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Textos com Etiquetas ‘caminhões’

SAG produzirá tanques para caminhões no Brasil

A Salzburger Aluminium Group – SAG instala sua primeira fábrica de tanques de combustível para caminhões no Brasil. A expectativa é alcançar a produção plena em julho. Com investimento de cerca de R$ 17 milhões ao longo dos próximos três anos, a previsão é fabricar até 250 tanques de alumínio por dia, alcançando faturamento de R$ 85 milhões no período. Projeta-se a contratação de 35 funcionários.

A empresa austríaca instalou na unidade de Jaguariúna-SP uma linha de produção automatizada e faz as primeiras amostras para a aprovação dos clientes. Para produzir os tanques, utiliza maquinário da Áustria. A intenção é começar as operações atendendo empresas brasileiras para depois fornecer para fabricantes de automóveis na América Latina.

“Nossa ideia é trazer outros produtos do portfólio que ainda não estão disponíveis no País”, comentou Oliver Jansen, diretor-geral da empresa no Brasil.


Mercedes-Benz investirá R$ 1 bi no Brasil em 2014 e 2015

O plano de investimentos da Mercedes-Benz do Brasil engloba cerca de R$ 1 bilhão no setor de caminhões e ônibus em 2014 e 2015, nas fábricas de São Bernardo do Campo-SP e de Juiz de Fora-MG. Entre 2010 e 2013, foi aplicado R$ 1,5 bilhão no setor de veículos comerciais.

“Dos R$ 562,3 milhões financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, mais de 60% serão destinados para projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos, sendo grande parte para nacionalização do caminhão extrapesado Actros fabricado em Juiz de Fora”, afirmou Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para América Latina.

De acordo com o executivo, o plano prevê ainda recursos para outros desenvolvimentos no setor de caminhões e ônibus, como atualizações tecnológicas. Diversas iniciativas nas áreas ambiental e social também compõem o plano.


Foton anuncia fábrica de caminhões no Rio de Janeiro

12, julho, 2013 1 comentário

Após negociar com Rio Grande do Sul e São Paulo, empresários da montadora chinesa de caminhões Foton escolheram o Rio de Janeiro como sede de sua primeira fábrica no Brasil. Para viabilizar a nova planta da Foton, o Estado do Rio de Janeiro prometeu contribuir com até 30% para o empreendimento mais a compra do terreno (com valor limitado a R$ 25 milhões). A previsão é investir R$ 250 milhões na construção da planta, que terá capacidade inicial de 34 mil unidades por ano, em dois turnos de produção. A fábrica deve começar a operar no último trimestre de 2015.

O investimento total será dividido entre os sócios brasileiros, o Estado do Rio e o controlador majoritário Foton Aumark do Brasil, que desde 2011 é o importador oficial da marca no País, com contrato de permissão para fabricar e vender os caminhões da Foton até 2025. Segundo Orlando Merluzzi, vice-presidente da Foton Aumark do Brasil, a empresa deverá também buscar recursos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, que pode financiar até 80% do investimento.

Falta ainda definir a cidade. A escolha está entre Itatiaia, no alto da serra e próxima a Resende, ou Seropédica, na região metropolitana do Grande Rio. “Itatiaia tem vocação industrial, fica perto do polo já formado na região de Resende, onde existem fornecedores e mão de obra qualificada. Em Seropédica, ficamos muito bem localizados, ao lado do arco metropolitano, com acesso fácil ao porto. Devemos decidir na semana que vem”, avalia Merluzzi.

Após o acordo com o governo carioca, empresários da Foton entregaram à Secretaria de Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC o plano da unidade industrial com o pedido de habilitação ao Inovar-Auto. Caso aprovada, a Foton Aumark poderá importar anualmente, sem o pagamento dos 30% extras de Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, até 25% da capacidade de produção anunciada de produtos similares aos que serão fabricados no Rio.

A Foton é atualmente a maior fabricante de caminhões do mundo. Em 2012 produziu 606,3 mil unidades. Segundo Merluzzi, com a fábrica no Brasil, em oito anos o plano da empresa é ser a sétima marca de caminhões mais vendida do País – o que equivale atender em torno de 5% de um mercado estimado de 220 mil unidades por ano.

