Produção industrial avança e a confiança segue em recuperação

Indicadores e análises recentes de entidades indicam que dias melhores virão. A produção industrial avança e os empresários estão mais confiantes. O cenário continua desafiador, mas as notícias sugerem um fôlego.

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE mostra que a produção industrial cresceu 1,1% em junho na comparação com maio. É o 4º resultado positivo seguido, acumulando avanço de 3,5% no período. Mesmo assim, a indústria recuperou apenas parte do que perdeu ao longo de 2015, o que mostra que há pela frente mais desafios.

Segundo o IBGE, 18 dos 24 ramos avaliados aumentaram sua produção. A principal influência positiva, entre os setores, veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (8,4%), com expansão de 5,5% em relação ao mês anterior. Outras contribuições positivas partiram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%); artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,8%); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,4%); e produtos de borracha e de material plástico (2,4%).

Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (2,1%), mostrou a expansão mais acentuada em junho deste ano. Foi a 6ª taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 13,9% nesse período. Cresceram também bens de consumo semi e não-duráveis (1,2%), bens de consumo duráveis (1,1%) e bens intermediários (0,5%).

Outro indicador também sugere boas expectativas. O ICEI – Índice de Confiança do Empresário Industrial, de julho, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, aponta crescimento de 1,6 ponto em relação a junho, atingindo 47,3 pontos. É o terceiro mês consecutivo com variação positiva e crescimento acumulado de 10,5 pontos no período.

Entre os componentes do ICEI, o indicador de expectativa variou 1,2 pontos, ficando acima dos 50 pontos, o que sugere expectativa positiva do empresário para os próximos seis meses. O indicador de condições atuais, embora esteja abaixo de 50 pontos, registrou alta de 2,3 pontos de junho para julho, o que sugere trajetória crescente desde abril.

Para ler a pesquisa da produção industrial do IBGE, acesse aqui.

Para ler o ICEI da CNI, acesse aqui o site da CNI.

 


NEI Top Five celebra 25 anos

Este mês temos um motivo especial para comemorar! A edição NEI Top Five 2016/2017 celebra 25 anos de circulação ininterrupta! Um marco na história de NEI, que há 42 anos não mede esforços para produzir e levar a cada profissional da indústria – nossa estrela-guia – conteúdos relevantes e úteis, nas mais diferentes plataformas, sempre com a missão de aproximar fornecedores e compradores e apresentar soluções que promovam o incremento dos processos produtivos e a modernização do parque fabril.

Antecipada para agosto – e disponível no NEI.com.br/topfive – a edição NEI Top Five 2016/2017 revela os 5 fornecedores preferidos por quem especifica e compra máquinas e equipamentos, em mais de 400 categorias de produtos. Uma ferramenta ideal para encontrar parceiros confiáveis, na percepção de quem decide na indústria, e planejar o próximo ano.

Ter uma marca forte e reconhecida, e mantê-la, é um desafio diário para as empresas. Envolve políticas de marketing e, principalmente, o comprometimento de todos os profissionais com a qualidade do produto e serviço, e com a excelência de atendimento ao cliente. Por isso, parabenizamos todos os fornecedores NEI Top Five 2016/2017!

Para que você conheça também algumas soluções recém-lançadas no mercado dos fornecedores eleitos, NEI traz na edição de agosto, em seção especial, uma seleção de novos produtos, das mais diversas áreas, muitos deles alinhados a necessidades urgentes da indústria, como a economia de energia. Além, é claro, de outras novidades pesquisadas nos mercados nacional e internacional.

A indústria global passa por grandes transformações e avanços tecnológicos que vão impactar em novos modelos de produção e de negócios. Por isso, acompanhar seu mercado e as inovações que impactam na melhoria de processos, conhecer novas tecnologias, identificar parceiros confiáveis, rever a gestão de seus negócios e planejar-se para investir e crescer não é uma decisão simples, mas pode fazer a diferença para o futuro da sua empresa.


As soluções inovadoras das empresas que são referência para quem especifica e compra produtos industriais

Na revista NEI de agosto, a seção especial “Novos Produtos dos Fornecedores NEI Top Five 2016/2017” reúne soluções recém-lançadas no mercado de algumas das empresas que conquistaram a preferência dos profissionais da indústria, apontadas na edição especial NEI Top Five 2016/2017, que este ano completa 25 anos!

Para ajudá-lo a planejar melhor seus investimentos, a edição NEI Top Five foi antecipada para agosto; assim, você tem a chance de identificar parceiros confiáveis, na opinião de seus colegas, em mais de 400 categorias de produtos. E também, através desta seção, identificar novas máquinas e equipamentos dos fornecedores eleitos para modernizar seu parque fabril.

