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Textos com Etiquetas ‘energia’

Nova família de fusíveis eletrônicos facilita a gestão de energia

A STMicroelectronics, empresa focada em semicondutores e soluções para set-top boxes, está lançando nova família de dispositivos hot swap de gestão de energia para ajudar a reduzir custos com dispositivos de armazenamento de dados, computadores, acessórios USB, sistemas empresariais e eletrodomésticos.

Os dois novos fusíveis eletrônicos, nomeados STEF05 e STEF12, oferecem recursos inteligentes, econômicos e com redução de espaço do circuito para proteção contra sobretensão e sobrecorrente de equipamentos eletrônicos alimentados com 5V e 12V.

Interruptor automático permite ajuste de tempo

O interruptor automático com fotocélula modelo 6022 da empresa DNI – Key West surge como opção sustentável de iluminação e economicamente mais interessante para as empresas que precisam ou desejam fixar o tempo de iluminação de um ambiente.

Indicado para áreas industriais, como passagens, estoques, refeitórios, banheiros, garagens, corredores e pátios, o interruptor permite, não só programar o acendimento automático das luzes conforme o uso local, como também ajustar o tempo que as lâmpadas permanecerão acessas.

Segundo a R Johnson – empresa focada em novas tecnologias para suprimento e economia de energia – o interruptor automático pode ser instalado com qualquer tipo de lâmpada e, por acender as luzes apenas quando necessário, proporciona economia de até 60% no consumo de energia.

 

Motores da Cummins vão equipar embarcações do pré-sal

26, dezembro, 2011 Deixar um comentário

A divisão de negócios marítimos da Cummins fechou a venda de 20 grupos geradores que usarão o motor QSK 60 para cinco embarcações PSV (Platform Supply Vessel) que serão utilizadas no País pela Petrobrás nas operações do pré-sal.

As embarcações offshore Diesel-Elétrica receberão da Cummins grupos geradores cuja função é gerenciar toda energia necessária para a embarcação, incluindo propulsão, sistema de posicionamento dinâmico, painéis, entre outros.

Os grupos geradores equipados com os motores Cummins QSK 60, que começam a ser entregues em meados de 2012, atendem às normas vigentes IMO Tier II e trazem potência de1.825 kw cada unidade.

De acordo com Waldemar Marchetti, Gerente Executivo de Negócios da Cummins Marine para América Latina, as embarcações offshore devem iniciar suas operações no primeiro trimestre de 2013 e serão construídas para prestar suporte às plataformas, com o transporte de equipamento, por exemplo. “Serão embarcações multipropósito, ou seja, atendem a qualquer tipo de carga, incluindo tanque de lama, água potável, alimentos, entre outros”, diz Marchetti.

Estabilizador e No-break são aliados na proteção e segurança aos equipamentos eletrônicos

1, dezembro, 2011 Deixar um comentário

Um relâmpago que atinge as proximidades onde existem eletrônicos em funcionamento pode gerar um pico de tensão que atravessará a fiação, rede, linhas telefônicas e outros meios, podendo penetrar no computador por meio da tomada, linha telefônica ou de dados da rede, danificando partes internas do equipamento.

Dados da ELAT/INPE (Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), mostram que no Brasil, 70% dos desligamentos na transmissão e 40% na distribuição são provocados por raios e o número de transformadores queimados por eles ficam em torno de 40%.

Neste cenário, o uso de aparelhos como estabilizadores, módulos isoladores e No-break, torna-se essencial para garantir a proteção dos dispositivos, sistemas e arquivos  nos mais diversos ambientes.

O estabilizador é um regulador de energia e sua principal função é atenuar as oscilações de tensão que ocorrem na rede elétrica. Deve ser usado quando há a necessidade de trocar a voltagem de 220V para 110Ve quando ocorre oscilação na tensão, o que pode ser percebido pela alteração de luz nas lâmpadas, comum em épocas de chuva. Estes acontecimentos podem provocar a queima da fonte dos equipamentos ligados diretos na tomada.

