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A 1º China Machinex Brazil vai reunir mais de 300 fabricantes em São Paulo

20, junho, 2014 4 comentários

Entre 29 e 31 de julho acontecerá no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a China Machinex Brazil 2014, que promete reunir mais de 300 fabricantes de máquinas e equipamentos para, principalmente, os segmentos de plástico, embalagem, equipamentos elétricos, processamento de alimentos, tratamento de água, soldagem, CNC e autopeças. De acordo com a organização do evento, mais de 1.000 produtos devem ser apresentados em uma área de exposição de 8.000 m².

Brasil – China. As relações comerciais (importação e exportação) entre Brasil e China atingiram US$ 83,3 bilhões em 2013 – principalmente devido o crescimento contínuo de importação de máquinas chineses. No ano passado, o Brasil importou US$ 37,3 bilhões da China, sendo mais da metade (US$ 19 bilhões) somente em máquinas e aparelhos elétricos e mecânicos, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O evento conta com o apoio da Secretaria Municipal de Comércio de Wenzhou.

China Machinex Brazil 2014
29 a 31 de julho de 2014 das 14 às 20 horas
Transamérica Expo Center
Para mais informações, acesse www.chinamachinex.com.br


Cresce compra de máquinas da China e União Europeia. EUA perdem espaço

A indústria brasileira deixou de comprar principalmente de norte-americanos e japoneses para comprar mais produtos de europeus e chineses. De janeiro a julho de 2013, a cada três dólares investidos no exterior pela indústria nacional, um foi para União Europeia – UE. Já os chineses, venderam 17% a mais para o Brasil nos primeiros sete meses do ano. Alta do dólar frente a outras moedas e, principalmente, o esforço chinês em aumentar a produção de maquinário de maior valor agregado explicam a mudança na escolha dos fornecedores estrangeiros.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – Mdic, as importações totais do setor de máquinas e equipamentos mecânicos cresceram 3% e somaram US$ 20,8 bilhões, na comparação entre janeiro a julho deste ano com o mesmo período de 2012. As importações procedentes da União Europeia, principal fornecedora estrangeira (33%), aumentaram 10,9% no período. Os chineses venderam US$ 4,9 bilhões, o que representa 3% de aumento no período, subindo para 23,5% a presença total nas compras brasileiras do setor. O resultado coloca a China como o segundo maior fornecedor do Brasil, desbancando os Estados Unidos, que, mesmo vendendo 7,5% mais, diminuíram para 18,9% a participação no mercado brasileiro. O Japão também apresentou resultado negativo, com recuo de 35%.

Segundo Julio Gomes de Almeida, professor da Unicamp e consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial – Iedi, a ascensão chinesa afeta principalmente os Estados Unidos e indiretamente as exportações brasileiras. “Está havendo hoje no mundo uma disputa muito forte entre os grandes produtores de bens de capital. Os Estados Unidos perderam um pouco de espaço para a China e para a União Europeia nesse setor, o que mostra algo ruim para a nossa indústria, quando se pensa em aumentar as exportações: a competição está muito forte”, afirma.

De acordo com Rodrigo Branco, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior – Funcex, a China mudou a matriz de sua indústria e avançou na direção de produtos de maior valor agregado. Segundo ele, a alta dos custos com insumos e salários fez a indústria antiga, mais intensiva em mão de obra, começar a migrar para Vietnã e Bangladesh. Agora, quanto mais a China sobe na cadeia de tecnologia, mais competitiva fica em relação aos grandes centros. “Hoje, eles conseguem produzir mais barato produtos similares feitos por Japão e Estados Unidos”, avalia. Já aceleração da União Europeia acontece em produtos específicos e em partes de máquinas ligadas a bens de capital, segundo o economista.

