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Textos com Etiquetas ‘2013’

Setor em números

13, abril, 2014 1 comentário

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, no primeiro bimestre, o consumo aparente apresentou retração de 1,3% sobre o mesmo período de 2013 em valores constantes e o faturamento teve queda de 3,8%. Ainda no bimestre, as exportações tiveram crescimento de 41,4% em relação ao ano anterior, observado em todos os setores, e as importações superaram em 0,26% o resultado de fevereiro de 2013, o que sinaliza, para a entidade, tendência de estabilização das importações e dos investimentos. Por fim, a balança comercial do período apresentou queda de 17,1% em relação ao anterior.

Em 2013, o consumo aparente foi de R$ 122,279 bilhões, 5,6% superior ao ano de 2012, e o faturamento, de R$ 79,079 bilhões, foi 5,7% inferior ao valor registrado no ano anterior. Apesar do forte resultado das exportações em dezembro, de US$ 1,335 bilhão, em 2013 o valor de US$ 12,475 bilhões é 7% inferior ao resultado registrado em 2012. No ano, a importação acumulada superou em 7% o resultado de 2012, totalizando US$ 32,617 bilhões.


Dezembro derruba índices de produção industrial para 1,2%

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a produção industrial recuou 3,5% em dezembro em comparação ao mês anterior. Foi o segundo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação e é o maior recuo registrado desde dezembro de 2008 (-12,2%). Na comparação com dezembro de 2013, o recuo foi de 2,3%, interrompendo três meses de taxas positivas consecutivas nesse tipo de confronto.

Ainda assim, o ano 2013 fechou com saldo positivo de 1,2% frente a igual período do ano anterior, após apontar queda de 2,5% em 2012 e ligeira variação positiva de 0,4% em 2011. O índice acumulado para os 12 meses de 2013 mostrou taxas positivas em duas das quatro categorias de uso, 17 dos 27 ramos de atividade, 46 dos 76 subsetores e 52,2% dos 755 produtos investigados. Outros equipamentos de transporte (8,0%), Refino de petróleo e produção de álcool (7,3%), Veículos automotores (7,2%) e Máquinas e equipamentos (6,1%) foram os destaques positivos do ano.

Para acessar a pesquisa completa realizada pelo IBGE, clique aqui.

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As tecnologias mais recentes das empresas que conquistaram a preferência dos profissionais da indústria

Nesta seção estão reunidos 76 produtos recentes de algumas das empresas que conquistaram o selo NEI Top Five 2013/2014, que indica os fornecedores preferidos pelos leitores e usuários das mídias de NEI Soluções em 439 categorias de produtos. Todas as empresas NEI Top Five deste ano foram convidadas a enviar seus lançamentos para esta edição. Os produtos recebidos em tempo hábil e aprovados pela área editorial podem pertencer a uma categoria diferente daquela em que a companhia foi contemplada como NEI Top Five 2013/2014.  

As notícias apresentadas nesta seção complementam e enriquecem a Revista NEI Top Five 2013/2014, publicada também em outubro. A relação completa das cinco preferidas por categoria já está disponível no NEI.com.br/topfive desde 1º de outubro, com mais informações sobre os fornecedores NEI Top Five.

Os cinco fornecedores preferidos por categoria foram identificados na 31ª Pesquisa Nacional de Preferência de Marca, estudo único no mercado industrial brasileiro realizado anualmente por NEI Soluções com profissionais envolvidos com o processo de compras nas indústrias de diversos setores.

Esta seção e NEI Top Five 2013/2014 vão ajudá-lo a encontrar produtos, serviços, empresas e parceiros atestados pelos próprios atuantes da indústria. NEI Top Five é a principal referência industrial para os próximos meses, reconhecida como importante guia para a busca de novos fornecedores.

Para Afonso Carlos Braga, professor de gestão empreendedora e marketing business to business – B2B do Instituto Mauá de Tecnologia, rankings elaborados com seriedade e critérios oferecem parâmetros em mercados por vezes com poucas informações disponíveis. “Destacam empresas que vêm apresentando as melhores práticas na respectiva categoria e, por consequência, acabam sendo mais lembradas”, disse. “É motivo de orgulho para as equipes que levaram as empresas a essa posição de destaque e útil para profissionais que estão comprando serviços e produtos.”

