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Arquivo da Categoria ‘Tecnologia da Informação’

Com investimento de quase R$ 15 mi, parque tecnológico da economia criativa será implementado em Recife

Conhecido como Convento, no centro histórico da capital pernambucana (Recife), o Núcleo de Gestão do Porto Digital terá a fachada restaurada e a parte interna reconstruída, além de receber o Porto Mídia e um núcleo de empreendedorismo e tecnologia dedicado à economia criativa. O Porto Mídia é o ponto de partida para a implementação das ações do Porto Digital — parque tecnológico do centro histórico do Recife — no campo da Economia Criativa.

O imóvel terá espaço para exposições, centro de formação, incubadora de empresas e laboratórios de edição e pós-produção distribuídos em três pavimentos, que somam uma área de 1.500 metros quadrados. A operação contempla ainda a adaptação de um prédio vizinho para instalação provisória do Porto Mídia, que será transferido para o Convento após a conclusão do restauro.

O projeto já criou 41 postos de trabalho e deverá empregar mais 50 trabalhadores durante as obras. Após a conclusão, está prevista a geração de 25 empregos permanentes.

Com 10 anos de atividade, o local reúne atualmente 150 empresas de TI (juntas, faturaram R$ 1 bilhão em 2012), duas instituições de ensino, duas instituições de pesquisa, 20 empresas incubadas de base tecnológica, 14 empresas incubadas de economia criativa, oito empresas de serviços associados e quatro entidades empresariais de classe. No total, 200 instituições ocupam os 40 mil metros quadrados do Porto Digital e geram mais de 6,5 mil empregos diretos.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES apoiará com o financiamento de R$ 8,8 milhões, que corresponde a 60% do orçamento total do projeto.

TOTVS terá Centro de Excelência para Agroindústria

Devido à compra da PRX, a TOTVS criará o Centro de Excelência para Agroindústria com o objetivo de reunir tecnologias e serviços voltados para esse mercado, já que a PRX é especializada no fornecimento de soluções para agronegócio. As empresas já trabalhavam juntas antes da aquisição.

Segundo a TOTVS, atualmente 60% das usinas sucroalcooleiras do País são atendidas pela empresa, que também atua com culturas como grãos e frutas cítricas. A PRX teve faturamento líquido de R$ 21 milhões em 2012 e cresceu à taxa anual média de 47% nos últimos quatro anos. Trabalham na PRX, sediada em Assis-SP, mais de 180 colaboradores.

A TOTVS pagará inicialmente R$ 11 milhões por 60% do capital social da PRX. A compra da participação remanescente está prevista para acontecer até fevereiro de 2015, por valor que será fixado de acordo com métricas definidas no contrato e baseadas no desempenho da PRX.

Em 2013, a TOTVS comprou a PC Sistemas, desenvolvedora de soluções de gestão empresarial para os segmentos de distribuição, atacado e varejo, e adquiriu participação de 20% da uMov.me, fornecedora de plataforma de mobilidade corporativa na nuvem.

Informação sempre disponível

A eletrônica e sua filha mais influente, a tecnologia da informação, provocaram na indústria uma revolução, tantas e tão diversas são as transformações introduzidas, tão radicais as suas consequências. Elas estão presentes, visíveis e dramaticamente críticas em todas as indústrias, sejam grandes corporações ou pequenas empresas. Com uma agravante – esta revolução ainda está em curso, com uma velocidade obviamente eletrônica.

Um exemplo bem recente desse estado de “revolução permanente” está na evolução do wireless no chão de fábrica. Aumentou significativamente a confiabilidade do sinal entre máquinas emissoras e receptoras com a transformação de pontos de reflexão e deflexão do sinal em estações repetidoras que reforçam o sinal e o reenviam ao seu destino, onde um software reagrupa todos os fluxos para integrar a mensagem como foi originalmente emitida. Em outras palavras, as mensagens “dobram esquinas” e chegam íntegras ao destino.

