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Arquivo da Categoria ‘Produtos & Serviços’

Inovação da Klüber Lubrication comprova resultados de eficiência energética

A Klüber Lubrication, do Grupo Freudenberg, apresenta ao mercado o seu novo software analítico de medição de eficiência energética com o uso dos lubrificantes especiais. Desenvolvido pela subsidiária brasileira, mas destinado à utilização global, o EEM – Energy Efficiency Monitoring é pioneiro ao trazer os resultados em tempo real aos clientes, seja na redução do consumo de energia, de emissão de CO2, dos custos operacionais e os ganhos de produtividade.

Em um primeiro momento, a ferramenta deverá ser utilizada pela equipe de vendas da Klüber Lubrication para uso em campo nos clientes, nas reuniões de projeto e apresentações de resultados. Também serve para simular cenários específicos de cada aplicação, visando objetivos de negócio e ganhos financeiros.

Proporcionando grande valor tanto para a equipe de vendas como para os clientes, com o EEM, o cálculo e a comprovação dos resultados de eficiência energética passam de 20 horas para apenas 10 minutos, com aplicação em qualquer tipo de mercado, principalmente os de mineração, alimentício, automotivo, papel e celulose, cimento e siderurgia, entre outros. Os principais ganhos estão nas aplicações em compressores de ar, de refrigeração e redutores, levando em conta as características e complexidades próprias de cada um deles.

A Klüber Lubrication, empresa de origem alemã, presente em mais de 60 países, fornece graxas e óleos (sintéticos e minerais) para ampla gama de indústrias: automotiva, rolamentos, têxtil, siderúrgica, madeira, papel, bioenergia, energia eólica, alimentícia, fabricantes de equipamentos, mineração e cimento.


Automação industrial – novas tecnologias para acelerar a modernização do parque fabril

Imprescindível para as indústrias que buscam maior competitividade num mercado globalizado e cada vez mais exigente de soluções eficientes, a automação industrial é decisiva para acelerar a modernização do parque fabril em todas as etapas de produção. Ela introduz no chão de fábrica a necessidade de adoção de novas tecnologias, capazes de proporcionar mais eficiência, produtividade, exatidão, qualidade e segurança, além de contribuir com a redução de custos e eficiência energética.

Por isso, reunimos na seção “Automação Industrial”, da Revista NEI de novembro/dezembro de 2016, algumas novidades em automação industrial pesquisadas nos mercados nacional e internacional que podem ajudá-lo a incrementar os processos produtivos de sua empresa.

Para conhecer as novas soluções apresentadas na edição de nov/dez da Revista NEI, incluindo as de automação industrial, acesse a seção “Lançamentos de Produtos” do NEI.com.br, clicando aqui.

 

Panorama da automação industrial

Os modos de produção vêm se transformando nos últimos anos, impactados pelos avanços da quarta revolução industrial.  Segundo Renato Ely Castro, professor da Faculdade SENAI de Tecnologia de Porto Alegre/RS, a Indústria 4.0 está associada a um novo modelo de negócio que, no âmbito da automação, demanda capacidades de operação em tempo real, virtualização dos processos, distribuição (descentralização) das funções de controle, orientação a serviços, “eficientização” dos processos produtivos, estruturação e modularização das aplicações, ou seja, produzir mais, melhor, mais rápido e com menos impacto energético. O tema eficiência energética, de acordo com o professor, está em evidência e a automação desempenha importante papel nesse contexto.

Nessa área, as inovações acontecem com rapidez. Renato Ely destaca o crescimento consistente da rede Ethernet Industrial que, por sua natureza padronizada, aberta e com múltiplos fornecedores, facilita a monitoração e o controle de processos, otimizando o tempo de produção. Com o avanço da Internet das Coisas no meio industrial, cresce em importância a automação baseada em PC (IPC), afirma o docente, agregando novas possibilidades ao já consagrado controlador programável (PLC), como, por exemplo, maior flexibilidade, conectividade e desempenho, mídias variadas de armazenamento e novas soluções de interfaces de operação (HMI).

No âmbito do desenvolvimento de programas aplicativos, Renato Ely ressalta o conceito de programação modularizada e estruturada preconizado pela IEC 61131, que enfatiza o uso de blocos funcionais (FBs), facilitando a reutilização, portabilidade e validação da aplicação, incluindo a redução no tempo de comissionamento dos sistemas.

