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A reforma fundamental

O governo Dilma Rousseff começa sua jornada política desfrutando um capital de boa-vontade inédito na História pós-República. Afinal, nenhum governante antes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao final do mandato com uma avaliação positiva que se aproximou tanto da unanimidade. Em contrapartida, nenhum governante também assumiu seu mandato devendo tanto ao carisma e à obra de seu antecessor.

O carisma é intransferível, e a obra realizada nos últimos 16 anos ainda está por fazer. Estamos nos referindo à modernização do Estado e, nesse ponto, vale a pena visitar algumas fontes com autoridade na economia e desapego partidário.

Uma fonte, por exemplo, como o Fórum Econômico Mundial, que se dedicou a estimar os principais indicadores de competitividade dos países, dividindo-os em fortes, médios e fracos.

A lista dos pontos fracos inclui a elevada tributação, a elevada regulação estatal, o desperdício nas despesas públicas, a burocracia nos negócios, a rigidez no mercado de trabalho, o spread da taxa de juros e a burocracia aduaneira. Em um conjunto de 139 países, esses fatores situam o Brasil entre o 122° e o 139° lugares. Como se diz na gíria esportiva, em todos esses fatores o País está “segurando a lanterna”.

Se quisermos sair dessas incômodas posições – e todos querem – é preciso avançar na reforma do Estado. O novo Congresso é também uma renovada esperança de que a tarefa será retomada. Poucos ainda pensam na tese do Estado-mínimo, mas não há dúvida de que todos querem um Estado que pese menos.

Aproveite para conhecer os lançamentos de produtos do NEI.com.br

A geração da qualidade na informação

Suponha que um dos supervisores do chão de fábrica entra em sua sala para reclamar do mau comportamento daquela velha talha que já não vem prestando bons serviços há muito tempo. Você reconhece que está na hora de substituí-la, em benefício da produtividade e da segurança. Confiando na internet, você promete solução rápida.

Logo que o colega se retira, você abre o computador e digita “talha” no browser de sua preferência e, 0,19 segundo depois, recebe a informação de que existem 162.000 opções.

Claro que estão embutidos nesse número muitos fabricantes de filtros domésticos de água que também são talhas, mas que não resolvem seu problema.

É preciso selecionar melhor, então você digita “talhas industriais”. Em apenas 0,24 segundo você fica sabendo que há 92.700 opções. É preciso continuar tentando. Talhas elétricas?

Aparecem 87.700 opções. Fabricantes de talhas elétricas? Você esperava uma redução de opções e surpreende-se – agora são 384.000 sites disputando sua atenção. Resolve então ir ao extremo da especificação e pede fabricantes de talhas elétricas automáticas para 5 toneladas. O número melhora muito, mas está longe de ser uma solução, pois você precisaria visitar 8.650 sites.

Gastando a mesma fração de segundos, você poderia digitar NEI.com.br e encontrar informações mais precisas, mais completas e confiáveis. Os produtos que você encontra em NEI.com.br foram identificados pela equipe de pesquisa editorial desta publicação nas visitas a meia centena de feiras em três continentes ou através de pesquisas diretas com fabricantes do País e do exterior, em intercâmbio com as revistas internacionais especializadas associadas.

Cada produto identificado é comparado com o banco de dados para assegurar que nunca foi publicado. A partir desse ponto, ele gera uma notícia que identifica claramente o produto e inclui suas principais características técnicas, com ênfase naquela que o fabricante identifica como diferencial mercadológico. Pronta a notícia, ela é enviada para consultores técnicos, que avaliam sua relevância para o mercado interno.

Para que todos os setores encontrem, em cada edição, produtos de seu interesse imediato, o espaço editorial disponível (250 notícias neste mês, 3.199 de janeiro a dezembro) é rateado entre os diferentes segmentos da indústria, conforme as proporções estabelecidas pela Pesquisa Anual de Intenção de Compras. Assim, todos os leitores encontram, em todas as edições, produtos de seu interesse direto.

Esse cuidadoso processo, executado por equipes experientes, produz informação de alta qualidade – porque poupa seu tempo, é fácil de ser localizada em qualquer das mídias do sistema NEI e está orientada para as exigências e necessidades específicas dos profissionais da indústria.