Dentro ou fora desse ambiente, ganhou importância a disponibilidade da informação de que os profissionais da indústria precisam para alcançar seus objetivos. NEI Soluções tem acompanhado de perto as mudanças, e a edição em papel do Top Five – Diretório de Fornecedores Qualificados, que circulou em outubro, por exemplo, pode ser acessada no NEI.com.br, com a mesma qualidade da edição em papel e conteúdo ampliado.

As edições de NEI – Noticiário de Equipamentos Industriais e o Top Five também já podem ser acessadas nos tablets, via plataformas IOS se você tem iPad ou Android no caso de outros fabricantes. Não importa onde nem em qual circunstância você precise de informação atualizada e confiável, as mídias de NEI Soluções “dobram esquinas” para chegar a você, íntegras e com a confiabilidade garantida pelos 39 anos de experiência no campo da informação industrial.

Cloud Computing como um facilitador de segurança

29, outubro, 2012 Deixar um comentário

Assim como acontece com as tecnologias implantadas em ambientes locais, desde a integração com outras atividades de Tecnologia da Informação – TI até a preocupação com o vazamento de informação, existem riscos a ser considerados antes de se optar pela utilização da Cloud Computing (computação em nuvem). Porém, um aspecto pouco destacado é que operações baseadas em nuvem podem ser facilitadoras para a segurança de TI.

A força massiva dos ambientes de TI, a alta capacidade de armazenamento e uma infraestrutura compartilhada são três possibilidades da computação em nuvem que melhoram e modernizam a segurança da informação. Combinadas, podem aprimorar as práticas tradicionais de segurança e criar benefícios significativos para profissionais e fornecedores de TI, como por exemplo:

• Melhor performance. Computação em nuvem aceita aplicações mais robustas, típicas em soluções de segurança em TI. A transferência do processamento de informação para ambientes em nuvem, além de agilizar os sistemas, facilita o uso de múltiplas ofertas de segurança simultaneamente.

• Informação centralizada. Com capacidade de armazenamento ilimitada, com a nuvem é possível, de forma centralizada, criar, manter e compartilhar um número maior de informações sobre ameaças na rede, malwares, listas de reputação de arquivos, serviços de geolocalização, entre outros dados de segurança.

• Rápida defesa. Combinando a força de processamento e armazenamento dos ambientes em nuvem com a inteligência adquirida das comunidades de usuários, é possível aplicar técnicas de data mining em larga escala para identificar padrões anormais de comportamento do sistema, criando mais rapidamente novas detecções e proteções para a rede. Além disso, a computação em nuvem fornece plataformas para testar proteções utilizando dados reais.

• Proteção flexível e inteligente. A computação em nuvem permite implantar somente as proteções adequadas ao perfil de risco da empresa, protegendo a rede de forma mais rápida e específica.

Tendências
Inicialmente, o benefício da alta capacidade de armazenamento da nuvem é utilizado para voltar no tempo e identificar o “paciente zero” – o primeiro infectado –, sendo o passo inicial para impedir a propagação de um malware. Além disso, a análise retroativa possibilita identificar apenas os dispositivos e os programas infectados, dispensando verificação completa do sistema. Também pode-se esperar que usuários identifiquem, em tempo real, um IP ou arquivo malicioso e se já há vacina disponível para manter seu ambiente protegido.

Aproveitar o potencial da computação em nuvem para melhorar a segurança da rede pode ser o primeiro passo para estar à frente dos invasores nessa guerra cibernética, cada vez mais sofisticada e implacável.

O artigo “Cloud Computing como um facilitador de segurança” foi editado pela Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções com base nas informações de Ricardo Dias, engenheiro de segurança da Sourcefire, empresa especializada em tecnologia e segurança da informação.

