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Pondo a casa em ordem

O parque fabril brasileiro tem máquinas e equipamentos com idade média em torno de 20 anos, como aponta o Documento Nacional 2015 elaborado pela Abraman – Associação Brasileira de Manutenção. Além disso, a aquisição de novos ativos, pelo menos por enquanto, foi prejudicada em função do momento mais recessivo. Um cenário que pode ser encarado como oportunidade. É uma boa hora para rever e analisar processos e colocar a fábrica em ordem.

Isso pode ser feito sob menor pressão e deve contemplar três frentes de batalha: a manutenção de equipamentos e máquinas, o aprimoramento e reciclagem de pessoal e, finalmente, a melhoria das práticas e processos. Com um investimento relativamente baixo é possível fazer, por exemplo, o retrofitting de máquinas, aumentando sua produtividade e eficiência. Equipamentos novos ou revisados são um “oxigênio” importante para a empresa, mas o profissional de manutenção precisa estar atualizado sobre novas tecnologias e ser capaz de extrair delas o máximo desempenho. Softwares de gestão de manutenção são uma ótima ferramenta, e mostram-se cada vez mais indispensáveis para a obtenção de resultados em nível de excelência.

O tema Manutenção é destaque na edição deste mês e reúne uma seleção de novos produtos recomendados por nossos consultores, os quais, certamente, vão ajudá-lo a se informar sobre o que há de mais moderno à disposição nos mercados nacional e internacional.

Segundo o prof. Eduardo Linzmayer, do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, a manutenção é um dos principais fatores relacionados à produtividade industrial e eficiência global da produção. Dados relativos a 2015, divulgados pela Abraman, mostram que a disponibilidade do parque fabril caiu de 89,3% para 88,7% e que as paradas para manutenção subiram 0,17%, reflexo direto do aumento da idade média dos equipamentos, que passou de 16,9 anos para 19,7 anos em 2015. Esses dados mostram de forma inequívoca a necessidade de mais investimentos em manutenção e, principalmente, que esses investimentos podem ser amortizados num tempo relativamente curto.

Oferecer ao profissional de manutenção ferramentas adequadas e modernas é, sem dúvida, o caminho mais inteligente para preservar os ativos de uma empresa e mantê-lo tecnicamente atualizado e inserido num ambiente organizado e motivado – o que pode fazer a diferença quando a atividade industrial voltar a crescer. Quando isso acontecer, os mais preparados terão enorme vantagem competitiva. Em momentos como este é que as grandes empresas se consolidam no mercado.


Manutenção: novas tecnologias para aumentar a eficiência dos ativos nos processos de produção

7, outubro, 2015 1 comentário

O momento exige da indústria soluções para melhorar a eficiência dos processos produtivos, bem como reduzir custos operacionais. É preciso produzir melhor, sem perdas e com aproveitamento máximo de recursos e tempo. Sabemos que o parque fabril brasileiro está obsoleto, com idade média em torno de 20 anos, como aponta o Documento Nacional 2015, estudo elaborado a cada dois anos pela Abraman – Associação Brasileira de Manutenção. Isso significa que valorizar a manutenção é primordial e urgente.

Eduardo Linzmayer, especialista em engenharia de manutenção e professor-mestre do Instituto Mauá de Tecnologia, afirmou que o investimento em manutenção neste momento permite à indústria aumentar sua produtividade e eficiência, tornando-se mais competitiva. “É necessário transformar as ações de manutenção em investimentos que se traduzem em melhorias na eficiência e produtividade”, reforçou Linzmayer. “Encarar a manutenção como custo industrial somente prejudicará os resultados finais.”

Nos últimos anos, no exterior, a gestão de manutenção deixou de ser vista pelas empresas como “mal necessário” e se tornou um dos fatores determinantes para o aumento da competitividade, isso porque infere diretamente nos custos e na disponibilidade de equipamentos para os processos fabris, informaram Rodrigo Baldo, professor doutor da Faculdade de Ciências Aplicadas – FCA da Unicamp, onde é responsável por disciplinas como Manutenção Industrial, e seu aluno de mestrado Ailson Renan Santos Picanço.