O avanço das novas tecnologias aplicadas à automação industrial também vai exigir profissionais bem preparados. O perfil do engenheiro que trabalha nessa área, por exemplo, deve ser multidisciplinar, como sugere o professor, agregando competências que incluem a gestão (liderança) de projetos de sistemas automatizados, o conhecimento das novas tecnologias, tanto de hardware quanto de software, e a busca de soluções inovadoras em automação industrial. Sem contar, é claro, do domínio de ferramentas de tecnologia da informação e comunicação (TIC).


Manutenção – As novas soluções para melhorar a eficiência de máquinas e equipamentos

A preocupação em manter as linhas de produção operando sem falhas e perdas tem elevado o nível de exigência da manutenção nas indústrias. Considerada uma atividade estratégica, ela auxilia na gestão dos ativos e colabora para que a indústria atinja excelência operacional, melhorando a disponibilidade e confiabilidade de máquinas, equipamentos e instalações das fábricas.

A Revista NEI de outubro reúne novos produtos utilizados nas áreas de manutenção, pesquisados nos mercados nacional e internacional, que podem ajudar a indústria a encontrar soluções para melhorar a eficiência dos processos produtivos, bem como reduzir custos operacionais, já que a manutenção objetiva preservar os ativos e zelar pelo seu bom desempenho.

É importante lembrar que a partir de outubro as empresas começam a planejar as paradas programadas de manutenção no final do ano. É o momento certo para conhecer novos produtos, equipamentos, instrumentos e ferramentas.

Panorama da Manutenção

Embora predomine hoje, no Brasil, muito mais ações corretivas e emergenciais com poucas ações preventivas e preditivas, como afirma Eduardo Linzmayer, professor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, a Manutenção vem ganhando importância nos meios produtivos. Entre as novas tecnologias em alta nessa área estão a utilização de modelagem matemática e a simulação para aplicação da Manutenção Baseada em Confiabilidade (MBC) ou Reliability Centered Maintenance (RCM).

No Brasil, existem, segundo o docente, iniciativas e laboratórios aplicados em engenharia de confiabilidade, como no Instituto Mauá de Tecnologia, Politécnica da USP, Unicamp, ITA, UFRS, UFMG, Unifei e outras instituições de ensino e pesquisa. No exterior, destacam-se países como EUA, Alemanha, França, Japão, Coreia do Sul e Inglaterra.

Um bom exemplo da importância da Manutenção é o destaque que ganhará, em 2017, na Feira de Hannover, na Alemanha, onde será discutida a integração da Manutenção Preditiva com a Automação Industrial, denominada Manutenção Preditiva 4.0 (Conceito da Indústria 4.0).

De acordo com Linzmayer, o avanço da Indústria 4.0 também vai exigir mais capacitação e qualificação dos engenheiros e técnicos de manutenção, já que teremos muito mais análise e avaliação do que ação executiva. Eles terão que ter uma postura mais analítica, de pesquisa técnico-científica e de manuseio, com a utilização de softwares e modelos matemáticos para resolução de problemas do dia a dia das indústrias.

Tal fenômeno, lembra o professor, ocorreu na década de 60, quando o Japão introduziu maciçamente a Automação Industrial, investindo pesado na nova formação dos operadores, denominados JIDOKA ou, em português, AUTONOMAÇÃO, que significa Autonomia dos Operadores em relação à Introdução dos Robôs com a Automação. “Este mesmo fenômeno deverá ocorrer com os engenheiros, técnicos e especialistas de manutenção industrial”, prevê.


Mais confiantes

Modestas melhorias na receita, redução nos custos e aumento gradual da confiança sugerem mais fôlego para a indústria daqui em diante. O último Indicador de Custos Industriais, medido trimestralmente pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, caiu 1,1% no segundo trimestre de 2016 em comparação com o primeiro do ano, o que significa que os custos industriais recuaram após seis trimestres de alta. A redução foi puxada pela queda dos custos com capital de giro (retração de 7,7%) e com bens intermediários importados (-11,2%). Segundo a CNI, esse movimento de baixa permitiu melhorar as margens de lucro das empresas.

A confiança de empresários também está aumentando, como mostra o Índice de Confiança do Empresário Industrial –ICEI, também medido pela CNI, que avançou 2,2 pontos de agosto para setembro e alcançou 53,7 pontos. É o quinto aumento consecutivo da confiança; e o índice é o maior desde janeiro de 2014. Importante ressaltar que, em setembro, todos os segmentos industriais registraram ICEI superiores a 50 pontos, o que não acontecia desde março de 2014.

