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Arquivo da Categoria ‘Energia’

Indústria de SC bate recorde de consumo de gás natural

O mês de maio de 2013 teve recorde histórico no volume de distribuição de gás natural às indústrias catarinenses. A Companhia de Gás de Santa Catarina – SCGÁS registrou volume absoluto de 48,610 milhões de m³ distribuídos no mês aos clientes industriais, média diária de 1,568 milhão de m³. O resultado é 1,24% superior ao do mês de abril e ficou 2,66% acima do valor registrado no mesmo período do ano passado.

Os segmentos da indústria que apresentaram maior aumento de consumo em comparação com abril foram: vidros e cristais, com 6,9% de aumento, e cerâmico, com 3,1%.

Segundo Cósme Polêse, presidente da companhia, o resultado das vendas de gás é um termômetro do desempenho da indústria. “Atendemos 224 clientes industriais no Estado, dentre eles as principais plantas, com ênfase em segmentos que demandam alta carga de energia térmica em seus procedimentos, como cerâmico, metal-mecânico, têxtil e de vidros e cristais”, explicou. “É uma carteira que responde por importante fatia do PIB de Santa Catarina e obviamente seu consumo de gás terá relação direta com o resultado operacional da indústria catarinense.”

Concurso premia com até US$ 100 mil projetos de eficiência energética e energia renovável

A edição do Concurso de Inovação Energética Ideas 2013 receberá propostas concentradas em eficiência energética, energia renovável, mitigação das alterações climáticas e substituição de combustíveis fósseis. Patrocinado pelo GDF Suez, Fundo Nórdico de Desenvolvimento – FND, governo da Coreia da Sul e Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, visa valorizar soluções inovadoras que beneficiem comunidades locais ou regiões, criem empregos e contribuam para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

O prazo para a apresentação das propostas é 1º de julho por meio da página www.iadb.org/ideas. Indivíduos, empresas e organizações dos países-membros mutuários do BID, como o Brasil, estão convidados a apresentar projetos.

Os ganhadores serão anunciados a partir de 30 de agosto e receberão até US$ 100 mil e suporte técnico e empresarial para implementar as ideias. O objetivo é que as iniciativas passem do conceito a projeto-piloto.

Em conjunto, universidades estaduais paulistas criam doutorado em bioenergia

A Universidade de São Paulo – USP, a Universidade Estadual de Campinas – Unicamp e a Universidade Estadual Paulista – Unesp preparam curso de doutorado em bioenergia. As aulas deverão ter início em março de 2014. A aprovação da abertura do Programa Integrado de Doutorado em Bioenergia pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes ocorreu no final de março.

“Estamos organizando um programa de excelência em bioenergia, no qual os alunos terão oportunidade de estudar com os melhores especialistas nos diferentes aspectos do setor e poderão se conectar com os principais centros de pesquisa no mundo”, disse Carlos Alberto Labate, professor da Universidade de São Paulo – USP e coordenador-geral do programa.

Com a proposta de ser um curso internacional, contará com professores das três universidades e especialistas estrangeiros. Terá boa parte das aulas em inglês e usará um sistema de videoconferência para a integração de alunos e professores situados em diferentes cidades. “Os alunos farão pelo menos quatro meses de estágio no exterior, em universidade, empresa ou centro de pesquisa. E queremos atrair não só estudantes do Brasil, mas também do exterior”, destacou Labate. As disciplinas serão organizadas em cinco áreas principais: agrícola, industrial, sustentabilidade, biorrefinarias e motores.

De acordo com o docente, a bioenergia é uma das áreas que mais crescem no mundo e o Brasil é uma liderança. “Temos competência, um grande mercado, somos os principais produtores de matéria-prima para a área de bioenergia e falta pessoal qualificado.”

O doutorado é um desdobramento de outra iniciativa, o Centro Paulista de Pesquisa em Bioenergia, instituído em 2010, por meio de um convênio entre Governo do Estado de São Paulo, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp, USP, Unicamp e Unesp.

Algumas questões burocráticas sobre o curso ainda estão pendentes, mas a grade curricular, com número de disciplinas e equivalência de créditos, já foi definida. O aluno deverá fazer a matrícula em uma das três instituições e estará formalmente vinculado a ela.

Cada uma das universidades fará a seleção de estudantes utilizando critérios próprios e escolherá o corpo docente que participará do programa. A coordenação geral do curso, atualmente sob responsabilidade da USP, mudará a cada três anos, em um rodízio entre as três universidades. A ideia é que cada orientador tenha dois ou três orientandos e que o programa chegue, em dois ou três anos, a cem alunos.

