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2º Fórum Gestão Operacional de Parques Eólicos ocorre neste mês, na cidade de São Paulo. As inscrições estão abertas

O encerramento da garantia de fábrica dos aerogeradores negociados no leilão de 2009, a gestão total da operação e os modelos de gestão compartilhada para serviços de O&M são destaques do 2º Fórum Gestão Operacional de Parques Eólicos, que será realizado em 20 e 21 de outubro, no hotel Golden Tulip Paulista Plaza, em São Paulo-SP. A programação também conta com debates sobre modalidades de contratação e o impacto na O&M eólica, segurança operacional nas usinas, normas e paradas – programadas ou não – e como comprometem o volume despachado.

“Com a consolidação do setor – que amadureceu muito nos últimos anos especialmente no que se refere aos leilões –, o desafio agora é assegurar os níveis de produção de energia, desonerar a operação dos parques e contingenciar os impactos dessa modalidade de geração no País”, disse André Laurenti Ramos, diretor da Blue Ocean Business Events, organizadora do evento, que tem apoio da ABEEólica – Associação Brasileira de Energia Eólica.

“Esse é o momento certo para debater o tema, pois as decisões de agora impactarão a perenidade dos parques do ponto de vista operacional e, principalmente, de sua liquidez econômica”, opinou Ramos. Para mais informações e inscrições, acesse www.fgpe.com.br


Três parques eólicos serão instalados no RN

No município de Areia Branca-RN serão construídos três parques eólicos e seus respectivos sistemas de transmissão. Os projetos – Usina de Energia Elétrica Carcará I, II e Terral – fazem parte do Complexo Areia Branca, controlado pela Voltalia Energia do Brasil, e terão capacidade instalada de 90 MW. Serão formados por 30 aerogeradores, produzidos pela Acciona Windpower do Brasil. Na etapa de obras, devem ser gerados 660 empregos.

Os novos parques contribuirão para a diversificação da matriz energética brasileira com uma fonte de recursos renovável, sem risco hidrológico, além de permitir a complementação sazonal entre o regime hídrico e o eólico, evitando o despacho das hidrelétricas nos períodos de menores vazões.

As empresas têm contrato de 20 anos para a comercialização de energia com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, para início de suprimento no segundo semestre de 2014.

Para esse projeto, a diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES aprovou financiamento de R$ 309,4 milhões. O apoio equivale a 74,6% do investimento total e contribuirá para a criação dos 660 empregos durante a execução das obras. O financiamento inclui subcrédito por meio da linha Investimentos Sociais de Empresas, que prevê programas de educação e capacitação de mão de obra.