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Novas soluções da FEIMEC e MECÂNICA para modernizar seu parque fabril

NEI reúne, na edição de maio/16 da Revista NEI mais de 30 novos produtos que serão apresentados na FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, que acontece de 3 a 7 de maio, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, e na 31ª Feira Internacional da MECÂNICA, de 17 a 21 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Somados aos produtos da seção “Pré-mecânica industrial”, divulgada em abril, reunimos cerca de 60 novidades, mostrando as mais recentes tecnologias aplicadas a máquinas e equipamentos.

Pela importância dos dois eventos, considerando seu papel na apresentação de novas e modernas tecnologias, NEI dedicou essas duas edições à FEIMEC e à MECÂNICA com o simples objetivo de permitir que você, profissional da indústria, conheça e encontre soluções para melhorar e modernizar seus processos produtivos, além de ajudá-lo a programar sua visita às feiras.

As inovações tecnológicas estão acontecendo rapidamente; basta acompanhar os avanços e desafios proporcionados pela Indústria 4.0. O tema, inclusive, gerou uma grade especial de palestras e apresentações. Na FEIMEC, uma Fábrica Inteligente mostra os princípios da Manufatura Avançada – tema que ganha seminário próprio e acontece em conjunto com o VI Simpósio Internacional de Excelência em Produção, realizado pela VDI em parceria com a Abimaq, e que este ano traz o tema “Indústria 4.0 – Curto, Médio e Longo Prazo”.

Na Feira da MECÂNICA, o vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências e professor titular de engenharia de produção da USP, João Fernando Oliveira, ministrará a palestra “Desafios Industriais: Novos Modelos de Negócio e Sustentabilidade”, colocando em pauta os desafios que a indústria enfrentará nos próximos anos, entre eles, a valorização da venda de serviços e da qualidade e durabilidade dos produtos.

NEI consultou também alguns especialistas para conhecer as tendências do setor de mecânica, e a sustentabilidade apareceu como uma delas. Amauri Hassui, professor doutor da UNICAMP, explica que dentro desse contexto as maiores tendências são análise do ciclo de vida dos produtos e a possibilidade de reciclagem. “A busca é por produtos que apresentam menor impacto ambiental e tenham vida mais longa, por materiais mais fáceis de ser reciclados e por processos que consumam menos insumos (inclusive energia)”, afirma.

O tema Indústria 4.0 mais uma vez é mencionado, e a conectividade dos equipamentos aparece como tendência, como diz Fabio Lima, professor de engenharia de produção do Centro Universitário FEI. Esses novos desafios vão exigir do profissional da indústria, sobretudo do engenheiro, um perfil multidisciplinar para interagir com as várias áreas do conhecimento e se adaptar às novas tecnologias, como prevê Adalto Farias, também professor do Centro Universitário FEI, mas da engenharia mecânica.

Portanto, conhecimento é fundamental nessa nova era, que promete revolucionar os meios produtivos.

 


Incrementando o chão de fábrica

Além de apresentar as mais recentes tecnologias aplicadas a máquinas e equipamentos, e fomentar novos negócios, as megafeiras espelham o comportamento da indústria diante das oscilações da economia. É um bom momento para observar como as empresas estão usando as pressões decorrentes da crise para dela emergir em melhores condições e com novas soluções.

Neste mês, a FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, em sua 1ª edição, e a 31ª Feira Internacional da MECÂNICA, ambas voltadas ao setor de mecânica, representam uma dupla oportunidade para que você, profissional da indústria, conheça novas tecnologias, visite espaços dedicados a inovações e também assista a palestras e seminários sobre temas que impactam nos negócios, como Indústria 4.0, impressão 3D e eficiência energética, entre outros. Esses megaeventos são, portanto, um reflexo natural da importância que as máquinas e os equipamentos exercem no desempenho da planta e da própria empresa.

Por isso, a edição de NEI de maio/16 divulga mais notícias de produtos que serão apresentados nas duas feiras, reunidos a partir da página 10 (alguns deles estão na capa), permitindo que você conheça e encontre soluções para melhorar seus processos, aumentar sua produtividade e planejar seus investimentos futuros. Essa amostra é ainda complementada por outros produtos industriais pesquisados por NEI Soluções nos mercados nacional e internacional, distribuídos pela edição.

