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Empresários mais confiantes, aponta ICEI de agosto

Após 28 meses, o Índice de Confiança do Empresário Industrial – ICEI, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, alcançou 51,5 pontos, superando a linha divisória de 50 pontos, o que mostra empresários mais confiantes, resultado que não se via desde março de 2014.

Na passagem de julho para agosto de 2016, o índice cresceu 4,2 pontos. A tendência de recuperação da confiança dos empresários tem sido observada desde abril desde ano. No período, o índice aumentou 14,7 pontos.

Participaram do estudo 3.150 empresas, sendo 1.236 de pequeno porte, 1.198 de médio porte e 716 de grande porte. O período de coleta ocorreu de 1 a 11 de agosto de 2016.

Para acessar o estudo completo, acesse aqui.

 

Fonte; Confederação Nacional da Indústria - CNI

Fonte: Confederação Nacional da Indústria – CNI

 

 

 


Desafios e oportunidades

Um estudo recente e inédito sobre o uso das tecnologias digitais na indústria brasileira, realizado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI com mais de 2 mil empresas, revela que o uso da digitalização ainda é pouco difundido por aqui: 58% conhecem a importância dessas tecnologias para a competitividade, mas menos da metade as utiliza. O avanço da Indústria 4.0, segundo a sondagem especial da CNI, depende da maior percepção das empresas pelos ganhos proporcionados pela digitalização, como aumento de produtividade, flexibilização da produção, redução de custos, eficiência energética, etc. Essa “fotografia” mostra que há muitos desafios tanto para o setor privado como o público. A cada um cabe uma lição de casa.

Os avanços proporcionados pela introdução de novas tecnologias abrem oportunidades para o desenvolvimento de novos negócios e incrementos de processos atuais. Conhecer as tendências e as inovações que despontam, principalmente nos mercados mais desenvolvidos, é essencial para identificar soluções capazes de ajudar a indústria a modernizar seus modelos atuais de produção.

Em todas as edições de NEI, nossa equipe editorial tem se dedicado a pesquisar soluções alinhadas às necessidades da indústria, incluindo às relacionadas à Indústria 4.0. Na edição da Revista NEI de julho, o tema Eletroeletrônica Industrial ganha destaque; e nada mais alinhado a um dos grandes desafios atuais: o de reduzir e gerenciar o consumo de energia. No Brasil, a indústria é a maior consumidora de energia elétrica, respondendo por cerca de 40% do consumo. Por isso, produtos que ajudam a controlar, medir e usar menos energia interessam muito à indústria.

A participação da eletroeletrônica nos produtos finais e em toda a cadeia produtiva também tem crescido rapidamente; por isso conhecer essas inovações pode ser determinante para o desenvolvimento de novos projetos e a inovação de máquinas e equipamentos. Essas novas soluções estão reunidas a partir da página 10 da Revista NEI de julho. Algumas delas foram apresentadas na Hannover Messe 2016, uma referência mundial em tecnologia industrial, que colocou em pauta novamente o tema Indústria Integrada, fazendo referência à Indústria 4.0 e às energias renováveis.

Temos pela frente um cenário desafiador, mas também de oportunidades. É preciso se preparar para a retomada.


Boas perspectivas

Um novo governo, uma nova equipe econômica e muitos desafios, sobretudo o de se recuperar a confiança do brasileiro, do investidor, do empresário. Alguns estudos divulgados este mês apontam para dias melhores. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), por exemplo, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, registrou um crescimento positivo em maio: 4,5 pontos a mais em relação a abril, atingindo 41,3 pontos – a maior alta em 6 anos. O valor do ICEI é o maior em 16 meses, mesmo estando abaixo dos 50 pontos. A forte alta foi puxada, segundo a CNI, pela melhora das expectativas dos industriais, cujo indicador cresceu 5,7 pontos em maio ante abril. O índice de expectativa sobre a economia brasileira teve elevação de 8,6 pontos e o de perspectivas sobre a empresa aumentou 4,1 pontos.

O mês de maio também marcou o superávit de nossa balança comercial, atingindo US$ 1,747 bilhão – resultado das exportações de US$ 4,370 bilhões e US$ 2,622 bilhões das importações. Entre os destaques das exportações estão o crescimento de 13,2% na venda de produtos semimanufaturados e a queda de 3,3% dos produtos básicos.

