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Arquivo da Categoria ‘Tecnologia da Informação’

Brasil torna-se o 10º maior mercado de software, mas especialistas apontam falhas

12, agosto, 2012 Deixar um comentário

Em 2011, o mercado brasileiro de software movimentou US$ 21,4 bilhões, sendo US$ 1,95 bilhão proveniente de exportação. Com o resultado, o Brasil se tornou o décimo maior mercado em venda de software do mundo, segundo dados da “Pesquisa sobre a Indústria Brasileira de Software e Serviços”, desenvolvida pela Associação Brasileira de Software – Abes e a International Data Corporation – IDC. O resultado é 12,6% superior ao de 2010.

O faturamento do segmento é composto por duas frentes: prestação de serviços e venda de softwares e licenças de uso. A pesquisa aponta que o setor de serviço atingiu US$ 15,1 bilhões, crescimento de 11,9% na comparação anual. Já o mercado de software foi responsável por uma receita de US$ 6,3 bilhões, alta de 14,9% frente a 2010.

Colonização tecnológica
Mesmo diante dos números positivos, o resultado não é bem-vindo pelo setor – que aponta falhas na estratégia de crescimento. “Corremos o risco de sofrer uma colonização tecnológica”, afirma Gérson Schimitt, presidente da Abes.

Segundo Schimitt, a “colonização tecnológica” ocorre quando as vendas no país são de programas desenvolvidos no exterior. No Brasil, esse índice é de contínuo crescimento e atualmente chega a 80%, deixando a balança comercial do setor cada vez mais negativa.


O mercado brasileiro se apoia principalmente na prestação de serviços, que representa 68% do faturamento. Mas para o presidente da Abes, o setor de serviços apresenta algumas desvantagens em relação ao mercado de desenvolvimento e comércio de softwares.

A defasagem na remuneração dos profissionais é uma delas. Enquanto um prestador de serviço recebe, em média, R$ 40,00 por hora, o desenvolvedor de software fatura R$ 120,00.

Outra desvantagem é a falta de estímulo ao mercado nacional, que bloqueia a formação de novas empresas com foco em pesquisa e desenvolvimento de produtos e impossibilita a competitividade com empresas internacionais.

Ainda de acordo com o estudo, o setor de software é formado por 94% de microempresas, o que incentiva o crescimento da presença de capital internacional nas poucas grandes companhias.

Além disso, segundo levantamento da Brasscom (Associação de Empresas de Tecnologia), em 2011 o setor de prestação de serviços – que depende de mão de obra para crescer – teve um déficit de 100 mil profissionais.

Tendência
Entre dados positivos e possíveis falhas de planejamento, a Abes prevê crescimento contínuo do mercado brasileiro. Segundo a associação, o Brasil triplicará o mercado interno de software até 2020, gerando faturamento de cerca de US$ 60 bilhões. O resultado colocará o País entre o sexto e oitavo maior mercado do mundo.

A necessidade de modernização das empresas nacionais para competirem globalmente é a principal justificativa da Abes para apontar tamanho crescimento.


45% das PMEs preveem adquirir computação em nuvem nos próximos anos

5, agosto, 2012 Deixar um comentário

Nos próximos dois ou três anos, 45% das pequenas e médias empresas – PMEs nacionais devem adquirir a tecnologia em nuvem, segundo a pesquisa “Microsoft SMB Business in the Cloud 2012” (Microsoft Pequenas e Médias Empresas na Nuvem), elaborada pela Edge Strategies e a Microsoft. De acordo com o estudo, das 250 empresas nacionais entrevistadas, 33% já utilizavam a computação em nuvem.

Antes exclusiva das grandes empresas, hoje a tecnologia em nuvem é realidade nas pequenas e médias corporações. Com a rápida ascensão do mercado digital, surgiram diversos fornecedores da nova tecnologia, forçando a queda dos custos. “A computação em nuvem coloca essas empresas em igualdade de condições de estrutura tecnológica. O investimento em TI e o tempo para operacionalizar são reduzidos, focando as PMEs no que é a sua prioridade: “crescer”, analisa Victor Baez, gerente de pequenas e médias empresas e canais da Microsoft Brasil.