Conhecimento é uma ferramenta importante para a inovação. E a indústria, para se manter competitiva, precisa também acelerar o desenvolvimento de seu pessoal. As tecnologias renovam-se com grande velocidade, portanto, a necessidade de atualização é permanente na indústria e condição essencial para sua modernização.

Por isso, há mais de 42 anos, NEI acompanha a dinâmica do mercado industrial, pesquisando e produzindo conteúdos que possam ajudar os profissionais que atuam nas mais diversas áreas da indústria a encontrar soluções para suas atividades.

 


As inovações das grandes feiras

2, abril, 2014 Deixar um comentário

A partir deste mês, inicia-se o ciclo das grandes feiras industriais. Em abril acontece em Hannover, na Alemanha, o maior evento global de tecnologias desenvolvidas para a indústria: a Hannover Messe, que este ano destacará, mais uma vez, a importância da integração e sincronização das tecnologias na produção industrial. Um caminho importante para a indústria integrada 4.0 – a quarta revolução industrial, que prevê maior produção e flexibilidade a partir da integração de sistemas, tudo apoiado pela internet.

Em maio, acontecerá em São Paulo a Feira Internacional da Mecânica, o evento do setor mecânico de maior expressividade na América Latina e que este ano chega à sua 30ª edição. Uma grande oportunidade para desenvolver novos fornecedores e conhecer os avanços tecnológicos que podem apoiar o processo de modernização dos parques fabris. A atualização tecnológica é cada vez mais necessária para que a indústria atinja melhores índices de produtividade e qualidade e possa competir globalmente.

Uma amostra dos lançamentos de produtos dessas duas megafeiras você conhece na seção especial de abril de NEI.com.br. Pesquisados junto aos expositores, esses produtos foram selecionados pelo seu grau de atualização e inovação. Uma contribuição importante para você estar a par dos mais recentes desenvolvimentos tecnológicos. Em maio, NEI.com.br terá uma nova seção dedicada à Feira da Mecânica, que reunirá mais lançamentos de produtos, complementando a seção de pré-feira de abril. Aguardem!

A seção de artigos do NEI.com.br traz o 3º case da série Modernizar ou Modernizar, destacando a trajetória da Abrasfer, fabricante nacional de escovas industriais, que decidiu investir na modernização de seu parque fabril, melhorando a qualidade de seus produtos e níveis de produtividade. Mesmo com a forte concorrência chinesa. Um exemplo de bom planejamento, ousadia e investimento em novas e modernas tecnologias. Esse trinômio pode fazer a diferença, principalmente para empresas que estão tecnologicamente defasadas. De acordo com o Documento Nacional 2013 – A Situação da Manutenção no Brasil, realizado pela Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos – Abraman, 60% do parque fabril brasileiro tem equipamentos e instalações em operação entre 11 e 40 anos.

Manter-se tecnologicamente atualizado não é uma opção. É uma exigência.


Saiba como a Metalplan conquistou a ISO 50001

Pensando em reduzir os custos com energia, colaborar para a preservação do meio ambiente e gerar maior competitividade, a Metalplan, de Cajamar (SP), fez as mudanças exigidas e obteve em fevereiro de 2012 a Norma ISO 50001 – Sistemas de gestão da energia, sendo uma das empresas brasileiras pioneiras nessa conquista.

Segundo a ABNT, essa norma, válida a partir de julho de 2011, especifica requisitos para a implementação, a manutenção e a melhoria de um sistema de gestão da energia cujo propósito é habilitar organizações a seguir uma abordagem sistemática para atendimento da melhoria contínua de seu desempenho energético, incluindo eficiência, uso e consumo.

“Baseada na larga experiência em setores econômicos nacionais, a 50001 poderá influenciar até 60% da demanda de energia mundial e, embora originalmente direcionada à indústria, pode ser aplicada a todo tipo de organização”, disse Alvaro Braga Alves Pinto, engenheiro elétrico da Eletrobras e membro da comissão brasileira de avaliação e modificação da norma.

Assista à entrevista com Carlos Martins, diretor da Metalplan, e saiba como foi o processo para conquistar a certificação e o que isso, na opinião dele, poderá trazer de vantagens para a empresa, os clientes e o meio ambiente.


