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Manutenção – As novas soluções para melhorar a eficiência de máquinas e equipamentos

A preocupação em manter as linhas de produção operando sem falhas e perdas tem elevado o nível de exigência da manutenção nas indústrias. Considerada uma atividade estratégica, ela auxilia na gestão dos ativos e colabora para que a indústria atinja excelência operacional, melhorando a disponibilidade e confiabilidade de máquinas, equipamentos e instalações das fábricas.

A Revista NEI de outubro reúne novos produtos utilizados nas áreas de manutenção, pesquisados nos mercados nacional e internacional, que podem ajudar a indústria a encontrar soluções para melhorar a eficiência dos processos produtivos, bem como reduzir custos operacionais, já que a manutenção objetiva preservar os ativos e zelar pelo seu bom desempenho.

É importante lembrar que a partir de outubro as empresas começam a planejar as paradas programadas de manutenção no final do ano. É o momento certo para conhecer novos produtos, equipamentos, instrumentos e ferramentas.

Panorama da Manutenção

Embora predomine hoje, no Brasil, muito mais ações corretivas e emergenciais com poucas ações preventivas e preditivas, como afirma Eduardo Linzmayer, professor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, a Manutenção vem ganhando importância nos meios produtivos. Entre as novas tecnologias em alta nessa área estão a utilização de modelagem matemática e a simulação para aplicação da Manutenção Baseada em Confiabilidade (MBC) ou Reliability Centered Maintenance (RCM).

No Brasil, existem, segundo o docente, iniciativas e laboratórios aplicados em engenharia de confiabilidade, como no Instituto Mauá de Tecnologia, Politécnica da USP, Unicamp, ITA, UFRS, UFMG, Unifei e outras instituições de ensino e pesquisa. No exterior, destacam-se países como EUA, Alemanha, França, Japão, Coreia do Sul e Inglaterra.

Um bom exemplo da importância da Manutenção é o destaque que ganhará, em 2017, na Feira de Hannover, na Alemanha, onde será discutida a integração da Manutenção Preditiva com a Automação Industrial, denominada Manutenção Preditiva 4.0 (Conceito da Indústria 4.0).

De acordo com Linzmayer, o avanço da Indústria 4.0 também vai exigir mais capacitação e qualificação dos engenheiros e técnicos de manutenção, já que teremos muito mais análise e avaliação do que ação executiva. Eles terão que ter uma postura mais analítica, de pesquisa técnico-científica e de manuseio, com a utilização de softwares e modelos matemáticos para resolução de problemas do dia a dia das indústrias.

Tal fenômeno, lembra o professor, ocorreu na década de 60, quando o Japão introduziu maciçamente a Automação Industrial, investindo pesado na nova formação dos operadores, denominados JIDOKA ou, em português, AUTONOMAÇÃO, que significa Autonomia dos Operadores em relação à Introdução dos Robôs com a Automação. “Este mesmo fenômeno deverá ocorrer com os engenheiros, técnicos e especialistas de manutenção industrial”, prevê.


Mais confiantes

Modestas melhorias na receita, redução nos custos e aumento gradual da confiança sugerem mais fôlego para a indústria daqui em diante. O último Indicador de Custos Industriais, medido trimestralmente pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, caiu 1,1% no segundo trimestre de 2016 em comparação com o primeiro do ano, o que significa que os custos industriais recuaram após seis trimestres de alta. A redução foi puxada pela queda dos custos com capital de giro (retração de 7,7%) e com bens intermediários importados (-11,2%). Segundo a CNI, esse movimento de baixa permitiu melhorar as margens de lucro das empresas.

A confiança de empresários também está aumentando, como mostra o Índice de Confiança do Empresário Industrial –ICEI, também medido pela CNI, que avançou 2,2 pontos de agosto para setembro e alcançou 53,7 pontos. É o quinto aumento consecutivo da confiança; e o índice é o maior desde janeiro de 2014. Importante ressaltar que, em setembro, todos os segmentos industriais registraram ICEI superiores a 50 pontos, o que não acontecia desde março de 2014.

Daqui em diante não se esperam recuperações milagrosas, mas progressivas. É hora de começar a planejar o próximo ano e se preparar para a esperada retomada. Sabemos que os avanços tecnológicos são crescentes no mercado global, e cada vez mais se sofisticam para incrementar níveis de produtividade, eficiência e qualidade. Atentos a essas inovações, trazemos na edição de outubro da revista NEI a seção especial Manutenção, reunindo novos equipamentos, ferramentas, softwares e instrumentos que auxiliam na gestão dos ativos, melhorando a disponibilidade e confiabilidade das instalações fabris.

