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Eletroeletrônica: setor deve receber R$ 28 bi de investimentos entre 2015 e 2018

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES estima investimento de R$ 28 bilhões no Complexo Eletrônico entre 2015 e 2018, o que representará crescimento real de 25,9% em relação ao montante aplicado de 2010 a 2013. O Complexo Eletrônico envolve a indústria eletroeletrônica, que engloba componentes eletrônicos, eletrônica de consumo, equipamentos eletrônicos e de comunicação, automação industrial e informática; e também a indústria de software e serviços de Tecnologia da Informação.

No total, os investimentos na economia brasileira devem exceder R$ 4,1 trilhões no período, segundo a pesquisa do banco, nomeada “Perspectivas do investimento 2015-2018 e panoramas setoriais”. Esse valor é 17% superior ao investido entre 2010 e 2013. A indústria deve receber R$ 909 bilhões, 18,5% a mais que no período anterior. No atual quadriênio os investimentos são mais intensivos em tecnologia e menos em capital, visando, inclusive, à pesquisa e ao desenvolvimento de novos produtos.

No mercado de equipamentos do Complexo Eletrônico, segundo o estudo, o valor agregado se concentra cada vez mais nos componentes estratégicos dos produtos, isto é, em chips (circuitos integrados) e displays, porém para explorar o mercado de microeletrônica e displays, os investimentos são grandiosos (bilhões de dólares) e a qualificação tecnológica é um desafio, com muitos riscos. Cada vez mais a eletroeletrônica se beneficia dos recursos da informática.

Informa o relatório que os chips concentram a “inteligência” dos produtos na medida em que vão se tornando mais integrados, reunindo em um único componente: microcontroladores, processadores de dados e imagens, sensores e memória, entre outros. Há poucos anos, essas atribuições eram distribuídas entre diversos componentes. Desse modo, concluiu o estudo, o valor agregado na cadeia de bens eletrônicos se concentra mais a cada dia nas empresas que projetam e fabricam chips.

Uma das tendências dos chips é a miniaturização, a fim de permitir que a eletrônica esteja embarcada em todos os itens, incluindo eletrodomésticos e roupas, seguindo a tendência da Internet das Coisas. Além do tamanho, evoluem para utilizar cada vez menos energia, pois um dos grandes desafios para a expansão da eletrônica está em como carregar tantos dispositivos diferentes com chips embarcados. Há também a tendência de uso de novos materiais em chips e displays e formas de fabricação, saindo do modelo-padrão da utilização do silício e processos de difusão e deposição de gases em salas limpas e direcionando-se para a eletrônica orgânica, isso é, com base no carbono, cujos processos fabris associados exigem menor investimento em capital, o que pode mudar o padrão de concorrência no futuro, informa a pesquisa do BNDES

No futuro breve, a eletroeletrônica se beneficiará também da Indústria 4.0 (entre os conceitos estão o uso intensivo de robôs e o fluxo de dados proporcionado pela conectividade de pessoas e coisas), que proporcionará a criação de cadeias de suprimento mais flexíveis, adaptáveis e capazes de produzir produtos customizados em massa, tendendo a trazer a manufatura novamente para locais mais próximos aos mercados consumidores, impactando a divisão de trabalho da economia mundial, conforme consta no relatório.

Para esse novo cenário, lembra o estudo, a infraestrutura deverá ser capaz de armazenar (cloud computing), processar (alto desempenho computacional) e comunicar (ultrabanda larga) elevada quantidade de dados, disponibilizando-os em todo lugar (celulares, tablets, carros, eletrodomésticos, robôs, sensores) e por qualquer meio (redes de satélites, fibra óptica, sem fio e metálicas cabeadas). Um volume de dados da ordem de terabits exigirá o desenvolvimento de novos sistemas computacionais, elementos de rede, meios de comunicação (intenso uso da fotônica), elementos de armazenamento de dados e computadores com alto paralelismo e poder de processamento.

Na pesquisa do banco consta a afirmação de que o Complexo Eletrônico tem sido recorrentemente um dos focos estratégicos de políticas de desenvolvimento econômico nacional. Iniciativas atuais de destaque são o Plano TI Maior e a Portaria 950 do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que aumenta os benefícios fiscais da Lei de Informática para os produtos que, além de fabricados no Brasil, forem desenvolvidos localmente.