Segundo os especialistas, a engenharia de confiabilidade e a manutenção preditiva estão em alta. “A primeira se debruça sobre um arcabouço matemático, que estuda a vida dos equipamentos e a probabilidade de falha, prevendo com certo grau de assertividade a chance de um equipamento funcionar ou falhar, se compensa ou não fazer manutenção preventiva e o melhor momento para trocar um equipamento.” Já a manutenção preditiva, conforme comentaram, analisa os sintomas que o equipamento apresenta e sinaliza, por exemplo, por uma análise de vibração, qual componente trocar. Esses dados revelam que os profissionais de manutenção necessitam conhecer novas tecnologias, por isso esta seção reúne diversas novidades pesquisadas pela equipe editorial de NEI Soluções no Brasil e no exterior.

É importante lembrar que, tradicionalmente, a partir de outubro as indústrias começam o planejamento das paradas para manutenção de suas produções de final do ano, sendo este, então, o período ideal para compras e contratações.

Manutenção no Brasil

A gestão de manutenção no Brasil, com raras exceções, ainda tem um longo caminho pela frente se comparada às políticas adotadas em outros países. Para Baldo e Picanço, a Manutenção Produtiva Total e a Manutenção Centrada em Confiabilidade fazem parte do dia a dia de um grupo seleto de empresas, em geral robustas e/ou de origem estrangeira, sobretudo da cadeia automobilística. “Se pensarmos no Brasil, fundamentalmente agroindustrial e com base econômica nas pequenas e médias empresas, ainda temos muito para evoluir. Em geral, a manutenção ainda é vista como ‘um mal necessário’.”

Segundo eles, hoje inúmeras empresas de softwares vendem programas ou módulos incorporados a Enterprise Resource Planning – ERP, de gestão de manutenção, mas o que percebem é que os mais robustos não estão sendo aplicados efetivamente na indústria, seja por falta de conhecimento técnico, pouca familiaridade, baixa adesão aos sistemas ou ausência de cultura organizacional assertiva para a área de manutenção.

“Quando pensamos também em geração de conhecimento na academia, ainda se encontra em estágio inicial de desenvolvimento, uma vez que no País, com dimensões continentais, há poucos pesquisadores que têm a engenharia de manutenção como alvo de suas pesquisas, se comparado a outras áreas da engenharia de produção e manufatura”, relataram.

Mas há “sementes sendo adubadas” na academia. Baldo informou que o desenvolvimento de um sistema de manutenção descomplicado e intuitivo para aplicar à indústria nacional tem sido alvo de pesquisas na FCA-Unicamp. “Não basta ser um sistema simples, precisa ter a robustez necessária para que nossa indústria seja mais competitiva nos mercados globais”, destacaram.

E Linzmayer completou que a equipe de engenharia de produção do Instituto Mauá de Tecnologia criou o Birô de Manufatura Digital, utilizando técnicas de simulação que podem ser aplicadas na Manutenção Baseada em Confiabilidade ou Reliability Centered Maintenance – RCM.

Documento Nacional 2015

O estudo elaborado a cada dois anos pela Abraman e apresentado no 30° Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos, que ocorreu em paralelo à Expoman 2015 – Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção e Gestão de Ativos, em Campinas, em agosto, aponta queda do custo relativo com o pessoal de manutenção e a redução dos treinamentos: de 3,9%, em 2013, para 2,7% em 2015.

Outro item que também apresentou queda foi a disponibilidade dos equipamentos do parque fabril, que caiu de 89,3% para 88,7%; a indisponibilidade por paradas para manutenção subiu para 6,32%, 0,17% superior ao estudo anterior. A indisponibilidade por outros fatores subiu de 4,6 para 5%.