Fatos e tendências
As empresas esperam utilizar a computação em nuvem não somente para o uso de serviços como e-mail, mas também para acessar aplicativos e sistemas mais complexos para melhorar a produtividade dos negócios.

A segurança em tecnologia da informação ainda está na lista de prioridades das pequenas e médias empresas, mas não é a principal preocupação. Apenas 23% das empresas brasileiras e 20% da média global acreditam que os seus dados estão menos seguros na nuvem do que se estivessem em seus computadores. Além disso, 37% das PMEs consideram a tecnologia em nuvem tão segura quanto os  sistemas físicos.

A crise econômica aparece como uma das principais preocupações do empresariado. Segundo a pesquisa, 30% das empresas brasileiras consideram a instabilidade econômica como um obstáculo para seu crescimento. O resultado é alto, mas mostra o Brasil 18% mais otimista em comparação aos 13 países participantes da pesquisa, já que a média global apontou 48%.

Apesar das turbulências econômicas, 68% das pequenas e médias empresas nacionais e 53% das PMEs do mundo que utilizam computação em nuvem preveem aumentar suas vendas nos próximos 12 a 18 meses.

A pesquisa “Microsoft SMB Business in the Cloud 2012” foi elaborada em dezembro de 2011. Foram entrevistados decisores e influenciadores de Tecnologia da Informação – TI de 3 mil pequenas e médias empresas que possuem de 2 a 250 funcionários em 13 países: Alemanha, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Estados Unidos, Espanha, França, Japão, Reino Unido, Rússia e Turquia. Acesse aqui a íntegra do estudo.


Governo lança em agosto novo estímulo para a TI

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI implantará em agosto o Programa Estratégico de Softwares e Tecnologia de Informação – TI para estimular o crescimento do setor, aumentar a presença de empresas internacionais no mercado nacional e melhorar o desempenho das exportações.

A meta é aumentar em 50% a participação do segmento na economia até 2020, informou Virgílio Almeida, secretário de Política de Informática do MCTI. Atualmente, a área de TI tem cerca de 4% do Produto Interno Nacional e o governo quer que em oito anos o peso alcance 6%.

Para atingir a meta, Almeida considera fundamental aumentar as exportações da indústria instalada no Brasil e a presença de prestadores de serviço no exterior. O setor movimenta cerca de US$ 73 bilhões por ano, mas desse valor apenas US$ 3,1 bilhões foram obtidos com exportações. Para vender mais, o governo espera que empresas estrangeiras se instalem no Brasil e tragam seus centros de pesquisa.

O programa adotará a certificação de produtos desenvolvidos no País como exigência para dar margem de preferência nas compras públicas.

Além do uso de compras públicas (já previsto em lei), certificação e mercado interno, Almeida crê que o País poderá ser atrativo ao se especializar no fornecimento de tecnologias de informática para atividades econômicas em que se destaca, como óleo e gás. Ele também acredita que o País poderá ser plataforma de produção para o mercado latino-americano e lusófono.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças virtuais

12, julho, 2012 Deixar um comentário

Empresas brasileiras registram média de 47 novas tentativas de ataque por semana, e os incidentes bem-sucedidos geram um custo de US$ 106.904, em média. É o que aponta o relatório divulgado pela Check Point Software Technologies, empresa especializada em segurança na internet.

O estudo mostra que as atividades de funcionários representam os maiores riscos. Todas as regiões pesquisadas citaram o uso de dispositivos móveis – incluindo smartphones e tablets – como a maior preocupação, seguidos por dispositivos de mídia removível (pen drives) e redes sociais. As empresas que passaram por ataques direcionados detectaram que a motivação de 52% dos hackers foi fraude financeira, seguida da intenção de interromper as operações da empresa (42%) e roubo de dados de clientes (35%).

Para combater os ataques, investimentos em segurança de Tecnologia da Informação – TI acabam sendo inevitáveis. Entre as soluções apontadas estão as ferramentas de Data Loss Prevention – DLP, software que oferece funcionalidades como: repositório de dados confidenciais, gerenciamento centralizado, escaneamento de servidores e estações para verificar o funcionamento do agente e monitoramento do tráfego de rede.