Considerada uma atividade estratégica, a manutenção melhora a eficiência dos processos produtivos e contribui com a redução de custos. É importante lembrar que a partir de outubro as empresas começam a planejar as paradas programadas no final do ano. É o momento certo para conhecer novidades e planejar seus próximos investimentos.


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Feiplastic 2017: cadeia do plástico se reúne em abril, no Expo Center Norte/SP

Uma das principais feiras do setor de plástico, a Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico acontece de 4 a 7 de abril de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP.  O evento tem como propósito apresentar as mais recentes tecnologias da cadeia do plástico e as tendências do setor, contribuindo para o networking e a geração de negócios.

Uma das empresas expositoras do evento é a Braskem, maior petroquímica das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Assista ao depoimento de Luciano Guidolin, vice-presidente de Poliolefinas, Comperj e Renováveis da Braskem:

A Feiplastic 2017 estima receber 70 mil visitantes e reunir 1.400 marcas nacionais e internacionais numa área de 85 mil m². O evento vai contar com um espaço dedicado à troca de experiência e atualização profissional, a Ilha do Conhecimento, onde os expositores farão apresentações, expondo novas tecnologias. Entre os setores presentes estão: Produtos Básicos e Matérias-Primas; Máquinas, Equipamentos e Acessórios; Moldes e Ferramentas; Transformadores de Plástico; Resinas Sintéticas; Instrumentação, Controle e Automação; Serviços e Projetos Técnicos; e Reciclagem.

Assista ao vídeo de apresentação da Feiplastic:

Para se credenciar, acesse aqui.

Para acompanhar as notícias sobre a Feiplastic 2017, acesse aqui.

 


Feimafe 2017 acontece em junho, no Expo Center Norte, em SP

Organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a 16ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura acontece em nova data e local: de 20 a 24 de junho de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

Assista ao vídeo de apresentação da Feimafe.

 

O evento terá espaços dedicados à apresentação de novas tecnologias, como a Área de Inovação, reunindo o que há de mais recente mundialmente em máquinas e equipamentos, e também a Ilha do Conhecimento, onde acontecerão debates técnicos e apresentações de expositores e parceiros. Além disso, uma extensa grade de seminários e palestras está prevista para o evento, ajudando a promover a atualização profissional dos participantes.

A feira deve reunir cerca de 1.400 marcas nacionais e internacionais e receber 70 mil visitantes/compradores qualificados. Entre os setores do evento estão: Acessórios – Dispositivos e Componentes; Automação; Controle de Qualidade – Integrado à Fabricação; Controle de Qualidade e Medição; Equipamentos Hidráulicos e Pneumáticos, Válvulas, Bombas e Compressores; Equipamentos para Movimentação e Armazenagem; Ferramentas; Máquinas e Equipamentos Diversos e Acessórios para Metal-Mecânico; Máquinas-Ferramenta; e Soldagem.

Para se credenciar, acesse aqui.

Para acompanhar as notícias sobre a Feimafe 2017, acesse aqui.

 


Balança comercial atinge novo recorde

A balança comercial brasileira atingiu novo recorde no superávit acumulado. O diretor de Estatística e Apoio às Exportações da Secretaria de Comércio Exterior, Herlon Brandão, anunciou que, de janeiro a agosto de 2016, o saldo positivo chegou a US$ 32 bilhões, e o valor é o maior já registrado para os primeiros oito meses do ano. No mesmo período de 2015, o superávit havia sido pouco mais de US$ 7,3 bilhões. O recorde anterior foi registrado em 2006 (US$ 25 bilhões).

No acumulado de 2016, as exportações chegaram a US$ 123,575 bilhões, com retração de 4,9% em relação ao mesmo período de 2015, pela média diária. E as importações, no período em análise, alcançaram US$ 91,205 bilhões, o que representa queda de 25,5% sobre o mesmo período comparativo.

No mês de agosto, o superávit comercial foi de US$ 4,140 bilhões, 53,9 % superior ao alcançado no mesmo mês do ano passado (US$ 2,691 bilhões). No mês, as exportações foram de US$ 16,989 bilhões, com crescimento 0,2% sobre agosto de 2015 e queda de 5% em relação a julho deste ano, pela média diária. Brandão destacou essa leve alta das vendas externas e lembrou que o registro de crescimento também foi verificado nos meses de fevereiro e abril.

As importações foram de US$ 12,849 bilhões, com retração de 8,3% em relação a agosto do ano passado 0,2% sobre julho último, também pela média diária. Sobre o comportamento das importações, o diretor destacou o fato de agosto ter registrado a menor queda mensal desde novembro de 2014, na comparação com o mesmo mês de ano anterior. A corrente de comércio do mês de agosto alcançou de US$ 29,838 bilhões. Houve diminuição de 3,7%, pela média diária, em relação a agosto 2015.

