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Brasileiro ex-diretor da AMT cria empresa de consultoria de negócios internacionais de manufatura nos EUA

Após mais de quatro décadas atuando com tecnologias de produção em vários países, inclusive ocupou até o início deste ano a posição de diretor de desenvolvimento de negócios da The Association For Manufacturing Technology – AMT, dos EUA, Mario Winterstein, abre a IBDGi – International Business Development Group, Inc, uma prestadora de serviços de apoio e planejamento estratégico a empresas na área de marketing e vendas internacionais de equipamentos de manufatura. Está localizada em Herndon, Virgínia, na área metropolitana de Washington, DC,  nos Estados Unidos.

“Eu gostaria muito de apoiar as empresas brasileiras interessadas em fazer negócios nos Estados Unidos”, disse Winterstein. “Em muitos anos de atuação no comércio internacional de bens de capital, notei que muitas companhias de porte médio não têm todos os conhecimentos necessários para levar um produto ao mercado internacional de maneira planejada, estruturada e sustentável. Acredito que os produtos brasileiros têm um mercado a ser conquistado por aqui.”

Nascido no Brasil e formado pelo Centro Universitário da FEI, Winterstein é morador dos Estados Unidos há 29 anos. Recentemente, foi nomeado para o Conselho Distrital de Exportação – DEC de Washington e Virgínia pelo Ministro de Comércio dos Estados Unidos.


O impacto da impressão 3D na manufatura

27, novembro, 2014 Deixar um comentário

A impressão 3D está para a manufatura o que a primeira viagem à Lua foi para o desenvolvimento da tecnologia aeroespacial e demais tecnologias, incluindo telecomunicações, eletrônica e óptica. Na impressão 3D também o importante não é o destino, mas a jornada. É o que se cria no caminho para alcançar um objetivo, que beneficiará muitas outras áreas.

A tecnologia básica da impressão 3D já existe há algum tempo. Mas somente agora, com o grande desenvolvimento de software e modelos matemáticos em três dimensões, é que a impressão 3D aplicada à manufatura de componentes metálicos e funcionais está mostrando seu real potencial.

Hoje em dia a indústria de protótipos e de moldes para fundição e indústria plástica já fazem bom uso da tecnologia, não só sob o ponto de visto tecnológico, mas também sob o ponto de vista da justificativa financeira e operacional. Por outro lado, estamos no limiar das aplicações da impressão 3D. Formas geométricas complexas, projetos de peças com cavidades internas, montagens intrincadas e muitas outras se tornaram possíveis, o que era inalcançável com os métodos convencionais de usinagem. A manufatura aditiva, em contraposição à manufatura subtrativa, cria possibilidades somente limitadas por nossa imaginação.

Até agora, no mundo da manufatura convencional, evoluímos com boa velocidade, mas ainda reagindo às limitações do estímulo do mercado. Quando os engenheiros de software no Silicon Valley se cansaram de desenvolver programas de realidade virtual e se dedicaram a criar objetos tangíveis e concretos, usando o conhecimento de software acumulado por todos esses anos, eles abriram um portal inusitado ao tomar uma posição pró-ativa. Não só isso, eles “popularizaram” a manufatura. Explico. Hoje pode se comprar uma máquina de impressão 3D por US$ 1,200 e produzir peças de plástico na mesa da sua cozinha. O que antes só se fazia no chão de fábrica com toda a infraestrutura necessária, hoje pode ser feito em qualquer lugar, com um mínimo de recursos e custo bem reduzido. Faz parte da produção por demanda pontual e da customização em massa. Ao considerar as possibilidades da impressão 3D, devemos manter nossa mente bem aberta, pois as oportunidades são ilimitadas.

