Arquivo

Textos com Etiquetas ‘eficiência energética’

Inovação da Klüber Lubrication comprova resultados de eficiência energética

A Klüber Lubrication, do Grupo Freudenberg, apresenta ao mercado o seu novo software analítico de medição de eficiência energética com o uso dos lubrificantes especiais. Desenvolvido pela subsidiária brasileira, mas destinado à utilização global, o EEM – Energy Efficiency Monitoring é pioneiro ao trazer os resultados em tempo real aos clientes, seja na redução do consumo de energia, de emissão de CO2, dos custos operacionais e os ganhos de produtividade.

Em um primeiro momento, a ferramenta deverá ser utilizada pela equipe de vendas da Klüber Lubrication para uso em campo nos clientes, nas reuniões de projeto e apresentações de resultados. Também serve para simular cenários específicos de cada aplicação, visando objetivos de negócio e ganhos financeiros.

Proporcionando grande valor tanto para a equipe de vendas como para os clientes, com o EEM, o cálculo e a comprovação dos resultados de eficiência energética passam de 20 horas para apenas 10 minutos, com aplicação em qualquer tipo de mercado, principalmente os de mineração, alimentício, automotivo, papel e celulose, cimento e siderurgia, entre outros. Os principais ganhos estão nas aplicações em compressores de ar, de refrigeração e redutores, levando em conta as características e complexidades próprias de cada um deles.

A Klüber Lubrication, empresa de origem alemã, presente em mais de 60 países, fornece graxas e óleos (sintéticos e minerais) para ampla gama de indústrias: automotiva, rolamentos, têxtil, siderúrgica, madeira, papel, bioenergia, energia eólica, alimentícia, fabricantes de equipamentos, mineração e cimento.


Pesquisa mostra que microrganismos podem reduzir produção de energia solar

Biofilmes superficiais formados por fungos e outros microrganismos, e associados a outros materiais particulados, podem reduzir em até 10% a produção de energia de painéis fotovoltaicos. A descoberta é resultado do estudo “Avaliação da influência de biofilmes (fungos e fototróficos) na eficiência energética de módulos fotovoltaicos”, realizado pela pesquisadora Márcia Aiko Shirakawa, do Departamento de Engenharia de Construção Civil, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. A pesquisa avaliou se o crescimento de microrganismos, no caso fungos e organismos fototróficos (como cianobactérias e microalgas), poderiam diminuir a aquisição da energia solar em módulos fotovoltaicos expostos na cidade de São Paulo.

De acordo com Márcia, há vários estudos na literatura científica que mostram os problemas causados nos módulos fotovoltaicos por outros tipos de poluição, como poeira e fuligem. “Fatores biológicos são incluídos na composição das poeiras, mas até o momento a caracterização microbiológica desses fatores ainda não foi realizada”, explicou. “O crescimento de fungos (bolores) pode ser visto em lentes de microscópios e câmeras fotográficas sendo, portanto, um fenômeno conhecido na superfície de vidros, mas ainda não havia sido estudado em painéis solares. Nossa pesquisa preenche uma lacuna do conhecimento científico em área multidisciplinar, envolvendo a microbiologia e a redução de produtividade em sistemas fotovoltaicos instalados em telhados urbanos.”

Para realizar o estudo, Márcia e sua equipe instalaram 18 módulos fotovoltaicos, composto por 36 células, de 10 cm² cada, de silício policristalino, no Laboratório de Sistemas Fotovoltaicos do Instituto de Energia e Ambiente. Depois de 18 meses exposto ao sol, foram coletadas amostras da área superficial externa de seis módulos. “Constatamos que os fungos colonizaram intensamente a superfície dos módulos”, contou. “Verificamos que até cerca de 50% da ‘poluição’ depositada sobre os painéis pode ser composta por matéria orgânica e que os fungos são preponderantes em relação aos organismos fototróficos.”

