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Consumo de água da BCF Plásticos cai pela metade

Graças aos investimentos para economizar água, como a implementação de sistema de reúso da água, a troca das torneiras e válvulas por equipamentos mais econômicos, a ampliação da captação da água da chuva e a instalação de sistema eletrônico de controle de caixas e bombas, o consumo mensal para a fabricação dos produtos da BCF Plásticos, localizada em São Paulo-SP, caiu 50% e hoje fica em aproximadamente 35 m³ por mês, o que implica em 0,26m³ de água por tonelada de PVC processado. “Também fizemos uma ampla campanha interna”, contou Marco Antonio Capozzielli, diretor administrativo da empresa.

Capozzielli disse que as máquinas possuem sistema de reúso de água no processo de fabricação e basicamente a água reposta é somente a evaporada. “Nosso objetivo é tornar a empresa autossuficiente e imune a qualquer tipo de crise que possa surgir, ao mesmo tempo reduzimos custos e ajudamos o meio ambiente.”

 


Mais de R$ 42 mi investidos em modernização levam a Imbil a aumentar sua receita líquida em 33%

3, dezembro, 2014 Deixar um comentário

De 2010 a 2014, a empresa nacional de bombas centrífugas renovou seu parque fabril, lançou produtos e conquistou novos mercados e clientes. Tudo graças a um plano estratégico que prevê investimentos em novas  tecnologias, especialização de processos, ampliação da fábrica, reestruturação de vendas e treinamentos, e expansão para novos mercados.

Quando a crise financeira mundial eclodiu no final de 2008 e início de 2009, causando turbulências na economia de vários países, muitas empresas brasileiras suspenderam ou adiaram seus projetos de expansão e modernização, mantendo uma postura mais cautelosa. O Brasil não foi então profundamente afetado pela crise, mas registrou alguns entraves ao crescimento, como queda no consumo das famílias, redução no investimento das empresas e aumento de desemprego, levando, na época, o governo a lançar pacotes anticrise. Foi um momento de expectativa e incertezas, registradas diariamente pelos grandes veículos de comunicação, que divulgavam informações sobre o vaivém da economia. A notícia da seção de Economia/Negócios do Estadão de março/2010 é um exemplo: “PIB do Brasil fecha 2009 com retração de 0,2%, a primeira queda anual em 17 anos”.

Para algumas empresas, a crise que se estabelecia e se insinuava  na época foi encarada como oportunidade de desenvolvimento. Ou investiam para melhorar seus processos e produtos, e crescer, ou enfrentariam um período de estagnação, com consequente perda de competitividade. Ao redor do mundo muitos economistas divergem sobre a crise financeira, mas concordam que a capacidade de inovar é o diferencial mercadológico para as empresas. As companhias que acreditaram nisso foram as primeiras a elaborar ou reativar seus projetos de estímulo à inovação.

Optando por “colocar o pé no acelerador”, a fabricante nacional de bombas centrífugas Imbil encarou a desafiadora situação, utilizando a inovação como ferramenta-chave para ampliar seus negócios. A companhia elaborou o Plano Estratégico Rumo a 2015 – Inovando em Busca da Excelência que combinava investimentos em tecnologia e inovação de gestão. Graças às ações de modernização, que envolvem compra de tecnologias, especialização de processos, aumento da fábrica, expansão da atuação e treinamentos, a Imbil ampliou seu portfólio de produtos, lançando em média 60 novos modelos por ano, desde a implantação do plano, e conquistou novos mercados, como os de petróleo e gás, tornando-se, inclusive, fornecedora da Petrobras. Investiu mais de R$ 42 milhões na compra de máquinas, equipamentos e estrutura física. Alguns números comprovam que o plano de modernização ajudou a empresa a crescer: de 2011 a 2014 a Imbil registrou aumento de receita líquida de 33% e de lucro bruto de 59%.

“Quanto mais pessimista está o cenário econômico e político do País, mais cedo acordamos, idealizamos, produzimos, lançamos produtos e nos reinventamos.” Esse discurso empreendedor de Vladislav Siqueira, diretor executivo, move a empresa em seus 32 anos. Localizada em Itapira, SP, a Imbil tem hoje cerca de 900 funcionários.