Brasil torna-se o 10º maior mercado de software, mas especialistas apontam falhas

Em 2011, o mercado brasileiro de software movimentou US$ 21,4 bilhões, sendo US$ 1,95 bilhão proveniente de exportação. Com o resultado, o Brasil se tornou o décimo maior mercado em venda de software do mundo, segundo dados da “Pesquisa sobre a Indústria Brasileira de Software e Serviços”, desenvolvida pela Associação Brasileira de Software – Abes e a International Data Corporation – IDC. O resultado é 12,6% superior ao de 2010.

O faturamento do segmento é composto por duas frentes: prestação de serviços e venda de softwares e licenças de uso. A pesquisa aponta que o setor de serviço atingiu US$ 15,1 bilhões, crescimento de 11,9% na comparação anual. Já o mercado de software foi responsável por uma receita de US$ 6,3 bilhões, alta de 14,9% frente a 2010.

Colonização tecnológica
Mesmo diante dos números positivos, o resultado não é bem-vindo pelo setor – que aponta falhas na estratégia de crescimento. “Corremos o risco de sofrer uma colonização tecnológica”, afirma Gérson Schimitt, presidente da Abes.

Segundo Schimitt, a “colonização tecnológica” ocorre quando as vendas no país são de programas desenvolvidos no exterior. No Brasil, esse índice é de contínuo crescimento e atualmente chega a 80%, deixando a balança comercial do setor cada vez mais negativa.


O mercado brasileiro se apoia principalmente na prestação de serviços, que representa 68% do faturamento. Mas para o presidente da Abes, o setor de serviços apresenta algumas desvantagens em relação ao mercado de desenvolvimento e comércio de softwares.

A defasagem na remuneração dos profissionais é uma delas. Enquanto um prestador de serviço recebe, em média, R$ 40,00 por hora, o desenvolvedor de software fatura R$ 120,00.

Outra desvantagem é a falta de estímulo ao mercado nacional, que bloqueia a formação de novas empresas com foco em pesquisa e desenvolvimento de produtos e impossibilita a competitividade com empresas internacionais.

Ainda de acordo com o estudo, o setor de software é formado por 94% de microempresas, o que incentiva o crescimento da presença de capital internacional nas poucas grandes companhias.

Além disso, segundo levantamento da Brasscom (Associação de Empresas de Tecnologia), em 2011 o setor de prestação de serviços – que depende de mão de obra para crescer – teve um déficit de 100 mil profissionais.

Tendência
Entre dados positivos e possíveis falhas de planejamento, a Abes prevê crescimento contínuo do mercado brasileiro. Segundo a associação, o Brasil triplicará o mercado interno de software até 2020, gerando faturamento de cerca de US$ 60 bilhões. O resultado colocará o País entre o sexto e oitavo maior mercado do mundo.

A necessidade de modernização das empresas nacionais para competirem globalmente é a principal justificativa da Abes para apontar tamanho crescimento.

45% das PMEs preveem adquirir computação em nuvem nos próximos anos

Nos próximos dois ou três anos, 45% das pequenas e médias empresas – PMEs nacionais devem adquirir a tecnologia em nuvem, segundo a pesquisa “Microsoft SMB Business in the Cloud 2012” (Microsoft Pequenas e Médias Empresas na Nuvem), elaborada pela Edge Strategies e a Microsoft. De acordo com o estudo, das 250 empresas nacionais entrevistadas, 33% já utilizavam a computação em nuvem.

Antes exclusiva das grandes empresas, hoje a tecnologia em nuvem é realidade nas pequenas e médias corporações. Com a rápida ascensão do mercado digital, surgiram diversos fornecedores da nova tecnologia, forçando a queda dos custos. “A computação em nuvem coloca essas empresas em igualdade de condições de estrutura tecnológica. O investimento em TI e o tempo para operacionalizar são reduzidos, focando as PMEs no que é a sua prioridade: “crescer”, analisa Victor Baez, gerente de pequenas e médias empresas e canais da Microsoft Brasil.

Fatos e tendências
As empresas esperam utilizar a computação em nuvem não somente para o uso de serviços como e-mail, mas também para acessar aplicativos e sistemas mais complexos para melhorar a produtividade dos negócios.