Segundo ela, esses resultados ganham ainda mais importância porque até esse estudo não se conhecia a influência dos fungos na aquisição da energia solar, principalmente nas condições climáticas tropicais do Brasil. “A maioria dos fungos encontrados possui melanina na sua parede celular, o que lhes dá uma coloração escura”, disse. “Por isso, o crescimento deles reduz a passagem da luz solar para as células fotovoltaicas e, portanto, diminuem a eficiência dos módulos. Como esses microrganismos também produzem exopolissacarídeos, que são compostos com aspecto mucoso, favorecem a adesão de outros materiais particulados atmosféricos, o que bloqueia ainda mais a passagem da luz solar.”

A pesquisadora diz que a limpeza periódica dos módulos fotovoltaicos é importante para retirar essa comunidade microbiana, assim como as partículas atmosféricas de origem abiótica. Além disso, os resultados apontam para a necessidade de investigar e investir em pesquisas com vidros que tenham a capacidade de evitar a formação desses biofilmes, pois muitas vezes os módulos fotovoltaicos estão situados em locais de difícil acesso. “Também são necessários estudos em diferentes regiões climáticas e cenários de biodiversidade microbiana para estimar a contribuição dos biofilmes compostos por fungos e organismos fototróficos para cada região do Brasil”, acrescentou.

A avaliação dos fungos sem a etapa de cultura é realizada por meio de colaboração com a Universidade Livre de Berlim.


FGV cria centro para estudar energia

20, outubro, 2013 1 comentário

A Fundação Getulio Vargas acaba de criar o FGV Energia. Dirigido pelo engenheiro e professor Carlos Otavio Quintella, o centro pretende formular estudos, políticas e diretrizes de energia e estabelecer parcerias para auxiliar empresas e governo nas tomadas de decisão.

O FGV Energia estudará o setor energético com ênfase nas áreas: petróleo, gás natural, energia elétrica, nuclear, biocombustíveis, fontes renováveis e eficiência energética. O centro dará destaque também para estudos de exemplos internacionais, permitindo identificar elementos fundamentais para o setor no País. Para Quintella, o segmento passa por mudanças significativas em virtude do gás de xisto, que transformará a matriz energética mundial.

Para Quintella, o segmento passa por mudanças significativas em virtude do gás de xisto, que transformará a matriz energética mundial. Na avaliação dele, o setor carece de planejamento de longo prazo, desenvolvimento de negócios e investimentos em linhas de transmissão. “O grande desafio é obter e disponibilizar fontes de energia sustentáveis”, alertou.

Além de especialistas convidados, o FGV Energia possui corpo de pesquisadores provenientes das escolas da instituição.


Plano paulista propõe aumento de energia renovável

Lançado recentemente, o Plano Paulista de Energia – PPE sugere novas políticas públicas com foco na energia renovável e eficiência energética. Assim, a presença desse tipo de energia deve aumentar dos atuais 55,5% para 69% até 2020. São Paulo é o Estado com maior matriz de energia renovável.

De acordo com o plano, o Estado pode ampliar o potencial instalado de bioeletricidade de cana de 4,8 mil MW para 13 mil MW. As gerações eólica e fotovoltaica também devem contribuir para a ampliação da matriz renovável em São Paulo.

Os investimentos de R$ 2,8 bilhões sairão de parceria com a iniciativa privada. O plano também pretende criar disciplina de eficiência energética e uso racional da energia elétrica na rede pública e estimular a construção civil eficiente por meio da introdução de requisitos nos códigos de obra.


Concurso premia com até US$ 100 mil projetos de eficiência energética e energia renovável

A edição do Concurso de Inovação Energética Ideas 2013 receberá propostas concentradas em eficiência energética, energia renovável, mitigação das alterações climáticas e substituição de combustíveis fósseis. Patrocinado pelo GDF Suez, Fundo Nórdico de Desenvolvimento – FND, governo da Coreia da Sul e Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, visa valorizar soluções inovadoras que beneficiem comunidades locais ou regiões, criem empregos e contribuam para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

O prazo para a apresentação das propostas é 1º de julho por meio da página www.iadb.org/ideas. Indivíduos, empresas e organizações dos países-membros mutuários do BID, como o Brasil, estão convidados a apresentar projetos.