China e União Europeia são os principais fornecedores do Brasil

China e União Europeia são os principais fornecedores do Brasil

Bens de capital
Ao focar nas importações somente de bens de capital, de acordo com dados da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, a União Europeia, principalmente a Alemanha, perde espaço para a China, que cresce continuamente. Em 2007, a China era responsável apenas por 8,2% das importações brasileiras. Neste ano, até julho, a fatia representa 17,2% ou o título de segundo maior fornecedor do Brasil. “Em volume, a China não tem mais para onde crescer no Brasil. A briga se dá agora não tanto por preço, mas pela qualidade. Quando você precisa produzir um avião, não se olha o preço da máquina, pois existem poucas. Mas para uma indústria de confecção, o preço é o determinante para a escolha do fornecedor”, avalia Mario Bernardini, assessor econômico da Abimaq. Nesse segmento, os Estados Unidos continuam sendo os principais fornecedores do Brasil, com 25% de participação no mercado.


Fábrica brasileira da Metro-Shacman deve iniciar produção já no próximo ano

Agora habilitada na terceira categoria (reservada a companhias com planos de investimento no Brasil) do Inovar-Auto, a Metro-Shacman, representante no Brasil da Metroeuropa (fabricante chinesa de veículos pesados), acelera a construção de sua primeira fábrica brasileira, em Tatuí, interior de São Paulo. A previsão da companhia é iniciar a produção no segundo semestre de 2014, produzindo cerca de cinco mil caminhões por ano. Para os últimos seis meses de 2014, a ideia é produzir 600 unidades. Em 2015, a produção salta para 1,5 mil caminhões. Em cinco anos, a previsão é fabricar 30 mil veículos por ano.

A Metro-Shacman promete iniciar as atividades com um modelo pesado já com 60% de conteúdo local, aceitando financiamento via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) Finame. Gradativamente a fábrica nacional passará a produzir os outros modelos da linha atual distribuída no Brasil, que inclui cinco versões de veículos pesados, e caminhões médios.

Caminhão TT 385 4x2 será produzido no Brasil

Caminhão TT 385 4×2 será produzido no Brasil

A fábrica em território nacional vai abastecer, exclusivamente, o mercado brasileiro. Segundo o diretor de desenvolvimento de negócios da Metro-Shacman, Marcos Gonzalez, posteriormente a unidade pretende atender outros países da América Latina que atualmente importam os caminhões da marca produzidos na China. “Isso vai demorar algum tempo, já que no Brasil fabricaremos caminhões Euro 5 e os outros países têm legislações de emissões diferentes”, conta.

Os fornecedores

“Estamos negociando com fornecedores tradicionais de caminhões”, adianta Gonzalez. Até o momento, apenas a Cummins – que já fornece para a China – está confirmada no fornecimento dos motores para os caminhões. Eaton, Dana, Meritor e Suspensys são outras empresas que o diretor admitiu já estar em contato.

 

Fonte: com informações da Automotive Business.


Vendas brasileiras para a China devem triplicar até 2021, aponta estudo

Até 2021 a venda de bens e serviços nacionais para o exterior crescerá de 50% a 100% em praticamente todos os setores de exportação do País, informa pesquisa realizada pela Ernst & Young. A China aparece como o principal parceiro comercial do Brasil, já que as exportações brasileiras para o país passarão de US$ 44 bilhões, em 2011, para US$ 125 bilhões, em 2021. O mercado chinês representará mais para o Brasil do que Estados Unidos e América Latina combinados. Os três setores que experimentarão os maiores aumentos no volume de negócios serão metais, combustíveis brutos e minerais.

O estudo “Time to tune in: Latin American companies turn up the volume on global growth”, realizado em cooperação com a Oxford Economics, traz dados sobre a estratégia de internacionalização de companhias brasileiras e aponta que atualmente 68% das receitas das empresas nacionais que operam fora do País vêm de países emergentes.

Baseado em entrevistas com mais de 600 empresários do Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México, realizadas entre novembro e dezembro de 2012, o relatório aponta que a expansão para além das fronteiras nacionais é necessária para preparar as companhias para novos desafios domésticos e estrangeiros.