Fonte: com informações da Agência Fapesp.

Eletrobras cria software para eficiência energética

O Domus-Procel Edifica, programa voltado para a eficiência energética em edificações, foi desenvolvido pela Eletrobras em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná. O software poderá ser usado no futuro para edificações da iniciativa privada. Deverá sofrer melhorias ainda neste mês, antes de ser lançado como produto, o que poderá ocorrer até julho.

“É um programa de simulação hidrotermoenergética: além das trocas de calor, simula trocas de umidade”, disse o arquiteto João Krause, da Divisão de Eficiência Energética no Setor Privado da estatal. Segundo ele, o software tem uma vantagem em relação aos demais. Permite que sejam feitas simulações com variáveis de consumo e demanda de energia. Os investimentos da Eletrobras atingiram R$ 1,75 milhão.

O arquiteto informou que em edificações novas com modelo de eficiência energética desde o projeto básico, consegue-se nível de economia de cerca de 50%. Para outras edificações, com projeto de reforma que utilize tecnologias energeticamente eficientes, pode-se atingir até 30%.

O projeto contou com a parceria do Ministério de Minas e Energia e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro.

Para mais informações, assista ao vídeo.

Fonte: com informações da Agência Brasil.

Plano Inova Energia nasce com R$ 3 bilhões para incentivar inovação no setor

5, abril, 2013 1 comentário

Com orçamento de R$ 3 bilhões, dos quais R$ 600 milhões são da Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, R$ 1,2 bilhão do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e R$ 1,2 bilhão da Financiadora de Estudos e Projetos – Finep, o Plano de Apoio à Inovação Tecnológica do Setor Elétrico – Inova Energia objetiva o fomento e a seleção de planos de negócios que contemplem: atividades de pesquisa; desenvolvimento; engenharia e absorção tecnológica; produção e comercialização de produtos; processos e serviços inovadores.

Os candidatos devem apresentar planos de negócios relacionados a três linhas temáticas:

1) RedesElétricas Inteligentes (Smart Grids) e Transmissão em Ultra-Alta Tensão – UAT;
2) Geração de Energia Solar e Eólica;
3) Veículos Híbridos e Eficiência Energética Veicular.

As empresas selecionadas poderão acessar crédito em condições diferenciadas, com subvenção econômica e financiamento nãoreembolsável para pesquisas realizadas em Institutos de Ciência e Tecnologia – ICTs.

Público-alvo
Empresas brasileiras com interesse em empreender atividades de inovação relacionadas a alguma das linhas temáticas, bem como em produzir e comercializar os produtos e serviços resultantes dessa atividade.

Parceria
Com o objetivo de possibilitar o desenvolvimento de soluções completas, a formação de parcerias entre empresas e entre empresas e ICTs será estimulada. Essas parcerias deverão contar com uma empresa-líder, que obrigatoriamente deve ser uma companhia independente ou pertencente a um grupo econômico que possua receita operacional bruta igual ou superior a R$ 16 milhões ou patrimônio líquido igual ou superior a R$ 4 milhões.

Com exceção da Linha 1 “Redes Elétricas Inteligentes (Smart Grids)”, companhias com receita operacional bruta entre R$ 5 milhões e R$ 16 milhões poderão apresentar plano de negócios, desde que anexando carta indicativa de interesse emita por empresa concessionária do setor de energia elétrica.

Para mais detalhes, acesse aqui.

Fiesp e CNI aprovam redução da tarifa de energia elétrica

O recente anúncio da presidenta Dilma Rousseff e do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão sobre a queda no custo da energia elétrica impactou positivamente a indústria nacional. “Considero uma vitória de todos nós, brasileiros, que precisamos de preços e condições justas para fazer o País crescer”, comemorou Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp.

O anuncio também foi aplaudido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI. Em nota, a entidade coloca a energia como um dos principais insumos da indústria e acredita que essa decisão do governo vai alterar a estrutura de custos das empresas, transformando a energia elétrica em vantagem competitiva dentro do setor produtivo.

De acordo com o pacote anunciado, a partir de fevereiro de 2013, os consumidores residenciais terão redução média de 16,2% na conta de luz e as indústrias de até 28%.

Atualmente, o custo médio da tarifa de energia elétrica para a indústria brasileira é de R$ 330,00 por megawatt/hora. O valor está abaixo apenas do cobrado na Itália, Turquia e República Tcheca. “Não faz sentido pagar a quarta conta de luz mais cara do mundo”, lamenta Skaf. Em relação aos Estados Unidos e ao Canadá, a tarifa brasileira é três vezes mais cara e, na comparação com China, Coreia do Sul e França, o custo é duas vezes maior. Cerca de 50% da tarifa brasileira é formada por encargos e tributos.

