Novo projeto de biorrefinaria de algas prevê reduzir emissões de CO2

Buscando acelerar a comercialização e a adoção de tecnologias de energia limpa, o Governo do Canadá está apoiando um projeto demonstrativo de biorrefinaria de algas, resultado de pesquisa colaborativa entre o programa de Conversão Algal de Carbono do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá (NRC, em inglês), a Pond Technologies e a St Marys Cement, da Votorantim Cimentos.

O projeto usa um fotobiorreator de 25 mil litros, dentro de uma biorrefinaria de algas em escala piloto, para transformar dióxido de carbono e outros poluentes de ar industriais em biomassa de algas que possam ser convertidas em produtos sustentáveis, incluindo biocombustíveis renováveis e biomateriais. A iniciativa – conduzida por especialistas do NRC e seus parceiros – foi concebida para reciclar dióxido de carbono (CO2) e outras emissões industriais, transformando-as rapidamente em biomassa através da fotossíntese.

“Para a St Marys Cement e a Votorantim Cimentos, esta colaboração com a Pond Technologies e o Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá ajuda a cumprir nossos objetivos de inovação de produtos e desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo em que fortalece nossa posição como líderes no setor de materiais de construção”, afirma Filiberto Ruiz, presidente da Votorantim Cimentos na América do Norte.

O Governo do Canadá se uniu, em novembro de 2015, a um esforço global para acelerar inovações em energia limpa e se comprometeu a dobrar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de energia limpa até 2020.

“Com o auxílio do programa de Conversão Algal de Cabono do NRC, o potencial desta tecnologia será traduzido em aplicações reais que irão beneficiar o meio ambiente e a economia”, diz Roman Szumski, vice-presidente de Ciências da Vida do (NRC).

Presente no negócio de materiais de construção (cimento, concreto, agregados e argamassas) desde 1933, a Votorantim Cimentos é uma das maiores empresas globais do setor, com capacidade produtiva de cimento de 56,8 milhões de toneladas/ano e receita líquida de R$ 14 bilhões em 2015.

Fonte: assessoria de imprensa da Votorantim Cimentos


Produção industrial cresce em 9 dos 14 locais pesquisados em setembro, aponta IBGE  

Em setembro, a indústria nacional registrou resultado positivo de 0,5% em relação a agosto (com ajuste sazonal) e ainda cresceu em 9 dos 14 locais pesquisados, revela a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. O avanço mais acentuado foi registrado no Espírito Santo (9,0%), que compensou a perda de 7,0% observada no mês anterior.

Minas Gerais (2,0%), São Paulo (1,6%), Rio Grande do Sul (0,7%), região Nordeste (0,6%), Amazonas (0,5%), Pará (0,5%), Rio de Janeiro (0,5%) e Pernambuco (0,2%)  também tiveram índices positivos em setembro de 2016. Por outro lado, Goiás (-3,3%) teve o mais acentuado resultado negativo e registrou o segundo mês consecutivo de queda da produção, acumulando 7,7 %.  As demais taxas negativas foram observadas no Ceará (-1,9%) e na Bahia (-1,6%), enquanto Paraná (0,0%) e Santa Catarina (0,0%) repetiram o valor registado em agosto.

Segundo o IBGE, o acumulado nos últimos doze meses – com o recuo de 8,8% em setembro de 2016 para o total da indústria nacional – reduziu o ritmo de queda frente ao registrado em junho (-9,8%), julho (-9,6%) e agosto (-9,3%).

Para ler a pesquisa na íntegra, acesse aqui:

Fonte: IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria

 


Crise da indústria passa em 2016 por fase de moderação, aponta o IEDI

O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial – IEDI fez uma análise dos últimos resultados da produção industrial  e mostra que a crise da indústria passa, em 2016, por uma fase de moderação, como indicam os números a seguir:

  • Indústria geral:  -11,5% no primeiro trimestre, -6,6% no segundo trimestre e -5,5% no terceiro trimestre, sempre frente ao mesmo período do ano anterior;
  • Bens de capital: -28,1%, -10,0% e -4,5%
  • Bens intermediários: -10,3%, -7,3% e -5,3%
  • Bens de consumo duráveis: -27,4%, -16,8% e -11,2%
  • Bens de consumo semi e não duráveis: -4,1%, -0,5% e -4,6%

Segundo o IEDI, em setembro, a produção industrial cresceu 0,5% em relação a agosto sem efeitos sazonais, graças à evolução de poucos setores, compensando parcialmente o declínio verificado nos dois meses anteriores. O trimestre de julho a setembro não escapou de fechar no vermelho, no entanto. O declínio foi de 1,1% frente ao trimestre anterior, também com ajuste sazonal. Com isso, a indústria retomou, na margem, um ritmo de queda equivalente ao do final de 2015, após um melhor resultado nos dois primeiros trimestres do corrente ano.

