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Fundação Vanzolini apoia empresas do ABCD Paulista a exportarem

O PEIEX – Projeto Extensão Industrial Exportadora no Estado de São Paulo –, de responsabilidade da Fundação Vanzolini, tem como objetivo trazer melhorias de gestão, aumento de competitividade e capacidade exportadora às empresas do ABCD Paulista, ajudando a alavancar a geração de negócios no mercado global.

De forma gratuita, o projeto desenvolve para cada empresa participante planos de ação de aperfeiçoamento no mercado brasileiro e internacional. Além de receber um diagnóstico que mostra oportunidades de competitividade no mercado interno e externo, a empresa pode ter acesso a ações de promoção comercial da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, como viagens para feiras internacionais e rodadas de negócios com compradores estrangeiros.

A Fundação e a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, braço do Consórcio Intermunicipal Grande ABC para as ações voltadas à economia regional, assinaram, no final de maio, o Termo de Adesão e Cooperação Técnica para ampliar as ações do PEIEX nos 7 municípios que compõem a região. O convênio permanece até 2017, e deve atender mais de 400 companhias.

Segundo Felipe Bussinger Lopes, Gestor do Projeto no Estado de São Paulo, a perspectiva é aumentar o número de empresas exportadoras nos 2 anos do novo ciclo do projeto, para que possam trabalhar no mercado internacional.

Para mais informações, acesse o site do programa: www.peiexsp.com.br

A Fundação Vanzolini é uma instituição privada, sem fins lucrativos, mantida e gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.


Vendas brasileiras para a China devem triplicar até 2021, aponta estudo

Até 2021 a venda de bens e serviços nacionais para o exterior crescerá de 50% a 100% em praticamente todos os setores de exportação do País, informa pesquisa realizada pela Ernst & Young. A China aparece como o principal parceiro comercial do Brasil, já que as exportações brasileiras para o país passarão de US$ 44 bilhões, em 2011, para US$ 125 bilhões, em 2021. O mercado chinês representará mais para o Brasil do que Estados Unidos e América Latina combinados. Os três setores que experimentarão os maiores aumentos no volume de negócios serão metais, combustíveis brutos e minerais.

O estudo “Time to tune in: Latin American companies turn up the volume on global growth”, realizado em cooperação com a Oxford Economics, traz dados sobre a estratégia de internacionalização de companhias brasileiras e aponta que atualmente 68% das receitas das empresas nacionais que operam fora do País vêm de países emergentes.

Baseado em entrevistas com mais de 600 empresários do Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México, realizadas entre novembro e dezembro de 2012, o relatório aponta que a expansão para além das fronteiras nacionais é necessária para preparar as companhias para novos desafios domésticos e estrangeiros.

O estudo mostra ainda que a estratégia predominante dos brasileiros que investem no exterior é a aquisição de empresas nos países de destino. Para adequar-se ao ambiente em países que contam com uma realidade bastante distinta da brasileira, as companhias têm buscado também diversificar seus cargos de gestão, atraindo profissionais com experiência profissional internacional.


Produção de veículos deve crescer 25% até 2017, segundo Anfavea

Luiz Moan Yabiku Júnior, novo presidente da Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores – Anfavea e executivo da General Motors, disse em 22 de abril que a indústria automotiva nacional deverá aumentar a capacidade produtiva em cerca de 25% até 2017, chegando a 5,6 milhões unidades por ano. 

Para Yabiku, a maior dificuldade está na qualidade dos carros que serão produzidos e não apenas na quantidade. “O nosso grande desafio é produzir dentro de padrões internacionais, uma indústria mais inovadora, tecnológica e, fundamental, forte em autopeças.”

De acordo com ele, a Anfavea defende a criação de um programa de incentivo à indústria de autopeças, visando à produção de elementos tecnologicamente avançados. Todos os componentes eletrônicos avançados utilizados nos veículos atualmente, segundo Yabiku, vêm do exterior. “Quando se fala em alternador de alta capacidade, não há fabricação aqui no Brasil. No entanto, para qualquer montadora atingir o índice de eficiência energética do Inovar-Auto vai precisar colocar esse tipo de alternador”, destacou.

O novo presidente da Anfavea informou que pretende mais que dobrar, a médio prazo, a exportação de veículos, hoje é de 420 mil unidades por ano. Em 2005, esse número era de 900 veículos anuais. “No próximo triênio o grande desafio será a exportação. Estamos conversando com o governo e pretendemos lançar uma nova política automotiva voltada para a exportação. Quem sabe criar o Exportar-Auto, uma política voltada à comercialização de exportação.”

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Competitividade – a chave que recoloca a indústria no rumo do País emergente

8, fevereiro, 2013 Deixar um comentário

O que existe para lembrar de 2012 é a esperança de que as medidas semeadas ao longo do período comecem a frutificar e construam um PIB mais encorpado neste ano que começa. As melhores esperanças para a indústria estão no elenco de providências introduzidas ou anunciadas em 2012.