O semileve Foton Aumark de 3,5 toneladas será produzido no Rio

O semileve Foton Aumark de 3,5 toneladas será produzido no Rio

Produtos
Na primeira fase da fábrica da Foton está prevista a produção de quatro modelos semileves, leves e médios da linha Aumark, com PBT de 3, 5, 6,5, 8,5 e 10 toneladas. Além disso, deve ser produzido um caminhão semipesado de até 24 toneladas, da linha Auman. “É onde giram 70% do mercado brasileiro. Depois de 2018 poderemos pensar em ampliar o investimento e produzir pesados, mas ainda não dá para prever exatamente o que vai acontecer nesse horizonte”, explica Merluzzi.

Inicialmente, o conteúdo nacional dos veículos será entre 15% e 20%, mas, segundo o vice-presidente, a nacionalização dos caminhões Foton montados no Rio deve crescer gradualmente e tende alcançar até 65% no decorrer dos dois primeiros anos de operação – índice mínimo para usufruir do financiamento via BNDES/Finame.

Fonte: com informações da Automotive Business

 


Caso de sucesso: Iveco reduz 35% o consumo de energia

Gestão e conservação de energia são processos cada vez mais evidentes – e necessitados – dentro das plantas industriais. Nesse cenário, a montadora de caminhões Iveco criou uma equipe com foco em redução de energia e, entre 2009 e 2012, conquistou uma diminuição significativa, menos 35% de energia gasta por hora produtiva pela fábrica em Sete Lagoas (MG). “O desafio agora é continuar reduzindo gradativamente este índice diante de um quadro já bastante otimizado”, diz Fábio Nardi, gerente de manufatura da Iveco Latin America.

Entre outras estratégias, a montadora investe de 2 a 5% do budget anual de investimentos globais em eficiência energética. Esse montante abrange a melhoria das instalações existentes, a eficácia dos processos e todas as especificações técnicas para novas construções ou processos. Na Iveco, hoje, a energia elétrica representa 3% dos custos de transformação.

A Iveco aproveita os benefícios da ventilação e iluminação natural

A Iveco aproveita os benefícios da
ventilação e iluminação natural

Aquecimento solar de água nas novas construções, exaustores solares e eólicos nos galpões das áreas produtivas, projetos de automação de equipamentos para evitar o funcionamento desnecessário e eficiência em redes de ar comprimido são outros projetos implantados pela fábrica da Iveco em Sete Lagoas (MG).

Ilha Ecológica
O Complexo Industrial Integrado da Iveco, em Sete Lagoas (MG), é embasado em conceitos sustentáveis e na tecnologia ambiental. Atualmente, a Iveco recicla 93% de todo o resíduo sólido gerado em sua fábrica de caminhões, equivalente a mais de 15 mil toneladas por ano. Esse processo de reciclagem inicia-se na Ilha Ecológica, que tem como objetivo receber, segregar, armazenar e destinar corretamente os resíduos sólidos gerados no processo produtivo.


Fábrica brasileira da Metro-Shacman deve iniciar produção já no próximo ano

Agora habilitada na terceira categoria (reservada a companhias com planos de investimento no Brasil) do Inovar-Auto, a Metro-Shacman, representante no Brasil da Metroeuropa (fabricante chinesa de veículos pesados), acelera a construção de sua primeira fábrica brasileira, em Tatuí, interior de São Paulo. A previsão da companhia é iniciar a produção no segundo semestre de 2014, produzindo cerca de cinco mil caminhões por ano. Para os últimos seis meses de 2014, a ideia é produzir 600 unidades. Em 2015, a produção salta para 1,5 mil caminhões. Em cinco anos, a previsão é fabricar 30 mil veículos por ano.

A Metro-Shacman promete iniciar as atividades com um modelo pesado já com 60% de conteúdo local, aceitando financiamento via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) Finame. Gradativamente a fábrica nacional passará a produzir os outros modelos da linha atual distribuída no Brasil, que inclui cinco versões de veículos pesados, e caminhões médios.