Se aquela talha continua problemática e o supervisor voltou a reclamar, veja nesta edição a mais recente talha lançada no mercado e/ou digite “talha” em NEI.com.br. Você verá como é fácil, simples e rápido.

“A qualidade em primeiro lugar”

“O mercado está pragmático.” Pragmático além da conta,  segundo a queixa e a crítica que nos chegam do leitor Jaime Ortiz Jimenez, gerente-geral da empresa Italbronze: “ O preço é a base de grande parte das relações comerciais entre empresas, em qualquer dos setores econômicos. Evidentemente, a … redução de custos impacta diretamente na rentabilidade, mas o que está ocorrendo é uma verdadeira subversão de valores — empresas líderes, que investem fortemente para oferecer produtos e serviços de qualidade, sofrem … uma concorrência acintosa, muitas vezes despercebida pelos seus clientes … mas totalmente prejudicial a toda a sociedade.”

Embarcadas nessas tendências, segundo Jimenez, estão empresas “que, incapazes de investir em processos produtivos atualizados, em novas tecnologias ou mesmo em sistemas de qualidade, acabam mascarando seus produtos, tornando-os atrativos por serem … mais ‘competitivos’ ”.

Na mesma tendência, segundo Jimenez estão “empresas lideradas por profissionais insensíveis e até mesmo aéticos … interessados somente na curva ascendente dos gráficos de vendas … pouco valorizando os benefícios intrínsecos de seus produtos e serviços, depositando suas forças na habilidade negocial”.

Na visão do leitor, o resultado é que o cliente balança indeciso entre o discurso que enfatiza a economia imediata e os benefícios da qualidade nem sempre fáceis de medir. Sua decisão, portanto, terá um forte componente lotérico.

O que fazer? O leitor se pergunta e responde: “Sem dúvida, a melhor perspectiva é o investimento declarado e comprovado em qualidade. Um mercado maduro, competitivo, é aquele no qual a balança pende para as empresas que oferecem garantias de seus produtos e serviços … ancorado em … regras e referências niveladas ‘por cima’. Isso significa que, em princípio, empresários, líderes e decisores devem apostar no ganho conjunto do mercado.”

E conclui a carta que nos enviou propondo teses e erguendo sua bandeira:

“É mister esse ganho de consciência, propagando a todos os setores da economia que atitudes evolucionistas não têm nada a ver com a ‘fome por lucros’ … com a concorrência predatória. Atitudes evolucionistas passam pela coerência … pela determinação em se produzir cada vez mais e melhor … Como atingir esse estado ideal? Através da educação, da discussão dos valores, da propagação dos benefícios das decisões e ações éticas.”

E finaliza: “Soa melhor a qualidade em primeiro lugar do que o preço em primeiro lugar.”

Conheça fornecedores industriais de qualidade AQUI.

Exportação – o desafio dos 3%

A pauta exportadora do País precisa – e com urgência – ampliar a participação de bens industriais. É neles que está o maior valor econômico agregado e, portanto, é com eles que o esforço exportador obtém maior recompensa.

Se queremos alcançar sucesso nessa ampliação, governo e indústrias exportadoras precisam organizar sua estratégia para apropriar-se do maior número possível de oportunidades criadas por um mercado mundial competitivo e dinâmico. Em resumo, é preciso adotar um viés global, um “pensar grande”, sobretudo um pensar grande que inclua os países emergentes.
Segundo previsões do Fundo Monetário Internacional-FMI, até 2015, a participação dos países emergentes, Rússia, Brasil, China e Índia, no comércio internacional passará, dos 28% registrados em 2005, para 33% em 2015.
A má notícia é que o Brasil – ainda segundo as perspectivas do FMI –
vai manter seus 3% de participação, caso se limite ao que está fazendo hoje.
A parcela de participação perdida pelo chamado G7, cerca de 6% do comércio mundial, será abocanhada exclusivamente pela China e Índia.
Os fluxos de importação e exportação de bens industriais e industrializados estão mudando, e novos players estão ingressando no jogo. Em resumo, competição e oportunidades crescem simultaneamente, e analistas da economia internacional mencionam como países que merecem ser acompanhados pelo Brasil, além dos seus concorrentes do BRIC, México, Coreia do Sul, Tailândia, África do Sul, Turquia, Malásia, Indonésia e Cingapura.
São esses os países que dão melhor resposta aos critérios de desenvolvimento potencial, importância econômica, infraestrutura tecnológica e crescimento demográfico.
Encontrar uma hierarquia dentro desse grupo, para melhor focar atenção e recursos, é parte do desafio exportador brasileiro. Que se resume no dilema de contentar-se com os 3% do crescimento vegetativo do mercado internacional, ou fazer jus realmente à condição de emergente.
Isso sem abandonar os grandes mercados europeu e norte-americano, que, apesar das perdas relativas, ainda são, disparados, os melhores mercados para nossos produtos industriais. Sem eles não se pode sonhar nem com os 3%.