Realizados por NEI Soluções em 2012, o Estudo de Hábitos aponta que 89% dos profissionais da indústria consideram a marca importante na hora de selecionar o fornecedor e tomar a decisão; e o Estudo de Feiras de Negócios revela que 70% dos internautas clicam primeiro nas marcas que conhecem. “A marca tem muito valor para qualquer negócio, não importa o tamanho ou o ramo, pois protege, representa e personifica o fruto do trabalho das pessoas que se uniram para atuar na prosperidade de sua respectiva empresa”, comentou Braga.

Pesquisa Nacional de Preferência de Marca

Esse estudo anual realizado por NEI Soluções, único feito no País sobre a preferência de marcas no setor industrial brasileiro, é a base da edição NEI Top Five.

A 31ª Pesquisa Nacional de Preferência de Marca foi realizada de setembro de 2012 a abril de 2013. Mais de oito mil profissionais, de diversos setores, que especificam e/ou fazem a compra em suas empresas participaram dessa pesquisa, divididos em direção geral, 20%; produção, 23%; compras, 18%; manutenção industrial, 13%; direção industrial, 12%; engenharia, 12%; e direção comercial, 2%. Desta vez, foram pesquisadas 439 categorias.

Sete entre dez participantes atuam em empresas fabricantes de produtos industriais. Entre os segmentos nos quais trabalham destacam-se na primeira colocação, com 17%, consultoria, engenharia industrial e manutenção; e na segunda, com 12,5%, máquinas, motores e equipamentos mecânicos. A pesquisa abrangeu profissionais de todas as regiões: Sudeste, 55,03%; Sul, 26,70%; Nordeste, 10,24%; Centro-Oeste, 4,67%; e Norte, 3,36%.

Para chegar aos cinco fornecedores, somaram-se as marcas preferidas de uma mesma empresa em cada uma das categorias de produtos contempladas na pesquisa. Todas as empresas foram contatadas para confirmar as informações e atualizar os dados. A metodologia adotada para identificar os fornecedores NEI Top Five está explicada na própria edição NEI Top Five.


Produção industrial brasileira se mantém estável, com destaque positivo para Bens de capital

A produção industrial do Brasil se manteve estável entre julho e agosto, após apontar queda de 2,4% em julho na comparação com o mês anterior. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, divulgados hoje (2).

Três das quatro categorias de uso da indústria tiveram alta: bens de capital (2,6%), bens intermediários (0,6%) e bens de consumo duráveis (0,2%). Já os bens de consumo semi e não duráveis tiveram queda na produção (-0,3%).

Além disso, 15 das 27 atividades industriais pesquisadas tiveram alta entre julho e agosto, com destaque para o setor alimentício (2,5%), de veículos automotores (1,7%), máquinas e equipamentos (1,2%) e vestuário e acessórios (7,2%).

Entre as 11 atividades em queda, o destaque negativo é o resultado da indústria farmacêutica, que recuou 5,6% entre julho e agosto. Também tiveram reduções consideráveis na produção os setores de bebidas (-3,1%) e outros equipamentos de transporte (-3,7%).

Na comparação com agosto do ano passado, houve queda de 1,2%. Porém, nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses, foram registradas altas de 1,6% e 0,7%, respectivamente.

Fonte: com informações da Agência Brasil


Emprego na indústria volta a cair, aponta IBGE

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em julho de 2013, o emprego industrial recuou 0,2% na comparação com o mês anterior, na série livre de influências sazonais. É a terceira taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto, acumulando nesse período perda de 0,7%.

A queda é apontada em 12 dos 14 locais pesquisados pelo instituto. O principal impacto negativo ocorreu na região Nordeste (-4,3%), que presenciou 12 quedas dos 18 setores pesquisados. As indústrias de calçados e couro (-8,3%), alimentos e bebidas (-3,6%), minerais não-metálicos (-7,4%), refino de petróleo e produção de álcool (-14,4%), vestuário (-3,3%), produtos de metal (-8,0%), borracha e plástico (-6,5%), produtos têxteis (-4,6%) e indústrias extrativas (-6,4%) foram as principais influenciadoras do resultado ruim da região nordestina. Outros resultados negativos ocorreram na Bahia (-7,4%), Rio Grande do Sul (-2,1%) e Pernambuco (-5,3%).

Na comparação com julho de 2012, a variação negativa é ainda maior, de 0,8%. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, o total do pessoal ocupado na indústria também registra recuo, de 0,8%, frente ao mesmo período do ano anterior.