Uma análise do economista Ricardo Amorim, no artigo “e agora, Temer?”, publicada logo após a aprovação, pelo Senado, do processo de impeachment de Dilma Rousseff, sugere que este novo governo tem todas as condições de colocar o Brasil de volta em uma rota de crescimento econômico, e ainda sinaliza uma recuperação econômica no segundo semestre deste ano, desde que as medidas econômicas discutidas sejam realmente implementadas.

Segundo Amorim, o Brasil está passando por transformações importantes na aplicação da lei, na política e na condução da economia. E que a crise econômica deve ser seguida de uma recuperação mais forte do que a imensa maioria imagina. O futuro do Brasil, afirma Amorim, dependerá de como a sociedade vai se posicionar não apenas durante, mas também passada a tormenta atual. E ainda sugere que o futuro está cheio de oportunidades.Transformá-las em realidade dependerá de cada um de nós. Ricardo Amorim acaba de lançar o livro “Depois da Tempestade”, uma análise do governo do PT e de como o Brasil mergulhou nessa crise. Mas mostrando que a recuperação pode ser mais rápida do que se espera.

Para ler o estudo da CNI, acesse aqui.

Para ler o o artigo de Ricardo Amorim, acesse aqui:


Brasileiros apostam na feira alemã para impulsionar exportações

Nesta época de alta da moeda norte-americana, as indústrias nacionais visam às vendas no mercado externo. Assim, a Indel Bauru, localizada em Bauru-SP, expositora da Hannover Messe desde 2001, se prepara para mais uma participação na feira que é o mostruário industrial do mundo e que em 2015 será realizada de 13 a 17 de abril. Segundo Thiago Francisco Xavier, representante do marketing da companhia, é importante para uma empresa brasileira estar na Hannover porque esse é um dos mais importantes eventos de tecnologia industrial do mundo. “Serve de vitrine para nós e outras  nacionais que buscam ampliar a visibilidade no mercado internacional”, comentou Xavier.

O que os motiva a continuar como expositores do evento alemão, além dos bons resultados conquistados nas edições anteriores, é receber a visita dos clientes frequentadores dessa feira, para avaliar a satisfação, descobrir oportunidades de melhoria, estreitar as relações comerciais e fortalecer a marca; e dos novos interessados nos produtos, seja para representações, vendas diretas ou demais parcerias, com foco principal na Ásia, África e Oceania.

“Em 2001 estávamos começando a exportar, então havia interesse em descobrir mercados e conquistar clientes”, disse Xavier. “Optamos por expor em feiras internacionais e a Hannover Messe foi uma das escolhidas, por sua importância e visibilidade. As exposições nessa feira alemã trouxeram bons resultados, lá surgiram pessoas interessadas em nossos produtos, as quais continuaram com negociações após a feira – de países como Nova Zelândia, Espanha, África do Sul, Arábia Saudita e Sri Lanka –, que terminaram em vendas.” As primeiras exportações da Indel Bauru foram de seus principais produtos, os elos fusíveis, que hoje são vendidos principalmente para Estados Unidos, Argentina, Taiwan, Uruguai, Indonésia, Filipinas, Paraguai, Espanha e África do Sul.

A empresa aproveitará a Hannover Messe 2015 para lançar o terminal conector rosca, conformado a frio com cobre monolítico estanhado, utilizado por instaladores na conexão de cabos de cobre e alumínio de 10 a 240 mm2 em diversos contatos elétricos; mas o grande destaque serão os elos fusíveis para proteção de redes de distribuição de energia elétrica, principalmente transformadores de energia. Como um dos diferenciais técnicos do terminal conector rosca, a companhia informou a fixação do terminal com parafuso de aço inoxidável que dispensa o uso de ferramentas pesadas, pois ocorre pelo aperto do parafuso, que se quebra quando atinge o torque ideal, sem provocar danos na estanhagem ou fissuras no conector. “Pretendemos expor a novidade para avaliar o interesse do mercado, visualizar possibilidades de aplicação, discutir questões técnicas e refinar o desenvolvimento do produto”, comentou Xavier. “Após a feira, vamos avaliar o impacto para decidir se vamos exportá-lo.”

A notícia técnica sobre os elos fusíveis da Indel Bauru, assim como demais produtos de outras marcas apresentados na Hannover Messe 2015, você confere antecipadamente nesta seção. E isso é apenas uma prévia, pois outros produtos desse megaevento você encontrará nos próximos meses no NEI.com.br.