Mesmo em ano difícil, essas companhias se esforçaram para lançar e aprimorar produtos que possam contribuir com o incremento dos processos produtivos, e ainda tornar suas marcas mais lembradas no momento da decisão pelos especificadores e/ou compradores. Todos os fornecedores com as credenciais NEI Top Five 2016/2017 foram convidados a candidatar seus lançamentos à divulgação nesta edição. Os produtos recebidos em tempo hábil, pesquisados e aprovados pelos editores compõem a seção. São soluções que podem pertencer a uma categoria diferente daquela em que a empresa foi nomeada NEI Top Five.

A relação dos fornecedores NEI Top Five 2016/2017 também está disponível no NEI.com.br/topfive, onde você pode ampliar sua pesquisa e obter mais informações das empresas. A edição impressa também circula este mês. Com este conjunto – Revista NEI, NEI Top Five e suas versões digitais – você tem à disposição uma fonte de informação qualificada, única e inédita, capaz de apoiá-lo o ano inteiro.

 NEI TOP FIVE 25 anos!

Em 2016, a edição NEI Top Five completa 25 anos de circulação ininterrupta. Ela revela os fornecedores que são referência para quem especifica e compra produtos industriais, consolidando as preferências de quase 6 mil profissionais com envolvimento direto nas compras em suas empresas.

O NEI Top Five surgiu em 1992 como uma seção especial da Revista NEI para atender os pedidos de leitores que participavam da Pesquisa Nacional de Preferência de Marca e queriam conhecer os resultados. Em 1995 ganhou sua própria revista. Este mês, com muito orgulho, celebramos seus 25 anos!

A edição de aniversário é também um marco importante para as indústrias que nesses 25 anos conseguiram manter a preferência do mercado por suas marcas. A todos os fornecedores NEI Top Five, os nossos parabéns! E a você, leitor de NEI, o nosso agradecimento! Com sua participação na Pesquisa de Preferência de Marca e em outras pesquisas de opinião chegamos até aqui. São 25 anos de NEI Top Five e 42 anos de NEI. Uma parceria consolidada, acompanhando a evolução do mercado industrial!


Produção mais integrada e alinhada à Indústria 4.0

              A 7ª edição da pesquisa “Panorama Global do Setor de Produção 2016” (do original, em inglês, KPMG 2016 Global Manufacturing Outlook), realizada pela KPMG, aponta que empresas do setor de produção estão caminhando para uma estratégia de produção integrada e desenvolvendo a Indústria 4.0. Segundo o estudo, 25% dos CEOs entrevistados disseram que já investiram em impressoras 3D e fabricação aditiva. Um número similar disse já ter investido também em inteligência artificial e tecnologias de computação cognitiva.

O estudo indica que o uso de robótica no chão de fábrica vai atrair investimentos significativos: 40% dos entrevistados revelaram que pretendem, nos próximos 2 anos, investir de modo significativo em P&D para robótica. A pesquisa ouviu 360 executivos de alto nível em 14 países, entre eles, o Brasil, e aborda estratégias de crescimento, entrada em novos mercados e desenvolvimento de novos produtos e serviços, P&D, tecnologia e cadeia de suprimentos.

Quando perguntados sobre o quanto esperam investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D), 21% disseram que vão disponibilizar mais de 10% das receitas para essa finalidade nos próximos 2 anos, e 49% afirmaram que deverão gastar 6% das receitas ou mais nesse período.

Mais de 50% dos CEOs entrevistados classificaram a estratégia de crescimento adotada como agressiva e mais de 16% disseram que ela é muito agressiva. O estudo também apontou que 74% deles relataram o crescimento como prioridade alta ao longo dos próximos 2 anos, num mercado de competição pela participação acirrada.

Outros levantamentos da pesquisa:

– 92% disseram que estão intensificando o foco em novos mercados ao longo dos próximos 2 anos;

– 43% dizem que a principal motivação em relação a investimentos estrangeiros é capitalizar oportunidades de produção de custos mais baixos e 34% dizem que é obter acesso a novos mercados;

–  Em relação aos planos de mudanças da gama de produtos, 56% disseram que farão investimentos significativos para lançar um ou mais novos produtos no mercado;

– 39% investirão no lançamento de um ou mais novos serviços.