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Pesquisa indica que foco de empresários brasileiros está em máquinas e equipamentos

De acordo com a pesquisa International Business Report 2013 da Grant Thornton, o Brasil é o País em que os empresários mais planejam investir na área de máquinas e equipamentos nos próximos 12 meses. Segundo o estudo, 67% dos líderes direcionaram investimentos para a área, 23% a mais que no trimestre anterior e bem acima da média global de 35%. O Brasil ocupa o primeiro lugar do ranking gerado pela pesquisa. Depois aparecem Peru (61%), Turquia (58%), Lituânia (56%) e Nova Zelândia e África (ambos com 50%).

Regionalmente, a América Latina lidera no quesito de investimento em maquinaria com 55%, posicionando-se acima dos países Bálticos (47%), do grupo BRIC (43%) e da América do Norte (40%). Na contramão, Vietnã (20%), Estados Unidos (40%), Reino Unido (42%) e Emirados Árabes (50%) são os que esperam investir menos.

As áreas de pesquisa e desenvolvimento – P&D e novas plantas são outras em que os empresários estão de olho. Quase metade dos líderes brasileiros (43%) tem intenção de investir em P&D, ocupando o 5º lugar nesse ranking, e 27% dos empresários do País planejam fazer investimentos em novas plantas, o maior nível desde o início de 2012.

A pesquisa englobou 12.500 empresas privadas em 44 países, sendo 300 empresas brasileiras.


Produção industrial volta a cair, aponta IBGE

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE, em julho de 2013, já descontadas as influências sazonais, a produção industrial brasileira recuou 2,0% na comparação com o mês anterior. A queda praticamente elimina a expansão de 2,1% conquistada em junho de 2013.

Na comparação com julho de 2012, o resultado é positivo, apontando crescimento de 2,0%. É a quarta expansão consecutiva nesse tipo de comparação. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, a produção industrial avançou 2,0% frente ao mesmo período do ano anterior. Ao considerar o acumulado dos últimos 12 meses, embora tímido, o resultado é o melhor desde novembro de 2011, apontando expansão de 0,6%.

Para visualizar a publicação completa, clique aqui.

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US$ 973,9 mi: exportações de agosto têm a segunda maior média diária mensal

As exportações brasileiras somaram, em agosto, US$ 21,4 bilhões, apontando a segunda maior média diária mensal, na série histórica da balança comercial, com US$ 973,9 milhões. O valor é abaixo somente do registrado em agosto de 2011, quando as vendas externas brasileiras atingiram US$ 1,1 bilhão. Considerando a média diária, o crescimento foi de 7,7% em relação a julho deste ano e de 0,1% em relação a agosto do ano anterior.

As importações também atingiram a segunda maior média já registrada, somando US$ 20,1 bilhões ou média diária de US$ 918,1 milhões. Pela média diária, as compras externas brasileiras cresceram 10,2% em relação agosto de 2012 e houve diminuição de 7% na comparação com julho deste ano.

Na soma, a corrente de comércio teve, assim, o segundo maior valor para meses de agosto, totalizando US$ 41,6 bilhões. O recorde do mês aconteceu em 2011, quando foi movimentado US$ 48,4 bilhões. Em relação a agosto de 2012, houve crescimento de 4,8% na corrente de comércio, tendo como base a média diária.

Com os resultados de agosto, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,2 bilhão, sendo o segundo maior saldo positivo deste ano, superado apenas pelo resultado de junho, que atingiu US$ 2,3 bilhões. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando houve superávit de US$ 3,2 bilhões, houve recuo de 61,9% no saldo comercial.

Os últimos doze meses. No acumulado de setembro de 2012 a agosto de 2013, as exportações brasileiras somam US$ 238,6 bilhões e as importações US$ 236,1 bilhões, apontando superávit de US$ 2,5 bilhões.

“Para que se entenda o resultado da balança comercial deste ano, é necessária uma compreensão da participação do petróleo e seus derivados  no saldo comercial. Enquanto há uma queda global de 1,3 % nas exportações, vemos uma queda concentrada em petróleo e derivados, no montante de 38%. Tirando o petróleo e os derivados há, na verdade, um aumento das exportações brasileiras. O déficit em petróleo e derivados atinge a casa dos 16 bilhões, enquanto que nos demais produtos há um superávit expressivo de US$ 12 bilhões”, contextualiza os números Daniel Godinho, secretário de Comércio Exterior.