Assim como os estabilizadores, os módulos isoladores devem ser usados nas mesmas situações e ainda em casos de tomada sem aterramento, o que ocasiona choque elétrico na carcaça do equipamento e situações em que aparecem pequenos chuviscos na tela da televisão sempre que outro equipamento é ligado ao mesmo tempo.

a função principal do No-break é garantir, no caso de queda da rede elétrica, o funcionamento do computador e de qualquer outro dispositivo que esteja plugado nele, dando um tempo extra para que o usuário consiga salvar seus trabalhos e fazer um desligamento seguro. Além de proteger em todas as outras situações já mencionadas, ele é indicado para problemas de subtensões, sobretensões, surtos, picos de energia, ruídos, e Black-out.

Artigo cedido pela Schneider Electric.

Gota d’Água na Turbina

23, novembro, 2011 2 comentários

Res, non verba (Realidade, não palavras)

No século passado, era prática comum nos conteúdos televisivos o aviso: “Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com fatos ou pessoas terá sido mera coincidência.” O motivo: as “ficções realistas” até podem ocorrer no contexto da realidade sem violar a normalidade do mundo e ser confundidas com eventos reais.

Depois vieram os reality shows, transmitidos ao vivo, 24 horas por dia, que trouxeram consigo a ideia de “novela da vida real”, com histórias aparentemente sem roteiro, mas com muita trama. E já temos telenovelas que transmitem, por exemplo, uma cirurgia plástica de verdade em uma das atrizes, provando que a dramaturgia não tem fronteiras.

A presença da televisão nos domicílios do Brasil é de 95,7% (são 75 milhões de aparelhos), com posse média de equipamentos de 1,37/domicílio. O aparelho só perde para o fogão, existente em 98,4% das residências. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (IBGE-PNAD) de 2009 e do PDE 2011-2020 do MME.

Em 1950, eram 1.000 receptores de TV no País; em 1960, 621.919; em 1970, 4,2 milhões; em 1980, 14,1 milhões; em 1991, 27,7 milhões; e, em 2000, 39 milhões de televisores.

Essas TVs representam consumo médio de 149 kWh/ano, aproximadamente 10% do consumo de energia das residências, e equivalem a uma usina hidrelétrica de 3.300 MW (1.276 MWh/h) ou 30% de uma usina similar à Belo Monte.

Apesar da responsabilidade em matéria ambiental ser objetiva (a reparação do dano ambiental independe de culpa), não é conhecida nenhuma iniciativa que procure ofertar junto com a compra de um novo televisor a correspondente oferta de geração de energia elétrica para mantê-lo funcionando com opções ambientalmente mais amigáveis ou de menores impactos socioambientais. Se assim fosse, ao comprar uma TV LCD de 42”, R$ 1.500,00 em média, sonho de consumo de boa parte da população brasileira, seria necessário um investimento adicional de R$ 2.953,26 (para abastecimento da TV por energia eólica) ou R$ 4.650,00 (para energia solar fotovoltaica) acrescidos os custos de manutenção.

Em 2010, as TVs bateram recorde de faturamento (R$ 18,3 bilhões no mercado publicitário) e a internet, mais R$ 1,3 bilhões (juntas arrecadaram, somente no mercado publicitário, o equivalente a 66% do total faturado, por ano, por todas as geradoras de eletricidade em operação no Brasil).

Parece que estamos assistindo à comercialização do consenso. Noam Chomsky, em seu livro “Manufacturing Consent”, afirma que a mídia de massa tem seus discursos pautados segundo interesses específicos privados e de governo, no intuito de buscar apoio mais amplo da sociedade nos vendendo ideias e modos de vida. Igualmente, Walter Lippmann prospecta a “fabricação do consenso” na forma de praticar a democracia: aqueles que se consideram capazes de tomar as melhores decisões em nome do bem comum da sociedade desenvolveram mecanismos de controle social, maneiras de direcionar a opinião pública, já que o cidadão médio não seria capaz de fazer as escolhas corretas.