Saber o que olhar

Sobre a Economia pode-se dizer o mesmo que já se disse da Política. Tal como as nuvens, ambas oferecem visões diferentes a cada instante. As diferenças que exibem são acrescentadas àquelas que observadores imersos nas paixões do processo político-eleitoral encontram de tanto desejar encontrar. Em resumo, quando as duas coisas se somam, como neste ano de eleições, é preciso encontrar um ponto de apoio menos instável, sobre o qual podemos construir as decisões da rotina profissional.

Um apoio desse tipo podemos encontrar na indústria automobilística, tanto pelo próprio peso que possui na economia como pelas importantes cadeias produtivas que ela lidera e estimula antes e depois de colocar seus produtos no mercado.

As associadas Peugeot – Citroën, mais a Mitsubishi e a Renault, por exemplo, vão investir cerca de R$ 3,2 bilhões nos próximos anos, boa parte deles nos próximos dois anos. Os investimentos somados da Ford, General Motors e Volkswagen, por sua vez, alcançam R$ 13 bilhões. A Toyota constrói nova fábrica e aplica R$ 1 bilhão, de olho no mercado estimado de 4 milhões de carros nos próximos três anos. A Hyundai trabalha na mesma direção e está erguendo uma nova fábrica. Basta imaginar, a partir desses números, a demanda de máquinas, equipamentos e serviços que serão indispensáveis para transformar esses investimentos em produtos nos pátios das fábricas e dos revendedores.

Um segundo e igualmente confiável ponto de apoio é a Feira da Mecânica, que acontece nesta primeira quinzena com número excepcional de expositores e perspectivas ainda melhores de negócios.

Em resumo, é melhor observar o mercado e seus números do que confiar na meteorologia político-eleitoral.

A Mecânica 2010 e seu contexto

AQUI você encontra, ANTECIPADAMENTE, máquinas e equipamentos que serão exibidos de 11 a 15 de maio na 28ª Feira Internacional da Mecânica, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Eles antecipam o que promete ser, por muitas razões e por algumas circunstâncias especiais, o mais importante evento da indústria em 2010.

Nos quase 80 mil metros quadrados da feira, os profissionais da indústria certamente encontrarão, nas centenas de expositores nacionais e internacionais, tudo o que precisam para se manter competitivos nos mercados interno e externo.

A atenção dos visitantes deve orientar-se principalmente para as inovações, celebradas como fator decisivo para a competitividade. Elas poderão ser encontradas em todas as áreas da feira, mas sobretudo nas grandes máquinas de produção, equipamentos hidráulicos e pneumáticos, solda, movimentação, controle de qualidade, automação e manutenção.

A dinâmica da feira também revelará a temperatura do mercado industrial e se poderão ser confirmados aqueles melhores prognósticos que asseguram para a indústria um crescimento superior ao do País. Para os mais otimistas, um crescimento na casa dos dois dígitos. A absoluta maioria das análises concorda que a indústria crescerá mais do que o País, embora apenas os mais otimistas esperem crescimento na casa dos dois dígitos. O que mais importa, contudo, é a unânime conclusão de que 2010 será um ano de forte recuperação econômica da indústria, o mais penalizado dos setores durante a crise financeira que se tornou visível e mundial em fins de 2008.