Os ganhadores serão anunciados a partir de 30 de agosto e receberão até US$ 100 mil e suporte técnico e empresarial para implementar as ideias. O objetivo é que as iniciativas passem do conceito a projeto-piloto.


Eletrobras cria software para eficiência energética

O Domus-Procel Edifica, programa voltado para a eficiência energética em edificações, foi desenvolvido pela Eletrobras em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná. O software poderá ser usado no futuro para edificações da iniciativa privada. Deverá sofrer melhorias ainda neste mês, antes de ser lançado como produto, o que poderá ocorrer até julho.

“É um programa de simulação hidrotermoenergética: além das trocas de calor, simula trocas de umidade”, disse o arquiteto João Krause, da Divisão de Eficiência Energética no Setor Privado da estatal. Segundo ele, o software tem uma vantagem em relação aos demais. Permite que sejam feitas simulações com variáveis de consumo e demanda de energia. Os investimentos da Eletrobras atingiram R$ 1,75 milhão.

O arquiteto informou que em edificações novas com modelo de eficiência energética desde o projeto básico, consegue-se nível de economia de cerca de 50%. Para outras edificações, com projeto de reforma que utilize tecnologias energeticamente eficientes, pode-se atingir até 30%.

O projeto contou com a parceria do Ministério de Minas e Energia e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro.

Para mais informações, assista ao vídeo.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Empresa especialista em lubrificantes especiais anuncia área exclusiva de eficiência energética

25, março, 2013 Deixar um comentário

A subsidiária sul-americana da Klüber Lubrication, especializada em soluções com lubrificantes especiais, anuncia a criação de um departamento específico para atuar no mercado de eficiência energética. “O objetivo é fortalecer a presença da empresa em setores estratégicos e estreitar ainda mais o relacionamento com as indústrias instaladas no continente”, diz Enrique Garcia, diretor-geral da companhia na América do Sul.

O novo departamento de eficiência energética tem a missão de oferecer métricas dos resultados em sustentabilidade das soluções fornecidas pela Klüber. “Isso é possível por meio da adoção de metodologias certificadas internacionalmente que registram a eficiência energética dos nossos lubrificantes e confirmam a redução do consumo de energia, da emissão de CO2 e dos custos operacionais”, conta Irajá Ribeiro Jr., engenheiro líder da nova área e um dos poucos no Brasil que possuem a Certified Measurement & Verification Professional – CMVP, certificação que reconhece a competência do profissional para validar e assinar projetos de medição e verificação do desempenho e consumo de energia.

Segundo Ribeiro Jr., a substituição de mil litros de lubrificantes convencionais pelos da Klüber Lubrication gera:

1) Economia de energia elétrica de mil MWh ao ano:
• Energia bastante para abastecer durante um ano 710 consumidores;
• Redução anual de R$ 250 mil na conta de energia elétrica.

2) Redução de carbono emitido: 650 toneladas/ano:
• Equivale ao plantio de 140 árvores em uma área de 550 m2 de floresta.

3) Economia da água usada para remover resíduos dos lubrificantes.


Como os motores elétricos podem salvar energia e reais

5, março, 2013 Deixar um comentário

Os motores elétricos representam quase 70% de toda a energia elétrica consumida dentro de uma planta industrial. Em números redondos, 68% dessa energia é usada como força matriz, 23% nos processos eletrotérmicos, 7% na iluminação e 3% para eletrólise. Quem mediu e garante esses números tem autoridade e credibilidade – a Eletrobras.

A perspectiva desenhada pelos especialistas, dentro e fora do governo, é de um crescimento maior e mais acelerado do consumo de energia elétrica nos seus três grandes mercados: comercial, industrial e residencial. Em todos eles cresce a automação e o emprego de máquinas e equipamentos dependentes da energia elétrica.