 Clique aqui e acesse os dados completos da balança comercial brasileira do mês de agosto.

Fonte: Assessoria de Comunicação do MDIC – Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços


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Empresários mais confiantes, aponta ICEI de agosto

Após 28 meses, o Índice de Confiança do Empresário Industrial – ICEI, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, alcançou 51,5 pontos, superando a linha divisória de 50 pontos, o que mostra empresários mais confiantes, resultado que não se via desde março de 2014.

Na passagem de julho para agosto de 2016, o índice cresceu 4,2 pontos. A tendência de recuperação da confiança dos empresários tem sido observada desde abril desde ano. No período, o índice aumentou 14,7 pontos.

Participaram do estudo 3.150 empresas, sendo 1.236 de pequeno porte, 1.198 de médio porte e 716 de grande porte. O período de coleta ocorreu de 1 a 11 de agosto de 2016.

Para acessar o estudo completo, acesse aqui.

 

Fonte; Confederação Nacional da Indústria - CNI

Fonte: Confederação Nacional da Indústria – CNI

 

 

 


Atlas Copco terá nova área de negócios de vácuo em 2017

A partir de janeiro de 2017, a Atlas Copco terá uma nova área de negócios de vácuo, a Vacuum Technique, somando-se às demais: Compressor Technique, Construction Technique, Mining and Rock Excavation Technique e Industrial Technique.

Com essa medida, a divisão de soluções de vácuo, dentro da área Compressor Technique, não será mais operacional, passando a integrar a nova área Vacuum Technique, que será dirigida por um novo presidente, em processo de recrutamento.

Desde a aquisição do Grupo Edwards, em janeiro de 2014, o negócio de vácuo da empresa cresce a cada ano, afirma a assessoria de imprensa da Atlas Copco. Várias aquisições na área de vácuo foram feitas ou estão em curso, incluindo Leybold e CSK, gerando oportunidade para a criação de uma nova área de negócios.

Segundo Ronnie Leten, presidente e CEO do Grupo Atlas Copco, a empresa pretende atingir a liderança global em soluções de vácuo. “O negócio de vácuo global está crescendo e a criação de uma área de negócio, em separado, com uma organização dedicada, com forte foco no cliente, irá aumentar ainda mais esse crescimento”, afirma.

A nova área de negócios tinha atualizado receitas de US$ 1,2 bilhões para os 12 meses encerrados em 30 de junho de 2016. Além disso, vai incluir as operações de algumas empresas adquiridas após essa data, com receita combinada anual de aproximadamente US$ 475 milhões.

Os principais mercados atendidos são o científico e o de semicondutores, além de ampla gama de segmentos industriais, incluindo os de processos químicos, embalagens de alimentos e manuseio de papel.

Para mais informações, acesse aqui.


Máquinas-ferramenta Novas soluções para incrementar a capacidade das linhas produtivas

Determinantes para melhorar a eficiência do parque fabril, as máquinas-ferramenta impactam na produtividade e na qualidade dos processos industriais. Com o avanço das tecnologias na área de manufatura, elas ganham novos recursos e funcionalidades, proporcionando produções mais flexíveis, precisas, seguras e rápidas.

Ao conhecer as novas tecnologias aplicadas às máquinas-ferramenta, você tem a oportunidade de identificar soluções para incrementar suas linhas produtivas, promovendo ganhos de eficiência e até de redução de custos, com processos mais otimizados e controlados. Para ajudá-lo a conhecer algumas das novidades desse setor, a equipe editorial de NEI realizou uma pesquisa nos mercados nacional e internacional para conhecer e selecionar os produtos mais recentes.

Nessa seção, você confere essas novidades, inclusive de expositores da IMTS 2016 – International Manufacturing Technology Show (Feira Internacional de Máquinas-ferramenta), principal evento da indústria de manufatura norte-americana, que acontece este mês, em Chicago. Um dos produtos da capa desta edição, a brunidora Lifehone L630, da Gehring, é um exemplo de máquina-ferramenta que será lançada nessa feira.

Outras novidades em máquinas-ferramenta poderão ser conferidas nas próximas edições. E em 2017, acontecem, em São Paulo, dois importantes eventos focados em máquinas-ferramenta: a Expomafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial, em sua 1ª edição, de 9 a 13 de maio, no São Paulo Expoe, e a Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, em sua 16ª edição, de 20 a 24 de junho, no Expo Center Norte, ambas em São Paulo, SP .  Uma dupla oportunidade para conhecer novas tecnologias aplicadas aos sistemas produtivos.