Cada vez mais a informática está associada à indústria eletroeletrônica. Já fazendo uso ou não da informática, há 60 novos produtos de eletroeletrônica para otimizar seus processos na seção de Eletroeletrônica no NEI.com.br.

E muito mais novidades você encontrará nas próximas edições da Revista e no site NEI, já que a Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções visitará neste mês a 28ª FIEE – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação, entre os dias 23 e 27, no Anhembi, em São Paulo – SP, para levar a você as informações técnicas dos lançamentos do setor. São cerca de 700 expositores nacionais e internacionais, representando mais de 1.400 marcas, que apresentarão suas novidades para um público esperado de 60 mil compradores.

Uma das novidades da feira é a setorização com sinalização diferenciada para os quatro setores macro (equipamentos industriais, eletrônica, automação e energia). As outras são: Ilhas Temáticas, apresentação prática das tecnologias em espaços reservados em cada setor; showroom de lançamentos na entrada da feira; e workshops gratuitos em pequenos auditórios para mostra de produtos/serviços. Para completar as atrações, nos mesmos dias em que ocorrerá a FIEE, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee realizará no hotel Holiday Inn Parque Anhembi, o Abinee TEC 2015 – Fórum de Sustentabilidade, Energias Alternativas e Eficiência Energética. Serão abordados os temas: aperfeiçoamento do setor elétrico brasileiro, eficiência energética e segurança das instalações, Lei de Informática, inovação, startups, sustentabilidade e futuro das micros, pequenas e médias empresas no Brasil.

Projeções econômicas para 2015

Dada a necessidade de ajustes na economia do País, para 2015 o setor não projeta aumentos significativos nos negócios, segundo a Abinee. O faturamento deverá apresentar crescimento nominal de cerca de 2% em relação a 2014, somando R$ 163 milhões, sendo modesto em todas as áreas.

As importações deverão ficar no mesmo patamar de 2014, atingindo US$ 41,9 bilhões, influenciadas pela estabilidade esperada para o mercado interno. Por sua vez, as exportações deverão ficar 1% abaixo das realizadas em 2014, registrando US$ 6,6 bilhões. Os investimentos do setor em 2015 ficarão 2% acima em relação aos de 2014, de R$ 4 bilhões, e o número de empregados permanecerá em 175 mil.

Projeção para var. % do faturamento nominal do setor

2015 x 2014

Áreas                                          Var %

  • Automação Industrial                                           6%
  • Componentes Elétricos e Eletrônicos             5%
  • Equipamentos Industriais                                   6%
  • GTD                                                                              -4%
  • Informática                                                                0%
  • Material Elétrico de Instalação                         6%
  • Telecomunicações                                                  4%
  • Utilidades Domésticas                                           2%
  • Total                                                                              2%

NEI e Mecânica juntas para o crescimento da indústria nacional

1959
Enquanto a Revista NEI era editada nos Estados Unidos pela Thomas Publishing Company (desde 1933), chegando ao Brasil na década de 1970, Caio de Alcantara Machado com patrocínio do Sindicato da Indústria de Máquinas do Estado de São Paulo, promoveu a primeira edição do evento, chamado de Feira Mecânica Nacional – FMN, de 14 a 29 de novembro de 1959, no Parque Ibirapuera. Reuniu em 20 mil m2 cerca de 220 expositores nacionais, sendo 50 de máquinas operatrizes, e 200 visitantes em geral. O discurso de abertura do general Stênio Caio de Albuquerque, comandante do II Exército, representando do presidente da República, abordou a expansão do setor industrial, a oferta de subsídios para equipar o Nordeste e as possibilidades de atingir o mercado latino-americano. Entre os destaques do evento, estava o torno de 10 m de comprimento da Promeca. Na ocasião, ocorreu a 3ª Exposição Paulista de Inventores.