A redução das tarifas de energia elétrica, que mereceu especial atenção e pressão da indústria, levou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp à televisão para defender a redução e pedir apoio para a presidência da República em sua disputa com concessionárias do Sudeste refratárias à proposta. Até quanto se sabia, o governo estaria disposto a abrir mão de impostos para manter a promessa dos 20% de redução.

A proposta tem tripla importância. Em primeiro lugar, permite às indústrias e às empresas em geral usar a redução no financiamento de melhorias de suas próprias instalações. Certamente ela poderá contribuir para a diminuição dos custos, tornando a empresa mais competitiva quando chegar a vez da fixação dos preços. Por fim, os benefícios se acumulam ao longo da cadeia produtiva, em que as reduções de preço oferecidas por cada fornecedor serão somadas para tornar o produto final mais competitivo na ponta do consumidor final.

A queda da taxa de juros também sobreviveu a pressões que surgiram de áreas preocupadas com uma inflação superior ao chamado centro da meta. A manutenção da política é fundamental para que os agentes econômicos ganhem confiança necessária para iniciativas de médio e longo prazo.

Aumentaram de forma importante também as preocupações com a inovação. Governo e entidades ligadas à indústria instituíram estímulos financeiros e premiações para desencadear um esforço criativo que desemboque em maior competitividade para os produtos fabricados no Brasil.

No último trimestre de 2012 o câmbio já se mostrou mais favorável à exportação, e sua flutuação será monitorada em função das necessidades de nossos exportadores.

Novas luzes aparecem no fim do túnel, e elas proveem da reativação dos mercados norte-americano e europeu. De acordo com os números da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, entre janeiro e outubro de 2012, os EUA importaram do Brasil US$ 2,190 bilhões em máquinas e equipamentos, crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2011. Na mesma época, a Europa importou 17% a mais, totalizando US$ 2,254 bilhões em pedidos… leia a integra do artigo, clicando aqui.


Árabes compram 19,3% mais máquinas do Brasil

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, as vendas em 2012 para os países do Oriente Médio e Norte da África cresceram 17,8%, totalizando US$ 362,05 milhões.

Os principais destinos árabes das exportações nacionais de maquinário foram Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Argélia, Egito e Omã. Para os saudistas, em 2012 o Brasil exportou 19,3% a mais que em 2011, somando US$ 117,28 milhões em produtos.

Fêmen e Iraque foram os destinos que tiveram os maiores aumentos. As vendas para o Lêmen passaram de US$ 172,9 mil em 2011 para US$ 2,01 milhões em 2012, um aumento de 1067%. Já o Iraque comprou 399% mais bens de capital mecânicos do Brasil no ano passado, totalizando US$ 12,43 milhões.

Ainda de acordo com a Abimaq, em 2012 o faturamento bruto do setor de máquinas e equipamentos fechou em R$ 80 bilhões, 3% a menos frente a 2011. Os países da América Latina foram os principais destinos das exportações nacionais, seguidos pela Europa e pelos Estados Unidos.


Programa Mais Alimentos faz sua 1ª exportação de máquinas agrícolas

A previsão é de que o Brasil efetive até o final do ano a primeira exportação de máquinas e implementos agrícolas viabilizada pelo Programa Mais Alimentos, do Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA. O anúncio foi feito pelo ministro Pepe Vargas durante o Seminário de Planejamento Estratégico 2013 promovido pela Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq em 19 de outubro, em Ribeirão Preto (SP). Vargas disse que o primeiro embarque deve ser para Cuba.

“Temos aprovado pela Câmara de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, orçamento de US$ 615 milhões para estimular as exportações de implementos e máquinas agrícolas”, relatou. Além de Cuba, o MDA avalia oportunidades de exportações para Moçambique, Zimbábue e Gana.

O seminário contou com palestras sobre diversos temas, como os resultados do recente Censo Demográfico e Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e suas consequências para o setor de máquinas e implementos agrícolas; a contribuição da indústria de máquinas e implementos agrícolas para o desenvolvimento do sistema de Integração LavouraPecuáriaFloresta no Brasil; e o que o Banco Nacional do Desenvolvimento pode fazer pela consolidação e fortalecimento do setor.


Abimaq promove encontros para incentivar a exportação

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq organiza em várias cidades reuniões de alinhamento estratégico para o Brazil Machinery Solutions – BMS, programa que tem como objetivo promover as exportações no setor e fortalecer a imagem do País como fabricante. Esses encontros já ocorreram no Sul, Sudeste e Nordeste.

Fruto da parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, o projeto conta com diferentes ações no exterior para aproximar os empresários brasileiros dos mercados de interesse. Atualmente a Abimaq se relaciona com países das Américas, além de Angola, África do Sul, Índia e Rússia.

Uma das inovações da entidade na busca pelo crescimento das exportações é o Warm Up, que, como o próprio nome diz, é um “aquecimento” para as principais feiras do setor de máquinas e equipamentos realizadas nos países prioritários do programa na América Latina (Argentina, Chile, Colômbia e Peru). É um evento de relacionamento entre fabricantes brasileiros (que participarão das feiras junto ao BMS) e compradores, servindo para estimular os negócios. Somam-se a essa ação outras atividades, como missões comerciais, rodada de negócios e ações em mídias estrangeiras.