Sobre a pesquisa

O estudo foi conduzido pela Forbes Insights, no início deste ano, com 360 executivos de alto nível.  Os entrevistados atuam em 6 setores industriais (aeroespacial e de defesa, automotivo, conglomerados, dispositivos médicos, produtos industrial e de engenharia e de metais) e estão localizados nas Américas, Europa e Ásia. Os países participantes foram Austrália (10), Brasil (12), Canadá (13), China (36), França (10), Alemanha (40), Índia (38), Japão (34), México (11), Países Baixos (13), Rússia (12), Coreia do Sul (10), Reino Unido (41) e Estados Unidos (80).

Para ter acesso à pesquisa na íntegra, basta clicar no link  www.kpmg.com/gmo.

Fonte:  KPMG


Nova resolução define o descarte de lâmpadas

 O Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços – MDIC, Marcos Pereira, assinou, este mês, a Resolução nº 1/2016 do Conselho Nacional do Inmetro (Conmetro), que elimina a última barreira para a implantação do sistema de descarte – após o uso pelo consumidor (logística reversa) – de lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista e seus componentes. A nova resolução já foi publicada no Diário Oficial da União.

De acordo com a legislação brasileira, o  produto não pode ser recolhido pelo  serviço público de limpeza urbana. A obrigação passa a ser dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, informa o MDIC. A iniciativa contou com o apoio do setor privado, representado pela Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) e pela Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (Abilumi). A resolução também confere ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) o controle e a fiscalização dos importadores e suas obrigações.

A logística reversa prevê que os produtos descartados retornem à cadeia produtiva para reaproveitamento, reciclagem ou destinação ambientalmente adequada.

 Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC.

 


IoT pode impulsionar o setor de logística em US$ 1,9 trilhão

Segundo informações da 2S, pioneira em soluções IoT no Brasil, um Relatório de Tendências da DHL, com foco em Internet das Coisas, revela que na próxima década o setor de logística pode alavancar níveis mais elevados de eficiência operacional à medida que a IoT conecta (em tempo real) os milhões de embarques deslocados, rastreados e acondicionados diariamente.

O estudo, apresentado em 2015 na Conferência Global de Tecnologia da companhia em Dubai, mostra que a Internet das Coisas pode impulsionar o setor de logística em US$ 1,9 trilhão. No setor de armazenagem, paletes e itens conectados serão diferenciais importantes na gestão inteligente de estoques, mostra o relatório.

No setor de transporte, onde a conexão de sensores e atuadores é bastante difundida com o rastreamento e a telemetria, a novidade está nas novas tecnologias, que podem extrair diferentes informações e, principalmente, na camada de inteligência – que reúne a leitura de todos os dispositivos embarcados em uma única plataforma. Por meio desse recurso, é possível processar, analisar e fornecer ao decisor informações completas.

Renato Carneiro, presidente da 2S Inovações Tecnológicas, afirma que a Internet das Coisas permite a transformação de dados absolutos em conhecimento integrado e útil para a operação de transporte e logística. “As vantagens podem ir além: quando os veículos se conectam ao ambiente (estradas, sinais, outros veículos, relatórios de qualidade do ar e sistemas de inventário, etc), os custos caem e a segurança e a eficiência aumentam”, avalia.

Desde 1992, a 2S é uma integradora de soluções de infraestrutura Cisco para o mercado corporativo. Entre as áreas em que atua, os destaques são as soluções Internet of Things (IoT), Colaboração, Mobilidade, Datacenter e Segurança. Acesse www.2s.com.br/iot para mais informações

 

 


Inscrições abertas para o Prêmio von Martius de Sustentabilidade 2016

Organizado pela Câmara Brasil-Alemanha, por meio de seu Departamento de Meio Ambiente, Energias Renováveis e Eficiência Energética, o Prêmio von Martius de Sustentabilidade reconhece o mérito de iniciativas de empresas, poder público, indivíduos e sociedade civil para promover o desenvolvimento econômico, social e cultural no contexto da sustentabilidade.

O prêmio terá  no ano de 2016  uma Categoria Edição Especial/Startup – Recursos Hídricos, além das tradicionais Humanidade, Tecnologia e Natureza.

As inscrições podem ser feitas até 12 de setembro de 2016 (data de postagem) pelo site www.premiovonmartius.com.br/. Investimento: gratuito.


Fundação Vanzolini apoia empresas do ABCD Paulista a exportarem

O PEIEX – Projeto Extensão Industrial Exportadora no Estado de São Paulo –, de responsabilidade da Fundação Vanzolini, tem como objetivo trazer melhorias de gestão, aumento de competitividade e capacidade exportadora às empresas do ABCD Paulista, ajudando a alavancar a geração de negócios no mercado global.