O estudo mostra ainda que a estratégia predominante dos brasileiros que investem no exterior é a aquisição de empresas nos países de destino. Para adequar-se ao ambiente em países que contam com uma realidade bastante distinta da brasileira, as companhias têm buscado também diversificar seus cargos de gestão, atraindo profissionais com experiência profissional internacional.


Até 2020, a produção agregada de China, Brasil e Índia vai superar a produção conjunta das grandes potências do Norte, aponta Pnud

De acordo com Relatório de Desenvolvimento Humano de 2013 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – Pnud, até 2020, a produção econômica combinada das três principais economias do hemisfério sul (Brasil, China e Índia) ultrapassará a produção agregada dos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá. “Pela primeira vez em 150 anos, a produção combinada das economias em desenvolvimento [Brasil, China e Índia] está se equiparando ao Produto Interno Bruto [PIB] das grandes potências industriais do Norte [Canadá, França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Estados Unidos]”, destaca o relatório.

O estudo projeta ainda que, até 2050, Brasil, China e Índia serão responsáveis por 40% da produção global, superando a produção conjunta projetada para o grupo das sete nações mais industrializadas – Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá (G7).

Ainda segundo o relatório do Pnud, em 1950, Brasil, China e Índia somados representavam apenas 10% da economia mundial, enquanto as seis tradicionais maiores economias do Norte produziam cerca de 50%.

Clique aqui para acessar o relatório completo.

Comércio dos países em desenvolvimento
Entre 1980 e 2010, os países em desenvolvimento aumentaram de 25% para 47% sua participação no comércio mundial de mercadorias, aponta o relatório. Os negócios entre os países do Sul foram determinantes para essa expansão, ao elevar de menos de 10% para mais de 25% sua representatividade em todo comércio mundial nos últimos 30 anos, enquanto que o comércio entre os países desenvolvidos caiu de 46% para 30%.

Segundo o relatório, o crescimento do comércio entre os países do Sul será contínuo e em breve ultrapassará o existente entre as nações desenvolvidas. A tendência de expansão comercial está relacionada com o avanço do desenvolvimento humano na maioria dos países em desenvolvimento.

Outro exemplo que destaca claramente a rápida expansão dos países do Sul é a comparação entre o PIB das economias em desenvolvimento (Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, México, África do Sul e Turquia) e o PIB dos Estados Unidos. Enquanto que em 2005 a soma do PIB dos oito países emergentes representava menos da metade do PIB americano, hoje essa comparação já está equiparada.

Fonte: com informações do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – Pnud


China cresce 7,8% em 2012 – o menor índice dos últimos 13 anos

A economia chinesa encerrou o ano com crescimento de 7,8%. Foi o pior resultado desde 1999, quando registrou 9,3%. Números preliminares indicam que o Produto Interno Bruto – PIB foi de US$ 8,28 trilhões no ano passado. A meta de crescimento para 2013 é de 8%.

Em maio de 2012, o governo diminuiu o controle sobre a concessão de empréstimos, os projetos de construção e as reduções fiscais. Foi registrado aumento nas vendas a varejo, que subiu de 14,9% em novembro para 15,2% em dezembro. O crescimento da produção industrial foi de 10,3% em dezembro, com pequeno acréscimo em comparação a novembro, que registrou 10,1%. As exportações da China, um dos principais parceiros econômicos do Brasil e de vários países, aumentaram 2,9%.

Fonte: com informações da Agência Brasil e da agência chinesa de notícias Xinhua.


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Amcham organiza viagem de empresários brasileiros à China

Visita de empresários brasileiros a quatro cidades e três feiras – CantonFair, Hong Kong Electronics Fair e China Sourcing Fair – em dez dias faz parte do roteiro da terceira missão comercial da Câmara Americana de Comércio, a Amcham, à China, entre 11 e 21 de outubro. O objetivo é realizar parcerias para otimizar e expandir os negócios. As inscrições podem ser realizadas até 6 de setembro.