Depois de um terceiro trimestre que sob qualquer critério não deixou de ser ruim, analisa o IEDI, não surpreende que os indicadores de confiança dos empresários industriais tenham caído em outubro.

Em contrapartida, até setembro os estoques da indústria continuaram ajustados, diferentemente do que ocorreu ao longo de 2015, quando estiveram acima do planejado. Segundo análise do IEDI, esse é um sinal favorável porque indica que não há necessidade de novos cortes expressivos do volume produzido para compensar a formação indesejada de estoques.

Assim, a produção industrial vem reduzindo seu patamar de queda em relação ao ano passado, inclusive porque a base de comparação ficou bastante baixa, dado que a situação já tinha piorado muito na segunda metade de 2015. Continua válido, então, o diagnóstico de que a crise da indústria passa, em 2016, por uma fase de moderação, como sugerem os números citados no início do texto.

A Carta IEDI (edição 758) sintetiza esse quadro em que se encontra a indústria, com ênfase no resultado de setembro bem como no do terceiro trimestre do ano. Dentre os macrossetores, o de bens de capital, aponta o IEDI, continuou dando os sinais mais consistentes de moderação da crise.

Porém, se as quedas cada vez menores na produção desses bens dão um bom sinal para a futura evolução do investimento, infelizmente não parece que essa retomada virá do investimento industrial. Isso porque a produção de bens de capital para a indústria voltou a cair muito no terceiro trimestre de 2016 (-13,2% frente ao mesmo período de 2015).

Bens intermediários e bens de consumo duráveis, por sua vez, reduziram expressivamente suas quedas, mas elas permanecem em níveis muito elevados, aponta a carta. No primeiro caso, essa situação reflete o baixo dinamismo da economia como um todo, já que produz insumos para outros setores industriais, para agropecuária, construção etc. No segundo caso, é difícil pensar numa reversão do quadro com o crédito se contraindo no ritmo em que está e com os juros tão elevados.

Quem se aproximava mais claramente da saída da crise eram os bens de consumo semi e não duráveis, mas o terceiro trimestre de 2016 voltou a jogá-los em um nível de contração semelhante ao do início do ano. A redução da massa de rendimentos da população ocupada, que chegou a -3,8% no trimestre em questão, é um destacado fator a prejudicar a produção desses bens.

A carta, em sua íntegra, ainda faz uma análise detalhada dos resultados da indústria de transformação, exportação, estoques, confiança e expectativas. Neste último item vale destacar que o Índice de Confiança da Indústria de Transformação da FGV, que tinha ficado em 88,2 pontos em setembro, recuou para 86,6 pontos em outubro, informa o IEDI. Segundo o Instituto, como permanece abaixo da marca dos 100 pontos, a partir da qual a avaliação torna-se positiva, o indicador ainda sugere insatisfação dos empresários com seus negócios. De qualquer forma, esse patamar dos últimos meses indica algum avanço, já que a marca de dezembro de 2015 foi 75,6 pontos.

Leia na íntegra a Carta do IEDI, edição 758. Acesse aqui: http://www.iedi.org.br/cartas/carta_iedi_n_758.html

 

 


Inovação da Klüber Lubrication comprova resultados de eficiência energética

A Klüber Lubrication, do Grupo Freudenberg, apresenta ao mercado o seu novo software analítico de medição de eficiência energética com o uso dos lubrificantes especiais. Desenvolvido pela subsidiária brasileira, mas destinado à utilização global, o EEM – Energy Efficiency Monitoring é pioneiro ao trazer os resultados em tempo real aos clientes, seja na redução do consumo de energia, de emissão de CO2, dos custos operacionais e os ganhos de produtividade.

Em um primeiro momento, a ferramenta deverá ser utilizada pela equipe de vendas da Klüber Lubrication para uso em campo nos clientes, nas reuniões de projeto e apresentações de resultados. Também serve para simular cenários específicos de cada aplicação, visando objetivos de negócio e ganhos financeiros.

Proporcionando grande valor tanto para a equipe de vendas como para os clientes, com o EEM, o cálculo e a comprovação dos resultados de eficiência energética passam de 20 horas para apenas 10 minutos, com aplicação em qualquer tipo de mercado, principalmente os de mineração, alimentício, automotivo, papel e celulose, cimento e siderurgia, entre outros. Os principais ganhos estão nas aplicações em compressores de ar, de refrigeração e redutores, levando em conta as características e complexidades próprias de cada um deles.