Na busca por resultados melhores, especialistas indicam integrar as ferramentas DLP a outros softwares de monitoramento de equipes, como o Strigoi. “Ao monitorar e-mails, internet, planilhas, documentos eletrônicos e outras ferramentas, o Strigoi, quando alinhado a uma política de segurança eficaz, contribui para a detecção de vazamento de informações, que é um dos graves problemas encontrados pelas empresas atualmente”, explica Marco Flávio Neves, diretor da TWT Info, empresa desenvolvedora do Strigoi.

Realidade brasileira
Ainda segundo o levantamento, apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças em ambientes de TI, e somente 41% mantêm programas de conscientização e treinamento atualizados para evitar ataques direcionados.

De acordo com Alexandre Atheniense, especialista em internet law e propriedade intelectual pela Harvard Law School, as empresas que já utilizam recursos tecnológicos, em geral, ainda são imaturas quando se trata de estabelecer uma política efetiva de segurança da informação. “A política ideal é ter um software de coleta de informações e regras de proteção e monitoramento para auxiliar a tomada de decisões dos gestores”, afirma.

Para Raphael Pereira, gerente de segurança da informação da Ativas, companhia especializada em soluções de TI, para uma empresa estar protegida contra ameaças virtuais, o investimento em segurança da informação deve ser em torno de 8 a 10% do faturamento, dependendo da maturidade e do ramo de atuação.


Solução AutoVision da Microscan conquista prêmio

O aplicativo integrado para sistema de visão AutoVision, da Microscan, recebeu o New Product Introduction Award 2012 – NPI, na categoria de Software-Process Control. O prêmio foi entregue durante a IPC Apex Expo 2012, realizada no San Diego Convention Center, nos Estados Unidos.

O AutoVision é um conjunto de ferramentas usado em inspeção e identificação, com uma interface intuitiva e amigável, que simplifica o setup e o desenvolvimento de sistemas de visão para as mais variadas áreas, como indústria eletrônica, mecânica, farmacêutica, automotiva e de embalagem. As ferramentas permitem detectar presença, ausência, contagem, localização e medida de elementos, bem como a decodificação de códigos de barras 1D, 2D e OCR (reconhecimento de caracteres).

No Brasil e na América Latina, a Microscan é representada pela Automation International LTD –AIL, por meio de seus parceiros e integradores de sistemas.


Cloud Computing – empresários brasileiros lideram índice de confiança

12, maio, 2012 Deixar um comentário

Quando se fala em investimentos para expandir o uso de aplicativos de tecnologia em nuvem, o Brasil aparece em primeiro lugar entre os mais otimistas do mundo. É o que indica o estudo Índice de Confiança Comercial da Regus, elaborado pela empresa de pesquisas britânica MindMetre a pedido da Regus, companhia especializada no fornecimento de ambientes flexíveis de trabalho. A amostragem envolveu mais de 16 mil entrevistados em 90 países.

O nível de confiança dos executivos brasileiros atingiu 148 pontos, dois a mais em relação à última pesquisa realizada em setembro de 2011.

A possibilidade de redução dos gastos da empresa é a principal justificativa pelo aumento dos investimentos em Cloudy Computing. Segundo o estudo, 45% dos entrevistados brasileiros afirmam que o Cloud Computing aumenta as vendas por intermédio de terceiros e 40% acreditam que essa tecnologia oferece locais de trabalho mais flexíveis.

Índice de Confiança Comercial da Regus
Realizado semestralmente, o índice é obtido a partir de um conjunto de declarações e perspectivas positivas que combinam receitas e tendências de rentabilidade acumuladas no ano e as expectativas com relação à retomada da economia para os próximos meses. O indicador varia de zero a 200 pontos, sendo o nível de 100 pontos a linha divisória entre otimismo e pessimismo.

Para acessar a pesquisa completa, clique aqui.


As novas suítes de projeto e serviços em nuvem da Autodesk

12, abril, 2012 Deixar um comentário

A Autodesk, empresa focada em software 3D de projeto, engenharia e entretenimento, divulgou seu portfólio 2013 de software 3D de projeto e engenharia para fabricantes. O conjunto de serviços em nuvem e suítes integradas objetiva simplificar os fluxos de trabalho de projeto, visualização e simulação, desde o desenvolvimento até a entrega do produto.