Conforme o planejamento do Ministério de Minas e Energia, o Brasil precisará até 2020 de 69.200 Megawatts para atender a demanda, sendo que 35.000 MW serão produzidos pela hidreletricidade, 12.300 MW por biomassa e 10.600 MW pela eólica. As demais fontes serão: petróleo (4.100 MW), gás natural (2.200 MW), carvão (1.800 MW), gás industrial (1.800 MW) e nuclear (1.400 MW).

O secretário de planejamento e desenvolvimento energético do MME, Altino Ventura Filho, afirma que a matriz energética continuará enfatizando as fontes renováveis. Dos 70 mil MW que o País precisa gerar até 2020, 81% serão baseados principalmente em hidrelétrica, mas também em eólica e biomassa, fontes das quais o país tem disponibilidade e tecnologia.

Clique aqui para acessar em NEI.com.br a seção especial sobre motores elétricos. Saiba sobre as alternativas de otimização, os vilões da planta industrial, soluções e tendências, dicas para melhorar a eficiência, gestão energética, casos de sucesso e muito mais.


As empresas mais sustentáveis do mundo

20, fevereiro, 2013 Deixar um comentário

O Global100 de 2013 (a lista anual das 100 empresas mais sustentáveis do mundo) foi anunciado pela Corporate Knights durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. O reconhecimento das 100 companhias é baseado na análise de indicadores-chave de 4.000 empresas dos mercados emergentes e desenvolvidos.

No nono ano da publicação, o ranking Global100 apresenta empresas de 22 países, abrangendo todos os setores da economia. As eleitas representam mais de US$ 3 trilhões em faturamento – cerca de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial – e cerca de 5,3 milhões de funcionários empregados.

De “produtividade energética” a “diversidade de cargos de liderança”, as avaliações refletem a importância que cada país dá ao tema “sustentabilidade”. Canadá e Estados Unidos lideram a lista com 10 empresas cada, seguidos de Austrália, Grã-Bretanha e França, com nove empresas.

O Brasil tem cinco empresas entre as 100 mais sustentáveis do mundo – duas a mais em relação à lista de 2012. A Natura ficou em 2º lugar na categoria Consumo Básico. Na categoria Utilitários aparece a Companhia Energética de Minas Gerais, na 43ª posição. Já a Vale S.A., no quesito Materiais, ocupa a 49ª colocação.  O Grupo Pão de Açúcar está em 74º lugar na categoria Consumo Básico, enquanto a 100ª posição é ocupada pelo Banco do Brasil, na categoria Finanças.

 

País

Número de empresas na lista Global100

Canadá

10

Estados Unidos

10

Austrália

9

Grã-Bretanha

9

França

9

Alemanha

7

Brasil

5

Suécia

5

Japão

4

Holanda

4

Noruega

4

Espanha

4

Dinamarca

3

Finlândia

3

Singapura

3

Suíça

3

Bélgica

2

Portugal

2

Hong Kong

1

Irlanda

1

África do Sul

1

Coreia do Sul

1

Para acessar a lista completa, clique aqui.

Os principais indicadores analisados pela Corporate Knights são: produtividade energética, produção de CO2, produtividade da água, produtividade de resíduos, diversidade de cargos de liderança (% de mulheres é contabilizada), salário médio, imposto pago, capacidade de inovação e rotatividade de funcionários.


HIDRÁULICA & PNEUMÁTICA – As soluções que estão chegando com a nova geração de máquinas

3, novembro, 2012 2 comentários

Questões como redução de peso e espaço, eficiência energética, tanto em relação à geração de energia por meio de fontes renováveis quanto à sua utilização com o mínimo de perdas, e maior segurança e produtividade têm guiado os novos produtos hidráulicos e pneumáticos.

Para atender esses requisitos, as principais estratégias encontradas pelos fabricantes têm sido otimizar a automação dos componentes hidráulicos e pneumáticos, utilizar novos materiais, como polímeros, ligas metálicas e materiais metálicos sinterizados; e adotar processos de produção mecânica beneficiando-se de máquinas dedicadas com alta repetitividade. Essa é a opinião de Victor Juliano De Negri, professor doutor em engenharia mecânica na área de hidráulica e pneumática pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e coordenador do Laboratório de Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC – Laship.