Fazem uso de instrumentos comprovadamente eficazes: entre outros, a presença de atores famosos. Com isso se diferenciam no mercado do marketing político ao criar um pseudodebate público, utilizando argumentos questionáveis e meias verdades, sem oportunidade ao teste do contra-argumento.

Esse produto político (o consenso da sociedade sobre um determinado tema) promete se tornar a nova marca no setor de terceirização do embate midiático, um negócio muito bem-sucedido e potencialmente lucrativo.

Com a liberdade de expressão artística, assegurada pela Constituição Federal de 1988, parece não haver mais limites entre ficção e realidade. Assistimos, principalmente nas telenovelas, personagens reais e fictícios em tramas e enredos complexos em que no merchandising social (motivo de orgulho para as grandes emissoras locais), a arte procura imitar a vida.

Como tudo está sujeito à interpretação, nunca se pode garantir uma completa fidelidade. Ao contrário das obras de ficção (mesmo as que praticam o merchandising social), onde os cenários são virtuais ou digitais, a necessidade de construção da usina de Belo Monte é 100% real. Raramente são filmadas cenas com atores na floresta. Em Belo Monte, as partes interessadas e os diretamente impactados pelo empreendimento (os atores reais) convivem com o desafio de atender as necessidades futuras de energia elétrica sustentável e de baixas emissões de gases de efeito estufa com as medidas de mitigação, compensação e indenização apropriadas ao porte e localização.

O Brasil é um país que já faz a diferença, aliando crescimento à preservação de recursos naturais e das populações indígenas. Somos hoje, em matéria de conservação e na matriz elétrica, o que a maior parte dos países desenvolvidos gostariam de ser amanhã.

Em nossa realidade, diferente das peças de ficção, os responsáveis por quase três décadas de desenvolvimento do projeto de Belo Monte consideraram todas as possibilidades técnicas e economicamente viáveis de reduzir os impactos da obra, o que, na prática, significou a redução de 48% da energia que poderia ser gerada pelo projeto original de nome “Kararaô”. É uma solução inteligente, responsável, consciente e motivada pelo bem comum.

O setor elétrico brasileiro construiu aproximadamente 1.000 barragens, algumas com mais de 120 anos de operação (a legislação ambiental brasileira tem apenas 28 anos). O Brasil consolidou progressivamente em seus projetos as melhores práticas de gestão socioambiental de eficácia comprovadas internacionalmente.

Partindo da crença midiática de que tudo pode ser feito, o limite é nossa imaginação. O fornecimento de energia elétrica, bem indispensável à sadia qualidade de vida, exige um comprometimento cada vez maior com a inovação e a competitividade não só econômica, mas também socioambiental; exige cada vez mais tecnologia, novos modos de geração e distribuição de conhecimento, diversidade tecnológica e aumento da capacidade de observação e aprendizado sobre impactos socioambientais das novas tecnologias.

Isso sim é estar verdadeiramente empenhado em achar soluções para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Enquanto peças publicitárias, como as do “Movimento Gota d’Água”, não se preocupam com coisas como a viabilidade técnica e econômica das propostas, o setor elétrico brasileiro está no caminho oposto para valorar os efeitos e perdas de cunho social, cultural e psicológico que usinas hidrelétricas geram às populações sob sua influência para, a partir desse conhecimento, propor o conjunto de ações mais eficazes para minorar e/ou compensar as interferências geradas.

Como consumidores, precisamos considerar nas nossas escolhas (consumo consciente, redução, reúso e reciclagem) a demanda indireta ou oculta de recursos naturais, com destaque sobre os não renováveis. Ou seja, considerar a energia (incluindo a elétrica), a água, os recursos minerais, os transportes e os processos produtivos e seus impactos no meio ambiente para orientar as nossas decisões de consumo em todos os produtos, bens e serviços que adquirimos.

