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Competitividade – a chave que recoloca a indústria no rumo do País emergente

8, fevereiro, 2013

O que existe para lembrar de 2012 é a esperança de que as medidas semeadas ao longo do período comecem a frutificar e construam um PIB mais encorpado neste ano que começa. As melhores esperanças para a indústria estão no elenco de providências introduzidas ou anunciadas em 2012.

A redução das tarifas de energia elétrica, que mereceu especial atenção e pressão da indústria, levou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp à televisão para defender a redução e pedir apoio para a presidência da República em sua disputa com concessionárias do Sudeste refratárias à proposta. Até quanto se sabia, o governo estaria disposto a abrir mão de impostos para manter a promessa dos 20% de redução.

A proposta tem tripla importância. Em primeiro lugar, permite às indústrias e às empresas em geral usar a redução no financiamento de melhorias de suas próprias instalações. Certamente ela poderá contribuir para a diminuição dos custos, tornando a empresa mais competitiva quando chegar a vez da fixação dos preços. Por fim, os benefícios se acumulam ao longo da cadeia produtiva, em que as reduções de preço oferecidas por cada fornecedor serão somadas para tornar o produto final mais competitivo na ponta do consumidor final.

A queda da taxa de juros também sobreviveu a pressões que surgiram de áreas preocupadas com uma inflação superior ao chamado centro da meta. A manutenção da política é fundamental para que os agentes econômicos ganhem confiança necessária para iniciativas de médio e longo prazo.

Aumentaram de forma importante também as preocupações com a inovação. Governo e entidades ligadas à indústria instituíram estímulos financeiros e premiações para desencadear um esforço criativo que desemboque em maior competitividade para os produtos fabricados no Brasil.

No último trimestre de 2012 o câmbio já se mostrou mais favorável à exportação, e sua flutuação será monitorada em função das necessidades de nossos exportadores.

Novas luzes aparecem no fim do túnel, e elas proveem da reativação dos mercados norte-americano e europeu. De acordo com os números da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, entre janeiro e outubro de 2012, os EUA importaram do Brasil US$ 2,190 bilhões em máquinas e equipamentos, crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2011. Na mesma época, a Europa importou 17% a mais, totalizando US$ 2,254 bilhões em pedidos… leia a integra do artigo, clicando aqui.


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