Embora essa tendência já seja observada há décadas, de acordo com o professor, é possível afirmar que nos últimos anos os produtos com características diferenciadas têm sido efetivamente colocados no mercado e utilizados em diferentes aplicações com maior frequência.

Na pneumática, conforme o especialista, o foco tem sido, por exemplo, o projeto de circuitos integrados com a programação da máquina buscando reaproveitar o ar de exaustão e a redução de perdas devido à compressão. O resultado final esperado é a diminuição do consumo de ar comprimido.

Ainda segundo o professor, no campo da hidráulica, ressurgiu a discussão em torno da hidráulica digital, que implica o chaveamento de várias válvulas direcionais, podendo ser combinado ou não com o uso de bombas e motores. Também existem estudos na área de sistemas hidráulicos chaveados por modulação por largura de pulso (PWM), com concepção semelhante à das fontes chaveadas da eletrônica de potência.

Pesquisas em Santa Catarina
A eficiência energética começou a ser pesquisada no Laboratório de Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC – Laship há dois anos. No âmbito da pneumática é desenvolvida uma solução híbrida de válvula proporcional com válvula para realizar o reaproveitamento de ar em determinadas condições do ciclo de trabalho de um posicionador pneumático. Na hidráulica, a abordagem é a proposição de circuitos digitais buscando reduzir as perdas energéticas.

Vários outros tópicos são estudados por cerca de 15 pessoas no Laship. Para Victor Juliano De Negri, destaca-se o projeto de sistemas hidráulicos com fluidos biodegradáveis, cujo uso pode reduzir significativamente os danos ambientais no caso de vazamentos.

Números do setor
De acordo com a Câmara Setorial de Hidráulica e Pneumática da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, de janeiro a julho de 2012, o País exportou aproximadamente US$ 64 milhões em máquinas hidráulicas, sendo os maiores compradores Estados Unidos, Argentina, México, Alemanha e França. Quanto às importações, de janeiro a julho deste ano, totalizaram US$ 379 milhões, sendo os principais vendedores Estados Unidos, Alemanha, Japão, Itália e Suíça.

Em 2011, o País exportou mais de US$ 163 milhões em máquinas hidráulicas, sendo os cinco maiores compradores Estados Unidos, México, Alemanha, Argentina e Itália. Em relação às importações, em 2011, foram mais de US$ 381 milhões em máquinas hidráulicas, sendo os maiores vendedores Estados Unidos, Japão, Alemanha, Itália e Suíça.

Ainda segundo a Abimaq, o desempenho do faturamento nominal desse setor no primeiro semestre de 2011 em relação ao mesmo período de 2012 foi: janeiro, 1,4%; fevereiro, 2,7%; março, 2,6%; abril, 1,3%; maio, 2,3%; junho, 2,1%. Conforme a associação, o faturamento nominal é o valor da venda dos bens e/ou serviços a preços correntes, ou seja, a preços no ano em que esses bens e/ou serviços foram efetivamente vendidos.

A seguir a Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções antecipa 49 lançamentos de hidráulica e pneumática.

MDA South America será realizada pela primeira vez em 2013
Além das novidades apresentadas nesta edição, outras serão lançadas em breve. A MDA – Motion, Drive & Automation, integrante da feira alemã Hannover Messe, realizará pela primeira vez a MDA South America de 19 a 22 de março de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, São Paulo. Trata-se de um evento dedicado à transmissão de forças hidráulicas, pneumáticas, mecânicas e elétricas e à tecnologia de ar comprimido e a vácuo. Essa feira ocorrerá simultaneamente à Cemat South America – Feira Internacional de Movimentação de Materiais e Logística, realizada pela primeira vez no Brasil em 2011.

A expectativa da primeira edição da MDA South America é reunir cerca de 80 expositores, de 20 países. Juntas, as feiras ocuparão área de 35 mil m2. A organizadora informou que o evento contará com pavilhões de empresas da Alemanha, Itália, Estados Unidos e Taiwan e congresso com palestras para os visitantes.