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Sobratema aponta aumento de 8% na compra de máquinas para construção a partir de 2014

A comercialização de equipamentos para a construção até 2017 deve ter aumento médio de 8% a partir de 2014, de acordo com estimativas do Estudo de Mercado da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração – Sobratema. Para Hugo Ribas Branco, diretor executivo da Sobratema, esse crescimento, que está estimado, segundo a pesquisa, em torno de 455 mil com até dez anos de idade e 315 mil com até cinco anos de idade, demandará novas tecnologias para gestão, diagnóstico, serviços de pós-venda, peças e insumos que contribuam para a manutenção da produtividade dos equipamentos.

A entidade prevê que até 2014 o aumento será maior em decorrência da retomada das obras do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e das possíveis concessões previstas para os setores rodoviário, ferroviário, portuário e aeroportuário.

A associação informou que o volume de negócios envolvendo peças de reposição, suprimentos e serviços nos dois setores no Brasil é estimado em mais de R$ 12 bilhões por ano. São mais de 12 mil oficinas de manutenção de máquinas e equipamentos no País.


Produção em 22 setores industriais cresce em junho, como o de máquinas e equipamentos

Das 27 atividades industriais pesquisadas, 22 tiveram aumento na produção. Com crescimento de 8,8% entre maio e junho, o segmento farmacêutico foi o que teve maior impacto no avanço de 1,9% da indústria brasileira no período. Outro setor importante foi o de máquinas e equipamentos, com alta de 3,2% em junho, na comparação com o mês anterior.

Destacaram-se ainda: equipamentos de transporte (8,3%), veículos automotores (2%) e máquinas para escritório e equipamentos de informática (11,4%). Cinco áreas tiveram queda, com destaque para refino de petróleo e produção de álcool (-4,1%).

Com o crescimento de 1,9% em junho, a indústria brasileira se recupera da queda de 1,8% observada em maio. Já na comparação com junho de 2012, o aumento alcançou 3,1%, a terceira taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Indústria paulista pretende fechar 2013 com até 30 mil novos empregos

O quadro de funcionários do setor manufatureiro deve aumentar em até 30 mil colaboradores neste ano, de acordo com projeção da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp, que mantêm a estimativa de crescimento de 1% para indicador até o final de 2013. O prognóstico, no entanto, continua indicando que a indústria patina em sua esperada trajetória de recuperação. Se comparado ao desempenho de 2012, quando a indústria demitiu ao menos 50 mil trabalhadores, a previsão para 2013 aponta tímida melhora.

Walter Sacca, diretor-adjunto do Departamento Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, disse que apesar da melhora de produtividade no setor manufatureiro, a indústria ainda parece estar longe de retomar sua competitividade. O diretor acredita que o próximo passo é priorizar aumento da competitividade para que a indústria se recupere das fortes perdas ocorridas nos últimos três anos. “Além de outros fatores que esperamos que continuem sendo corrigidos, como juros mais baixos e o equilíbrio cambial”, completou.

A indústria paulista criou 3,5 mil empregos em maio em comparação com as contratações ocorridas em abril, mostra pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo divulgada neste mês pelas entidades.

Das atividades analisadas no levantamento, 12 computaram alta, seis fecharam o mês em queda e quatro ficaram estáveis. O emprego no setor de fabricação de coque de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis registrou a maior alta do mês com 2,3%, o que representa a contratação de 1.108 novos empregados. Outro desempenho positivo foi o da indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, que encerrou o mês com ganhos de 1,6% ao contratar 1.110 trabalhadores em maio.

Já o emprego nas indústrias de máquinas, aparelhos e materiais elétricos e de couros e fabricação de artigos de couro, artigos de viagem e calçados teve perdas no mês de 1,5% e 1,1%, respectivamente. O setor de máquinas e materiais elétricos demitiu 1.613 empregados, enquanto o segmento de artigos de couro fechou 802 postos de trabalho.

O estudo revelou que nos últimos 12 meses foram fechados 30,5 mil postos de trabalho. No acumulado do ano, a indústria paulista criou 64 mil empregos, com variação positiva de 2,48%.


Produção de veículos deve crescer 25% até 2017, segundo Anfavea

Luiz Moan Yabiku Júnior, novo presidente da Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores – Anfavea e executivo da General Motors, disse em 22 de abril que a indústria automotiva nacional deverá aumentar a capacidade produtiva em cerca de 25% até 2017, chegando a 5,6 milhões unidades por ano. 