Mecânica 2012 – setor de bens de capital mecânicos prevê faturar R$ 267,5 bi em 2011-2014

Duas mil marcas estarão em exposição na 29a Feira Internacional da Mecânica, de 22 a 26 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. O evento contemplará 25 setores, como automação e controle de processos, tratamento ambiental e refrigeração, solda e tratamento de superfícies, movimentação e armazenagem e máquinas-ferramenta.

Os expositores, além de apresentarem lançamentos de produtos e novas tecnologias para impulsionar a indústria, buscarão ampliar os negócios e fazer contatos com 105 mil compradores esperados.

A previsão de faturamento nacional da indústria de bens de capital mecânicos para 2011-2014, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, é de R$ 267,5 bilhões. De 2006 a 2009, a receita atingiu R$ 180,8 bilhões. Para o período de 2011 a 2014, os eventos esportivos e a exploração de petróleo e gás devem ajudar o crescimento do mercado interno, conforme as projeções da entidade.

Em 2011, o faturamento bruto real da indústria brasileira de bens de capital mecânicos foi de R$ 81,2 bilhões, o que representa crescimento de 9,2% em comparação a 2010, de acordo com a Abimaq. Os setores que mais influenciaram o aumento no ano passado foram máquinas agrícolas e bens sob encomenda, com 30,1% e 6,2%, respectivamente, em relação ao ano anterior.

A globalização do mercado está visível na presença de 850 marcas de cinco países, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Turquia e China. Vale a pena registrar a presença da indústria norte-americana, empenhada em um forte processo de recuperação de mercados internacionais e de fatias do próprio mercado interno, que perdeu para o marketing mais agressivo dos asiáticos.

O estudo United States Manufacturing Technology Orders – USMTO, elaborado com dados estatísticos da The Association for Manufacturing Technology – AMT e da American Machine Tool Distributors’ Association – AMTDA, apontou receita de US$ 519.98 milhões em dezembro de 2011. Houve crescimento de 12,2% se comparado a novembro anterior e aumento de 12,7% em relação aos US$ 461.48 milhões registrados em dezembro de 2010. Com o acumulado de US$ 5,508.81 bilhões, a indústria cresceu 66,4% em 2011 em comparação ao ano anterior.

“Em 2011, a análise USMTO apresentou resultados melhores do que nos últimos dez anos, o que leva os Estados Unidos à recuperação em 2012”, disse o presidente da AMT, Douglas K. Woods. “Os 66,4% de aumento são quase 20 pontos porcentuais a mais do que os especialistas previram.”

As empresas norte-americanas trazem para a Feira da Mecânica a disposição de confirmar e melhorar os números desta recuperação.

A Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções antecipa 55 lançamentos que estarão em exposição na 29a Feira Internacional da Mecânica. Clique aqui e confira.


Saber o que olhar

Sobre a Economia pode-se dizer o mesmo que já se disse da Política. Tal como as nuvens, ambas oferecem visões diferentes a cada instante. As diferenças que exibem são acrescentadas àquelas que observadores imersos nas paixões do processo político-eleitoral encontram de tanto desejar encontrar. Em resumo, quando as duas coisas se somam, como neste ano de eleições, é preciso encontrar um ponto de apoio menos instável, sobre o qual podemos construir as decisões da rotina profissional.

Um apoio desse tipo podemos encontrar na indústria automobilística, tanto pelo próprio peso que possui na economia como pelas importantes cadeias produtivas que ela lidera e estimula antes e depois de colocar seus produtos no mercado.

As associadas Peugeot – Citroën, mais a Mitsubishi e a Renault, por exemplo, vão investir cerca de R$ 3,2 bilhões nos próximos anos, boa parte deles nos próximos dois anos. Os investimentos somados da Ford, General Motors e Volkswagen, por sua vez, alcançam R$ 13 bilhões. A Toyota constrói nova fábrica e aplica R$ 1 bilhão, de olho no mercado estimado de 4 milhões de carros nos próximos três anos. A Hyundai trabalha na mesma direção e está erguendo uma nova fábrica. Basta imaginar, a partir desses números, a demanda de máquinas, equipamentos e serviços que serão indispensáveis para transformar esses investimentos em produtos nos pátios das fábricas e dos revendedores.

Um segundo e igualmente confiável ponto de apoio é a Feira da Mecânica, que acontece nesta primeira quinzena com número excepcional de expositores e perspectivas ainda melhores de negócios.

Em resumo, é melhor observar o mercado e seus números do que confiar na meteorologia político-eleitoral.