A Klüber Lubrication, empresa de origem alemã, presente em mais de 60 países, fornece graxas e óleos (sintéticos e minerais) para ampla gama de indústrias: automotiva, rolamentos, têxtil, siderúrgica, madeira, papel, bioenergia, energia eólica, alimentícia, fabricantes de equipamentos, mineração e cimento.


Com aporte de R$ 19 milhões, pesquisas sobre biocombustíveis avançados ganham impulso no Brasil

Com apoio conjunto da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e do Biotechnology and Biological Sciences Research Council (BBSRC), um dos sete Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK, na sigla em inglês), as pesquisas para o desenvolvimento de biocombustíveis de segunda geração devem ganhar impulso no Brasil com o início de dois grandes projetos.  Com aporte de cerca de R$ 19 milhões, as pesquisas visam à obtenção de novas rotas para exploração e quebra de barreiras químicas à produção de biocombustíveis avançados a partir de cana e outras matérias-primas.

O financiamento total aos projetos será de 5 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 19 milhões), dos quais £ 3,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões) ficarão a cargo do BBSRC, e outros £ 1,5 milhão (algo em torno de R$ 5 milhões) da FAPESP. O valor investido representa um dos maiores volumes de recursos já aplicados pela Fundação em uma chamada conjunta de propostas, e é justificado pelos desafios científicos e tecnológicos envolvidos a serem enfrentados nos próximos quatro a cinco anos.

Um dos projetos foi apresentado por Telma Teixeira Franco, coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Estratégico (Nipe) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e David Leak, professor da University of Bath (Inglaterra). Os pesquisadores pretendem desenvolver enzimas e novos microrganismos fermentativos, melhorar as características da biomassa de plantas (palha, bagaço de cana, sorgo e resíduos de eucalipto) para produz ir biocombustíveis avançados e produtos químicos, além de explorar novas rotas tecnológicas e avaliar sua viabilidade industrial e comercial.

O outro projeto, proposto por Fábio Squina, pesquisador do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), e Timothy David Howard Bugg, professor da University of Warwick (Inglaterra), visa desenvolver novas rotas biotecnológicas para valorizar a lignina (particularmente de cana-de-açúcar e trigo), utilizada, sobretudo, para queima e fornecimento de energia para processos biotecnológicos, a partir do uso de microrganismos, desenvolvidos por engenharia metabólica, em produtos químicos.

 

Apoio estratégico

O investimento anunciado para os dois projetos deve intensificar o trabalho entre o Brasil e o Reino Unido na pesquisa biológica voltada para o desenvolvimento e produção de biocombustíveis. A estratégia para o apoio aos projetos considerou a elevada qualidade científica das pesquisas realizadas em instituições de ambos os países, bem como a liderança exercida pelo Brasil na produção mundial de biocombustíveis.

Para ler a notícia na íntegra acesse o site da Fapesp, clicando aqui.

Fonte:  Gerência de Comunicação da FAPESP / Assessoria de Comunicação

 

 

 


Automação industrial – novas tecnologias para acelerar a modernização do parque fabril

Imprescindível para as indústrias que buscam maior competitividade num mercado globalizado e cada vez mais exigente de soluções eficientes, a automação industrial é decisiva para acelerar a modernização do parque fabril em todas as etapas de produção. Ela introduz no chão de fábrica a necessidade de adoção de novas tecnologias, capazes de proporcionar mais eficiência, produtividade, exatidão, qualidade e segurança, além de contribuir com a redução de custos e eficiência energética.

Por isso, reunimos na seção “Automação Industrial”, da Revista NEI de novembro/dezembro de 2016, algumas novidades em automação industrial pesquisadas nos mercados nacional e internacional que podem ajudá-lo a incrementar os processos produtivos de sua empresa.

Para conhecer as novas soluções apresentadas na edição de nov/dez da Revista NEI, incluindo as de automação industrial, acesse a seção “Lançamentos de Produtos” do NEI.com.br, clicando aqui.

 

Panorama da automação industrial

Os modos de produção vêm se transformando nos últimos anos, impactados pelos avanços da quarta revolução industrial.  Segundo Renato Ely Castro, professor da Faculdade SENAI de Tecnologia de Porto Alegre/RS, a Indústria 4.0 está associada a um novo modelo de negócio que, no âmbito da automação, demanda capacidades de operação em tempo real, virtualização dos processos, distribuição (descentralização) das funções de controle, orientação a serviços, “eficientização” dos processos produtivos, estruturação e modularização das aplicações, ou seja, produzir mais, melhor, mais rápido e com menos impacto energético. O tema eficiência energética, de acordo com o professor, está em evidência e a automação desempenha importante papel nesse contexto.