Daqui em diante não se esperam recuperações milagrosas, mas progressivas. É hora de começar a planejar o próximo ano e se preparar para a esperada retomada. Sabemos que os avanços tecnológicos são crescentes no mercado global, e cada vez mais se sofisticam para incrementar níveis de produtividade, eficiência e qualidade. Atentos a essas inovações, trazemos na edição de outubro da revista NEI a seção especial Manutenção, reunindo novos equipamentos, ferramentas, softwares e instrumentos que auxiliam na gestão dos ativos, melhorando a disponibilidade e confiabilidade das instalações fabris.

Considerada uma atividade estratégica, a manutenção melhora a eficiência dos processos produtivos e contribui com a redução de custos. É importante lembrar que a partir de outubro as empresas começam a planejar as paradas programadas no final do ano. É o momento certo para conhecer novidades e planejar seus próximos investimentos.


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Feiplastic 2017: cadeia do plástico se reúne em abril, no Expo Center Norte/SP

Uma das principais feiras do setor de plástico, a Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico acontece de 4 a 7 de abril de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP.  O evento tem como propósito apresentar as mais recentes tecnologias da cadeia do plástico e as tendências do setor, contribuindo para o networking e a geração de negócios.

Uma das empresas expositoras do evento é a Braskem, maior petroquímica das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Assista ao depoimento de Luciano Guidolin, vice-presidente de Poliolefinas, Comperj e Renováveis da Braskem:

A Feiplastic 2017 estima receber 70 mil visitantes e reunir 1.400 marcas nacionais e internacionais numa área de 85 mil m². O evento vai contar com um espaço dedicado à troca de experiência e atualização profissional, a Ilha do Conhecimento, onde os expositores farão apresentações, expondo novas tecnologias. Entre os setores presentes estão: Produtos Básicos e Matérias-Primas; Máquinas, Equipamentos e Acessórios; Moldes e Ferramentas; Transformadores de Plástico; Resinas Sintéticas; Instrumentação, Controle e Automação; Serviços e Projetos Técnicos; e Reciclagem.

Assista ao vídeo de apresentação da Feiplastic:

Para se credenciar, acesse aqui.

Para acompanhar as notícias sobre a Feiplastic 2017, acesse aqui.

 


Feimafe 2017 acontece em junho, no Expo Center Norte, em SP

Organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a 16ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura acontece em nova data e local: de 20 a 24 de junho de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

Assista ao vídeo de apresentação da Feimafe.

 

O evento terá espaços dedicados à apresentação de novas tecnologias, como a Área de Inovação, reunindo o que há de mais recente mundialmente em máquinas e equipamentos, e também a Ilha do Conhecimento, onde acontecerão debates técnicos e apresentações de expositores e parceiros. Além disso, uma extensa grade de seminários e palestras está prevista para o evento, ajudando a promover a atualização profissional dos participantes.

A feira deve reunir cerca de 1.400 marcas nacionais e internacionais e receber 70 mil visitantes/compradores qualificados. Entre os setores do evento estão: Acessórios – Dispositivos e Componentes; Automação; Controle de Qualidade – Integrado à Fabricação; Controle de Qualidade e Medição; Equipamentos Hidráulicos e Pneumáticos, Válvulas, Bombas e Compressores; Equipamentos para Movimentação e Armazenagem; Ferramentas; Máquinas e Equipamentos Diversos e Acessórios para Metal-Mecânico; Máquinas-Ferramenta; e Soldagem.

Para se credenciar, acesse aqui.

Para acompanhar as notícias sobre a Feimafe 2017, acesse aqui.

 


Atlas Copco terá nova área de negócios de vácuo em 2017

A partir de janeiro de 2017, a Atlas Copco terá uma nova área de negócios de vácuo, a Vacuum Technique, somando-se às demais: Compressor Technique, Construction Technique, Mining and Rock Excavation Technique e Industrial Technique.

Com essa medida, a divisão de soluções de vácuo, dentro da área Compressor Technique, não será mais operacional, passando a integrar a nova área Vacuum Technique, que será dirigida por um novo presidente, em processo de recrutamento.