Para o secretário de Comércio Exterior, o impacto do câmbio na balança comercial ainda é fraco. Segundo ele, em curto prazo, a tendência é de redução nas importações de bens de consumo e, em médio prazo, aumento das exportações. “É uma tendência que poderá ser confirmada nos próximos meses”, diz.

China e Argentina. Na comparação de janeiro a agosto deste ano com o mesmo período de 2012, as vendas para a China cresceram 10%. O Mercosul comprou 4,9% mais, sendo que o mercado argentino comprou 9,7% mais mercadorias brasileiras. Só em agosto, as exportações brasileiras para a Argentina aumentaram 13%.


Indústria aquece e PIB cresce 1,5% em relação ao primeiro trimestre

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, após crescer 0,6% nos primeiros três meses do ano, a economia brasileira surpreendeu analistas e obteve expansão de 1,5% no segundo trimestre frente os primeiros três meses do ano, somando R$ 1,2 trilhão. É a maior alta desde o primeiro trimestre de 2010. Com crescimento de 3,9%, a indústria agropecuária foi o destaque positivo, seguida pela indústria que cresceu 2% e serviços que registrou 0,8% de aumento. 

Todos os subsetores que formam a indústria apontaram resultado positivo na comparação com o primeiro trimestre do ano, com destaque para os desempenhos da construção civil (3,8%), indústria de transformação (1,7%), extrativa mineral (1,0%) e eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana (0,8%). Dentre os serviços, o principal ponto positivo foi o crescimento do comércio (1,7%).

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Agropecuária em alta. Principal destaque da pesquisa do IBGE, a indústria agropecuária cresceu 13,0% em relação a igual período do ano anterior. O bom resultado foi impulsionado pelo desempenho de alguns produtos da safra do segundo trimestre, como a soja (23,7%), o milho (12,2%), feijão (8,4%) e arroz (2,9%), segundo o LSPA de julho divulgado recentemente.

Indústria de transformação. De acordo com o IBGE, a alta do PIB acima das expectativas é justificada pelo desempenho mais vigoroso da indústria de transformação. Nesse setor, investimentos em máquinas e equipamentos, equipamentos médico hospitalares e na indústria automobilística foram destaques.

Acesse aqui a publicação completa do IBGE.


Produção de transformados plásticos tem alta de 4,6% no semestre

A produção do setor de transformados plásticos cresceu 4,6% no primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado, índice 2,2% acima do aumento médio da indústria de transformação. A alta da produção de veículos automotores puxou os resultados do segmento de artefatos plásticos. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria do Plástico – Abiplast.

O setor com melhor desempenho foi o de laminados, 7,5% maior que nos seis primeiros meses de 2012. Já o de embalagens, que registrou os melhores números no ano anterior, cresceu 2% em 2013.

A entidade trabalha com a perspectiva de crescimento de 1,5% até o final de 2013. Entretanto, diferentemente do primeiro semestre de 2012, a base de comparação também aumentará, já que no ano passado a indústria esboçou recuperação a partir de agosto.

No período, foram geradas 7,8 mil novas vagas de empregos, totalizando até junho 355,6 mil trabalhadores registrados. Com esse aumento, o emprego no setor se recuperou e ultrapassou o valor registrado em 2012.

A produtividade cresceu 3,7%, ficando acima do 1,4% registrado no mesmo período do ano passado. O resultado também sobrepujou o apurado pela indústria de transformação, que foi de 2,8% nesse intervalo. De acordo com a entidade, o aumento da produtividade só não foi maior devido ao impacto do crescimento do nível de emprego.

O consumo aparente brasileiro chegou a R$ 29,3 bilhões, valor 6,7% superior ao registrado em 2012. Os produtos importados representaram 13% do mercado. Já as exportações, 5% do volume produzido.

Os investimentos em máquinas e equipamentos, apurados de janeiro a abril, também aumentaram. Os recursos aplicados chegaram a R$ 733 milhões, alta de 40%. De acordo com a Abiplast, essa alta significou retorno aos níveis médios de aquisição de máquinas e equipamentos e também foi influenciada por expectativas mais positivas dos empresários para o desempenho da economia para 2013.

A associação informou ainda a alta dos preços ao produtor de 3,92% (o indicador utilizado agrega também borracha – IPP/BIGE – Borracha e Plástico). No acumulado dos últimos 12 meses, esse percentual subiu para 7,24%. Já quando se observam os aumentos nas resinas termoplásticas, principal componente do custo do transformado plástico, os aumentos acumulados nos últimos 12 meses foram de 15%.