O Plano Rumo a 2015
O planejamento estratégico executado previa o desenvolvimento da empresa em várias frentes, como a tecnológica, a física e a comercial. Era preciso melhorar os processos produtivos e acelerar o desenvolvimento de novos produtos, passando pela renovação tecnológica do parque fabril; reduzir perdas e garantir maior flexibilidade e agilidade aos processos – benefícios proporcionados pela descentralização e racionalização das unidades de produção.

Além disso, expandir-se para novos mercados, como os de óleo e gás, mineração, papel e celulose, e saneamento, passou a ser a meta primordial para a conquista de novos clientes. Para atingir esse objetivo, o desenvolvimento de produtos específicos e a adoção de nova política comercial precisaram ser perseguidos. O plano ainda previu o desenvolvimento de nichos específicos em mercados já atendidos pela Imbil, também a partir do desenvolvimento de soluções direcionadas. Na ponta, a reestruturação de toda a área comercial e da rede de distribuição, e o fortalecimento da marca, com o investimento em publicidade e a participação em feiras, foram determinantes para mostrar ao mercado a oferta de novas soluções e o comprometimento com a inovação.

As metas estabelecidas no início do plano exigiam decisões corajosas. Investir em novas tecnologias não era suficiente. Desde sua implantação, foi indispensável primeiramente motivar as pessoas, engajando-as e fazendo-as entender como valores da empresa as atividades que consideravam apenas prioritárias, como gestão de qualidade, processos de melhoria contínua, gerenciamento de pessoas e segurança no trabalho. O processo inovativo passava obrigatoriamente por aqui.

Considerando essas duas frentes, tecnológica e de recursos humanos, a Imbil consegue, hoje, mostrar algumas das conquistas importantes proporcionadas por esse plano estratégico.  Entre elas estão:

Produção mais eficiente
A aquisição de máquinas, equipamentos, softwares ehardwares melhorou a eficiência e agilizou a produção.Tecnologicamente mais preparada, registra lançamento médio anual de 60 novos produtos (somente com suporte ANSYS CFX e SolidWorks).

Especialização
Adquiriu know-how para dominar o processo de fundição de ligas inoxidáveis e especiais, como aços duplex, superduplex, Hastelloy, Monel e alto-cromo, permitindo maior competitividade e flexibilidade nas aplicações; e também o processo de fundição de precisão, tipo lost wax, com obtenção de alta eficiência energética nas bombas de pequeno porte. Com isso, passou a fundir os rotores de pequeno e médio porte com pequenos detalhes na geometria, determinantes para o bom desempenho hidráulico e rugosidade superficial.

Como a eficiência hidráulica aumenta, o consumo de energia diminui, tornando a operação mais econômica. No caso de uma bomba acoplada a um motor de 125 cv, com a melhoria da eficiência de bombeamento de 3 a 5% absolutos, a economia anual pode passar de 50 mil kWh, com redução do custo de cerca de R$ 12 mil por bomba na conta de energia elétrica.

Em suma, a Imbil oferta hoje produtos mais eficientes e sustentáveis.

Ampliação da fábrica
Para descentralizar as operações produtivas, ampliou a fábrica, ao comprar área próxima à empresa (totalizando 120 mil m²) e a dividiu em unidades, cada uma voltada para um nível de especialização. São elas: Bombas de pequeno porte, Bombas de médio porte, Bombas de grande porte, Bombas para óleo e gás, Fundição de ferro fundido e WCB, Fundição de precisão, Fundição de aços inoxidáveis e ligas especiais, Contratos e serviços de manutenção, Centro de desenvolvimento e Acoplamento e expedição.

Conquista de novos mercados e clientes
Obteve o Certificado de Registro de Classificação Cadastral – CRCC para fornecimento de serviços e produtos á Petrobras, incluindo bancada de ensaio de performance e os referentes à norma API 610. Tornou-se também fornecedora de bombas para a Vale, como as revestidas com Ni-Hard com mais de 700 HB de dureza. Além da Petrobras e da Vale, conquistou outros clientes, como Enseada Indústria Naval – Unidade Paraguaçu, Jari Celulose e Bayer.

Reestruturação de vendas
Criou novos grupos de vendas para atender os setores de óleo e gás, naval, papel e celulose e arroz irrigado. Além disso, aumentou o número de distribuidores autorizados e contratou profissionais para reforçar o departamento de exportações, que até 2009 dedicava-se apenas à América Latina.