A viagem contemplará oportunidades para vários setores, como máquinas e equipamentos, tecnologia da informação, veículos e autopeças, produtos químicos e minerais, construção e materiais elétricos e eletrônicos. A organização prevê agendamento de reuniões com potenciais fornecedores e parceiros.

A Amcham intermediará os painéis de negócios e oferecerá transporte e serviço de intérprete aos empresários. Será fornecida a hospedagem, a liberação de chips de celulares para o mercado local e a tradução do cartão de visita do inglês para o mandarim aos integrantes. Mais informações, clique aqui.


“Incentivando o crescimento em tempos difíceis” foi o foco da maior feira de negócios do mundo

A turbulenta situação econômica na Europa e nos Estados Unidos causou impacto nos negócios da 111ª edição da Feira de Cantão, a maior feira de negócios do mundo, realizada na China durante o mês de maio. Ainda assim, a desaceleração foi menor do que muitos esperavam.

Os tempos difíceis nos Estados Unidos e na Europa refletiram-se no valor total das negociações de exportação durante a feira. Os US$ 36,03 bilhões representaram 4,8% menos na comparação com a edição anterior. Os volumes de negócios dos Estados Unidos e da Europa caíram 8,1% e 5,6% respectivamente.

O saldo positivo ficou por conta do público recorde e pelos contratos de exportações pelas companhias dos mercados emergentes.

Mais de 210.000 compradores de 213 países participaram do evento, um número 0,23% superior na comparação com a 110ª edição, ocorrida em 2011. “É a primeira vez que visito a Feira de Cantão. O evento poupou o tempo que eu normalmente gastaria indo a vários lugares em busca de novos fornecedores”, disse Kristrian Holmqvist, comprador de uma companhia comercial da Finlândia.

Já os dados das exportações confirmam a ascensão dos mercados emergentes. O volume das negociações com empresas de países como Índia, Brasil e Rússia aumentou 4,1%. O número de negócios com países africanos também cresceu, 13,5%.

A próxima edição da Feira de Cantão está programada para acontecer em outubro próximo. Para mais informações, acesse aqui.

Fonte: China Foreign Trade Centre – CFTC


Brasil, o novo ponto focal para a gestão de investimentos

9, abril, 2012 1 comentário

O Brasil é atualmente uma das mais importantes potências econômicas do mundo, figurando entre as dez maiores economias globais quando o critério considerado é a paridade do poder de compra. Em relação aos parceiros do grupo dos BRIC, o Brasil está posicionado à frente de Rússia e Índia e desfruta de um ambiente macroeconômico relativamente estável, com a confiança entre consumidores e investidores se fortalecendo continuamente. Embora, na paridade do poder de compra, o País ainda esteja atrás da China, pesquisa recente realizada pela Coller Capital e a EmergingMarkets Private EquityAssociation mostra que o Brasil ultrapassou a China como o mercado mais atraente para o fechamento de negócios dos gestores de fundos no médio prazo.

A inflação foi trazida a patamares aceitáveis, apesar de ter atingido os 6,5% no acumulado de 2011, nível considerado limítrofe para as autoridades brasileiras. Já a taxa de juros continua alta, mas ainda assim, o Brasil mantém uma atitude hospitaleira para os fundos de investimentos e os hedge hunts, e reconhece a necessidade de atrair investimentos estrangeiros para apoiar o desenvolvimento continuado da economia e da infraestrutura. A combinação de altos retornos e um regime regulatório favorável está transformando o Brasil em um novo ponto focal para a gestão de investimentos.

O setor de gestão de investimentos brasileiros está maduro, bem gerido e regulamentado de maneira eficiente. Todos os fundos devem ser registrados junto à Comissão de Valores Mobiliários – CVM e à Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais – Anbima, que opera um sistema de autorregulaçãoe bem visto pelos investidores. O mercado se mostra transparente, com as atualizações diárias de valores ativos e o detalhamento das carteiras disponibilizados na internet.