A Confederação Nacional da Indústria – CNI colabora para alavancar as exportações brasileiras com a organização da Missão Internacional à Hannover Messe, com atuação de federações e sindicatos para mobilizar as indústrias. Em média, forma-se um grupo de 100 visitantes por ano. Haverá suporte com estande de apoio aos processos de internacionalização, organização de visitas técnicas em indústrias na Alemanha e acompanhamento de técnico especialista na área industrial. Para os organizadores, o principal retorno dos empresários participantes é o acesso à informação e à inovação que possam gerar oportunidades para a indústria brasileira e incrementar a competitividade.

Neste ano, Hannover Messe terá a Índia como país parceiro, representado por cerca de 130 expositores, e será dividida em dez feiras. São elas: Automação Industrial, Motion, Drive & Automation – MDA, Energia, Energia Eólica, MobiliTec, Fábrica Digital, ComVac, Suprimentos Industriais, Tecnologia de Superfície e Pesquisa & Tecnologia. O evento dará forte ênfase aos temas: Indústria 4.0, Automação Industrial e TI, Transmissão de Força e Energia Fluida, Energia e Tecnologias Ambientais, Subcontratação Industrial, Engenharia de Produção e Serviços e Pesquisa e Desenvolvimento.

 


Próspero Ano Novo

Começamos 2015 mais confiantes. A relação entre o setor produtivo e o governo deve se fortalecer, e a competitividade ser colocada no centro da agenda política do País. A escolha de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e de Armando Monteiro para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC foi bem recebida pelo mercado e avaliada positivamente pela Confederação Nacional da Indústria – CNI. As novas diretrizes preveem elevar a produtividade, desburocratizar processos tributários, dar incentivos ao parque fabril e favorecer a inovação, entre outras.

Outra boa notícia é que estão previstos investimentos na economia brasileira, entre 2015 e 2018, de R$ 4,1 trilhões, representando crescimento de 17% frente aos valores efetivamente realizados entre 2010
e 2013, segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Para a indústria estão estimados R$ 909 bilhões, 18,5% a mais que no período anterior. De acordo com BNDES, os investimentos previstos a partir de 2015 vão privilegiar projetos mais intensivos em tecnologia.

Para as empresas que planejam inovar e alcançar melhores níveis de produtividade e qualidade – todas deveriam perseguir essas diretrizes – duas frentes precisam ser alcançadas: qualificação de mão de obra, cada vez mais necessária, e investimentos em tecnologias modernas. Conhecer novos equipamentos e máquinas permite identificar soluções para incrementar os processos de manufatura. Sem investimento em soluções tecnológicas, não há inovação.

Parte de uma nova era na indústria de manufatura em nível mundial, a impressão 3D é um bom exemplo de tecnologia em desenvolvimento que vem ganhando espaço e importância no setor industrial. Pela segunda vez consecutiva, uma impressora 3D foi o produto que despertou maior interesse dos profissionais que acessaram o NEI.com.br. A seção Campeões de Interesse 2014 traz a impressora vencedora, da Ex One, e mais de 60 produtos, dos mais diversos segmentos, que também chamaram a atenção desses profissionais, mostrando sobre quais tecnologias recai o interesse do mercado.

A impressão 3D é apenas um exemplo de quanto é importante estar atento às novas tecnologias que podem abrir horizontes para sua empresa.


Elsevier lança livro sobre atuação da indústria brasileira no mercado global

19, março, 2014 Deixar um comentário

O livro “A indústria brasileira e as cadeias globais de valor” tem 264 páginas e custa R$ 59

O livro custa R$ 59

O livro custa R$ 59

Qual o papel das empresas brasileiras na produção industrial mundial? Como a indústria nacional está inserida nas cadeias globais de valor? Quais são as políticas mais apropriadas para colocar a indústria brasileira nas etapas superiores do processo produtivo? O que dificulta a integração do Brasil e como romper com essa condição? Quais as oportunidades e como devem ser exploradas? São questões como essas que o livro “A indústria brasileira e as cadeias globais de valor”, lançado pela editora Elsevier, promete responder.