Para um mundo melhor, mais consciente e solidário, mais do que aparecer com soluções emocionalmente defensáveis, é importante ser sustentável e socioambientalmente responsável, tendo por objeto iniciativas cuja efetividade seja inquestionável. É preocupante a facilidade com que a maior parte das pessoas adere de forma acrítica, aceitando o papel menos nobre de uma democracia, ao comportamento como massa de manobra. Com o progresso da ciência, a mente humana está livre para investigar, questionar e, se necessário, invalidar aquilo que não puder ser comprovado ou que não apresente um mínimo de coerência. Realidade, não palavras.

Energia: quais são os desafios, oportunidades e barreiras?

11, novembro, 2011 Deixar um comentário

ABB convida cidadão do Brasil e o do mundo a opinar sobre soluções para o setor de energia. Empresa também apresenta resultados de pesquisa realizada com profissionais do setor, legisladores das políticas governamentais e diretores financeiros.

A ABB, líder mundial em tecnologias de energia e automação, acaba de lançar a Pesquisa sobre energia 2011 para consultar consumidores de todo o mundo sobre como reduzir o impacto ambiental na geração, distribuição e uso da energia. Para participar, acesse www.abb.com.br/betterworld e responda 10 perguntas relacionadas à geração, distribuição e consumo de energia. O questionário aborda temas que vão desde a importância da geração de energia em pequena escala (ex: painéis solares instalados em residências) até a gestão conjunta da energia por empresas e países de uma mesma região. Além da pesquisa, o site também apresenta diversos estudos de casos que envolvem praticamente todas as formas sustentáveis de geração, gestão e consumo de energia, que contaram com a contribuição da tecnologia da ABB.

A mesma consulta já foi realizada globalmente este ano, com profissionais do setor de energia, legisladores das políticas governamentais e diretores financeiros. A grande maioria dos entrevistados defendeu o uso de financiamentos e incentivos fiscais governamentais para aprimorar as tecnologias e processos de forma a reduzir o impacto ambiental no setor.

“A pesquisa que estamos realizando será um importante parâmetro para direcionarmos o debate com a sociedade, governos e organizações de forma a identificar caminhos para o aprimorar o fornecimento e o consumo de energia”, comenta Marisa Cesar, Diretora de Comunicação Corporativa da ABB no Brasil. “As tecnologias para uma importante melhoria dos sistemas atuais já existem e sua adoção depende da mudança de atitude da sociedade.  Daí a importância desta consulta”, comenta a diretora da ABB.

Expectativa de negócios para a 20ª Mercopar é de R$ 110 milhões

20, outubro, 2011 Deixar um comentário

Feira de inovação industrial realizada de 18 a 21/10, em Caxias do Sul – RS, com mais de 500 expositores

Com expectativa de gerar R$ 110 milhões em negócios, a 20ª edição da Feira de Subcontratação e Inovação Industrial transforma-se, nesta semana, no centro das atenções dos setores de Automação Industrial, Borracha, Eletroeletrônico, Energia e Meio Ambiente, Metalmecânico, Movimentação e Armazenagem de Materiais, Plástico e Serviços Industriais. A Mercopar começou nesta terça-feira (18) e segue até a próxima sexta-feira (21), das 14h às 21h, no Centro de Feiras e Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul – RS. A promoção é do Sebrae/RS e da Hannover Fairs Sulamerica, empresa do Grupo Deutsche Messe AG.

Mais de 500 expositores ocuparão uma área de 19.500 m², representando o Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Inglaterra e África do Sul. Durante os quatro dias de feira são esperados mais de 30 mil visitantes, incluindo 19 missões empresariais de várias regiões do Rio Grande do Sul.

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS, Vitor Augusto Koch, destaca a importância histórica da Mercopar 2011. “Chegamos à vigésima edição da feira consolidando-a como o maior evento de subcontratação e inovação industrial da América Latina. Queremos, mais uma vez, repetir o sucesso das edições anteriores, gerando um forte impulso às empresas expositoras de diversos setores que estarão na feira, por meio da prospecção de novos negócios, de novas tecnologias e de novos clientes”, salienta.