Exportação de máquinas brasileiras para a Argentina ganha impulso

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e o Banco de la Provincia de Buenos Aires fecharam parceria para o financiamento de exportações brasileiras de máquinas e equipamentos para a Argentina. De maneira similar aos financiamentos concedidos pelo BNDES no Brasil por meio da linha Finame, o banco argentino será um dos credenciados, assumindo o risco do crédito do importador. Foi estabelecido US$ 20 milhões para o Banco de la Provincia de Buenos Aires, que será fornecido por meio do Exim Automático, na fase pós-embarque.

Os desembolsos dos recursos serão realizados pelo BNDES em reais diretamente aos exportadores, no Brasil, que receberão o pagamento a vista logo após o embarque de suas mercadorias. Nessas operações, não há remessa de recursos do BNDES para o exterior.

Atualmente, há 18 bancos credenciados para operar com o BNDES Exim Automático, localizados em dez países. Eles estão habilitados para financiar cerca de US$ 800 milhões em máquinas e equipamentos exportados do Brasil. Já foram realizadas mais de 50 operações em seis países, abrangendo 16 bancos no exterior.

Rodada de negócios com empresários do Brasil e da Argentina
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, Paulo Skaf, recebeu em 18 de setembro pela segunda vez em menos de quatro meses o secretário do Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, que veio acompanhado por 100 empresários argentinos do setor de autopeças e acessórios automotivos. Na Fiesp, o grupo se reuniu com 100 empresários brasileiros.

Segundo a Fiesp, o setor de autopeças e acessórios responde por mais de 1/3 das exportações brasileiras para a Argentina, cujo fluxo vem caindo neste ano. De janeiro a agosto, o Brasil vendeu 18% a menos ao país vizinho e, a Argentina, 6% a menos ao Brasil, se comparado ao mesmo período de 2011. O superávit do Brasil também teve redução de 54%.


Estímulo à produção nacional – governo aumenta imposto de importação de 100 produtos

O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior – Camex anunciou na última terça-feira (4) que vai aumentar o imposto de importação de cem produtos, estabelecendo uma alíquota máxima de até 25%. A alíquota ainda assim está abaixo do teto de 35% estabelecido pela Organização Mundial de Comércio – OMC.

Entre os produtos incluídos na lista, estão polímeros de cloreto de vinila, centro de usinagem, válvulas tipo esfera, fios de aço silício-manganés, geradores, além de alguns mais conhecidos do consumidor final, como batatas, pneus e tijolos. Para acessar a lista completa e as novas tarifas, clique aqui.

A medida deve ser implementada até o final deste mês, após consulta aos países membros do Mercosul. “Agora vamos comunicar aos parceiros do bloco. Normalmente, não há objeção e eles têm 15 dias de prazo para se manifestar. Então, estaremos com a lista valendo por volta do dia 25 deste mês”, disse Fernando Pimentel, ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC.

Para Guido Mantega, ministro da Fazenda, a decisão, além de animar os fabricantes nacionais, vai beneficiar o consumidor. “Está havendo um aumento do imposto de importação para determinados produtos de modo a estimular a produção nacional. Porém, nós vamos fiscalizar os preços desses produtos, porque, se houver aumento no mercado interno, haverá inflação e nós não queremos isso”, analisa. Caso a indústria elevar os custos, “a nova alíquota será derrubada imediatamente”.


Porto do RJ terá investimento de R$ 3 bi

Até 2016, o Porto do Rio de Janeiro receberá cerca de R$ 3 bilhões, o que deverá aumentar em 80% sua capacidade. Os recursos virão da iniciativa privada e das três esferas de governo (federal, estadual e municipal). O programa, intitulado Porto do Rio Século 21, prevê a dragagem da Baía de Guanabara para receber navios maiores, a construção de um píer para expandir o terminal de passageiros e a reformulação e a construção de rodovias, ferrovias e terminais de carga na zona portuária.

Segundo Júlio Lopes, secretário estadual de Transporte, os projetos devem aumentar o fluxo de mercadorias em mais de 50% a partir de 2013. “O importante é que haverá aumento na operação portuária do Rio de Janeiro, gerando mais imposto para a cidade e o Estado”, disse.

Com as iniciativas para ampliar a malha ferroviária nos próximos dez anos, as cargas vindas pelas ferrovias com destino ao porto devem passar a responder por 15% do total – cinco vezes mais que a participação atual.

Para Jorge Luiz de Mello, presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro (concessionária do porto), os acessos por terra são os mais urgentes, pois o planejamento para as vias marítimas já está pronto e bem equacionado. A companhia prevê crescimento de 50% no número de veículos na zona portuária até 2015, que deve chegar a 820 veículos por dia, sendo a maioria carretas de grande porte.

O recorde de exportação do porto é quase dez milhões de toneladas de mercadorias. Mello acredita que, após a conclusão das obras, a movimentação deve chegar a 25 milhões de toneladas.

O programa prevê ainda a construção de estacionamento de 45 mil m2 com oferta de serviços de restaurante, hotel, banheiros e central de informações.

Fonte: com informações da Agência Brasil.