Para Yabiku, a maior dificuldade está na qualidade dos carros que serão produzidos e não apenas na quantidade. “O nosso grande desafio é produzir dentro de padrões internacionais, uma indústria mais inovadora, tecnológica e, fundamental, forte em autopeças.”

De acordo com ele, a Anfavea defende a criação de um programa de incentivo à indústria de autopeças, visando à produção de elementos tecnologicamente avançados. Todos os componentes eletrônicos avançados utilizados nos veículos atualmente, segundo Yabiku, vêm do exterior. “Quando se fala em alternador de alta capacidade, não há fabricação aqui no Brasil. No entanto, para qualquer montadora atingir o índice de eficiência energética do Inovar-Auto vai precisar colocar esse tipo de alternador”, destacou.

O novo presidente da Anfavea informou que pretende mais que dobrar, a médio prazo, a exportação de veículos, hoje é de 420 mil unidades por ano. Em 2005, esse número era de 900 veículos anuais. “No próximo triênio o grande desafio será a exportação. Estamos conversando com o governo e pretendemos lançar uma nova política automotiva voltada para a exportação. Quem sabe criar o Exportar-Auto, uma política voltada à comercialização de exportação.”

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Setor de embalagens plásticas flexíveis cresce 7,5% em 2012

O faturamento do segmento de embalagens plásticas flexíveis registrou em 2012 aumento de 7,5% em relação ao ano passado, fechando com R$ 12 bilhões, segundo estudo da Maxiquim solicitado pela Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis – Abief. O volume de produção também cresceu. Em 2011, a produção foi de 1.779,19 mil toneladas de embalagens contra 1.813 mil toneladas em 2012, crescimento de 1,9%.

De acordo com a associação, apesar desses números positivos, o setor sofreu com a volatilidade dos custos, principalmente em relação ao aumento dos preços das matérias-primas superior aos demais custos de produção e ao consequente crescimento das importações de produtos acabados.

O estudo mostra que as importações de embalagens flexíveis cresceram 11,5% em valores (de US$ 573 milhões, em 2011, para US$ 639 milhões, em 2012) e 12,8% em volume (de 120 mil toneladas, em 2011, para 136 mil toneladas, em 2012). Mostrou ainda que as exportações caíram no período. Em valores, a queda foi de 14% (de US$ 217 milhões, em 2011, para US$ 186 milhões, em 2012) e de 14,7% em volume (de 62 mil toneladas, em 2011, para 53 mil toneladas, em 2012). O déficit da balança comercial foi o maior dos últimos oito anos, atingindo US$ 453 milhões em 2012.

O ano de 2013 apresentou início bem mais animador. “A redução dos custos da energia elétrica, a manutenção da disponibilidade de recursos para novos investimentos pelo BNDES, a momentânea nova estabilidade dos custos das matérias-primas e a concretização de negociações ao longo da cadeia mostram um ano mais otimista para a indústria de embalagens plásticas flexíveis”, concluiu o presidente da Abief, Sergio Carneiro Filho.


Alta de 10% na reciclagem de embalagens longa vida em 2012

Mais de 65 mil toneladas de embalagens da Tetra Pak foram recicladas no ano passado. O volume representa incremento de quase 10% em relação a 2011. Segundo Fernando von Zuben, diretor de meio ambiente da empresa, com os avanços da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a expectativa é de que esse número aumente ainda mais.

“Atualmente 29% de toda a produção segue para a reciclagem, sendo que o gargalo da cadeia está na coleta seletiva. Com o aumento da conscientização ambiental e a destinação correta dos resíduos, nossa previsão é de que até 2015 a porcentagem atinja pelo menos 35% do total”, completou o diretor.

Segundo a Tetra Pak, atualmente o Brasil é referência no desenvolvimento de tecnologias de reciclagem, havendo no País 33 indústrias que trabalham com as embalagens longa vida da empresa, somando R$ 80 milhões em negócios anualmente. Até o final do ano, mais cinco empresas recicladoras devem iniciar as operações, aumentando a geração de emprego e renda na cadeia.


Expectativa de bons negócios com a safra 2012/2013

A agropecuária nacional tem o maior Plano Agrícola e Pecuário já anunciado nos últimos anos, que destina R$ 115,2 bilhões para a agricultura empresarial na safra 2012/2013. Desses recursos, R$ 86,9 bilhões são para financiar o custeio e a comercialização e R$ 28,2 bilhões para os programas de investimentos. Além do aumento de 7,5% em relação ao crédito da safra anterior, o novo plano reduz de 6,75% para 5,5% a taxa anual de juros.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, de janeiro a outubro de 2012, a produção física de máquinas agrícolas cresceu 1,9%, representando o terceiro segmento que apresentou aumento no ano.