Essa edição do documento apresenta ainda o remanejamento das equipes de manutenção de ativos nas empresas, mostrando a diminuição da terceirização do serviço, com as companhias preferindo treinar a própria equipe e adquirir os recursos necessários.


Por que modernizar o parque fabril?

A idade média dos equipamentos e instalações nas empresas brasileiras é de 17 anos, aponta o último estudo da manutenção no Brasil realizado pela Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman. Equipamentos e máquinas com essa idade são considerados de 30 a 40% menos eficientes e consomem geralmente mais energia, prejudicando a melhoria de produtividade e de eficiência energética. O alerta, feito pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, reforça a importância da modernização do parque industrial, principalmente no momento em que as questões energética e hídrica impõem novos desafios e a adoção de soluções tecnológicas mais eficazes que façam uso inteligente dos recursos naturais.

Para apoiá-lo a encontrar soluções que colaborem para a melhoria dos processos produtivos, reunimos nesta edição 75 lançamentos que serão apresentados na Feimafe 2015 – Feira Internacional de Máquinas ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, que acontece em São Paulo, neste mês. Com a edição de abril de NEI, totalizam mais de 110 novas soluções, pesquisadas antecipadamente pela equipe editorial junto aos expositores. É uma oportunidade de conhecer novas máquinas e equipamentos e linhas recém-aprimoradas pelos fabricantes. Além dos produtos da Feimafe 2015, há lançamentos dos mercados internacional e nacional.

Neste mês também trazemos a opinião de especialistas sobre as tecnologias em destaque na indústria metalmecânica. A simulação total de operação de máquinas-ferramenta e sua integração em ambiente de fábrica 4.0 são avanços atuais de grandes centros de pesquisa na Europa, como nos informa o professor Stoeterau, da Poli, USP. E, mais uma vez, a preocupação com a redução do consumo de água e energia nas máquinas também foi apontada como tema relevante para reduzir os custos na indústria, como destacou o professor Durval Braga, da Universidade Federal de São João del-Rei.

Na próxima edição de NEI, os temas Água e Energia ganharão uma seção especial, reunindo soluções em máquinas e equipamentos que contribuem direta ou indiretamente para o uso eficiente desses recursos naturais. Estamos atentos a tudo o que tem acontecido no mercado industrial, por isso podemos ajudar sua empresa a encontrar soluções inteligentes que preparem melhor a indústria para o futuro.


Congresso e seminário brasileiro sobre manutenção e gestão de ativos acontece em setembro

6, agosto, 2014 Deixar um comentário

De 29 a 3 de outubro acontece no Mendes Convention Center, em Santos (SP), o 29º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos – Expoman 2014 e o 3º Seminário Nacional de Manutenção e Gestão de Ativos do Setor Elétrico – Expomase 2014. O tema principal deste ano será o lançamento nacional da nova NBR ISO 55000.

Entre os palestrantes confirmados, estão: Leonam dos Santos Guimarães (Eletronuclear), Márcio Zimmerman (Ministério Minas e Energia), Marco César Castella (Itaipu) e Steve Wyton (Corporate Project & Asset Management). O evento, organizado pela Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman, contará ainda com workshops internacionais, debates sobre inovação tecnológica, minicursos sobre gestão de ativos, apresentações de trabalhos técnicos, conferências e mesas redondas.

Para baixar a programação preliminar do evento, clique aqui.


Maior feira de manutenção e gestão de ativos da América do Sul acontecerá em Salvador

6, agosto, 2013 Deixar um comentário

Entre 23 e 26 de setembro acontece a Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção e Gestão de Ativos – Expoman 2013, maior feira da América do Sul na área de manutenção e gestão de ativos. Promovido pela Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman, o evento, que teve investimentos na ordem de R$ 4 milhões, acontecerá em Salvador no Centro de Convenções da Bahia e contará com mais de 90 expositores em um espaço de 2.600 m². Indústrias de petróleo, química, automobilística e celulose serão os principais setores representados neste ano.