Enfim, a necessidade existente do Brasil em captar investimentos é notória, especialmente, no segmento de infraestrutura e, principalmente, no setor de transportes. Adicionalmente, o país está prestes a sediar a copa do mundo em 2014 e os jogos olímpicos de 2016. Ambos irão requerer grandes investimentos estruturais. Somente a cidade do Rio de Janeiro necessitará de US$ 36 bilhões até 2016. Desta forma, o setor de gestão de investimentos brasileiro está decididamente aberto aos negócios, contribuindo significativamente para as necessidades nacionais e para seu desenvolvimento pleno.
O artigo “Brasil, o novo ponto focal para a gestão de investimentos” foi editado pela Central de Conteúdo de NEI Soluções com base nas informações fornecidas por Marco André Almeida e Lino Júnior, sócios da empresa KPMG do Brasil.


Hannover Messe 2012 – com parceria da China, evento traz o tema Inteligência Verde

A edição 2012 da Hannover Messe, o mais importante encontro industrial do mundo, a ser realizado de 23 a 27 de abril em Hannover, Alemanha, terá como principal tema Inteligência Verde, a fim de incentivar os expositores e os visitantes a praticar ativamente a sustentabilidade e colocá-la no topo de suas prioridades.

Desta vez, a parceira oficial será a China, com cerca de 500 expositores. O primeiro-ministro, Wen Jiabao, fará a abertura do evento juntamente com Angela Merkel, a chanceler alemã, em 22 de abril.

Neste ano, o encontro englobará oito feiras, nas quais a preocupação será apresentar tecnologias e produtos ambientalmente corretos: Automação Industrial, Energia, MobiliTec, Fábrica Digital, Fornecimento Industrial, CoilTechnica, Pesquisa e Tecnologia e IndustrialGreenTec. Esta última, inédita, estará focada na reciclagem, eliminação de resíduos e limpeza do ar e da água em cada elo da cadeia produtiva. Em todas as feiras haverá participação de empresas chinesas, assim como nos eventos paralelos.

Segundo Wolfram von Fritsch, presidente do conselho administrativo da organizadora Deutsche Messe, juntos, os expositores de todas as feiras demonstrarão processos inteligentes que envolvem materiais “amigos da natureza”, fundamentais para a sobrevivência no mercado competitivo internacional. A previsão é receber cerca de 6.500 expositores e aproximadamente 250 mil visitantes, de 65 países.

Além de Inteligência Verde, estarão em evidência assuntos como produção automatizada, eficiência energética, tecnologia de produção e serviços, terceirização, bem como pesquisa e desenvolvimento.

Eventos paralelos
O intercâmbio de conhecimentos também é um dos objetivos do grande encontro. Para isso, o evento contará com parques temáticos, por exemplo os voltados às tecnologias em adesivos e fundição, o fórum de novos materiais e o congresso Suppliers Convention, em que os participantes podem esperar por discussões sobre desenvolvimento tecnológico.

Além disso, mais cinco espaços temáticos estarão disponíveis. No Metropolitan Solutions, serão debatidos assuntos como globalização, mudanças climáticas e urbanização. O Global Business & Markets será o ponto de encontro para se informar sobre relações com mercados estrangeiros, voltado principalmente às pequenas e médias empresas. Os demais locais foram batizados como Energy Efficiency in Industrial Processes, Job & Career Market e TectoYou. Este último espaço é uma parceria com o governo alemão e destina-se a encorajar os jovens a seguir carreiras técnicas e da engenharia.

A Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções antecipa 26 lançamentos mundiais que estarão em exposição na Hannover Messe 2012 com a missão de ajudar a indústria a modernizar seu parque fabril e otimizar seus processos. Acesse aqui e confira.