Vitor Koch enfatiza, ainda, que a cada nova edição, “a Mercopar se transforma no palco adequado para que as empresas apresentem suas novidades, dando um salto em matéria de competitividade, com expressivo aumento no volume de vendas, valorizando e consolidando seus produtos”. O presidente do Sebrae/RS valoriza, também, a bem sucedida parceria entre a instituição e a Hannover Fairs Sulamerica, que “cria este ambiente adequado ao crescimento e a inovação constantes. Completar 20 edições consecutivas é um acontecimento importantíssimo, demonstrando que a Mercopar tem cumprido plenamente o objetivo de ser um dos mais importantes polos de negócios da América Latina, com um perfil absolutamente dinâmico e atualizado”.

Para o diretor da Hannover Fairs Sulamerica, Constantino Bäumle, a Mercopar tem entre suas principais características a capacidade de se renovar a cada edição, alcançando sua consolidação como evento gerador de negócios. “São duas décadas em que a feira consegue crescer em todos os aspectos. E neste ano não será diferente. Os expositores estão investindo em seus estandes e, o mais importante, estão otimistas quanto aos resultados que podem ser alcançados durante os quatro dias do evento. Teremos novamente uma grande Mercopar, com toda a certeza”, destaca Bäumle.

Foco nos negócios 

A 20ª edição da Mercopar conta com uma programação paralela com foco na promoção de negócios. Um dos destaques é o Projeto Comprador Nacional e Internacional, aproximando as empresas expositoras e os executivos de grandes grupos empresariais, por meio de encontros pré-agendados, impulsionando a prática da subcontratação industrial. A abertura oficial acontece nesta terça-feira, às 20h. Antes, às 17h30min, o economista e consultor financeiro e de investimentos Ricardo Amorim, apresentará a palestra “Brasil condenado a crescer: consequências, oportunidades e desafios da crise econômica mundial para as empresas brasileiras”. Também estão previstas rodadas de negócios direcionadas aos setores de Petróleo, Gás e Energia, Software e Serviços, entre outras atividades.

Megaeventos podem gerar oportunidades para o mercado de iluminação feita com LED

27, setembro, 2011 1 comentário

Segundo a International Energy Agency (IEA), 19% da energia utilizada no mundo é voltada para a iluminação, enquanto que na América Latina esta porcentagem aumenta para 24%. O que demonstra que somos menos eficientes.

O setor de iluminação está passando por um período de grandes transformações. O que tem chamado mais atenção é que os governos dos vários estados brasileiros vem demonstrando que a aplicação da iluminação com LEDs tem gerado uma economia de energia considerável nos cofres públicos, além do custo excessivo com manutenção.

Com a aproximação de dois grandes eventos, a Copa do Mundo e Olimpíadas, vislumbra-se uma projeção ainda maior de consumo. A iluminação dos ginásios e estádios, além de toda a infra-estrutura que os rodeiam, como hotéis, restaurantes, aeroportos e etc.

As lâmpadas com tecnologia LED possuem várias vantagens se comparadas às demais, se destacando em relação ao apelo ecológico, com menor impacto ambiental. Elas possuem melhor reprodução de cores, não emitem raios ultravioleta e infravermelhos, propagam menos calor e, consequentemente, atrai menor quantidade de insetos. Apresentam boa eficiência e maior vida útil, estimada em aproximadamente 50 mil horas de funcionamento. As lâmpadas de vapor de sódio, as mais utilizadas atualmente, duram até 32 mil horas, as de vapor de mercúrio, 12 mil horas, e as de vapor metálico, comuns em fachadas de prédios, 10 mil horas.


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Segundo Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), a qual a empresa O2Led é associada, a fabricação do LED hoje é bastante concentrada e passa por escala mundial, mas o custo-benefício do produto já pode viabilizar a produção no país, especialmente no  que se refere à iluminação pública, que necessita de lâmpadas de alta durabilidade.