Caminhão TT 385 4x2 será produzido no Brasil

Caminhão TT 385 4×2 será produzido no Brasil

A fábrica em território nacional vai abastecer, exclusivamente, o mercado brasileiro. Segundo o diretor de desenvolvimento de negócios da Metro-Shacman, Marcos Gonzalez, posteriormente a unidade pretende atender outros países da América Latina que atualmente importam os caminhões da marca produzidos na China. “Isso vai demorar algum tempo, já que no Brasil fabricaremos caminhões Euro 5 e os outros países têm legislações de emissões diferentes”, conta.

Os fornecedores

“Estamos negociando com fornecedores tradicionais de caminhões”, adianta Gonzalez. Até o momento, apenas a Cummins – que já fornece para a China – está confirmada no fornecimento dos motores para os caminhões. Eaton, Dana, Meritor e Suspensys são outras empresas que o diretor admitiu já estar em contato.

 

Fonte: com informações da Automotive Business.


Montadora chinesa de caminhões inicia contratação em Camaquã, RS

22, agosto, 2012 6 comentários

Depois da abertura de um escritório, a chinesa Shyian Yunlihong Motors deu início à fase de contratação para sua futura fábrica de caminhões e veículos comerciais leves na cidade de Camaquã, no Rio Grande do Sul. Os primeiros selecionados serão para cargos de gerência, logística, vendas e comércio exterior. No início serão empregadas 250 pessoas. Na segunda fase do projeto, serão mais 500 funcionários contratados.

A previsão é de que a fábrica comece as operações em 2013 com investimento inicial de R$ 185 milhões, produção de cinco mil veículos por ano e meta de atingir 20 mil unidades em cinco anos.

Os primeiros equipamentos para a produção começam a chegar no início de outubro. Clique aqui e conheça os modelos que serão fabricados no Brasil.

Fonte: com informações do Zero Hora e G1.


Brasil Maior – a indústria agradece o pacote mas espera complementações

Para fortalecer a competitividade da indústria brasileira, o Governo lançou, em agosto, o Plano Brasil Maior. O pacote de medidas zera a contribuição patronal sobre a folha de pagamentos nos setores de calçados, móveis, softwares e confecções, prorroga a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI nas compras de máquinas, equipamentos, materiais de construção, caminhões e veículos comerciais leves e ainda reserva o financiamento, pelos bancos públicos, somente para os projetos em que haja conteúdo nacional. A contrapartida da desoneração fiscal, que representa hoje 20% da folha, é um imposto de 1,5% sobre o faturamento das empresas beneficiadas pela desoneração, 2,5% no caso de empresas de software. A repercussão foi boa, de maneira geral, ressalvado o fato de que ainda faz falta uma política industrial estruturada e sintonizada com o projeto de crescimento do País.

O incentivo à inovação também é destaque no novo pacote. A Financiadora de Estudos e Projetos – Finep terá mais R$ 2 bilhões em crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, com taxa de 4 a 5% ao ano. A importância do estímulo ao investimento privado no desenvolvimento tecnológico é uma exigência do mercado, que foi reafirmada pela Confederação Nacional da Indústria – CNI durante o 40 Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, realizado em agosto, em São Paulo. A meta é dobrar em quatro anos o número de empresas inovadoras no Brasil. Em 2009, eram 40 mil. Em 2013, prevê-se 80 mil.

O Governo e as instituições que representam a indústria estão fazendo a sua parte, mas ambos reconhecem que o mercado industrial precisa de outras medidas complementares e de consolidação de medidas incluídas neste pacote Brasil Maior em caráter experimental. Em especial é preciso esperar a comparação entre o custo da desoneração e a receita adicional do imposto sobre o faturamento. O resultado da comparação é decisivo para a ampliação da medida a outros setores.

O apoio à inovação e ao desenvolvimento de tecnologias tem sido uma preocupação constante no discurso das entidades da indústria e do próprio Governo. Com igual ênfase, Governo e entidades têm enfatizado a necessidade de elevar a preparação dos novos profissionais da indústria a níveis compatíveis com os novos padrões de qualidade propiciados pelas tecnologias emergentes.