Na IMTS 2014, em setembro nos Estados Unidos, a presença da impressão 3D estava por todo lado. De moldes de fundição em areia até a produção de componentes médicos e de carro elétrico, que foi todo manufaturado e montado nos seis dias da feira e saiu andando pelo recinto de exposições e nas ruas de Chicago. Durante o evento também surgiram as primeiras máquinas hibridas, isto é, combinando manufatura subtrativa (com arranque de material) com a manufatura aditiva, criando um meio de produção integrada de alta eficácia e, ao mesmo tempo, de total flexibilidade. A mesma ênfase foi dada à impressão 3D e às máquinas híbridas durante a Jimtof de 30 de outubro a 4 de novembro, em Tóquio.

A impressão 3D é parte de uma nova era na indústria de manufatura em nível mundial. Essa fase que estamos vivendo está focada em criar meios de produção que visam ao aumento de produtividade, barateiam o custo total da manufatura e tornam possível produzir bens de uma maneira que não era possível alguns anos atrás. Os Estados Unidos estão se tornando rapidamente o lugar de custo de produção total de bens duráveis de alta tecnologia mais barato do planeta. Mais barato que qualquer outro país com mão de obra mais barata, inclusive a China. Um outro fator que possibilita esse feito é a inovação criada no país de novos materiais, incluindo fibra de carbono e novas ligas metálicas de alta resistência; processos de manufatura, como de extrusão a frio, arremesso de material e liga, fotopolimerização contida, impregnação de fibra de carvão, fusão de pó e deposição por meio de energia direcionada; criação de processos de ultra alta precisão; e processamento de big data.

Um dos mitos que estão sendo criados é que a automação industrial e a impressão 3D criariam desemprego. Nada mais longe da verdade. Esse mesmo mito, que se mostrou equivocado, foi criado no advento do Comando Numérico (NC e CNC), da robótica. O fato é que, a cada robô implantado, foram criados cinco empregos adicionais para manter a eficiência da implementação da automação e dos serviços necessários para garantir sua sustentabilidade. Por sinal, os empregos criados garantem um salário mais alto, pois se necessita de mão de obra especializada para viabilizar essa sustentabilidade.

A nossa geração é deveras privilegiada em poder assistir ao desenvolvimento do uso do computador, automação inteligente, meios de comunicação cada vez mais sofisticados, miniaturizados e personalizados;  internet e agora da Internet das Coisas e impressão 3D.

Crédito

Artigo escrito por Mario Winterstein, diretor de desenvolvimento de negócios da The Association For Manufacturing Technology (EUA) – AMT.


Feimafe 2013: AMT inaugura escritório no Brasil

A The Association For Manufacturing Technology – AMT (Associação Norte-Americana de Tecnologia de Manufatura) conta com escritório no Brasil, localizado em Sorocaba-SP. Inaugurado em maio, o local oferece assistência técnica de máquinas importadas dos Estados Unidos e espaço para representantes de empresas norte-americanas se instalarem no Brasil. A entidade aproveita a 14ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura para divulgar a inauguração. O evento é realizado até hoje, no Anhembi, em São Paulo – SP.

O objetivo era instalar no Brasil um centro de tecnologia, como tem em outros países, mas, devido às restrições que a legislação brasileira impõe aos equipamentos importados por tempo determinado, a AMT teve de desistir da ideia. Alguns dos setores envolvidos são automobilístico, eletrodoméstico, aeroespacial, óleo e gás, médico, elétrico, eletrônico e de energia alternativa.

O engenheiro Achilles Arbex foi nomeado gerente geral do centro. Arbex trabalhou para a ZF Transmissões e a Dana Industries. Segundo ele, entre os motivos que incentivaram a AMT a se instalar no Brasil estão pré-sal, cadeia da indústria automotiva e eventos esportivos.

“Os fabricantes norte-americanos procuram constantemente expandir seus relacionamentos globais, sendo o Brasil um mercado de grande importância para os associados”, disse Douglas K. Woods, presidente da AMT, que disse ter certeza das múltiplas possibilidades que se desenvolverão.

“Projetamos um futuro brilhante para o Brasil e estamos contentes por fazer parte desse crescimento”, declarou Mario Winterstein, diretor de desenvolvimento de negócios da AMT.