1974
Pouco antes da 10ª FMN, em março, foi lançada a Revista NEI no Brasil, já antecipando na edição de junho de 1974 produtos que foram apresentados na FMN. A primeira Revista do mercado industrial, gratuita e interativa (cartão resposta), que começou com tiragem de 25 mil exemplares (hoje mais de 68 mil), nasceu na época em que havia incentivo à indústria local, surgindo necessidade de divulgar os produtos e aproximar vendedores e compradores. Naquele ano, a FMN, já bianual desde 1966, foi realizada de 12 a 21 de junho (duração reduzida para dez dias em 1972), no Anhembi (local desde 1972) pela sexta vez com a 6ª Feira da Indústria Eletroeletrônica – FEE (origem da FIEE). Totalizou 268 expositores e 45 países compradores – o número de participações internacionais crescia a cada edição.

1994
Dois anos após a primeira Revista NEI Top Five, que reunia os resultados da Pesquisa de Preferência de Marca (lançada em 1981), o evento, em sua 20ª edição, teve seu nome alterado para Feira Internacional da Mecânica (originou a Feimafe em 1989 e Feiplastic em 1987, antiga Brasilplast), sendo realizado em seis dias. De 21 a 26 de março, reuniu 1.284 expositores, sendo 612 internacionais (dobro da edição anterior), e 132.500 visitantes nacionais e 1.238 estrangeiros, em 35 mil m2, destinando 2 mil m2 para a 5ª Feira Latino-Americana de Subcontratação Industrial. Desde 1978, estava crescendo a participação de pequenas e médias empresas. Como tradição, nas edições de fevereiro e março de 1994, a Revista NEI antecipou os lançamentos da feira.  

2012
Além de antecipar as novidades da 29ª Feira Internacional da Mecânica, realizada de 22 a 26 de maio em 85 mil m2 do Anhembi, em duas edições, no mesmo ano houve reformulação do NEI.com.br, trazendo novas funcionalidades e novo leiaute, e lançamento da versão tablet, somando ao conjunto de mídias da editora (ao longo dos anos a Revista originou: NEI.com.br em 2006, versão móbile, Blog NEI, NEI News e serviços de internet). Em 2012, pela primeira vez a equipe editorial produziu reportagens em vídeo durante o evento para divulgação nas mídias digitais; antecipou no Blog NEI – diariamente semanas antes e durante o evento –, notícias de lançamentos e da feira em geral; e preparou NEI News especial pós-evento. Além de todo trabalho editorial, NEI também participa como expositora. Naquele ano, a feira reuniu 2.100 marcas expositoras, de 25 setores, e 109 mil visitantes qualificados, número que bateu o recorde de 2010, vindos de 60 países.


Vídeo: máquina automática para corte e decape de cabos foi o destaque da EMB na FIEE 2013

25, abril, 2013 Deixar um comentário

A equipe de NEI Soluções esteve na 27ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação, que aconteceu de 1 a 5 de abril no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo. O destaque da empresa EMB foi a máquina automática para corte e decape de cabos.

No vídeo abaixo você confere as principais características técnicas dessa novidade.


Mais investimentos na economia, mais fôlego para a indústria

1, abril, 2013 Deixar um comentário

Entre 2013 e 2016, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES estima que os investimentos crescerão quase 30% em relação ao quadriênio 2008-2011, chegando a R$ 3,807 trilhões. Para o segmento de petróleo e gás, o incremento esperado é de 46,8%, em função do pré-sal, atingindo R$ 405 bilhões. No setor logístico, os investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos sairão de R$ 80 bilhões para R$ 179 bilhões – aumento de 124%. Essas são algumas das projeções do BNDES e indicam uma retomada do investimento na economia, beneficiada ainda pela política industrial, que vem adotando medidas para fortalecer o setor produtivo e incentivar a inovação.

O setor de bens de capital mecânicos também iniciou 2013 com perspectivas positivas em relação aos investimentos – estimativa de aumento de 5 a 6% – e apresentou um dos melhores resultados de faturamento registrados para o mês de janeiro, sem ajuste sazonal, desde 2009, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq. Uma possível sustentação dos investimentos em razão dos efeitos do Programa de Sustentação dos Investimentos – PSI, sugere a entidade.