De forma gratuita, o projeto desenvolve para cada empresa participante planos de ação de aperfeiçoamento no mercado brasileiro e internacional. Além de receber um diagnóstico que mostra oportunidades de competitividade no mercado interno e externo, a empresa pode ter acesso a ações de promoção comercial da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, como viagens para feiras internacionais e rodadas de negócios com compradores estrangeiros.

A Fundação e a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, braço do Consórcio Intermunicipal Grande ABC para as ações voltadas à economia regional, assinaram, no final de maio, o Termo de Adesão e Cooperação Técnica para ampliar as ações do PEIEX nos 7 municípios que compõem a região. O convênio permanece até 2017, e deve atender mais de 400 companhias.

Segundo Felipe Bussinger Lopes, Gestor do Projeto no Estado de São Paulo, a perspectiva é aumentar o número de empresas exportadoras nos 2 anos do novo ciclo do projeto, para que possam trabalhar no mercado internacional.

Para mais informações, acesse o site do programa: www.peiexsp.com.br

A Fundação Vanzolini é uma instituição privada, sem fins lucrativos, mantida e gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.


Crise perde fôlego, principalmente na indústria, aponta pesquisa do Ipea

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada –Ipea divulgou, esta semana, pesquisa sobre o comportamento da atividade econômica no Brasil. Realizada pelo seu Grupo de Conjuntura (Gecon), o estudo revela que o desempenho recente de alguns indicadores da atividade econômica sugere que a crise está perdendo fôlego. E a boa notícia é que os primeiros sinais deste possível início de recuperação cíclica estão concentrados na indústria.

O foco no comércio exterior está gerando efeitos positivos, principalmente nos setores de têxteis, calçados e madeira. Além do aumento na competitividade, nota-se também, segundo o Ipea, que a desvalorização da moeda está estimulando a substituição de importações, principalmente na produção de bens intermediários.

Por sua vez, a contração da demanda doméstica segue provocando forte ajuste de estoques, o que pode representar mais uma fonte de estímulo à recuperação da produção. Os níveis de confiança dos empresários também cresceram – embora se mantenham em patamares muito próximos dos mínimos históricos. O desempenho da produção da indústria ainda apresenta-se volátil, afirma o Ipea, mesmo com resultados positivos mais frequentes. Após duas altas consecutivas, o indicador de produção industrial do Ipea aponta queda de 1,6% da produção industrial física na passagem entre abril e maio, no comparativo com ajuste sazonal, o equivalente a uma queda de 6,5% sobre o mesmo período de 2015.

Enquanto o setor industrial dá indícios de melhora, espera-se uma recuperação mais lenta do consumo de bens e serviços, cujo desempenho está associado à dinâmica do mercado de trabalho. Além disso, a queda continuada na demanda doméstica gerou forte redução no grau de utilização da capacidade na indústria, o que pode retardar a recuperação dos investimentos.

Outro fator negativo para o crescimento do consumo aparente de bens de capital é a desvalorização do real frente ao dólar, que encarece a importação de máquinas e equipamentos. Mesmo assim, de acordo com estimativas do Ipea, o bom desempenho dos indicadores da construção civil e do consumo aparente de máquinas e equipamentos no mês de abril indica que os investimentos tiveram um bom início de segundo trimestre, com alta de 2,8% em abril, na comparação com ajuste sazonal.

Fonte: Ipea. Para ler a íntegra do estudo, acesse aqui.


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Setor eletroeletrônico está mais confiante

Dois estudos realizados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee mostram que o setor eletroeletrônico está mais confiante. Em junho, uma sondagem com as indústrias elétricas e eletrônicas revela que 66% delas estão confiantes na melhora do desempenho da economia em decorrência da mudança no Executivo. A consulta é a primeira realizada durante o governo Temer.

O levantamento revela que a expectativa é favorável, mas ainda não se converteu em alteração na decisão de investimentos. Entre as empresas consultadas, apenas 3% pretendem investir este ano impulsionadas pela troca no Executivo. “Considerando o nível de falta de confiança a que se chegou, é natural que a retomada dos investimentos ocorra de forma gradual”, afirma o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Outro levantamento  realizado pela Abinee mostra que o desempenho do setor eletroeletrônico, em maio, registrou a 16ª queda consecutiva no nível de emprego, apurado com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged).

Mesmo com o fechamento de 469 postos de trabalho, em maio, o resultado é o menor desde fevereiro de 2015, o que indica uma diminuição no ritmo de demissões no setor eletroeletrônico, que chegou a eliminar 2,8 mil vagas apenas no mês de março.

As duas sondagens revelam que a indústria, aos poucos, está retomando a confiança; o que é positivo para a geração de negócios.