As novas suítes proporcionam fluxos de trabalho para conectar desktops a dispositivos móveis e à nuvem. Esses fluxos de trabalho possibilitam o desenvolvimento de projetos de produtos, integração entre projeto elétrico e mecânico, previsão de desempenho do produto e visualização de fábricas em 3D.

Os recursos em nuvem oferecidos pelo software promovem o compartilhamento e a reutilização de projetos. A interoperabilidade do software de gerenciamento de dados de produtos e a alternativa em nuvem possibilitam que grupos de trabalho organizem, gerenciem e monitorem seus dados de CAD de engenharia, listas de materiais de fabricação e processos de alteração a partir de um local centralizado.

As novas suítes de projeto incluem:
Autodesk Product Design Suite:
habilita recursos de projeto, visualização e simulação, prometendo impulsionar a inovação com ferramentas integradas para disciplinas específicas e fluxos de trabalho desenvolvidos para prototipagem digital.

Autodesk Factory Design Suite: aprimora o AutoCAD e Autodesk Inventor, oferecendo acesso exclusivo a fluxos de trabalho interoperáveis, leiautes específicos, novos recursos para fábricas na nuvem, novas ferramentas de visualização e análises que ajudam a aumentar a precisão, a eficiência e a comunicação dos projetos.

Autodesk Inventor Publisher: possibilita que o modelo 3D digital usado no processo do projeto seja utilizado para o desenvolvimento de uma documentação técnica 2D ou 3D visual e interativa.

Autodesk Simulation: permite criar renderizações e apresentações fotorrealistas de alta qualidade, detectar interferências e simplificar modelos automaticamente. Além disso, o novo software prevê uma melhoria de até 34 vezes no tempo total de resolução.

A disponibilidade do produto pode variar em cada país. Para mais detalhes, acesse aqui.


Laboratório da Microsoft testa soluções para a indústria

Com investimento de US$ 10 milhões, foi inaugurado neste mês, em São Paulo, o maior Centro de Tecnologia Microsoft da América Latina (1.300 m2). Neste espaço vai funcionar o Laboratório de Indústria, onde os interessados podem estudar as soluções mais recentes desenvolvidas pela Microsoft para a indústria e conhecer algumas futuras tecnologias.

O centro existe em 17 países e permite a clientes e parceiros, entre outros, se informar sobre a tecnologia mais adequada às suas necessidades. Nele, é possível idealizar, planejar, desenvolver, implementar, operar e otimizar soluções, testando os resultados em um ambiente que traduz a realidade das organizações.

Dividido em diversas salas, o centro possui 700 terabytes de capacidade de armazenamento em um datacenter com 360 processadores. A infraestrutura conta com a colaboração de quinze parceiros – AMD, Brocade, Dell, EMC, Emerson, Emulex, HP, Intel, Jabra, NetApp, Nokia, Panduit, Polycom, Schneider e Smart – que teem no centro a oportunidade para demonstrar seus produtos e serviços.


Serviços de nuvem vão crescer quatro vezes mais rápido do que gastos com TI, que chegarão a US$ 3,67 bilhões em 2011

22, julho, 2011 Deixar um comentário

Cloud computing será um dos principais temas da X Conferência Anual de Tecnologias Empresariais.

Os gastos mundiais com TI terão um aumento de 7,1% em 2011, de acordo com análise do Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, passando dos US$ 3,43 trilhões, alcançados em 2010, para US$ 3,67 trilhões até o final deste ano. Os analistas já consideram que a estimativa geral dos gastos com TI deve ficar acima da previsão realizada no primeiro trimestre, quando foi calculado um crescimento projetado para o ano de 5,6%.

Os programas voltados ao ambiente empresarial terão grande representatividade nos gastos do ano e devem crescer 9,5% em 2011, chegando a US$ 268 bilhões, acima dos 6,6% de aumento para as despesas com os serviços de TI, que devem encerrar o ano em US$ 846 bilhões (tabela ao lado). Contudo, o segmento de hardware registrará o crescimento mais acentuado no período, com estimativas apontando um aumento de 11,7% em 2011.