Com base em estudos de casos sobre as indústrias aeroespacial, eletrônica e de dispositivos médicos do Brasil e em parceria com a Confederação Nacional da Indústria – CNI, o livro objetiva entender como as empresas brasileiras desses setores estão integradas às cadeias mundiais e de que maneira os instrumentos de políticas adotados facilitam ou dificultam essa aproximação. Disponível também em formato e-book, a ideia é despertar e aperfeiçoar o debate sobre a relação da indústria brasileira com as cadeias globais de valor, tema importante para se compreender os novos rumos da indústria local e mundial.

“Ainda sem consolidar seu lugar na nova geografia da produção mundial, o Brasil precisa rever a estratégia e adaptar políticas. Devemos identificar onde poderemos ter uma função de destaque nas cadeias globais e como aumentaremos a atuação nas fases de maior valor agregado e intensidade tecnológica”, avaliam os autores Timothy Sturgeon, Ph.D em geografia, Andrew Guinn, mestre em planejamento regional, Gary Gereffi, ph.D em sociologia e Ezequiel Zylberberg, mestre em estudos de desenvolvimento.

Editora: Elsevier
Categoria: Educação e referência
Formato: Impresso (16×23 cm) e E-book
Páginas: 264
Preço: R$ 59,90


Indústria brasileira busca novos acordos comerciais com os EUA

Representantes da indústria estão em Washington DC, nos Estados Unidos, com o objetivo, entre outros, de discutir acordo de livre comércio entre os dois países. A viagem, organizada pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, inclui visita a órgãos do Poder Executivo e ao Congresso. Participarão ainda da reunião anual do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, formado por representantes do setor privado dos dois países.

Diego Bonomo, gerente executivo de Comércio Exterior da CNI, disse que a agenda comercial não pode parar em função das denúncias de espionagem. “Há dez anos o Brasil e os Estados Unidos não têm discussão formal sobre liberalização do comércio”, destacou. Para ele, o momento é oportuno para a retomada da discussão, já que os Estados Unidos dão sinais de recuperação da crise econômica. “Eles vão sair com economia aquecida da crise e estão com agenda de acordos agressiva. O acordo deles com os europeus pode excluir os brasileiros desses dois mercados. Temos de nos posicionar para não perdê-los.”

Na visita também serão debatidas barreiras ao etanol brasileiro e aprovação da nova lei agrícola dos Estados Unidos. A legislação atual, que expira em 30 de setembro, incorpora os subsídios ao algodão concedidos pelo país norte-americano, considerados abusivos pela Organização Mundial do Comércio. Atualmente, os Estados Unidos fazem pagamentos anuais de US$ 147 milhões ao Instituto Brasileiro do Algodão como forma de compensação. “O ambiente político não é favorável [a uma nova lei que exclua os subsídios], mas vamos marcar nossa posição ou exigir que a compensação continue”, declarou.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Estão abertas as inscrições para o Prêmio Nacional de Inovação 2013

15, setembro, 2013 Deixar um comentário

Empresas de micro, pequeno, médio e grande portes de todo o Brasil poderão concorrer a R$ 900 mil pré-aprovados no Edital SENAI SESI de Inovação, missão técnica internacional e cursos de educação executiva. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de outubro, por meio do site http://www.premiodeinovacao.com.br/. Os vencedores serão conhecidos em maio de 2014.

“A experiência das grandes empresas mostra que o esforço de inovação sempre envolve conexões com fornecedores, instituições de ciência e tecnologia, empresas de base tecnológica. Os investimentos em inovação garantem o aumento contínuo da produtividade e da competitividade da indústria brasileira”, destaca Paulo Mól, diretor de inovação da Confederação Nacional da Indústria – CNI.

As empresas interessadas poderão concorrer em quatro categorias:

Gestão da Inovação: busca reconhecer métodos, técnicas e ferramentas de gestão da inovação que estabeleçam um ambiente propício ao desenvolvimento de projetos inovadores.

Agente Local de Inovação: direcionada a micro e pequenas empresas atendidas pelo Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae nos setores de indústria, comércio e serviços.

Inovação Tecnológica: valoriza projetos de produtos ou processos que contribuem para o aumento dos níveis competitividade da empresa.

Inovação em Modelo de Negócio: premia a forma como projetos são levados ao mercado a fim de aprimoramento de modelos de negócio capazes de gerar impactos na empresa.

Nas últimas duas edições, o crescimento foi de 129%, apontando a importância da inovação dentro das plantas industriais brasileiras. Em 2011, foram 427 inscritos. Em 2012, foram  981.

