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CGTI inaugura nova sede Nordeste amanhã

Reformulada, a sede do Centro de Gestão de Tecnologia e Inovação – CGTI no Nordeste será inaugurada amanhã, às 10h, no centro antigo de Recife-PE, com três pavimentos de 145 m2 cada, sendo dois destinados à estrutura laboratorial e outro, à administração. Possui equipamentos para pesquisas nas áreas de biotecnologia, petróleo e gás, saúde, mineração, energia e meio ambiente.

As estruturas laboratoriais são indicadas para o desenvolvimento de projetos de pesquisa e serviços voltados à análise físico-química e bacteriológica de água, efluentes industriais e emissões atmosféricas, entre outros. Entre os equipamentos, há cabinas de segurança biológica, centrífuga refrigerada, centrífuga de bancada digital, biorreator, estufa para secagem e esterilização, evaporador rotativo, autoclave, agitador magnético e balança analítica. Contempla ainda espaço destinado à montagem de bancadas experimentais, protótipos e unidades-piloto resultantes dos projetos de pesquisa e desenvolvimento em andamento junto a concessionárias de energia elétrica de todo o Brasil, dentre as quais a Neoenergia, a Global Participações em Energia e a Energética Suape II.


Exportações da indústria de máquinas e equipamentos sobem 12% no acumulado do ano

De janeiro a julho de 2012, as exportações da indústria brasileira de máquinas e equipamentos cresceram 12,1%, totalizando US$ 7.023 milhões, e as importações subiram 6,1%, somando US$ 17.564 milhões, em relação ao mesmo período de 2011. O déficit da balança comercial foi de US$ 10.541 milhões, 2,5% superior ao resultado observado de janeiro a julho do ano passado. As informações são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq.

O desempenho das vendas fora do País foi positivo, mas, de acordo com a associação, o mercado interno registrou queda de 7,6%. A entidade divulgou ainda que o faturamento bruto do período foi de 0,6% em relação a 2011, fechando com R$ 46.352 milhões. Já o quadro de pessoal registrou a sexta queda consecutiva e encerrou o período com 254.361 empregados, que equivale ao fechamento de quase dez mil postos de trabalho se comparado ao resultado de outubro de 2011.

Dados de julho

Segundo a Abimaq, o faturamento bruto da indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou em julho deste ano, em relação ao mês anterior, queda de 14,6%, totalizando R$ 6.439 milhões. Em comparação ao mesmo mês de 2011, o declínio foi de 6%. O mercado interno adquiriu 11,8% menos máquinas e equipamentos ao passar de R$ 10,3 bilhões em junho de 2012 para R$ 9,1 bilhões em julho de 2012.

Em julho deste ano, as exportações alcançaram US$ 1.036 milhão, aumento de 2% na comparação com o mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2011, o crescimento foi de 14,9%. Quanto às importações, o resultado de julho, de US$ 2.333 milhões, ficou 0,9% abaixo do total alcançado em junho. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, houve queda de 2,7%. Na análise do resultado de julho de 2012 sobre o mesmo mês de 2011 observou-se queda nas vendas para o mercado interno de 20,1%.


“A qualidade em primeiro lugar”

“O mercado está pragmático.” Pragmático além da conta,  segundo a queixa e a crítica que nos chegam do leitor Jaime Ortiz Jimenez, gerente-geral da empresa Italbronze: “ O preço é a base de grande parte das relações comerciais entre empresas, em qualquer dos setores econômicos. Evidentemente, a … redução de custos impacta diretamente na rentabilidade, mas o que está ocorrendo é uma verdadeira subversão de valores — empresas líderes, que investem fortemente para oferecer produtos e serviços de qualidade, sofrem … uma concorrência acintosa, muitas vezes despercebida pelos seus clientes … mas totalmente prejudicial a toda a sociedade.”

Embarcadas nessas tendências, segundo Jimenez, estão empresas “que, incapazes de investir em processos produtivos atualizados, em novas tecnologias ou mesmo em sistemas de qualidade, acabam mascarando seus produtos, tornando-os atrativos por serem … mais ‘competitivos’ ”.

Na mesma tendência, segundo Jimenez estão “empresas lideradas por profissionais insensíveis e até mesmo aéticos … interessados somente na curva ascendente dos gráficos de vendas … pouco valorizando os benefícios intrínsecos de seus produtos e serviços, depositando suas forças na habilidade negocial”.

Na visão do leitor, o resultado é que o cliente balança indeciso entre o discurso que enfatiza a economia imediata e os benefícios da qualidade nem sempre fáceis de medir. Sua decisão, portanto, terá um forte componente lotérico.

O que fazer? O leitor se pergunta e responde: “Sem dúvida, a melhor perspectiva é o investimento declarado e comprovado em qualidade. Um mercado maduro, competitivo, é aquele no qual a balança pende para as empresas que oferecem garantias de seus produtos e serviços … ancorado em … regras e referências niveladas ‘por cima’. Isso significa que, em princípio, empresários, líderes e decisores devem apostar no ganho conjunto do mercado.”

E conclui a carta que nos enviou propondo teses e erguendo sua bandeira:

“É mister esse ganho de consciência, propagando a todos os setores da economia que atitudes evolucionistas não têm nada a ver com a ‘fome por lucros’ … com a concorrência predatória. Atitudes evolucionistas passam pela coerência … pela determinação em se produzir cada vez mais e melhor … Como atingir esse estado ideal? Através da educação, da discussão dos valores, da propagação dos benefícios das decisões e ações éticas.”

E finaliza: “Soa melhor a qualidade em primeiro lugar do que o preço em primeiro lugar.”

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