Consolidação da marca
A partir de 2010, passou ainda a investir mais na divulgação e consolidação da marca, com anúncios em revista especializada, materiais promocionais dos produtos e presença em feiras de negócios nacionais e internacionais.

 

“O planejamento das ações e muito trabalho ao longo desses anos valeram a pena”, destacou Gleidemilson Batista, assessor da diretoria. “O projeto não só ajudou a amenizar os efeitos da crise, como também nos preparar melhor para enfrentar os desafios do mundo econômico e nos tornar mais competitivos. Para nós, crise é sem o ´s´, ou seja: crie.”

Para definir o conjunto de ações, a Imbil estruturou-se também nas informações do potencial do setor – adquiridas com a colaboração da Abimaq e da Sociedade Brasileira do Vácuo –; e da economia global. Embora reconheça a importância de se acompanhar mercados, indicadores econômicos, projeções, tendências, etc., o diretor executivo afirmou que a sobrevivência e o sucesso de uma empresa dependem, fundamentalmente, da sua capacidade de elaborar e implantar um planejamento estratégico consistente, trabalhar incansavelmente para atingir suas metas e, principalmente, adequar seus produtos e recursos para buscar as melhores e mais rápidas soluções para as necessidades dos clientes.

Batista lembrou que dificuldades existiram, como a obtenção de recursos financeiros em linhas de longo prazo, considerando as taxas de juros e os spreads; e o processo de desenvolvimento e de maturação das soluções tecnológicas, que foram superadas com planejamento.

“Mesmo que o cenário tenha mudado e oferecido potenciais restrições, a Imbil não aceita parar de crescer ou se desenvolver”, disse Siqueira. “Acreditar na possibilidade de realizar nossos sonhos desperta a energia capaz de realizá-los. A motivação, a criatividade, a velocidade de decisão, o uso consciente de recursos e a nossa união estão presentes diariamente em nossas ações rumo à construção do futuro que desejamos.”

Atualmente a companhia concentra suas forças na conclusão do projeto, mas já planeja seu novo conjunto de metas, batizado de Rumo a 2020, que, segundo Batista, está em fase evoluída. E os objetivos maiores continuam no novo plano: modernização, desenvolvimento de produtos, aperfeiçoamento de processos, conquista de novos clientes e fidelização, e educar e reeducar o time de profissionais. “Consideramos a tecnologia intrínseca à evolução”, enfatizou o assessor.

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Reportagem produzida pela Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções.    


As novas tecnologias que estão contribuindo para aumentar a eficiência da Hidráulica e Pneumática

Atualmente em toda a indústria busca-se maior eficácia com redução de custos. Houve um período em que a produtividade era o foco, porém atender a demanda já não é mais suficiente. É preciso investir no desenvolvimento técnico de materiais, desenhos e/ou sistemas que resultem em produtos com melhor desempenho. No setor de hidráulica e pneumática não é diferente, afirmou Álvaro Camargo Prado, mestre em engenharia mecânica, com experiência em automação hidráulica e pneumática, e professor do Centro Universitário da FEI e Faculdade de Tecnologia de São Paulo – Fatec. Nessa área, segundo ele, há duas novidades: aumento dos controles eletrônicos em bombas e válvulas e atuadores hidráulicos com sensores de proximidade incorporados, que eliminam a necessidade de instalação na máquina, que muitas vezes trabalha em condições adversas de temperatura, umidade e outras.

Há ainda novas possibilidades de substituir efeitos de controles proporcionais por tecnologias mais simples, com resultados próximos e custos menores, completou o docente. Um exemplo é a troca das válvulas proporcionais por válvulas com solenoides de alta frequência de acionamento. Prado disse que há pesquisas sobre o tema em universidades brasileiras.

Mila Avelino, doutora em engenharia mecânica e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, acrescentou que a hidráulica e a pneumática têm recebido crescente atenção por parte da comunidade científica, resultando em inovações. “Entre as mais recentes ressalto a dimensão reduzida dos sistemas”, comentou Mila. “A oferta de microdispositivos tem crescimento exponencialmente.”