Com toda esta gama de vantagens obtidas com a iluminação feita por LED, fica mais real a possibilidade de que as trocas sejam realizadas em um prazo menor do que o esperado. Ao optar por uma iluminação composta unicamente por LEDs, a empresa economizará cerca 50% em energia relativa à iluminação, não precisará trocar lâmpadas por 4 anos, no mínimo, e recuperará seu investimento inicial em menos de 2 anos. Em diversos edifícios comerciais e residenciais os LEDs já estão substituindo os produtos mais antigos.

“O setor está cada vez mais convencido que a geração de luz com tecnologia a LED é um caminho sem volta e em cinco anos responderá por 40% de tudo que se ilumina no Brasil”, sinaliza Roberto Cardoso, Diretor de Tecnologia da empresa.

Weg comemora 50 anos

A Weg, fundada em 16 de setembro de 1961 por Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus, comemora em 2011, 50 anos de fundação.

A empresa, que carrega em seu nome as iniciais de seus três fundadores, firmou-se como um dos maiores fabricantes mundiais de equipamentos elétricos, atuando nas áreas de comando e proteção, variação de velocidade, automação de processos industriais, geração e distribuição de energia e tintas e vernizes industriais.

Inicialmente a Weg produzia somente motores elétricos, mas a partir da década de 80, ampliou suas atividades e passou a produzir equipamentos para automação industrial, transformadores de força e distribuição, tintas líquidas e em pó e vernizes eletroisolantes.

Em comemoração ao marco de 50 anos, a Weg criou um hotsite e a partir do próximo dia 16, uma série de ações para os funcionários e comunidade.

Dentre a programação, há ações comunitárias, casamento coletivo e o sorteio de mais de R$ 1 milhão em prêmios entre os funcionários.

No hotsite você encontra, além de informações sobre as ações, um pouco da história da empresa, veja abaixo:

Linha do tempo: Conta toda a trajetória da WEG, desde sua fundação em 1961 até agora. Utilizando várias fotos, a linha do tempo mostra os principais acontecimentos das décadas de 60, 70, 80, 90 e após o ano de 2000.

Conte sua História: Todo dia uma nova história de um colaborador WEG, contadas por quem vive a empresa todos os dias.

Volta ao Mundo: A cada dia, o perfil de uma filial WEG diferente no Brasil e no Mundo, com curiosidades sobre as cidades e países onde a empresa está instalada.

Prêmios WEG: Durante os 50 anos, a WEG teve diversas conquistas. Um exemplo é o prêmio “Empresas mais Inovadoras do Brasil”, recebido pela Revista Época Negócios em 2010. No hotsite há uma galeria de todos os prêmios que a empresa recebeu nessa trajetória.

Antes e Depois: Neste link há fotos do antes e depois de alguns momentos históricos do grupo WEG, como o início do CentroWEG em 1968, a construção do Parque Fabril II em 1972 e a implantação do CCQ em 1982.

Vídeos: Mensagens de um dos fundadores da empresa, Werner Ricardo Voigt, do diretor presidente, Harry Schmelzer Jr. e depoimentos de colaboradores contando sobre a trajetória dentro da empresa.

Polo metalmecânico do RS atrai empresas paulistas

9, setembro, 2011 Deixar um comentário

Visando ampliar mercados e aumentar a visibilidade da marca, empresas paulistas investem em novas filiais na região e se reúnem anualmente na Mercopar, mais importante feira de inovação industrial da América Latina, que acontece em outubro, em Caxias do Sul.

Ponto de encontro para as empresas fornecedoras dos setores de Automação Industrial, Borracha, Eletroeletrônico, Energia e Meio Ambiente, Metalmecânico, Movimentação e Armazenagem de Materiais, Plástico e Serviços Industriais, a Mercopar é considerada hoje, em sua 20ª edição, a mais importante Feira de Subcontratação e Inovação Industrial da América Latina.