Indústria de materiais de construção cresce 2% neste ano

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção – Abramat mantém a previsão de resultado para 2012 de 2%. Segundo o Índice de Vendas, o resultado acumulado de janeiro a novembro mostra crescimento de 1,9% com relação ao mesmo período de 2011. Também houve aumento de 2,4% em novembro de 2012 com relação ao mesmo mês de 2011 e queda de 5% em comparação ao mês anterior (outubro de 2012).

Walter Cover, presidente da entidade, acredita que 2013 terá melhor cenário em função do maior número de desonerações, mais investimentos em obras de infraestrutura, maior volume de créditos com juros, prazos mais favoráveis e intensificação das obras para a Copa do Mundo no Brasil.


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BNDES ajusta spread bancário para viabilizar o PSI

Os juros para três linhas de crédito do Programa de Sustentação do Investimento – PSI foram reajustados para permitir que o sistema financeiro disponibilize os recursos, explicou Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Segundo ele, foi necessário aumentar as taxas para que os bancos possam viabilizar empréstimos a micros e pequenas empresas. De 2,5% ao ano passam para 3% ao ano no primeiro semestre e 3,5% ao ano no segundo semestre.

De acordo com Coutinho, os bancos não conseguem acomodar a diferença entre os juros cobrados dos tomadores e as taxas que eles pagam para atrair recursos dos correntistas em três linhas do PSI: financiamento de caminhões, Finame (programa de financiamento de máquinas e equipamentos) e Procaminhoneiro (que financia a compra de caminhões por pessoa física e pequenas empresas).

“Detectamos que alguns bancos não queriam emprestar para pequenas empresas porque o spread bancário era pequeno. Não adianta reduzir o spread e não ter oferta de crédito”, explicou Coutinho. Ele, no entanto, ressaltou que, na média, os juros dessas linhas em 2013 serão menores que os de 2012 porque as taxas só foram reduzidas em setembro.

Para as demais linhas de crédito de financiamento de bens de capital, as taxas serão reduzidas. Os juros variam de 5,5% a 4% ao ano e cairão para 3% ao ano. Os financiamentos de exportações de bens de capital, cujas taxas são de 7% ao ano para pequenas e médias empresas e 8% para as grandes empresas, terão os juros reduzidos para 5,5% ao ano.

No total, o PSI contará com R$ 100 bilhões em linhas de crédito em 2013 para financiar a compra de bens de capital e investimentos em inovação e tecnologia. O governo também anunciou a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP de 5,5% para 5% ao ano.

O PSI trará ainda novidades neste ano. Passará a financiar a aquisição de equipamentos rurais. Além disso, as empresas também poderão usar os recursos do programa para contratar operações de leasing nas linhas de bens de capital e veículos. Em vez de obter crédito para comprar esses equipamentos, os tomadores poderão contrair empréstimos para alugá-los.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Consumo de eletricidade cresce 4,2% no primeiro semestre. Indústria registra menor taxa

Nos seis primeiros meses deste ano, o consumo de energia elétrica no Brasil aumentou 4,2% em relação ao mesmo período de 2011, chegando a 223,4 mil gigawatts-hora (GWh), informou a Empresa de Pesquisa Energética – EPE, empresa pública federal vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A maior taxa foi observada no setor de comércio e serviços, com 7,4%; seguido pelo residencial, 5%; e industrial, 1,4%.

De acordo com a EPE, o crescimento dos segmentos comercial e residencial é resultado da maior disponibilidade de crédito e oferta de emprego, o que impulsiona vendas no varejo e a eletrificação das residências. Já o consumo moderado da área industrial reflete a fraca atividade observada sobretudo nos segmentos eletrointensivos.

Para discutir o tema “Energia no Brasil: tão limpa, tão cara”, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp realizará nos dias 6 e 7 de agosto, em São Paulo, o 13º Encontro Internacional de Energia. Entre os assuntos que serão debatidos estão: concessão, sustentabilidade, preço, serviços, fontes renováveis, mercado internacional e eficiência energética. Clique aqui para mais informações.

Fonte: com informações da Agência Brasil.