Bombas hidráulicas e válvulas de controle de vazão em pequena escala são alguns exemplos, citados pela docente, empregados nos setores industriais, como têxtil, agrícola, farmacêutico e de petróleo. Como curiosidade, contou que, para doenças localizadas, os tratamentos podem ser potencializados com o uso desses microequipamentos que permitem a liberação dos medicamentos somente na área afetada.

A eletrônica tem se mostrado grande aliada da hidráulica e pneumática, permitindo a realização de tarefas complexas com controle de alta precisão. Entretanto, segundo a professora, se por um lado os dispositivos de controle eletrônico se apresentam como solução para tarefas complicadas, tem de se ressaltar os efeitos indesejados gerados pelos campos eletromagnéticos e sua interferência no funcionamento dos instrumentos, prejudicando funções de leitura e medição, por exemplo. “É preciso ampliar o entendimento da física envolvida nos fenômenos de natureza eletromagnética”, ressaltou Mila. “Esse tema já é pesquisado no Brasil e mundo.”

De acordo com Prado, o Laboratório de Sistemas de Hidráulica e Pneumática – Laship da Universidade Federal de Santa Catarina é o maior polo de pesquisas do setor no Brasil, sempre apoiando as indústrias em busca de soluções. “No exterior, existe muito estudo na Europa e há uns dez anos a China investe pesado na área”, destacou o professor.

Números do setor

Em julho de 2014, a área de hidráulica e pneumática apresentou faturamento nominal acumulado de 9,4% superior ao mesmo período do ano passado. A média do Nível de Utilização da Capacidade Instalada de janeiro a julho deste ano foi de 66,5%. Quanto ao nível de emprego, os sete primeiros meses do ano tiveram aumento em relação aos mesmos meses de 2013, com exceção de abril. Os dados são da Câmara Setorial de Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e Automação Industrial – CSHPA da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq.

De janeiro a julho de 2014, o País exportou US$ 57 milhões e, nos mesmos meses de 2013, pouco mais US$ 58 milhões, registrando queda de 2%, sendo os maiores compradores deste ano Estados Unidos, Argentina, México, Alemanha e França. Quanto às importações do período, totalizaram US$ 398 milhões, contra US$ 440 milhões de janeiro a julho de 2013, apresentando redução de 9,7%, sendo os principais vendedores de 2014 Estados Unidos, Alemanha, Japão, China e Itália.

 

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Bombas e motobombas em 2014, segundo a Abimaq

O faturamento nominal divulgado pela Câmara Setorial de Bombas e Motobombas – CSBM da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq mostra que no acumulado de janeiro a agosto de 2014 houve aumento de 34% em relação ao mesmo período de 2013 e evolução da carteira de pedidos de 3%. Quanto às exportações de janeiro a agosto deste ano, somaram US$ 374 milhões, sendo os principais compradores, respectivamente, Estados Unidos, Alemanha e Argentina, enquanto em todo o ano de 2013 totalizaram US$ 371 milhões.


Atlas Copco conclui aquisição do Edwards Group

A compra do Edwards Group pela Atlas Copco foi fechada recentemente. O processo teve início em agosto de 2013. A empresa faz parte da nova divisão Soluções de Vácuo da Atlas Copco, na área de negócios Compressor Technique.

Especialista em produtos de tecnologia a vácuo e soluções de redução, como bombas de vácuo utilizadas nas indústrias química e farmacêutica, o grupo tem mais de 3.200 funcionários e apresentou faturamento de 595 milhões de libras em 2012.

Para a Atlas Copco, os produtos e os serviços são essenciais para processos de fabricação, como de semicondutores e monitores de tela plana, e são usados em uma gama diversificada de aplicações industriais.


Busch do Brasil inaugura amanhã instalações em terreno próprio

Busch do BrasilDepois de 14 anos no País, a fabricante alemã de bombas de vácuo Busch tem suas instalações em terreno próprio de 22 mil m2, com 4.500 m2 de área construída, localizado em Jarinu-SP. Para a inauguração, que será realizada amanhã, será promovido evento para convidados.

Foram investidos R$ 11,5 milhões na compra do terreno e construção. E ainda mais R$ 1 milhão em maquinários, como talhas e pontes rolantes. As novas instalações já estão em funcionamento com 44 funcionários. A empresa não pretende fazer novas contratações em breve.