Nessa área, as inovações acontecem com rapidez. Renato Ely destaca o crescimento consistente da rede Ethernet Industrial que, por sua natureza padronizada, aberta e com múltiplos fornecedores, facilita a monitoração e o controle de processos, otimizando o tempo de produção. Com o avanço da Internet das Coisas no meio industrial, cresce em importância a automação baseada em PC (IPC), afirma o docente, agregando novas possibilidades ao já consagrado controlador programável (PLC), como, por exemplo, maior flexibilidade, conectividade e desempenho, mídias variadas de armazenamento e novas soluções de interfaces de operação (HMI).

No âmbito do desenvolvimento de programas aplicativos, Renato Ely ressalta o conceito de programação modularizada e estruturada preconizado pela IEC 61131, que enfatiza o uso de blocos funcionais (FBs), facilitando a reutilização, portabilidade e validação da aplicação, incluindo a redução no tempo de comissionamento dos sistemas.

O avanço das novas tecnologias aplicadas à automação industrial também vai exigir profissionais bem preparados. O perfil do engenheiro que trabalha nessa área, por exemplo, deve ser multidisciplinar, como sugere o professor, agregando competências que incluem a gestão (liderança) de projetos de sistemas automatizados, o conhecimento das novas tecnologias, tanto de hardware quanto de software, e a busca de soluções inovadoras em automação industrial. Sem contar, é claro, do domínio de ferramentas de tecnologia da informação e comunicação (TIC).


Setor de metais e mineração prevê investimentos em robótica, inteligência artificial, 3D e computação cognitiva

A pesquisa “Panorama global do setor de metais e mineração”, elaborado pela KPMG, aponta que 77% dos executivos entrevistados, do setor de metais e mineração, consideram o gerenciamento de custo e o desempenho prioridades importantes para o futuro. Segundo o estudo, considerando o investimento pesado realizado durante a alta temporada do mercado, muitas operações do setor buscam por novas oportunidades de crescimento para ajudar na absorção de parte da produção excedente: 71% dos entrevistados disseram que o crescimento é uma prioridade importante ou muito importante para os próximos dois anos.

 

Quando questionados sobre o que fariam para incentivar o crescimento na economia atual, os executivos citaram como principais motivações para a realização de investimentos estrangeiros aumentar a fatia de mercado atual e entrar em novos mercados (29%, igualmente).

 

“O fato que os executivos da área de mineração afirmarem na pesquisa que estão confiantes e que podem alcançar um crescimento ao longo dos próximos anos é uma boa notícia. Com tanta incerteza na demanda ultimamente, isso pode ajudar as mineradoras a começar a repensar investimentos de longo prazo e planos de produção. No geral, esperamos ver uma menor variação nos preços neste ano em comparação com o ano passado, mas a melhora de valores será gradual”, explica o sócio da KPMG, Pieter van Dijk.

 

Uso de novas tecnologias: robótica, inteligência artificial, 3D e computação cognitiva

 

Os executivos também planejam, segundo o relatório, canalizar investimentos para implementação e desenvolvimento de novas tecnologias que auxiliem na automação de operações, aumentem eficiência e melhorem qualidade e segurança. Pouco mais de 25% dos entrevistados disseram que já investiram em manufatura aditiva e impressão em 3D, e 27% deles dizem que certamente investirão mais no futuro. Já 16% dos entrevistados afirmam já ter investido em inteligência artificial e soluções de computação cognitiva, e 32% revelam que certamente investirão mais. Enquanto isso, o maior foco de investimento recai na robótica, área na qual 42% dos entrevistados dizem que definitivamente vão investir nos próximos dois anos.

 

Sobre a pesquisa

 

O relatório é baseado em uma pesquisa feita com 62 executivos de nível sênior do setor de metais, conduzida no início deste ano pela Forbes Insights e pela KPMG. Cerca de 35% dos entrevistados estão nas Américas, e o mesmo número está na Ásia, estando o restante na Europa e no Oriente Médio. Empresas com receitas globais anuais de mais de cinco bilhões de dólares representam 40% dos entrevistados e 5% são organizações com receitas de mais de 25 bilhões de dólares.