Em paralelo a Expoman 2013, ocorrerão o 28º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos e o 5º Congresso Mundial de Manutenção e Gestão de Ativos.

Com o lema: “Manutenção e Gestão de Ativos: o impacto das novas normas ISO 55000”, o 28º Congresso Brasileiro de Manunteção e Gestão de Ativos inclui em sua programação conferências nacionais e internacionais, mesas-redondas, palestras de inovação tecnológica, trabalhos técnicos e visitas técnicas. Entre os conteúdos previstos, estão a apresentação da Pesquisa sobre Gestão de Ativos com a Accenture, reunião do Comitê CEE-251 para adequação da ISO 55.000 e um curso sobre a PAS 55.

Já o 5° Congresso Mundial de Manutenção e Gestão de Ativos promete reunir especialistas de associações internacionais para compartilhar ideias e experiências implantadas no exterior.

Na ocasião, no dia 26 de setembro às 17h30, será também apresentado oficialmente o Documento Nacional 2013, que traz a situação da manutenção no Brasil.

Expoman 2013
Quando:
De 23 a 26 de setembro de 2013

Onde:
Centro de Convenções da Bahia
Av. Simon Bolívar, s/n°, Salvador, BA

Mais informações:
www.abraman.org.br


Manutenção – novas tecnologias evitam gastos desnecessários

“A evolução da microeletrônica, associada ao desenvolvimento de sistemas de sensoreamento cada vez mais sofisticados, possibilita o surgimento de equipamentos com alto grau de desempenho, que permitem análise mais assertiva, evitando gastos desnecessários com manutenção.” A frase de Evandro de Figueredo Neto, diretor nacional da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman, resume o estágio atual e as possibilidades da manutenção.

Segundo ele, já existem analisadores para ser acoplados a válvulas de controle, motores, turbinas e outros equipamentos que, em poucos segundos, fazem análise dos conjuntos, verificando a real necessidade de intervenção. “O surgimento desses dispositivos vem crescendo dia a dia e possibilita o desenvolvimento da manutenção preditiva, permitindo a otimização dos recursos de manutenção nas corporações”, informou.

Para o diretor, a grande preocupação no setor industrial é o investimento dos recursos de forma assertiva. “Realmente preciso reformar esse equipamento?, O que posso implementar na sua função original que permita maior ganho ou melhor desempenho?, Quanto isso custa?, E, principalmente, de quanto será o retorno? Essas questões precisam sempre ser analisadas para que os projetos de reformas ou melhorias possam efetivamente contribuir para a geração de riqueza nas organizações.”

Últimos dados
A Abraman estima que em 2012 os investimentos sejam de R$ 145 bilhões, o mesmo resultado de 2011 apontado na pesquisa Mapa da Manutenção, realizada pela entidade. Do total, as empresas devem gastar 33% com material, 31% com pessoal próprio e 27% com serviços contratados.

O valor de 2011 é 21% maior que o da última edição da enquete, de 2009, quando as empresas revelaram investimento de R$ 120 bilhões na área. Segundo a associação, esse crescimento está diretamente ligado ao aumento da produção e aos investimentos para evitar paradas não programadas e acidentes ambientais. O levantamento foi realizado com as maiores empresas do País, dos setores de papel e celulose, petróleo e gás, siderúrgico, saneamento, metalúrgico, petroquímico, têxtil, energia, transporte e automotivo.

Quando o tema é ativo físico, a última pesquisa Mapa da Manutenção revelou que, para 39% das companhias ouvidas, a idade média dos equipamentos e das instalações é de no máximo dez anos de utilização. Já 35,34% das empresas têm ativos entre 11 e 20 anos e 25,56% das indústrias possuem máquinas e plantas com idade superior a 21 anos, o que significa que requerem manutenção urgente para atender o rendimento esperado.

