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Indústria brasileira é a quarta maior produtora de produtos de limpeza

26, julho, 2013 Deixar um comentário

Segundo o Anuário 2013 da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins – Abipla, o Brasil é o quarto mercado mundial de produtos de limpeza, com produção estimada em R$ 8,1 bilhões por ano, ficando atrás apenas dos EUA, China e Japão. A publicação recém-lançada mostra um panorama e balanço geral do setor de produtos de limpeza, baseando-se em dados e levantamentos realizados pelos institutos de pesquisa Euromonitor, Kantar e Nielsen.

No Brasil, em 2012, o setor cresceu 3,5% em relação a 2011, atingindo R$ 15 bilhões em vendas, tendo a região Centro-Oeste como maior consumidora de produtos de limpeza. Em relação ao gasto médio do brasileiro com esse tipo de produto, o anuário aponta crescimento de 41,5% nos últimos cinco anos e 8,1% na comparação entre 2012 e 2011. O resultado negativo fica por conta da produção de vassouras, que manteve a retração dos últimos anos, apontando queda de 5%.

Segundo Maria Eugênia Proença Saldanha, temas ligados ao meio ambiente estão cada vez mais relacionados a indústria de produtos de limpeza, que promete cada vez mais atender as exigências por produtos e tecnologias “verdes”. “Os detalhes do anuário estão sendo anunciados com o objetivo de ressaltar a dedicação da associação e das indústrias do setor com o tema da sustentabilidade. A Abipla foi a primeira associação do setor de consumo a assinar um pacto setorial nesta linha com o Ministério do Meio Ambiente”, conta.


Máquinas e equipamentos recebem 46,3% dos investimentos das indústrias

5, julho, 2013 Deixar um comentário

Em 2011, a indústria brasileira investiu R$ 162,9 bilhões em ativo imobilizado (bens tangíveis da empresa). Considerando os investimentos das empresas com 30 ou mais empregados, o destaque ficou por conta de máquinas e equipamentos industriais, que receberam 46,3% do total investido (em 2010, esse percentual foi de 45,4%). Compras de terrenos e edificações representaram 14,5%; recursos aplicados em meios de transporte somaram 4,3%; e outras aquisições (móveis, microcomputadores, etc) responderam por 31,8% do total investido em 2011. É o que apontou a Pesquisa Industrial Anual realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Ainda de acordo com a pesquisa, dez atividades representam 70,6% da produção industrial. Em 2011, considerando o valor adicionado, os segmentos com maior participação no total da indústria foram fabricação de produtos alimentícios (12,6%); extração de minerais metálicos (9,9%); fabricação de coque, de produtos derivados de petróleo e de biocombustíveis (9,8%); fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (9,5%); fabricação de produtos químicos (6,7%); fabricação de máquinas e equipamentos (5,3%); metalurgia (4,9%); fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (4,4%); fabricação de produtos minerais não metálicos (3,9%); e fabricação de produtos de borracha e de material plástico (3,6%).

Juntos, esses setores concentraram 70,6% do total produzido pela indústria

Fabricação de produtos alimentícios 12,6%
Extração de minerais metálicos 9,9%
Fabricação de coque e derivados de petróleo e de biocombustíveis 9,8%
Fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias 9,5%
Fabricação de produtos químicos 6,7%
Fabricação de máquinas e equipamentos 5,3%
Metalurgia 4,9%
Fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos 4,4%
Fabricação de produtos minerais não metálicos 3,9%
Fabricação de produtos de borracha e de material plástico 3,6%

 


68,2% dos ganhos da indústria brasileira estão em grandes empresas

4, julho, 2013 Deixar um comentário

De acordo com a Pesquisa Industrial Anual divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o total das receitas líquidas das empresas industriais do Brasil atingiu R$ 2,2 trilhões em 2011, impulsionado pelo desempenho das empresas com 500 ou mais empregados. Essas empresas representam 68,2% do total, ou seja, geraram receita liquida de aproximadamente R$ 1,5 trilhão. Em 2010, esse percentual foi de 67,4%.

Em 2011, os custos e despesas da indústria nacional somaram R$ 2,2 trilhões. Desse total, os gastos das empresas com 500 ou mais pessoas ocupadas representaram 69,6% ou R$ 1,5 trilhão.

Ainda segundo a pesquisa, destrinchando o total dos custos e despesas da indústria brasileira, os gastos com pessoal representaram 14,5% e o custo das mercadorias revendidas atingiu 6,7%. Assim como em 2010, o consumo de matéria-prima representou o maior percentual na estrutura dos custos e despesas, apontando 42,5% do total. Custos diretos de produção (combustíveis, energia elétrica, serviços terceirizados e manutenção de máquinas) somaram 7,2%; depreciação, amortização e exaustão de ativos imobilizados ficaram com 3,2%; gastos com pagamento de royalties e assistência técnica representaram 1,6%; e despesas com propaganda somaram 1,1%. Outros custos e despesas (23,2%) completaram os gastos.