A segurança em tecnologia da informação ainda está na lista de prioridades das pequenas e médias empresas, mas não é a principal preocupação. Apenas 23% das empresas brasileiras e 20% da média global acreditam que os seus dados estão menos seguros na nuvem do que se estivessem em seus computadores. Além disso, 37% das PMEs consideram a tecnologia em nuvem tão segura quanto os  sistemas físicos.

A crise econômica aparece como uma das principais preocupações do empresariado. Segundo a pesquisa, 30% das empresas brasileiras consideram a instabilidade econômica como um obstáculo para seu crescimento. O resultado é alto, mas mostra o Brasil 18% mais otimista em comparação aos 13 países participantes da pesquisa, já que a média global apontou 48%.

Apesar das turbulências econômicas, 68% das pequenas e médias empresas nacionais e 53% das PMEs do mundo que utilizam computação em nuvem preveem aumentar suas vendas nos próximos 12 a 18 meses.

A pesquisa “Microsoft SMB Business in the Cloud 2012” foi elaborada em dezembro de 2011. Foram entrevistados decisores e influenciadores de Tecnologia da Informação – TI de 3 mil pequenas e médias empresas que possuem de 2 a 250 funcionários em 13 países: Alemanha, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Estados Unidos, Espanha, França, Japão, Reino Unido, Rússia e Turquia. Acesse aqui a íntegra do estudo.

Governo lança em agosto novo estímulo para a TI

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI implantará em agosto o Programa Estratégico de Softwares e Tecnologia de Informação – TI para estimular o crescimento do setor, aumentar a presença de empresas internacionais no mercado nacional e melhorar o desempenho das exportações.

A meta é aumentar em 50% a participação do segmento na economia até 2020, informou Virgílio Almeida, secretário de Política de Informática do MCTI. Atualmente, a área de TI tem cerca de 4% do Produto Interno Nacional e o governo quer que em oito anos o peso alcance 6%.

Para atingir a meta, Almeida considera fundamental aumentar as exportações da indústria instalada no Brasil e a presença de prestadores de serviço no exterior. O setor movimenta cerca de US$ 73 bilhões por ano, mas desse valor apenas US$ 3,1 bilhões foram obtidos com exportações. Para vender mais, o governo espera que empresas estrangeiras se instalem no Brasil e tragam seus centros de pesquisa.

O programa adotará a certificação de produtos desenvolvidos no País como exigência para dar margem de preferência nas compras públicas.

Além do uso de compras públicas (já previsto em lei), certificação e mercado interno, Almeida crê que o País poderá ser atrativo ao se especializar no fornecimento de tecnologias de informática para atividades econômicas em que se destaca, como óleo e gás. Ele também acredita que o País poderá ser plataforma de produção para o mercado latino-americano e lusófono.

Fonte: com informações da Agência Brasil.

Apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças virtuais

Empresas brasileiras registram média de 47 novas tentativas de ataque por semana, e os incidentes bem-sucedidos geram um custo de US$ 106.904, em média. É o que aponta o relatório divulgado pela Check Point Software Technologies, empresa especializada em segurança na internet.

O estudo mostra que as atividades de funcionários representam os maiores riscos. Todas as regiões pesquisadas citaram o uso de dispositivos móveis – incluindo smartphones e tablets – como a maior preocupação, seguidos por dispositivos de mídia removível (pen drives) e redes sociais. As empresas que passaram por ataques direcionados detectaram que a motivação de 52% dos hackers foi fraude financeira, seguida da intenção de interromper as operações da empresa (42%) e roubo de dados de clientes (35%).

Para combater os ataques, investimentos em segurança de Tecnologia da Informação – TI acabam sendo inevitáveis. Entre as soluções apontadas estão as ferramentas de Data Loss Prevention – DLP, software que oferece funcionalidades como: repositório de dados confidenciais, gerenciamento centralizado, escaneamento de servidores e estações para verificar o funcionamento do agente e monitoramento do tráfego de rede.