O evento acontece de 18 e 21 de outubro, no Centro de Feiras e Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul – RS e deverá reunir mais de 500 expositores nacionais e internacionais, em seus quatro dias de realização. Desses, aproximadamente 25% são empresas paulistas, que buscam ampliar ou fortalecer sua rede de contatos de negócios e clientes no Sul do País. “Elas apostam no potencial da região e seus investimentos incluem, além da participação na feira, novas filiais e representações locais” conta Constantino Bäumle, diretor da Hannover Fairs Sulamerica, empresa do Grupo Deutsche Messe AG, promotor do evento realizado em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS).

É o caso da empresa Aços Vic, com sede na capital paulista, que atua no segmento de trefilação (processo mecânico que confere aos materiais precisão dimensional e melhor propriedade mecânica) de barras de aço e de tubos e que conta com representação comercial em Caxias do Sul. “Nossa presença na Mercopar se insere na estratégia de incrementar a participação de nossa linha de produtos nos mercados da região Sul do Brasil e do Mercosul, que Caxias do Sul representa como polo industrial irradiador de conhecimento e inovação”, explica Nilton Troiani, diretor comercial. Segundo ele, a Aços Vic fornece principalmente para a indústria de autopeças e motocicletas e ainda para fabricantes de compressores, motores, eletrodomésticos e linha branca.

Nova base de negócios em Caxias do Sul

O Grupo Açotubo, de Guarulhos/SP, é um dos que investe na região e participa da feira com o objetivo de encontrar clientes e identificar novas oportunidades de projetos e negócios. “Com a nova filial em Caxias do Sul e com a de Porto Alegre, vamos atuar fortemente em todo o estado do Rio Grande do Sul”, conta José Ribamar Bassi, diretor comercial. De acordo com ele, a nova base em Caxias conta com toda a linha de produtos e serviços oferecidos pela empresa – como eixos usinados e tratados para moenda de cana, barras de aço, perfis estruturais e tubos de aço carbono, entre outros – e será o grande destaque da empresa na feira.

Recentemente a companhia anunciou a fusão com as empresas Incotep e Artex Aços Inoxidáveis, já pertencentes ao Grupo e colocou no ar seu novo portal criando um canal para orçamentos online e consultoria técnica. “Essas iniciativas devem contribuir para o alcance da nossa projeção de faturamento, que é de R$ 900 milhões este ano, e com a perspectiva de ultrapassarmos a marca de R$ 1 bilhão, em 2012”, informa o executivo.

Faturamento global de 1,6 bilhão de euros

Assídua expositora da Mercopar, a SEW-Eurodrive, multinacional de origem alemã fabricante de bens de capital, está no mercado brasileiro desde 1977 e posiciona-se como líder no segmento de acionamentos para a indústria nacional. Seus equipamentos para acionamento de máquinas são utilizados em diversos setores industriais e empregados em todo tipo de equipamento que necessite de movimento, incluindo aqueles presentes no dia a dia dos consumidores, como escadas rolantes, tetos retráteis, elevadores e esteiras de bagagem em aeroportos, entre outros. A empresa atua em mais de 44 países e possui 15 fábricas instaladas na França, Finlândia, Estados Unidos, Rússia, China e Brasil.

“Participamos há vários anos da feira sempre apresentando nossos principais lançamentos e inovações. A Mercopar é uma excelente oportunidade para estreitar o relacionamento com os clientes da região e prospectar novos negócios”, diz Alexandre dos Reis, diretor de marketing e vendas.

Segundo ele, a subsidiária brasileira possui duas fábricas (Guarulhos/SP e Indaiatuba/SP), três montadoras (Guarulhos/SP, Joinville/SC e de Rio Claro/SP), 15 filiais regionais de vendas (incluindo a filial do Rio Grande do Sul, com base em Porto Alegre), 15 centros de serviços e uma rede de representantes que cobre todo o País. “Empregamos cerca de 1.700 profissionais no Brasil e nossa estrutura inclui ainda 75 montadoras localizadas em vários pontos do mundo. Atualmente, o Grupo conta com mais de 13 mil funcionários e fatura globalmente cerca de 1,6 bilhão de euros”, finaliza Reis.