O estudo revelou que as empresas consultadas aplicaram 27,40% dos seus recursos na manutenção corretiva, 37,17% na manutenção preventiva e 18,51% na manutenção preditiva. A manutenção preventiva minimiza a necessidade de manutenção corretiva. Já a manutenção preditiva acompanha a vida útil das máquinas e dos equipamentos por meio de inspeções periódicas e medições que permitem observar o seu comportamento e prever o risco de quebra.

NEI Soluções reuniu 61 lançamentos que podem ajudar as equipes a exercer as atividades corretivas, preventivas e preditivas em máquinas e equipamentos, contribuindo para estender sua vida útil. Clique aqui para acessá-los.


Faltam especialistas na área de manutenção, diz diretor da Abraman

A carência de profissionais capacitados na área de manutenção é uma das travas para a competitividade das empresas brasileiras e, por consequência, do próprio País, disse Célio Cunha de Almeida Prado, diretor da filial São Paulo da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman.

“A manutenção é uma atividade presente em todos os ramos da produção, por isso ter uma boa equipe é uma vantagem competitiva muito grande”, comentou. Segundo Prado, os empresários brasileiros relatam muita dificuldade para contratar profissionais qualificados. “E a palavra mágica que separa o profissional do emprego é qualificação”, afirmou o diretor.

No Brasil, a Abraman é responsável por emitir certificado para a área de manutenção – hoje há mais de 15 mil pessoas com certificação emitida pela entidade. “É um bom número em relação ao que tínhamos há uma década, mas ainda é insuficiente”, destacou. “A solução imediata para qualificar profissionais passa por investimentos das próprias empresas em cursos de capacitação.”


Abraman promove palestra sobre manutenção e sustentabilidade na Rio+20

O setor de manutenção é responsável por investimentos de R$ 120 bilhões anuais, segundo levantamento recém-concluído pela Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman. Grande parte dos recursos é destinada à conservação das plantas industriais para evitar paradas não programadas e acidentes com riscos ambientais. Durante a Rio+20, a Abraman fará palestra sobre o tema, no dia 21, às 18 h, no Pier Mauá.

Vale destacar que, para estimular os investimentos em prevenção, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis passou a considerar os gastos com manutenção como recursos contabilizados para a reserva de conteúdo nacional.


Abraman disponibiliza o PAS 55 em português

A Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos, a Abraman, lançou em português o documento PAS 55, reconhecido internacionalmente com princípios que proporcionam visão global das empresas com capital intensivo e que servem para padronizar processos de excelência em manutenção e gestão de ativos. “A publicação PAS 55 em português é a consolidação de um esforço de muitos anos”, afirmou João Ricardo Lafraia, presidente da Abraman.

O documento pode ser utilizado como elemento de seleção de potenciais fornecedores e de controle de gestão para os acionistas e todos aqueles que estejam vinculados à empresa. Segundo a Abraman, em médio prazo, há possibilidade de que o PAS 55 se transforme em base para o desenvolvimento de uma International Organization for Standardization – ISO.


Abraman sugere mudanças na gestão estratégica das indústrias

“Manutenção não é somente trabalhar com a parte operacional, mas integrar as ferramentas de confiabilidade na gestão de ativos”, disse João Ricardo Barusso Lafraia, presidente da Associação Brasileira de Manutenção – Abraman. “Mesmo em setores econômicos que demandam a aplicação das análises da confiabilidade, como os de energia e óleo e gás, os recursos ainda são pouco explorados.” Segundo ele, o objetivo da associação é contribuir para desenvolver uma estratégia em que a engenharia da confiabilidade e a manutenção sejam pilares que se complementam.

O presidente da entidade afirmou que os valores intrínsecos aos processos de gestão empresarial também passam pela confiabilidade, até mesmo no desenvolvimento de práticas sustentáveis.

Esse tema será apresentado por Lafraia na palestra Liderança para excelência operacional, que faz parte do 10º Simpósio Internacional de Engenharia da Confiabilidade – SIC, em 17 de maio, das 11 às 12 horas. O evento será promovido de 16 a 18 de maio, em Salvador-BA.