídos no site entre julho/2008 e junho/2009 dentro de cada categoria. A quantidade de produtos em cada categoria é proporcional ao interesse que a própria categoria despertou entre leitores e visitantes.

Selecionados os produtos, os fabricantes são consultados para confirmar se eles continuam disponíveis no mercado. A informação é indispensável para a republicação.

Os produtos campeões estão disponíveis no site www.nei.com.br, identificados com o selo da seção.

Nãoperca tempo! Confira já os produtos preferidos pelo mercado industrial.

Alguns números que apoiam os votos de um próspero 2010

Exatos 1.440 profissionais da indústria, usuários do sistema NEI, concordaram, entre junho e agosto de 2009, em participar de um estudo sobre as intenções de compra da indústria nos 12 meses seguintes.

Os resultados têm um interesse especial porque o País e o mercado industrial, em particular, sentiam os efeitos da crise internacional, e os sinais ainda muito tímidos da reação econômica não estimulavam projetos de grande envergadura.

Os resultados do estudo, porém, foram surpreendentemente positivos. Em junho de 2009, 89% das empresas dos respondentes iriam manter ou mesmo aumentar seus investimentos no período, ou seja, entre julho de 2009 e junho deste ano.

Em meados de 2009 já estavam claros os componentes da fórmula anticrise elaborada pelo governo – ampliação do crédito, redução de juros, renúncias fiscais. Os números do estudo sugerem fortemente que os resultados iniciais da aplicação da fórmula bastaram para recriar na comunidade industrial a confiança necessária em um crescimento mais robusto da economia neste ano que começamos.

As previsões mais acreditadas falam em um crescimento do PIB entre 4 e 5%,

cifra bastante factível se depender do desempenho que se pode projetar para a indústria a partir do estudo de Intenção de Compras 2009/2010.

Afinal, os investimentos das empresas representadas pelos 1.440 profissionais que contribuíram para esse estudo somaram cerca de US$ 284,5 milhões, distribuídos entre julho de 2009 e julho deste ano. E eles representam apenas 1,7% dos usuários do sistema NEI.

O estudo nos permite, com mais do que razoável segurança, desejar um próspero 2010 para todos os que participam da comunidade industrial.