Mais confiantes

3, outubro, 2016

Modestas melhorias na receita, redução nos custos e aumento gradual da confiança sugerem mais fôlego para a indústria daqui em diante. O último Indicador de Custos Industriais, medido trimestralmente pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, caiu 1,1% no segundo trimestre de 2016 em comparação com o primeiro do ano, o que significa que os custos industriais recuaram após seis trimestres de alta. A redução foi puxada pela queda dos custos com capital de giro (retração de 7,7%) e com bens intermediários importados (-11,2%). Segundo a CNI, esse movimento de baixa permitiu melhorar as margens de lucro das empresas.

A confiança de empresários também está aumentando, como mostra o Índice de Confiança do Empresário Industrial –ICEI, também medido pela CNI, que avançou 2,2 pontos de agosto para setembro e alcançou 53,7 pontos. É o quinto aumento consecutivo da confiança; e o índice é o maior desde janeiro de 2014. Importante ressaltar que, em setembro, todos os segmentos industriais registraram ICEI superiores a 50 pontos, o que não acontecia desde março de 2014.

Daqui em diante não se esperam recuperações milagrosas, mas progressivas. É hora de começar a planejar o próximo ano e se preparar para a esperada retomada. Sabemos que os avanços tecnológicos são crescentes no mercado global, e cada vez mais se sofisticam para incrementar níveis de produtividade, eficiência e qualidade. Atentos a essas inovações, trazemos na edição de outubro da revista NEI a seção especial Manutenção, reunindo novos equipamentos, ferramentas, softwares e instrumentos que auxiliam na gestão dos ativos, melhorando a disponibilidade e confiabilidade das instalações fabris.

Considerada uma atividade estratégica, a manutenção melhora a eficiência dos processos produtivos e contribui com a redução de custos. É importante lembrar que a partir de outubro as empresas começam a planejar as paradas programadas no final do ano. É o momento certo para conhecer novidades e planejar seus próximos investimentos.


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