Desde a aquisição do Grupo Edwards, em janeiro de 2014, o negócio de vácuo da empresa cresce a cada ano, afirma a assessoria de imprensa da Atlas Copco. Várias aquisições na área de vácuo foram feitas ou estão em curso, incluindo Leybold e CSK, gerando oportunidade para a criação de uma nova área de negócios.

Segundo Ronnie Leten, presidente e CEO do Grupo Atlas Copco, a empresa pretende atingir a liderança global em soluções de vácuo. “O negócio de vácuo global está crescendo e a criação de uma área de negócio, em separado, com uma organização dedicada, com forte foco no cliente, irá aumentar ainda mais esse crescimento”, afirma.

A nova área de negócios tinha atualizado receitas de US$ 1,2 bilhões para os 12 meses encerrados em 30 de junho de 2016. Além disso, vai incluir as operações de algumas empresas adquiridas após essa data, com receita combinada anual de aproximadamente US$ 475 milhões.

Os principais mercados atendidos são o científico e o de semicondutores, além de ampla gama de segmentos industriais, incluindo os de processos químicos, embalagens de alimentos e manuseio de papel.

Para mais informações, acesse aqui.


NEI Top Five celebra 25 anos

Este mês temos um motivo especial para comemorar! A edição NEI Top Five 2016/2017 celebra 25 anos de circulação ininterrupta! Um marco na história de NEI, que há 42 anos não mede esforços para produzir e levar a cada profissional da indústria – nossa estrela-guia – conteúdos relevantes e úteis, nas mais diferentes plataformas, sempre com a missão de aproximar fornecedores e compradores e apresentar soluções que promovam o incremento dos processos produtivos e a modernização do parque fabril.

Antecipada para agosto – e disponível no NEI.com.br/topfive – a edição NEI Top Five 2016/2017 revela os 5 fornecedores preferidos por quem especifica e compra máquinas e equipamentos, em mais de 400 categorias de produtos. Uma ferramenta ideal para encontrar parceiros confiáveis, na percepção de quem decide na indústria, e planejar o próximo ano.

Ter uma marca forte e reconhecida, e mantê-la, é um desafio diário para as empresas. Envolve políticas de marketing e, principalmente, o comprometimento de todos os profissionais com a qualidade do produto e serviço, e com a excelência de atendimento ao cliente. Por isso, parabenizamos todos os fornecedores NEI Top Five 2016/2017!

Para que você conheça também algumas soluções recém-lançadas no mercado dos fornecedores eleitos, NEI traz na edição de agosto, em seção especial, uma seleção de novos produtos, das mais diversas áreas, muitos deles alinhados a necessidades urgentes da indústria, como a economia de energia. Além, é claro, de outras novidades pesquisadas nos mercados nacional e internacional.

A indústria global passa por grandes transformações e avanços tecnológicos que vão impactar em novos modelos de produção e de negócios. Por isso, acompanhar seu mercado e as inovações que impactam na melhoria de processos, conhecer novas tecnologias, identificar parceiros confiáveis, rever a gestão de seus negócios e planejar-se para investir e crescer não é uma decisão simples, mas pode fazer a diferença para o futuro da sua empresa.


As soluções inovadoras das empresas que são referência para quem especifica e compra produtos industriais

Na revista NEI de agosto, a seção especial “Novos Produtos dos Fornecedores NEI Top Five 2016/2017” reúne soluções recém-lançadas no mercado de algumas das empresas que conquistaram a preferência dos profissionais da indústria, apontadas na edição especial NEI Top Five 2016/2017, que este ano completa 25 anos!

Para ajudá-lo a planejar melhor seus investimentos, a edição NEI Top Five foi antecipada para agosto; assim, você tem a chance de identificar parceiros confiáveis, na opinião de seus colegas, em mais de 400 categorias de produtos. E também, através desta seção, identificar novas máquinas e equipamentos dos fornecedores eleitos para modernizar seu parque fabril.

Mesmo em ano difícil, essas companhias se esforçaram para lançar e aprimorar produtos que possam contribuir com o incremento dos processos produtivos, e ainda tornar suas marcas mais lembradas no momento da decisão pelos especificadores e/ou compradores. Todos os fornecedores com as credenciais NEI Top Five 2016/2017 foram convidados a candidatar seus lançamentos à divulgação nesta edição. Os produtos recebidos em tempo hábil, pesquisados e aprovados pelos editores compõem a seção. São soluções que podem pertencer a uma categoria diferente daquela em que a empresa foi nomeada NEI Top Five.