O Prêmio Nacional de Inovação é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação – MEI, realizado pela CNI e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae, com apoio do Instituto Euvaldo Lodi – IEL, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, Movimento Brasil Competitivo – MBC, Financiadora de Estudos e Projetos – Finep e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI.


Parceria entre IEL e CNPq oferece mil bolsas de estudos para promover inovação nas empresas

12, setembro, 2013 Deixar um comentário

Até 2015 serão oferecidas mil bolsas para estudantes do último ano da graduação e para recém-formados desenvolverem projetos de inovação nas empresas. É o que promete uma parceria entre o Instituto Euvaldo Lodi – IEL e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. A iniciativa integra a agenda da Mobilização Empresarial pela Inovação – MEI, coordenada pela Confederação Nacional da Indústria – CNI. “Esse programa propiciará às empresas mecanismos e informações para se tornarem cada vez mais inovadoras”, diz Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.

Com recursos do Fundo Verde-Amarelo da Financiadora de Estudos e Projetos – Finep, o CNPq prevê investir R$ 29 milhões no pagamento das bolsas. Segundo Glaucius Oliva, presidente do CNPq, a experiência e a capilaridade do IEL serão fundamentais para ajudar as empresas a receber profissionais qualificados. Ainda de acordo com ele, o Programa de Iniciação Científica e Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas – Bitec, desenvolvido desde 1990, é um dos exemplos positivos da parceria CNPq-IEL. “A inovação depende das pessoas e ocorre dentro das empresas”, destaca.

Inscrições
As empresas interessadas em participar do programa deverão propor desafios e projetos relacionados a inovação. Aquelas que tiverem seus projetos aprovados receberão profissionais financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. Processo de recrutamento, treinamento e acompanhamento dos profissionais serão organizados pelo o Instituto Euvaldo Lodi – IEL e custeados pela empresa. O IEL também ajudará as empresas a desenvolver os projetos. A inscrição das propostas podem ser feitas de 3 de setembro e 11 de novembro, no site www.portaldaindustria.com.br/iel.

Os estudantes que desejarem concorrer às bolsas deverão apresentar soluções inovadoras para os projetos das empresas selecionadas. Os projetos serão avaliados por uma banca examinadora formada por especialistas no tema. Os vencedores receberão bolsas que vão de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil mensais pelo período de um ano.


5º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria acontece em setembro

29, agosto, 2013 Deixar um comentário

Vinte e duas empresas de grande porte com atuação no Brasil apresentarão seus processos inovadores no 5º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, organizado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, que acontece em 3 de setembro, no Centro de Convenções do WTC Sheraton, em São Paulo. Mais de 600 empresários e diretores de empresas de todo o País já confirmaram presença. A ideia do congresso é, além de destacar as metodologias inovadoras de empresas atuantes no Brasil, debater sobre os impactos das inovações para o mercado e para o consumidor, os principais gargalos enfrentados e as lições aprendidas com o processo.

Segundo a CNI, o congresso contribuirá para desmitificar o tema, mostrar que há diferentes formas de inovar e que as práticas inovadoras podem ser adotadas por empresas de qualquer porte. “As empresas têm percebido que sem inovação não vão conseguir sobreviver a médio e longo prazo”, diz Robson Braga de Andrade, presidente da CNI. Ele ainda afirma que a inovação acontece no dia a dia, que ninguém inova sozinho. “É preciso de parcerias, de conexões”.

Realizado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas -Sebrae, o congresso discutirá educação e empreendedorismo, tecnologia e inovação, oportunidades do Brasil e inserção competitiva de pequenos negócios na cadeia de valor de grandes empresas. Luiz Barreto, presidente do Sebrae; Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES; Glauco Arbix, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos e Finep; e Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação estão entre os confirmados. Entre as empresas que destacarão seus processos inovadores, estão: 3M, Altus, Basf, Bosch, Braskem, Camargo Corrêa, CPFL, Cristalia, Embraer, Fiat, Ford, GE, IBM, Johnson & Johnson, Klabin, Marcopolo, Microsoft, Natura, Oxiteno, Petrobras, Siemens e ThyssenKrupp.

5º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria
Data e horário: 3 de setembro de 2013, das 8h às 16h30
Local: Centro de Convenções do WTC Sheraton
Avenida das Nações Unidas, 12.559 – Itaim Bibi – São Paulo