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Textos com Etiquetas ‘Brasil’

Brasil e EUA discutem avanços na cooperação em ciência e tecnologia

Autoridades norte-americanas e brasileiras se reuniram nesta semana para mais uma rodada da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos de Cooperação Científica e Tecnológica do Comitê Conjunto sobre Cooperação em Ciência e Tecnologia. Esteve em discussão o papel das mulheres na ciência e no programa Ciência sem Fronteiras, cujo objetivo é enviar 101 mil estudantes brasileiros ao exterior para estudos nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. O governo patrocinará 75 mil estudantes e a iniciativa privada, 26 mil. O objetivo do encontro também foi analisar os avanços obtidos e identificar novas áreas de cooperação científica.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, coordenou as reuniões em Brasília ao lado do assessor especial da Casa Branca para Ciência e Tecnologia,  John P. Holdren, que liderou a delegação norte-americana. Estiveram presentes também representantes de agências governamentais e instituições de pesquisa norte-americanas que desejam trocar experiências com o Brasil. Há 18 anos, os dois governos firmaram ato de cooperação científica e tecnológica.

Fonte: com informações da Agência Brasil

Renomadas empresas de Taiwan revelam futuras tendências globais

O título será o tema central do encontro empresarial entre Brasil e Taiwan, promovido pela Taiwan Trade Center do Brasil, que acontece dia 15 de março no hotel InterContinental, em São Paulo. O evento reunirá 40 líderes empresariais dos mais diversos segmentos, estreitando o relacionamento comercial entre os países.

A palestra “Renomadas empresas de Taiwan revelam futuras tendências globais” abordará temas sobre iluminação LED, ICT e siderurgia. Dentre os palestrantes confirmados, está o sr. Cho, Shih-chao, diretor-geral da Secretária de Comércio Exterior do Ministério da Economia de Taiwan.

Brasil-Taiwan. Segundo dados da balança comercial de Taiwan, entre janeiro e novembro de 2011, o Brasil importou US$ 2,19 bilhões de produtos taiwaneses, enquanto no mesmo período de 2010 foram importados US$ 1,77 bilhão. Já Taiwan, importou US$ 2,66 bilhões de produtos brasileiros, contra US$ 2,21 bilhões em 2010.

Minério de ferro aglomerado, soja e milho estão entre os principais produtos importados do Brasil, enquanto óleo de petróleo, tecidos de filamentos de poliéster texturizados e circuitos eletrônicos são alguns dos mais exportados. Até novembro de 2011, o Brasil apontava como 21º maior parceiro de Taiwan.

Mais informações: (11) 3283-1811 / 2309-3512 ou eventos4.taitra@gmail.com

 

Recém-lançada planta da Sumitomo no País já fornece para o mercado interno e externo

Fábrica da Sumitomo no Brasil

O grupo japonês Sumitomo Heavy Industries, que inaugurou em novembro de 2011 sua primeira fábrica no Brasil, na cidade de Itu, encerra o primeiro trimestre de 2012 com encomenda de 56 unidades de seus maquinários para os setores siderúrgico, transporte de cargas e mineração. Parte da produção do primeiro trimestre é direcionada para clientes na Argentina. “A maior fatia ficará no mercado doméstico, mas já iniciamos vendas para o mercado externo”, informou Mateus Botelhos, presidente da Sumitomo no Brasil.

A planta brasileira opera com metade da capacidade, e a intenção é atingir 100% no final deste ano. “A operação começou aquecida e a expectativa é fornecer cerca de mil redutores de velocidade até o final de 2012, chegando a alcançar US$ 20 milhões de faturamento”, prevê Botelhos. A companhia fabrica redutores de velocidade, dispositivo usado em equipamentos como esteiras de transporte de minérios e torres de refrigeração.

Câmara Brasil-Alemanha leva empresários brasileiros à maior feira mundial de tecnologias sustentáveis

As empresas brasileiras interessadas em aprimorar ou implantar tecnologias sustentáveis para tratamento de água, esgoto, resíduos e matérias-primas têm a oportunidade de visitar a IFAT Entsorga – considerada a maior feira mundial de tecnologias sustentáveis.

Organizada pela Câmara Brasil-Alemanha (AHK), a viagem inclui visitas técnicas a fábricas alemãs na cidade de Berlim, possibilitando ao visitante observar como as tecnologias apresentadas na feira são utilizadas na prática. Para mais informações: mambiente@ahkbrasil.com.br ou (11) 5187-5148.