Os temas da agenda do Simpósio Internacional que acontecerá junto com a Mecânica 2010 repercutem as transformações pelas quais o País e a indústria estão passando e as preocupações que se tornaram recorrentes: desoneração fiscal, exportação versus câmbio, financiamento para a produção. Esses assuntos estão focalizados nas palestras sobre a retomada da economia mundial e os desafios da indústria nacional, os investimentos em processos e matérias-primas verdes, a captação de financiamento para projetos industriais, o desenvolvimento de fornecedores, a robótica, a nanotecnologia e a inovação tecnológica, todos no contexto da competitividade no mercado internacional.

O título do Simpósio, “Novos tempos, novas soluções”, é fortemente emblemático. Reitera a agenda em que a indústria já trabalha e também vale como convocação para a descoberta das oportunidades que, por definição, pertencem aos novos tempos.

Reencontro da confiança

A confiança dos setores produtivos praticamente quintuplicou entre janeiro de 2009 e janeiro de 2010. É o que diz o Indicador Sensor Econômico calculado pelo respeitado Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada–Ipea. A renovada confiança no desempenho da economia brasileira tem outros números que refletem o ânimo com o qual os setores produtivos iniciam 2010.

O Informe Conjuntural da Confederação Nacional da Indústria afirma que o País crescerá 5,5%, mas o setor industrial crescerá 7%, liderando o processo de desenvolvimento em 2010. Os motores desse crescimento serão os significativos aumentos nos investimentos e o consumo no mercado interno, que sairá de 3,7% em 2009 para 5,6% este ano. Tudo viabilizado pelo acréscimo da capacidade instalada da indústria, do já mencionado aumento da confiança dos agentes produtivos e da disponibilidade de financiamentos de longo prazo.

A redução dos custos também terá influência importante no desempenho esperado da indústria. Ela será determinante para a competitividade exportadora do País, empenhado em deter a expansão chinesa em mercados importantes para o Brasil, como Estados Unidos, México e Argentina. Pelo menos parte dessa redução de custos virá da maior produtividade, desde que as crises ensinam às indústrias que podem fazer mais e melhor com menos recursos. Em outras palavras, a recuperação da produção não recria os mesmos postos de trabalho.

A análise da Federação das Indústrias de São Paulo registra, em primeiro lugar, que o Brasil emergiu da crise global como parceiro confiável. A entidade prevê investimentos externos na ordem de US$ 35 a 45 bilhões e um crescimento superior a 6%. Para esses números devem contribuir os projetos relacionados aos dois grandes eventos esportivos previstos – a Copa e a Olimpíada – a construção do Trem de Alta Velocidade e a conclusão de obras do PAC. Nesse contexto positivo a indústria excederá o País, crescendo 8,5%. A comparação destas e da absoluta maioria das prospecções divulgadas convergem para um 2010 promissor.

Nesse clima de renovada confiança no desempenho industrial do País vai acontecer a 28ª Feira Internacional da Mecânica, entre 11 e 15 de maio próximo. São esperados 120 mil visitantes e negócios à altura dos prognósticos, que pouco diferem entre si e concordam na visão de um ano positivamente memorável para a indústria.

Medida excepcional ou política permanente

Que pena! No final de 2009, essa foi uma expressão possível para descrever a reação unânime, mas igualmente diplomática, da indústria diante da decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central – Copom de manter em 8,5% a taxa Selic.

Para CNI, Fiesp, Abimaq/Sindimaq, CUT e Força Sindical foi uma oportunidade perdida de estimular o desenvolvimento econômico. Afinal, com inflação prevista na casa dos 4,5% para 2010, e com a maioria dos países praticamente zerando suas taxas reais de juros, a manutenção da Selic, entendeu a indústria, limitava seriamente o investimento.

Diante de um Banco Central que mostrou competência e agilidade na superação da crise financeira e de um governo que exibe, após dois mandatos, uma inédita e quase incrível aceitação popular, seria politicamente incorreto aprofundar a crítica.

Em novembro e dezembro, contudo, a crítica começa a produzir seus resultados. O ministro da Fazenda assume a preocupação com o investimento e, em diferentes oportunidades, anuncia medidas que podem eliminar alguns de seus gargalos.