Feimafe 2013: AMT apresenta tecnologias de manufatura dos EUA

Os 21 expositores do pavilhão da The Association For Manufacturing Technology – AMT (Associação Norte-Americana de Tecnologia de Manufatura) mostrarão produtos e serviços para diversas aplicações industriais, incluindo retificação, usinagem por jato de água, torneamento, fresamento, corte e conformação, voltados para os setores automotivo, aeroespacial, de óleo e gás, energia alternativa, eletrodomésticos e outros.

“Os fornecedores de tecnologias de manufatura dos Estados Unidos estão muito interessados em oferecer soluções às empresas brasileiras para que elas se tornem mais eficientes e globalmente competitivas”, disse Mario Winterstein, diretor de desenvolvimento de negócios da AMT. “Esse é um momento com grandes mudanças e crescimento para a economia e a indústria do Brasil e nós queremos desenvolver negócios que permitam a continuação do desenvolvimento e o sucesso da manufatura no País.”


AMT abre escritório no Brasil

Devido às restrições que a legislação brasileira impõe aos equipamentos importados por tempo determinado, a The Association for Manufacturing Technology – AMT terá no País apenas um escritório de assistência técnica de máquinas importadas dos Estados Unidos, que deverá funcionar a partir de março de 2013, em São Paulo. O objetivo da AMT era instalar no Brasil seu Centro de Tecnologia em Manufatura, como possui na China, Índia e México.

Saiba mais, assista ao depoimento de Mario C. Winterstein, diretor da AMT.


Indústria norte-americana mostra recuperação

O último estudo U.S. Manufacturing Technology – USMTO, elaborado com dados estatísticos da The Association for Manufacturing Technology – AMT e da American Machine Tool Distributors’ Association – AMTDA, apontou receita de US$ 519.98 milhões em dezembro de 2011. Houve crescimento de 12,2% se comparado a novembro do ano passado, que fechou com US$ 463.55 milhões; e aumento de 12,7% em relação aos US$ 461.48 milhões registrados em dezembro de 2010. Com o acumulado de US$ 5,508.81 bilhões, a indústria em 2011 cresceu 66,4% em comparação ao ano anterior. Esses números se baseiam nos dados informados pelas empresas participantes do estudo USMTO.

“Em 2011, a análise USMTO apresentou resultados melhores do que nos últimos dez anos, o que leva os Estados Unidos à recuperação em 2012”, disse o presidente da AMT, Douglas K. Woods. “Os 66,4% de aumento são quase 20 pontos porcentuais a mais do que os especialistas previram.”


AMT confirma participação na FEIMAFE / QUALIDADE 2011 e promete expor tecnologias de ponta

27, abril, 2011 Deixar um comentário

A Associação de Tecnologia da Fabricação – AMT, a mais importante entidade de representação da indústria norte-americana, com 102 anos de história e 420 companhias associadas, terá participação importante na FEIMAFE 2011. Em um pavilhão de 600 m², nomeado Centro de Tecnologias Emergentes – CTE, a AMT promete apresentar o que há de mais avançado em tecnologia de manufatura. Coordenado por Mario Winterstein, diretor de Desenvolvimento de Negócios da entidade, o CTE trará 20 empresas líderes em tecnologia de manufatura dos EUA dedicadas a processos inovadores com máquinas de alta qualidade e alto índice de performance.

O visitante da feira encontrará no pavilhão da AMT tecnologias apontadas como fundamentais para a evolução da indústria: Nanotecnologia e Microusinagem, Cloud Computing aplicado a manufatura, Manufatura Aditiva e MTConect.

“Com o pavilhão da AMT na FEIMAFE, o empresário brasileiro terá a oportunidade de comparar o que há de mais avançado no setor de manufatura, quer seja produzido no Brasil quer no exterior, permitindo comparar desempenho, nível tecnológico, confiabilidade e custos de operação antes de fazer uma escolha de aquisição”, disse o diretor de Desenvolvimento de Negócios da AMT em entrevista para o site da organizadora da FEIMAFE, Reed Exhibitions Alcantara Machado.