Na busca por resultados melhores, especialistas indicam integrar as ferramentas DLP a outros softwares de monitoramento de equipes, como o Strigoi. “Ao monitorar e-mails, internet, planilhas, documentos eletrônicos e outras ferramentas, o Strigoi, quando alinhado a uma política de segurança eficaz, contribui para a detecção de vazamento de informações, que é um dos graves problemas encontrados pelas empresas atualmente”, explica Marco Flávio Neves, diretor da TWT Info, empresa desenvolvedora do Strigoi.

Realidade brasileira
Ainda segundo o levantamento, apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças em ambientes de TI, e somente 41% mantêm programas de conscientização e treinamento atualizados para evitar ataques direcionados.

De acordo com Alexandre Atheniense, especialista em internet law e propriedade intelectual pela Harvard Law School, as empresas que já utilizam recursos tecnológicos, em geral, ainda são imaturas quando se trata de estabelecer uma política efetiva de segurança da informação. “A política ideal é ter um software de coleta de informações e regras de proteção e monitoramento para auxiliar a tomada de decisões dos gestores”, afirma.

Para Raphael Pereira, gerente de segurança da informação da Ativas, companhia especializada em soluções de TI, para uma empresa estar protegida contra ameaças virtuais, o investimento em segurança da informação deve ser em torno de 8 a 10% do faturamento, dependendo da maturidade e do ramo de atuação.

Solução AutoVision da Microscan conquista prêmio

O aplicativo integrado para sistema de visão AutoVision, da Microscan, recebeu o New Product Introduction Award 2012 – NPI, na categoria de Software-Process Control. O prêmio foi entregue durante a IPC Apex Expo 2012, realizada no San Diego Convention Center, nos Estados Unidos.

O AutoVision é um conjunto de ferramentas usado em inspeção e identificação, com uma interface intuitiva e amigável, que simplifica o setup e o desenvolvimento de sistemas de visão para as mais variadas áreas, como indústria eletrônica, mecânica, farmacêutica, automotiva e de embalagem. As ferramentas permitem detectar presença, ausência, contagem, localização e medida de elementos, bem como a decodificação de códigos de barras 1D, 2D e OCR (reconhecimento de caracteres).

No Brasil e na América Latina, a Microscan é representada pela Automation International LTD –AIL, por meio de seus parceiros e integradores de sistemas.

Cloud Computing – empresários brasileiros lideram índice de confiança

Quando se fala em investimentos para expandir o uso de aplicativos de tecnologia em nuvem, o Brasil aparece em primeiro lugar entre os mais otimistas do mundo. É o que indica o estudo Índice de Confiança Comercial da Regus, elaborado pela empresa de pesquisas britânica MindMetre a pedido da Regus, companhia especializada no fornecimento de ambientes flexíveis de trabalho. A amostragem envolveu mais de 16 mil entrevistados em 90 países.

O nível de confiança dos executivos brasileiros atingiu 148 pontos, dois a mais em relação à última pesquisa realizada em setembro de 2011.

A possibilidade de redução dos gastos da empresa é a principal justificativa pelo aumento dos investimentos em Cloudy Computing. Segundo o estudo, 45% dos entrevistados brasileiros afirmam que o Cloud Computing aumenta as vendas por intermédio de terceiros e 40% acreditam que essa tecnologia oferece locais de trabalho mais flexíveis.

Índice de Confiança Comercial da Regus
Realizado semestralmente, o índice é obtido a partir de um conjunto de declarações e perspectivas positivas que combinam receitas e tendências de rentabilidade acumuladas no ano e as expectativas com relação à retomada da economia para os próximos meses. O indicador varia de zero a 200 pontos, sendo o nível de 100 pontos a linha divisória entre otimismo e pessimismo.

Para acessar a pesquisa completa, clique aqui.