O próprio crescimento econômico de 5%, projetado para este e para os próximos anos, expandindo a demanda, pedia uma expansão paralela da produção. A falta de sintonia entre crescimento e produção resultaria forçosamente na revisão para mais da taxa de inflação.

Nessa linha de raciocínio, o Ministério da Fazenda aumentou de forma importante as renúncias fiscais este ano, agora no patamar de R$ 5,5 bilhões. As desonerações do IPI que incidiam sobre bens de capital foram prorrogadas. Igualmente prorrogados os créditos subsidiados para investimentos concedidos pelo BNDES, cujo caixa foi reforçado em R$ 80 bilhões.

Neste início de 2010, contudo, a indústria pode repetir o refrão do final de 2009 – “Que pena!”, porque o governo perdeu a oportunidade de transformar remédios excepcionais em política de Estado.

Conheça os produtos que os profissionais da indústria acharam mais interessantes

A seção Campeões de Interesse no site NEI tem como objetivo ajudar os profissionais da indústria a encontrar produtos que resolvam seus problemas de produção. Ela reúne os editoriais que despertaram maior interesse do mercado industrial, medido pelas solicitações registradas pelo NEI Brasil.

logo_campeoes_interessePara tornar a seção mais específica, e também para harmonizá-la com as rotinas de busca do Sistema, o número de categorias, através das quais agrupamos todos os produtos divulgados no espaço editorial, foi ampliado de 19 para 20.

A avaliação do interesse através do site considerou apenas os cliques que demonstram uma ação dos visitantes, ou seja, quando o visitante telefona ao fabricante, pede uma cotação, imprime a informação ou acessa o site da empresa. Cada uma revela um claro interesse do visitante pelo produto. Não são consideradas outras ações, como a decisão de enviar a informação de um produto para um amigo, pois o interesse não é pessoal e apenas pressupõe-se que haja interesse de terceiros.

Para serem incluídos nesta seção, os produtos devem ter sido publicados no NEI-Noticiário de Equipamentos Industriais e incluídos no site entre julho/2008 e junho/2009 dentro de cada categoria. A quantidade de produtos em cada categoria é proporcional ao interesse que a própria categoria despertou entre leitores e visitantes.

Selecionados os produtos, os fabricantes são consultados para confirmar se eles continuam disponíveis no mercado. A informação é indispensável para a republicação.

Os produtos campeões estão disponíveis no site www.nei.com.br, identificados com o selo da seção.

Nãoperca tempo! Confira já os produtos preferidos pelo mercado industrial.

Alguns números que apoiam os votos de um próspero 2010

Exatos 1.440 profissionais da indústria, usuários do sistema NEI, concordaram, entre junho e agosto de 2009, em participar de um estudo sobre as intenções de compra da indústria nos 12 meses seguintes.

Os resultados têm um interesse especial porque o País e o mercado industrial, em particular, sentiam os efeitos da crise internacional, e os sinais ainda muito tímidos da reação econômica não estimulavam projetos de grande envergadura.

Os resultados do estudo, porém, foram surpreendentemente positivos. Em junho de 2009, 89% das empresas dos respondentes iriam manter ou mesmo aumentar seus investimentos no período, ou seja, entre julho de 2009 e junho deste ano.

Em meados de 2009 já estavam claros os componentes da fórmula anticrise elaborada pelo governo – ampliação do crédito, redução de juros, renúncias fiscais. Os números do estudo sugerem fortemente que os resultados iniciais da aplicação da fórmula bastaram para recriar na comunidade industrial a confiança necessária em um crescimento mais robusto da economia neste ano que começamos.

As previsões mais acreditadas falam em um crescimento do PIB entre 4 e 5%,

cifra bastante factível se depender do desempenho que se pode projetar para a indústria a partir do estudo de Intenção de Compras 2009/2010.

Afinal, os investimentos das empresas representadas pelos 1.440 profissionais que contribuíram para esse estudo somaram cerca de US$ 284,5 milhões, distribuídos entre julho de 2009 e julho deste ano. E eles representam apenas 1,7% dos usuários do sistema NEI.

O estudo nos permite, com mais do que razoável segurança, desejar um próspero 2010 para todos os que participam da comunidade industrial.