Brasil tem 12 mil indústrias a mais na comparação com 2010

27, junho, 2013 Deixar um comentário

Segundo a Pesquisa Industrial Anual, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em 2011 o número de empresas aumentou 4% na comparação com 2010, saindo de 299.862 para cerca de 312.000 empresas. Ainda de acordo com a pesquisa, em 2011 haviam 8,6 milhões de pessoas empregadas, apontando média de 28 profissionais por empresa e 3% mais empregados na comparação com o ano anterior (eram 8,4 milhões em 2010).

Cerca de R$ 162,9 bilhões foram investidos em ativo imobilizado (bens tangíveis da empresa) pelas empresas do setor industrial em 2011. Os gastos com pessoal somaram R$ 319,2 bilhões. Já a receita líquida de vendas atingiu aproximadamente R$ 2,2 trilhões, com uma média de R$ 7,0 milhões por empresa.

A pesquisa mostra ainda que o valor bruto da produção atingiu R$ 2,1 trilhões e o consumo intermediário somou R$ 1,4 trilhão.

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Nova análise do setor de transformados plásticos inova com dados de reciclagem

No Perfil 2011 – Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico pela primeira vez foram incluídos dados sobre a reciclagem de plásticos pós-consumo. O estudo, produzido pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico – Abiplast, mostra que o segmento é constituído por 801 empresas, que, somadas, têm capacidade instalada para processar 1,2 milhão de toneladas de material, faturamento bruto de pouco mais de R$ 2 milhões, e empregam mais de 21 mil pessoas. No ano passado, o consumo foi de 804,7 mil toneladas de resíduos e a produção, de 724 mil toneladas de matéria-prima reciclada.

A análise também aponta que o setor criou em 2011 quatro mil empregos em relação a 2010. Traz ainda informações sobre consumo aparente, produção, faturamento, exportação e importação. Clique aqui e conheça todas as informações.

Para incentivar o desenvolvimento sustentável do setor de transformados plásticos e reciclagem, a entidade criou recentemente a Câmara Nacional dos Recicladores de Material Plástico, cujo objetivo é lutar pela competitividade e o fortalecimento da imagem do material reciclado.


Distribuição de aço apresenta alta de 2,8% no acumulado de 2012

O consumo aparente de aços planos no primeiro semestre de 2012 avançou 0,2% em relação ao mesmo período de 2011, totalizando 6.182,5 mil toneladas. Os distribuidores apontaram crescimento de 2,8% no acumulado do ano, com volume de 2.181,3 mil toneladas comercializadas contra 2.121,7 mil toneladas de janeiro a junho do ano passado. As informações foram divulgadas pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos – Sindisider.

Ainda de acordo com a entidade, no acumulado de 2012, as compras do produto das usinas siderúrgicas tiveram incremento de 1,1% em relação ao mesmo período de 2011 (2.132,2 mil toneladas). Já as importações cresceram 7,1% em relação ao primeiro semestre de 2011, com volume de 867,8 mil toneladas.


Estudo global da KPMG revela indústria confiante e apostando na inovação

Segundo o panorama industrial global 2012 da KPMG “Promovendo o crescimento pela inovação”, 76% dos entrevistados estão otimistas sobre as perspectivas de suas empresas para os próximos 24 meses. A região que se destaca pelas boas expectativas é a América Latina. O estudo mostra que tanto as vendas quanto a lucratividade durante o período ficarão em alta, com quase metade dos entrevistados declarando que o crescimento da renda líquida (43%) e o das receitas (41%) são suas principais prioridades.

Quarenta por cento das respostas indicam que o crescimento deve ser liderado pelos Estados Unidos, seguidos pela China, Índia, Brasil e Alemanha. Os principais desafios que ainda persistem para as indústrias, de acordo com a maioria, são a volatilidade dos preços de insumos, os riscos na cadeia de fornecimento e a demanda incerta.

Para a elaboração do panorama foram entrevistados 241 executivos sênior em fevereiro de 2012, que representaram os setores de produtos aeroespaciais e de defesa, metais, engenharia e industriais, incluindo conglomerados industriais. Os participantes representam empresas com mais de US$ 1 bilhão/ano de receita, sendo que 33% são de organizações com mais de US$ 10 bilhões anuais de receitas. Geograficamente, essas empresas estão na Europa Ocidental (29%), América do Norte (23%), Ásia-Pacífico (28%), Oriente Médio e África (10%) e América Latina (10%).