Matriz energética brasileira – como era, como é e como pode ser

“Em 1979, época do segundo choque do petróleo, a oferta de energia no Brasil era 50% baseada nesse energético, sendo 45% importado. Já em 2010, a importação de petróleo caiu para 8%, ou seja, conseguimos diminuir a dependência externa e criar novas fontes de energia, principalmente, renováveis. Para os próximos anos, a tendência da matriz é continuar a evolução das fontes renováveis”, resume Altino Ventura Filho, secretário de planejamento e desenvolvimento energético do Ministério de Minas e Energia – MME.

A afirmação do secretário foi feita no último dia do Abinee Tec 2012, evento sobre sustentabilidade, energias alternativas e eficiência energética, organizado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee, que aconteceu este mês no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Como era

Na década de 1970, 75% da matriz energética brasileira era composta por petróleo e derivados e lenha e carvão vegetal – fontes mais poluentes e menos eficientes. Segundo Ventura, três decisões estratégicas naquela década impactaram positivamente na estrutura da matriz energética brasileira: o início da construção de grandes e médias usinas hidrelétricas pela Eletrobras, a prospecção de petróleo no mar pela Petrobras e a criação do Pro-Álcool, programa de fontes renováveis de combustíveis líquidos não derivados do petróleo. “Naquela época, poucos países acreditavam no álcool como combustível e o Brasil apostou. Além disso, nesses 30 anos, a mudança foi significativa e, hoje, o Brasil produz energia elétrica com alta sustentabilidade”, conta.

Como é

Na comparação entre 2010 e 1980 a evolução da matriz brasileira foi significativa. Enquanto na década de 1980, o Brasil produzia 48% da sua energia à base de petróleo, hoje essa fonte representa 38%. Lenha e carvão vegetal apresentaram queda ainda mais brusca. Em 1980, somavam 27% da energia produzida e hoje representam apenas 10%.

A queda da representatividade dos combustíveis fósseis abriu espaço às fontes mais limpas e, segundo o secretário, mais eficientes, principalmente se comparadas à lenha e ao carvão vegetal. Os derivados de cana que representavam apenas 8%, atualmente somam 18%. A hidreletricidade passou de 10% para 14%. O gás natural aumentou dez vezes sua participação, de 1% para 10%.

Hoje, o equilíbrio do uso de combustíveis fósseis e energias renováveis resume o porquê a matriz energética brasileira é exemplo mundial a ser seguido. Segundo dados da Resenha Energética MME 2011, enquanto o mundo em 2010 produziu apenas 13% de energia à base de fontes renováveis, o Brasil gerou 45% de eletricidade à base de fontes limpas.

Como pode ser
Segundo o secretário do MME, a tendência da matriz energética brasileira é ampliar cada vez mais o uso de fontes renováveis. “Dos 70 mil MW que o País precisa gerar até 2020, 81% serão baseados principalmente em hidrelétrica, mas também em eólica e biomassa, que possuem disponibilidade, tecnologia nacional e menos emissão de CO2”, afirma.

De acordo com o planejamento do Ministério de Minas e Energia, até 2020 o Brasil precisará de 69.200 MW para atender a demanda, sendo que 35.000 MW será produzido pela hidreletricidade, 12.300 MW por biomassa e 10.600 MW pela eólica. Petróleo (4.100), gás natural (2.200), carvão (1.800), gás industrial (1.800) e nuclear (1.400) completam o planejamento.

Energia elétrica mais barata – queda de 16,2% para os consumidores e até 28% para as indústrias

O custo de energia elétrica cairá, em média, 20,2% a partir de 5 de fevereiro de 2013, anunciaram ontem (11) a presidenta Dilma Rousseff e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

Além de reduzir encargos setoriais da conta de luz, o governo renovará por mais trinta anos as concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. No início de 2013, os consumidores residenciais terão redução média de 16,2% na conta de luz e as indústrias, até 28%.

“Essas medidas representam aumento do poder aquisitivo da população brasileira, com a redução drástica do custo de produção e da conta de luz paga pelo consumidor. As decisões de agora constituem uma das mais arrojadas iniciativas para impulsionar o desenvolvimento do Brasil”, comemorou Lobão. Ainda segundo o ministro, a queda no custo de energia elétrica resultará em mais empregos e melhor qualidade de vida à população.