A unidade é responsável pela distribuição de bombas e peças, montagem de sistema de vácuo e manutenção de bombas de vácuo. A fabricação de produtos no Brasil ainda não está nos planos da companhia.

A Busch do Brasil foi inaugurada em 1999 em prédios alugados em Jaguariúna-SP, com 200 m2, empregando inicialmente três funcionários. Em 2003, houve mudança para Jarinu, também em prédios alugados, em área de 1.000 m2, chegando a 25 funcionários. Em 2008, ocorreu outra mudança, na mesma cidade, para instalações alugadas de 2.000 m2, comportando 42 funcionários.  

A filial brasileira foi a primeira da Busch na América Latina, que hoje já conta com filiais na Argentina, Chile e México. Ao total são 57 filiais em 39 países.


Nova fábrica da RuhrPumpen começa operar neste mês

2, junho, 2013 2 comentários
Fachada da RuhRPumpen no Brasil

Fachada da RuhRPumpen no Brasil

Até o momento foram investidos mais de R$ 30 milhões na unidade brasileira, que prevê iniciar a produção já neste mês de junho. A nova fábrica, localizada em Duque de Caxias (RJ), contará com aproximadamente 280 funcionários. Com a chegada da empresa no País, estima-se um aumento de 20% na capacidade brasileira de produção de equipamentos de alta tecnologia para bombeamento de fluidos.

Comprovando a necessidade do mercado, antes mesmo da inauguração da fábrica, a RuhrPumpen já fechou contrato com o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – Comperj. A unidade brasileira da multinacional alemã vai contribuir na produção de 16 bombas centrífugas para o bombeamento de derivados de petróleo. “Além das bombas, também seremos os responsáveis pelo sistema de combate a incêndio da Comperj. Tudo será feito com bombas 100% nacionais”, comemora Carlos Falconiery, diretor da empresa no Brasil.

A RuhrPumpen é fabricante de bombas centrífugas direcionadas aos mercados de petróleo e gás, geração de energia, indústria química, projetos de água, saneamento e industrial. Atualmente possui fábricas na Alemanha, Argentina, Colômbia, Egito, Estados Unidos (Oklahoma e Califórnia), México e Índia (em construção). No total, emprega mais de dois mil funcionários.


Hannover Messe 2011 reúne mais de 4.500 inovações

Com o logo “Smart Efficiency” as 13 feiras da Hannover Messe 2011 exibem de 4 a 8 deste mês, mais de 4.500 inovações. A interação inteligente dos processos, o custo e a eficiência na aplicação dos recursos em diferentes áreas da indústria foram o foco central, desta que é a maior exposição mundial de tecnologias industriais.  As estimativas são dos organizadores e patrocinadores do mega-evento, a  Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos – VDMA.

A mesma fonte revela que a indústria global de engenharia mecânica registrou crescimento de 6% em 2010 e deverá ter mais 8% este ano.

No mercado global de engenharia elétrica, o crescimento anual projetado é de 6%, no exercício 2010/2011, segundo a Associação Alemã de Fabricantes de Elétricos e Eletrônicos.

Entre os destaques de Hannover está a MicroNanoTec, feira dedicada às soluções de tecnologia aplicada a micro-sistemas, nanotecnologia e Laser para processamento de micromateriais. “Printed Intelligence” e ”Captação de Energia” são os dois tópicos mais importantes de 2011.

Na Industrial Automation, as maiores novidades estiveram nas soluções integradas, engenharia mecânica, transmissão de energia elétrica e controle, além de tecnologias de informação e comunicação. Chamaram muita atenção também as aplicações da robótica móvel no chão-de-fabrica.

A Motion, Drive & Automation – MDA, reuniu 1.300 fabricantes de engrenagens e transmissões, rolamentos, motores elétricos, bombas, cilindros, filtros, mangueiras e vedações, entre outros. A inspiração da maioria dos fabricantes presentes foram a eficiência energética e o monitoramento da condição dos sistemas.

Expositores da Energy mostraram uma clara orientação para as tecnologias de geração de energia limpa. Destaques para contadores inteligentes, edifícios inteligentes, tecnologia da informação e comunicação para o setor energético.

Eliane Oliveira, de Hannover, Alemanha, especial para Soluções NEI.

Confira algumas fotos:

 

 

 

 

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