IFAT Entsorga. A feira alemã acontece de 7 a 11 de maio na cidade de Berlim. Segundo dados dos organizadores, em sua última edição realizada em 2010, a feira reuniu mais de 2.700 expositores de 49 países, atraindo mais de 110 mil visitantes vindos de 186 países. 

3M lança microesferas de vidro ocas

As microesferas de vidro ocas – também chamadas de glass bubbles – são utilizadas nos mercados de petróleo e gás, tintas e vernizes, mineração e automotivo. O produto é usado nesses setores porque sua mistura com outros componentes, como resinas, polipropileno e cimento, oferece elevada resistência à pressão e baixa densidade.

As microesferas de vidro ocas vão beneficiar principalmente o setor de petróleo e gás. Devido à sua extrema resistência, baixa densidade, flutuabilidade e capacidade de isolamento térmico, as glass bubbles são usadas em equipamentos que perfuram grandes profundidades. Por ser quimicamente inerte, o produto é resistente à corrosão, podendo auxiliar no isolamento de tubos, fluidos de perfuração, brocas que permitem flutuar, além de operações de cimentação para exploração e desenvolvimento da operação.

Já nos setores automotivo e aeroespacial, além de diminuir o tempo de produção, o uso das microesferas pode reduz o peso das peças de plástico de 10% a 20%.

Inaugurada em 9 de fevereiro, em Ribeirão Preto (SP), a fábrica de microesferas de vidro ocas 3M é a primeira planta industrial desse tipo na América Latina e somente a quinta em operação no mundo. As outras estão localizadas nos Estados Unidos, com duas unidades, França e Coreia do Sul. “A indústria está muito receptiva, pois esta nova tecnologia oferece maior confiabilidade e eficiência às operações. Uma unidade de produção adicional era necessária para atingir o nível projetado de demanda”, conta Afonso Chaguri, diretor de operações industriais da 3M do Brasil.

Máquinas para a infraestrutura – Brasil, China e Índia responderão por 60% da demanda mundial em 2015

A Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, a Sobratema, com base em seu estudo de mercado, realizado com informações da Off-Higway Research, de Londres, e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, divulgou que em 2015 o Brasil, juntamente com a China e a Índia, responderá por 60% da demanda total do setor de máquinas e equipamentos para obras de infraestrutura.

Ainda segundo a pesquisa, em 2011 as vendas internas de equipamentos para construção registraram alta de 18% em relação ao ano anterior, chegando a mais de 84 mil unidades comercializadas.

Para gerar ainda mais oportunidades para a área, de 29 de maio a 2 de junho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, será realizada a 8ª Feira Internacional de Equipamentos para Construção e a 6ª Feira Internacional de Equipamentos para Mineração – M&T Expo 2012. A expectativa é reunir 480 expositores nacionais e internacionais, que mostrarão as novidades de aproximadamente mil marcas, e 45 mil visitantes.

Em conjunto, Brasil e China terão centro de pesquisa em nanotecnologia

Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, assinou portaria instituindo o Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia, o CBC-Nano. Ainda não está definida a agenda de pesquisas, mas uma área de interesse é o desenvolvimento de sensores e dispositivos para uso em diagnósticos clínicos; outra é a criação de novos produtos a partir da biomassa, informou Fernando Galembeck, diretor do Laboratório Nacional de Nanotecnologia, em Campinas, e futuro coordenador brasileiro no CBC-Nano.

“Podemos usar nanotecnologia para transformar os resíduos agrícolas”, disse Galembeck, lembrando que o Brasil, um dos principais produtores mundiais de alimentos e de commodities agrícolas, gera grande volume de biomassa ainda não aproveitada.

O centro sino-brasileiro é virtual e funcionará como uma rede de cooperativa de pesquisa e desenvolvimento. Conforme a portaria, “a participação no CBC-Nano será considerada serviço público relevante, não ensejando qualquer remuneração específica”. A China é considerada uma das maiores potências na pesquisa com nanotecnologia, enquanto o Brasil ocupa a 25ª posição.

Fonte: com informações da Agência Brasil.