A relação dos fornecedores NEI Top Five 2016/2017 também está disponível no NEI.com.br/topfive, onde você pode ampliar sua pesquisa e obter mais informações das empresas. A edição impressa também circula este mês. Com este conjunto – Revista NEI, NEI Top Five e suas versões digitais – você tem à disposição uma fonte de informação qualificada, única e inédita, capaz de apoiá-lo o ano inteiro.

 NEI TOP FIVE 25 anos!

Em 2016, a edição NEI Top Five completa 25 anos de circulação ininterrupta. Ela revela os fornecedores que são referência para quem especifica e compra produtos industriais, consolidando as preferências de quase 6 mil profissionais com envolvimento direto nas compras em suas empresas.

O NEI Top Five surgiu em 1992 como uma seção especial da Revista NEI para atender os pedidos de leitores que participavam da Pesquisa Nacional de Preferência de Marca e queriam conhecer os resultados. Em 1995 ganhou sua própria revista. Este mês, com muito orgulho, celebramos seus 25 anos!

A edição de aniversário é também um marco importante para as indústrias que nesses 25 anos conseguiram manter a preferência do mercado por suas marcas. A todos os fornecedores NEI Top Five, os nossos parabéns! E a você, leitor de NEI, o nosso agradecimento! Com sua participação na Pesquisa de Preferência de Marca e em outras pesquisas de opinião chegamos até aqui. São 25 anos de NEI Top Five e 42 anos de NEI. Uma parceria consolidada, acompanhando a evolução do mercado industrial!


Produção mais integrada e alinhada à Indústria 4.0

              A 7ª edição da pesquisa “Panorama Global do Setor de Produção 2016” (do original, em inglês, KPMG 2016 Global Manufacturing Outlook), realizada pela KPMG, aponta que empresas do setor de produção estão caminhando para uma estratégia de produção integrada e desenvolvendo a Indústria 4.0. Segundo o estudo, 25% dos CEOs entrevistados disseram que já investiram em impressoras 3D e fabricação aditiva. Um número similar disse já ter investido também em inteligência artificial e tecnologias de computação cognitiva.

O estudo indica que o uso de robótica no chão de fábrica vai atrair investimentos significativos: 40% dos entrevistados revelaram que pretendem, nos próximos 2 anos, investir de modo significativo em P&D para robótica. A pesquisa ouviu 360 executivos de alto nível em 14 países, entre eles, o Brasil, e aborda estratégias de crescimento, entrada em novos mercados e desenvolvimento de novos produtos e serviços, P&D, tecnologia e cadeia de suprimentos.

Quando perguntados sobre o quanto esperam investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D), 21% disseram que vão disponibilizar mais de 10% das receitas para essa finalidade nos próximos 2 anos, e 49% afirmaram que deverão gastar 6% das receitas ou mais nesse período.

Mais de 50% dos CEOs entrevistados classificaram a estratégia de crescimento adotada como agressiva e mais de 16% disseram que ela é muito agressiva. O estudo também apontou que 74% deles relataram o crescimento como prioridade alta ao longo dos próximos 2 anos, num mercado de competição pela participação acirrada.

Outros levantamentos da pesquisa:

– 92% disseram que estão intensificando o foco em novos mercados ao longo dos próximos 2 anos;

– 43% dizem que a principal motivação em relação a investimentos estrangeiros é capitalizar oportunidades de produção de custos mais baixos e 34% dizem que é obter acesso a novos mercados;

–  Em relação aos planos de mudanças da gama de produtos, 56% disseram que farão investimentos significativos para lançar um ou mais novos produtos no mercado;

– 39% investirão no lançamento de um ou mais novos serviços.

Sobre a pesquisa

O estudo foi conduzido pela Forbes Insights, no início deste ano, com 360 executivos de alto nível.  Os entrevistados atuam em 6 setores industriais (aeroespacial e de defesa, automotivo, conglomerados, dispositivos médicos, produtos industrial e de engenharia e de metais) e estão localizados nas Américas, Europa e Ásia. Os países participantes foram Austrália (10), Brasil (12), Canadá (13), China (36), França (10), Alemanha (40), Índia (38), Japão (34), México (11), Países Baixos (13), Rússia (12), Coreia do Sul (10), Reino Unido (41) e Estados Unidos (80).

Para ter acesso à pesquisa na íntegra, basta clicar no link  www.kpmg.com/gmo.

Fonte:  KPMG