Na era da Indústria 4.0, o setor de manufatura vai requerer máquinas, equipamentos e sistemas cada vez mais inteligentes, instrumentados e interconectados. Novas tecnologias estão surgindo para tornar os processos produtivos mais flexíveis, ágeis e eficientes. Cedo ou tarde, essa corrida tecnológica vai bater na sua porta. E a indústria precisa se preparar para um novo ciclo de desenvolvimento.


Dias melhores

Alguns indicadores e análises recentes de entidades e especialistas apontam que estamos caminhando para uma moderada recuperação, mais confiantes, mesmo diante de um cenário desafiador.

Dados do IBGE mostram que a produção industrial avançou 1,1% em junho na comparação com maio. É o 4º resultado positivo, acumulando crescimento de 3,5% no período. O ICEI – Índice de Confiança do Empresário Industrial, de julho, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, também aponta alta de 1,6 ponto em relação a junho, atingindo 47,3 pontos. É o terceiro mês consecutivo com variação positiva e crescimento acumulado de 10,5 pontos no período. O indicador de expectativa variou 1,2 pontos, ficando acima dos 50 pontos, o que sugere expectativa positiva do empresário para os próximos seis meses.

Um bom momento para avaliar onde e como otimizar, e planejar seus investimentos com foco na eficiência operacional. Para ajudá-lo a identificar soluções que incrementem seu chão de fábrica, esta edição reúne, em seção especial, a partir da página 10, uma seleção de novas máquinas-ferramenta. A produtividade e a qualidade dos produtos dependem basicamente de seu desempenho; por isso conhecer essas novidades pode fazer toda a diferença. A edição traz ainda outras notícias de equipamentos, instrumentos e produtos para uso nas mais diversas áreas da indústria, lançados recentemente no Brasil e exterior.

A indústria está mais exigente, e o cliente, também. É preciso se preparar para desenvolver soluções mais eficientes, que promovam redução do consumo de energia, sejam sustentáveis, otimizem a performance de processos e propiciem redução de custo operacional, sem perda de qualidade. Essas são algumas das diretrizes que estão impulsionando muitas companhias a desenvolver novos produtos e serviços, mesmo diante das oscilações do mercado.

O que podemos aprender com elas? Priorizar o cliente, para começar. Ele busca soluções cada vez mais eficientes. Observar, escutar e entender suas necessidades e o mercado, conhecendo as novas exigências, é premissa básica. Mas é preciso construir uma relação de confiança. Estar presente nos momentos mais difíceis, como nas crises, é vital; seu cliente precisa saber com quem pode contar.


Produção industrial avança e a confiança segue em recuperação

Indicadores e análises recentes de entidades indicam que dias melhores virão. A produção industrial avança e os empresários estão mais confiantes. O cenário continua desafiador, mas as notícias sugerem um fôlego.

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE mostra que a produção industrial cresceu 1,1% em junho na comparação com maio. É o 4º resultado positivo seguido, acumulando avanço de 3,5% no período. Mesmo assim, a indústria recuperou apenas parte do que perdeu ao longo de 2015, o que mostra que há pela frente mais desafios.

Segundo o IBGE, 18 dos 24 ramos avaliados aumentaram sua produção. A principal influência positiva, entre os setores, veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (8,4%), com expansão de 5,5% em relação ao mês anterior. Outras contribuições positivas partiram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%); artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,8%); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,4%); e produtos de borracha e de material plástico (2,4%).

Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (2,1%), mostrou a expansão mais acentuada em junho deste ano. Foi a 6ª taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 13,9% nesse período. Cresceram também bens de consumo semi e não-duráveis (1,2%), bens de consumo duráveis (1,1%) e bens intermediários (0,5%).

Outro indicador também sugere boas expectativas. O ICEI – Índice de Confiança do Empresário Industrial, de julho, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, aponta crescimento de 1,6 ponto em relação a junho, atingindo 47,3 pontos. É o terceiro mês consecutivo com variação positiva e crescimento acumulado de 10,5 pontos no período.

Entre os componentes do ICEI, o indicador de expectativa variou 1,2 pontos, ficando acima dos 50 pontos, o que sugere expectativa positiva do empresário para os próximos seis meses. O indicador de condições atuais, embora esteja abaixo de 50 pontos, registrou alta de 2,3 pontos de junho para julho, o que sugere trajetória crescente desde abril.

Para ler a pesquisa da produção industrial do IBGE, acesse aqui.

Para ler o ICEI da CNI, acesse aqui o site da CNI.