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Textos com Etiquetas ‘2017’

Produção de veículos deve crescer 25% até 2017, segundo Anfavea

Luiz Moan Yabiku Júnior, novo presidente da Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores – Anfavea e executivo da General Motors, disse em 22 de abril que a indústria automotiva nacional deverá aumentar a capacidade produtiva em cerca de 25% até 2017, chegando a 5,6 milhões unidades por ano. 

Para Yabiku, a maior dificuldade está na qualidade dos carros que serão produzidos e não apenas na quantidade. “O nosso grande desafio é produzir dentro de padrões internacionais, uma indústria mais inovadora, tecnológica e, fundamental, forte em autopeças.”

De acordo com ele, a Anfavea defende a criação de um programa de incentivo à indústria de autopeças, visando à produção de elementos tecnologicamente avançados. Todos os componentes eletrônicos avançados utilizados nos veículos atualmente, segundo Yabiku, vêm do exterior. “Quando se fala em alternador de alta capacidade, não há fabricação aqui no Brasil. No entanto, para qualquer montadora atingir o índice de eficiência energética do Inovar-Auto vai precisar colocar esse tipo de alternador”, destacou.

O novo presidente da Anfavea informou que pretende mais que dobrar, a médio prazo, a exportação de veículos, hoje é de 420 mil unidades por ano. Em 2005, esse número era de 900 veículos anuais. “No próximo triênio o grande desafio será a exportação. Estamos conversando com o governo e pretendemos lançar uma nova política automotiva voltada para a exportação. Quem sabe criar o Exportar-Auto, uma política voltada à comercialização de exportação.”

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Produção do petróleo no pré-sal deve superar 1 mi de barris em 2017

O Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, apresentado nesta semana, indica que a produção de petróleo extraído da camada pré-sal no Brasil pela Petrobras deve superar 1 milhão de barris em 2017.

O plano prevê também que a produção chegará a 2,1 milhões de barris de petróleo em 2020. Entre os desafios tecnológicos já superados, segundo Graça Foster, presidenta da Petrobras, estão a redução do tempo necessário para preparar um poço e a realização de sísmicas (buscas) de alta resolução, que garantem maior sucesso exploratório.

De acordo com Graça, a produção do pré-sal chegou a 300 mil barris por dia em fevereiro deste ano. Ela ressaltou que a empresa levou sete anos para atingir essa marca. Na Bacia de Campos, por exemplo, foram necessários 11 anos; na porção americana do Golfo do México, 17 anos; e no Mar do Norte, 9 anos.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Projeções da Sobratema para máquinas de construção até 2017

O Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, elaborado pela Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção – Sobratema, apresenta projeções para a venda de máquinas até 2017, cujo crescimento médio anual deverá ser de 10,42%. A previsão é de que até 2014 a taxa de evolução seja maior em decorrência da retomada das obras do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e das possíveis concessões previstas. A partir de 2014, ano eleitoral, a estimativa de crescimento médio poderá cair para 8% até 2017.

A análise abrange os principais equipamentos da chamada linha amarela (terraplenagem e compactação), além de gruas, guindastes, compressores portáteis, plataformas aéreas, manipuladores telescópicos, tratores agrícolas e caminhões.

Dados de 2012 e projeções para 2013

Segundo a Sobratema, na linha amarela, a queda nas vendas está estimada em 3% em 2012 em comparação ao ano passado. Em 2011, esse segmento alcançou recorde histórico com mais de 30,5 mil equipamentos comercializados. “Os projetos em rodovias, ferrovias, portos e saneamento básico não aconteceram na intensidade que vinham ocorrendo”, disse Mario Humberto Marques, vice-presidente da Sobratema.

De acordo com a associação, o desempenho do setor no Brasil será superior ao obtido no exterior, cujas vendas devem apresentar recuo médio de 9%. Em relação às importações, que apresentaram aceleração em 2011, houve redução em 2012, registrando recuo de 14% na comparação de janeiro a agosto deste ano com igual período em 2011.

O estudo mostra que as vendas dos fabricados no Brasil se elevaram de forma mais acelerada que os importados a partir de agosto. Os motivos: a entrada em vigor de uma política de crédito especial para máquinas do Programa de Sustentação do Investimento – PSI e a desvalorização cambial. Esses dados indicam tendência de melhora nos últimos meses de 2012, sinalizando boas perspectivas para 2013.

Para a maioria dos fabricantes, importadores e usuários de equipamentos ouvidos para a elaboração do estudo, as expectativas em relação ao próximo ano apontam crescimento entre 5% e 20% nas vendas da linha amarela.