Confira os resultados da Feira da Mecânica

A 29a Feira Internacional da Mecânica reuniu 2.100 marcas expositoras, de 40 países, divididas em 25 setores, no período de 22 a 26 de maio, no Anhembi. Quanto ao número de vendas, segundo a organizadora do evento, a GF Agie Charmilles já comemorava no terceiro dia R$ 16 milhões em negócios graças à venda de 22 equipamentos. A Prensa Jundiaí contabilizou também no terceiro dia sete máquinas vendidas, acumulando faturamento de R$ 2 milhões.

No mesmo período, a Deb’Maq comercializou 62 máquinas, total de R$ 6 milhões; e a Cosa Intermáquinas vendeu seis máquinas, somando R$ 1,8 milhão.

Ainda de acordo com a organizadora da feira, as medidas governamentais de redução das taxas de juros para financiamento de máquinas e equipamentos ajudaram a construir o cenário positivo. As soluções do Bradesco contemplaram o Programa de Sustentação do Investimento, com o código Finame do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. A Agência de Fomento Paulista atuou com linhas próprias de financiamento para empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões. Já o BNDES apresentou acesso a operações diretas para valores acima de R$ 10 milhões. Bradesco e Agência de Fomento Paulista fecharam 122 propostas durante a feira, totalizando R$ 39.050.899,84. O BNDES efetuou 230 cadastros.


Brasil investiu US$ 8 bilhões em energia limpa, em 2011

22, abril, 2012 Deixar um comentário

O Brasil é líder mundial em capacidade instalada para a geração de energia por biomassa, totalizando 8.7 GW. O País também lidera o ranking mundial de produção de biodiesel. Considerando os últimos cinco anos, registramos a terceira maior taxa de crescimento no setor de energia renovável – aumento de 49%. E, em 2011, os US$ 8 bilhões – um aumento de 15% em relação a 2010 – investidos em energia limpa posicionaram o Brasil como o décimo maior investidor no mundo. As afirmações constam no documento “Who is Winning the Clean Energy Race”, elaborado pelo instituto americano PEW Environment Group.

Apesar de ter investido mais, o Brasil caiu quatro posições em relação a 2010, passando da sexta para a décima colocação. Os Estados Unidos voltaram ao primeiro lugar, posição ocupada pela China nos últimos três anos. Em 2011, os Estados Unidos investiram US$ 48 bilhões em energia limpa, enquanto a China desembolsou US$ 45,5 bilhões.

Mercado Global. No último ano, o investimento de US$ 263 bilhões em tecnologias para a geração de energia limpa foi recorde, representando um aumento de 6,5% frente a 2010. O setor de energia solar obteve o maior crescimento, com 44%, absorvendo US$ 128 bilhões em investimentos e respondendo por mais da metade da energia limpa produzida pelos países do G20, que, segundo o relatório, respondem por 95% dos investimentos no setor.

“O investimento em energias limpas, sem contar pesquisa e desenvolvimento, cresceu 600% desde 2004, com base nas políticas nacionais que criaram estabilidade no mercado”, disse a BBC Phyllis Cuttino, diretora do programa de energia limpa do PEW. “Portanto, esses fatos evidenciam o erro daqueles que categorizam o setor como uma indústria de nicho. Trata-se de um segmento que está crescendo e amadurecendo”, finaliza.

Para acessar o relatório completo, clique aqui.

Fonte: com informações de “O Estadão”.

Top 10 – investimentos em energia limpa, 2011 (em US$)


Energia eólica: líder na América Latina, Brasil prevê atingir 20.000 MW até 2020

27, março, 2012 Deixar um comentário

Durante encontro dos representantes do Comitê Latino-Americano do Conselho Global de Energia Eólica – GWEC, realizado recentemente no México, o diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica – Abeeólica, Pedro Perelli, afirmou que o Brasil deve atingir o potencial de 20.000 MW instalados até 2020 – número bastante plausível, segundo Perelli. “Para sustentar essa indústria, basta vender, pelo menos, 2 GW por ano, somando-se o mercado regulado e mercado livre”, calcula.

Os números apontados pelo GWEC colocam o Brasil na liderança do mercado de energia eólica na América Latina. O País foi responsável por 50% das instalações latino-americanas em 2011, com 582,6 GW. No levantamento, o Brasil também é destaque na potência instalada acumulada: de 2008 a 2012 acumulará 1.509 MW Em segundo lugar aparece o México (31%); seguido por Honduras (9%); Argentina (7%); e Chile (3%).

Ainda segundo o comitê, América Latina e Caribe somarão 30.000 MW até 2020.