Com o objetivo de reunir profissionais de TI, com atuação no mercado brasileiro e latino-americano, para discutir estes e outros temas, o Gartner realiza a X Conferência Anual de Tecnologias Empresariais, nos dias 16 e 17 de agosto, no Sheraton WTC, em São Paulo.

O evento contará com apresentações exclusivas sobre as principais tecnologias e práticas voltadas aos negócios, como integração de aplicativos, plataformas de aplicativos na nuvem, além de outros assuntos que permeiam as discussões de cloud computing, como segurança, modelo e formas de obtenção de melhor desempenho.  A percepção das empresas quanto às diferenças arquitetônicas e financeiras dos modelos de SaaS (Software as a Service) dos fornecedores será outro tema debatido pelos analistas durante a programação.

Segundo o Gartner, a migração para serviços de nuvem pública é, atualmente, um dos assuntos mais discutidos em TI. A última avaliação do instituto apontou que os gastos nesta área devem aumentar quatro vezes mais rápido do que os gerais, com tecnologia. A projeção para os gastos mundiais com serviços de nuvem pública para 2011 é de US$ 89 bilhões, acima dos US$ 74 bilhões atingidos em 2010. Até 2015, este número deve chegar a US$ 177 bilhões. Também de acordo com os analistas, em 2010, os gastos com serviços de nuvem pública representaram 2% dos gastos gerais com TI. Até 2015, esta proporção deve aumentar, aproximando-se de 5%.

O vice-presidente de pesquisa do Gartner, Richard Gordon, considera o surgimento e a adoção da nuvem como tendências importantes e, alguns mercados, fatores bem significativos. “Com cerca de US$ 10 bilhões, o software como serviço (SaaS) já representa 10% dos gastos das empresas com software aplicativo e, até 2015, esta parcela deve aumentar, ficando em torno de 15%, e superar os US$ 20 bilhões em gastos anuais.”

As estimativas do Gartner para os gastos trimestrais com TI oferecem uma perspectiva única nos segmentos de hardware, software corporativo, serviços de TI e telecomunicação. Estes relatórios auxiliam os clientes do Gartner a entenderem as oportunidades e os desafios do mercado. A previsão mais recente está disponível aqui.

Gordon também faz comentários adicionais em seu blog e no canal do Gartner no You Tube.

As inscrições para a X Conferência Anual de Tecnologias Empresariais já estão abertas e podem ser feitas pelo site www.gartner.com/br/ets.


QR Code – Um passaporte multimídia

A partir da edição de Julho/11, a começar pela capa e pela primeira vez, o assinante da Revista NEI encontra os Quick Response Code assinalando os produtos que podem ser vistos em funcionamento nos vídeos colocados na internet.

Os QR, além de uma alternativa mais rica em informações e mais compacta do que os conhecidos códigos de barras, representam uma ponte conectando a mídia impressa e a eletrônica. Eles viabilizam uma conexão rápida entre as mídias impressa e digital.

O QR Code é uma tecnologia de armazenamento de informação criada e decodificada por softwares conhecidos genericamente pela expressão Códigos 2d. A tecnologia foi criada no Japão, em 1994, e permite a inclusão de 7.089 caracteres numéricos dentro de uma imagem.

Para obter as informações e conexões permitidas pelos QR Code é preciso usar leitores de tecnologia Imager que, literalmente, focalizam e depois decodificam o código. Essa imagem em seu celular ou computador o levará diretamente ao vídeo desejado.

Tome por exemplo o código ao lado, divulgado na capa da edição de julho/11 da Revista NEI. O QR Code associado a esse produto traz o link http://www.youtube.com/watch?v=HoLoQkuxWT4.

Baixe da internet para seu celular um dos aplicativos leitores de QR Code. Sugerimos que você use um dos quatro seguintes: Kaywa Reader, quiQR, I-Nigma ou ScanLife. Em seguida, passe o celular para o modo imagem e focalize o QR Code. O aplicativo reconhecerá o código e o levará automaticamente para o vídeo desejado.

Para conhecer mais sobre os leitores de QR Code acesse NEI.com.br/qrcode ou leia o código abaixo pelo seu celular.