Menos tarifas
Para atingir a meta prometida, o governo extinguirá as cobranças da Reserva Global de Reversão – RGR (de novos empreendimentos concedidos e dos distribuidores de energia elétrica) e da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis – CCC. Além disso, reduzirá os encargos da Conta de Desenvolvimento Energético – CDE.

Programas como o “Luz para Todos” e “Tarifa Social” serão mantidos, acarretando uma redução de custo de 7% na conta de luz do consumidor final. A renúncia fiscal será aproximadamente de R$ 3,3 bilhões por ano.

Redução da tarifa média de geração e queda nos encargos da Receita Anual Permitida da transmissão de energia são outros fatores que contribuirão para diminuir os custos.

Segundo Dilma Rousseff, dependendo da análise segmentada que a Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel disponibilizará em março de 2013, os percentuais de redução poderão ser ainda maiores.

Outra medida importante no pacote é a possibilidade da renovação antecipada de contratos de concessão de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, que venceriam entre 2015 e 2017. A renovação será condicionada a melhorias de eficiência e prestação de serviços. O cenário do pacote apresentado é:

Geração: serão 20 contratos renovados, que totalizam aproximadamente 20% do parque gerador do Brasil. CEEE, Cemig, Cesp, Copel e Emae estão entre grandes empresas geradoras estaduais. Eletrobras Chesf, Eletrobras Eletronorte e Eletrobras Furnas estão entre as concessionárias federais;

Transmissão: nove contratos serão renovados, representando 67% do sistema de transmissão. Eletrobras Chesf, Eletrobras Eletronorte, Eletrobras Eletrosul e Eletrobras Furnas possuem os contratos federais, enquanto Copel, Cemig, CEEE e Celg representam os estaduais. A CTEEP responde pelo único contrato privado;

Distribuição: 44 contratos serão renovados, o que equivale a aproximadamente 35% desse mercado. Entre as concessionárias responsáveis, estão CEA, CEB, Cemig, Celesc, Celg, CERR, Eletrobras, AME, Bovesa, Ceal, Ceron e Eletroacre.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia – MME, esses contratos respondem pelo atendimento de mais de 24 milhões de consumidores.

Categories: Energia Tags: custo, elétrica, Energia, Pacote, Queda

Vale prevê construir Complexo Eólico Santo Inácio no Ceará, diz Ibram

12, setembro, 2012 2 comentários

A capacidade eólica da cidade de Icapuí, no Ceará, chama a atenção da Vale, que tem plano de construir no município o Complexo Eólico Santo Inácio com investimento de US$ 222 milhões. A energia será destinada à própria empresa, atingindo potência de 124 MW com 62 aerogeradores. As informações são do Instituto Brasileiro de Mineração – Ibram.

De acordo com o instituto, a previsão da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, é de que até 2020 a participação das fontes alternativas no total de energia produzida no País aumente de 10% para 20%. A energia eólica terá papel importante, subindo de 1% em 2011 para 4,9% em 2015 e 7,6% em 2020.

Segundo Maurício Tolmasquim, presidente da EPE, a participação das fontes renováveis na geração de eletricidade no Brasil é de quase 90%, enquanto no resto do mundo é de menos de 20%. “De fato, o País é um manancial rico em alternativas de produção das mais variadas fontes, como hidráulica, eólica, etanol e biomassa, o que nos dá orgulho.”

Em 2011, os investimentos em negócios voltados à produção de energia alternativa ultrapassaram US$ 8 bilhões no Brasil, de acordo com a Bloomberg New Energy Finance. Em dezembro do ano passado, o Banco Mundial aprovou empréstimo de US$ 49,6 milhões para o Brasil no Projeto de Fortalecimento dos Setores de Energia e Mineração.

País deve ser um dos líderes na produção de aerogeradores, aponta Abeeólica

Estima-se que o Brasil se torne um dos líderes mundiais na fabricação de aerogeradores, movimentando nos próximos anos R$ 25 bilhões, de forma a atender a expectativa do setor de contratar pelo menos 2,5 GW por ano até 2020 já a partir deste ano, acrescentando mais 20 GW de energia eólica ao sistema. Estudos recentes mostram que o potencial terrestre do País de energia a partir dos ventos é de 300 GW. Os dados são da Associação Brasileira de Energia Eólica – Abeeólica.

Ainda de acordo com a entidade, serão necessários instalar pelo menos mil aerogeradores em média por ano no Brasil. Hoje existem 1.342 equipamentos funcionando em 71 parques eólicos. “Há dez anos, tínhamos apenas um fabricante local, hoje os principais agentes já instalaram fábricas no Brasil”, disse a presidente executiva da Abeeólica, Élbia Melo.