Argentina afirma que novo regime de importação não prejudicará o Brasil

O governo argentino garantiu, em 2 de fevereiro, que as novas regras de importação, em vigor desde 1º de fevereiro, não afetarão a indústria brasileira. Pelas recentes normas, há necessidade de pedir autorização prévia sobre as importações tanto à Afip (receita federal local) como a Guillermo Moreno, secretário do comércio interior. O governo tem até treze dias úteis para responder a cada pedido.

O assunto foi um dos temas discutidos por Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo – Fiesp, com a equipe econômica Argentina, em Buenos Aires, no dia 2 de fevereiro. “Foi uma reunião muito positiva”, disse Skaf. “Tive a afirmação, por parte do governo argentino, de que não haverá prejuízos [para a indústria brasileira], mas que haverá soluções.” Segundo ele, o aumento das importações de insumos argentinos para a indústria naval do Brasil também foi discutido.

A medida foi implementada rapidamente porque a Argentina tem um problema de caixa e precisa manter um superávit na balança comercial de pelo menos US$ 10 bilhões. Com a crise internacional, fica mais difícil exportar e todos querem colocar seus produtos no mercado. Daí a necessidade do governo argentino de contar com um sistema ágil para controlar as importações.

Fonte: com informações da Agência Brasil.

Fabricante alemã de equipamentos de movimentação planeja produção local no Brasil

O volume acumulado de investimentos alemães no Brasil é estimado em UU$ 25 bilhões. Das mais de 1.200 empresas de origem alemã instaladas no País, cerca de 800 delas estão sediadas na Grande São Paulo, região com a maior concentração de companhias alemãs no mundo. É o que mostram os dados da Câmara Brasil-Alemanha – AHK.

Para somar e consolidar melhor a presença de empresas alemãs nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, a Jungheinrich, grupo alemão focado na fabricação de máquinas e equipamentos de movimentação, está com estudo em andamento para realizar produção local no País, aumentando ainda mais a competitividade do setor. Atualmente, a empresa atua apenas com mediadores e vendas diretas no Sul e Sudeste.

O plano de fabricação local está em fase inicial. Segundo Markus Grallert, diretor da Jungheinrich no Brasil, a equipe ainda analisa as particularidades do mercado brasileiro. “Enquanto na Europa e nos Estados Unidos se usa mais máquinas elétricas, no Brasil, os caminhões a combustão representam cerca de 70% do mercado. Os clientes ainda priorizam equipamentos mais econômicos em relação à aquisição e manutenção”, comenta o diretor sobre uma das particularidades já apontadas pelo estudo.

Ford apresenta seu primeiro carro global criado no Brasil

O novo utilitário esportivo EcoSport é o primeiro veículo global de passageiros da Ford projetado na América do Sul. A fábrica de Camaçari, na Bahia, foi a responsável pelo desenvolvimento de engenharia e design do automóvel. A pré-estreia mundial ocorreu no dia 4 de janeiro, em Brasília e na capital da Índia, Nova Déli, e antecede o início da produção.

As especificações técnicas serão anunciadas futuramente. Para adiantar, segundo a empresa, o design inovador, além de reduzir o peso, tem linhas aerodinâmicas desenvolvidas em túnel de vento que aumentam a economia de combustível.

“O novo EcoSport mostra para o mundo a competência do design e da engenharia da Ford na América do Sul”, disse Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul. “No modelo de nova geração, aprimoramos a proposta do EcoSport para atender cerca de cem mercados globais, além da América Latina. Ele é um símbolo do avanço e da excelência da região como centro de design e desenvolvimento de produtos de classe mundial.”

De acordo com a empresa, a Ford Nordeste foi inaugurada em 2001 com investimento de US$ 1,9 bilhão. Com capacidade para montar 250 mil carros por ano, a fábrica responde por cerca de 6,5% da produção brasileira de automóveis e exporta aproximadamente 20% do seu volume.

A companhia divulgou que mais de R$ 2,8 bilhões do investimento total de R$ 4,5 bilhões anunciado para o período de 2011 a 2015 destinam-se ao Nordeste. Esses recursos serão aplicados no aumento da capacidade de produção da unidade para 300 mil veículos por ano, além de aprimoramentos na engenharia e processos de manufatura para a fabricação do novo modelo global. Segundo a Ford, desde sua criação no Brasil em 2003, o EcoSport já vendeu mais de 700 mil unidades na América do Sul.