Para apoiar os dados da pesquisa, a KPMG Internacional conduziu entrevistas com os principais profissionais do setor de mineração da KPMG ao redor do mundo, que oferecem experiência, ideias e previsões de importantes segmentos da mineração para fornecer uma visão inédita dos desafios e oportunidades que as organizações de metais e mineração da atualidade enfrentam.

 

A pesquisa “Panorama global do setor de metais e mineração” pode ser baixada em www.kpmg.com/metalsmining.

 


Inovação e Competitividade ganham destaque no Siemens Industry Symposium 2016

Para falar sobre as tendências, estratégias e desafios para a inovação da indústria no País, a Siemens PLM Software realizará nos dias 31 de outubro, em São Paulo, e 3 de novembro, em Porto Alegre, o Siemens Industry Symposium 2016.

Gratuito, o evento terá entre os palestrantes o vice-presidente e diretor gerente da Siemens PLM Software, Del Costy, responsável pelas vendas, suporte e serviços de entrega à região das Américas. Em sua apresentação, o executivo falará sobre a visão da empresa sobre a inovação na indústria.

Em São Paulo, outro destaque será a palestra de Paulo Mól Júnior, superintendente do IEL Nacional, associação ligada à CNI (Confederação Nacional da Indústria), que abordará o conceito de inovação no meio empresarial. Em Porto Alegre, os participantes poderão conferir a palestra de Heitor José Müller, presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul.

A agenda também inclui temas como gerenciamento da rentabilidade e dos custos na Indústria 4.0, digitalização da manufatura e desenvolvimento virtual com simulações avançadas. Para conferir a agenda completa e se inscrever, clique aqui .


9ª edição do Concurso Acelera Startup, promovido pela Fiesp, recebe inscrições até 26 de outubro

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP recebe até 26 de outubro inscrições para a 9ª edição do Concurso Acelera Startup. Podem ser inscritos projetos de empresas pré-operacionais (sem faturamento) como operacionais (com faturamento), nas categorias geral; esporte; negócio social; realidade virtual e games.

Serão selecionados os 300 melhores projetos e/ou empresas que terão a oportunidade de participar de palestras, mentorias e avaliações classificatórias. A divulgação dos projetos e empresas escolhidas acontecerá no dia 28 de Outubro, na página do evento abaixo.

Além de aproximar os empreendedores de potenciais investidores, a Fiesp espera colaborar com a difusão do tema no meio empresarial. O evento, que acontece nos dias 7 e 8 de novembro, no edifício-sede da Fiesp, é multissetorial e destinado a projetos/empresas de todo e qualquer setor.

Nas últimas edições do evento, foram recebidas mais de 11.500 inscrições de todo o Brasil e participaram mais de 300 mentores e 250 investidores. Somando as edições anteriores (2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), o evento já gerou investimentos de mais de R$ 5 milhões.

As inscrições podem ser feitas na página do evento http://hotsite.fiesp.com.br/acelera/

Fonte: Assessoria de Jornalismo Institucional da Fiesp

 


Nova fábrica da Correias Mercúrio em PA recebeu investimento de R$ 100 milhões

A Correias Mercúrio anuncia o início das operações de sua segunda fábrica, instalada no Distrito Industrial de Marabá (PA), a primeira a produzir correias transportadoras no Norte do país e que pretende abastecer o Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. A nova planta – que recebeu investimento em torno de R$ 100 milhões – passa a funcionar em fase de testes. 

    A fábrica foi totalmente concebida dentro do modelo Lean Manufacturing, adotando avançados conceitos e as melhores práticas produtivas, bem como estratégias de produção inovadoras para resultados de alto desempenho.  

  “Ao longo de todo o processo de criação da nova unidade, a Correias Mercúrio privilegiou o trabalho com a rede de fornecedores locais, uma postura que mostra nosso comprometimento com o desenvolvimento das regiões onde atuamos”, afirma o CEO da Correias Mercúrio, Ivan Zanovello Ciruelos. “Criamos, ainda, em parceria com o SENAI, um curso gratuito de formação em tecnologia da borracha, inédito na cidade, que qualifica a mão de obra da região. 

 Com a inauguração da nova fábrica em Marabá, a unidade de Jundiaí vai direcionar parte de sua produção também ao mercado internacional. A companhia já conta com escritório próprio em Santiago, no Chile, com equipe de profissionais do próprio país, além de um Centro de Distribuição em Jundiaí.

Fundada em 1945, a Correias Mercúrio é uma empresa 100% brasileira, atua em mais de 40 segmentos distintos da indústria e tem faturamento anual de cerca de R$ 300 milhões.