Além disso, o Índice de Confiança do Empresário Industrial – ICEI, pesquisado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, cresceu 1,4 ponto em fevereiro em relação ao mês anterior. Os indicadores que medem a percepção do empresário sobre o cenário atual e suas expectativas para os próximos seis meses cresceram, embora de modo tênue.

Neste cenário mais otimista e também desafiador, acontecem as grandes feiras de negócios. Em www.nei.com.br/produtos você acessa alguns dos lançamentos de produtos de dois importantes eventos pesquisados pela Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções: a 27ª FIEE Elétrica, agendada de 1 a 5 de abril, em São Paulo, e a Hannover Messe, a maior feira global, que será realizada na segunda semana de abril, em Hannover, na Alemanha. Nossa equipe de pesquisa e reportagem estará presente nos dois eventos para conhecer outros produtos e novas tecnologias, que poderão ser conferidos nas próximas edições da Revista NEI e ainda nas mídias eletrônicas de NEI Soluções.


FIEE Elétrica e Eletrônica começa na segunda-feira

28, março, 2013 Deixar um comentário

A 27ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação – FIEE, que começa na segunda (1) e vai até sexta-feira (5), no Anhembi, em São Paulo, apresentará as novas soluções em componentes elétricos, equipamentos industriais, geração, transmissão e distribuição de energia – GTD, automação industrial, manufatura eletrônica, materiais para instalação, alternativas energéticas, tecnologia embarcada, tecnologia de Laser, óptica e fibra óptica, nanotecnologia e robótica.

Segundo a organizadora Reed Exhibitions Alcantara Machado, o evento deve reunir cerca de 1.200 marcas nacionais e internacionais – de países como Alemanha, Bélgica, China, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Itália, Taiwan e Turquia – e 63 mil visitantes em 60 mil m². Em 2011, a FIEE recebeu cerca de 1,1 mil marcas. O volume de negócios realizados chegou a R$ 3,7 bilhões.

Essa edição agrega eventos simultâneos, como a Ilha Fotovoltaica, o Espaço Senai de Nanotecnologia, o Espaço de Tecnologia Embarcada e o Abinee Tec 2013, conjunto de palestras organizadas pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee que abordarão temas como sustentabilidade, energia, comércio exterior e inovação.

Robô NAO
Robo_NAOEm parceria com a empresa Vivacity, a 27ª edição da FIEE vai apresentar cinco clones do humanoide NAO – hoje considerado o robô que melhor reproduz movimentos humanos. A iniciativa objetiva despertar o interesse de estudantes, técnicos e engenheiros brasileiros para o desenvolvimento de novas habilidades para o NAO. “A FIEE recebe mais de 60.000 visitantes, sendo o maior encontro da indústria elétrica e eletrônica no País. Sem dúvidas, é a plataforma ideal para fomentar o engajamento de profissionais do setor para esse desafio”, diz Ivan Romão, gerente da FIEE.

NAO é um simpático robô de 57 centímetros de altura dotado de inteligência artificial. Funções básicas, como andar e realizar movimentos do corpo, braços e pernas já vêm de fábrica. Reprodução de palavras e sensores de visão para reconhecer e classificar objetos podem ser pré-configurados. Cerca de 450 universidades em todo o mundo utilizam o robô NAO. No Brasil, 15 instituições de ensino possuem o humanoide.

O talento na reprodução de movimentos humanos possibilitou ao humanoide NAO ser o primeiro robô selecionado para disputar a Copa do Mundo de Robótica (Robocup 2014), que será realizada em João Pessoa (Paraíba) e terá início logo após a Copa do Mundo de Futebol.

Expectativas para 2013
A previsão da Abinee é de aumento de 8% do faturamento em 2013, atingindo R$ 156,7 bilhões. Entre as oito áreas, as que mais devem crescer são: automação industrial e equipamentos industriais, 12%; GTD e utilidades domésticas eletroeletrônicas, 10%. Os investimentos deverão alcançar US$ 4,6 bilhões, ou seja, 2,9% do faturamento do setor.

Em 2013 alguns fatores poderão contribuir para o crescimento da indústria eletroeletrônica, segundo a associação. A taxa de câmbio, mesmo permanecendo nos níveis atuais, ainda deverá ter efeitos positivos na competitividade do setor. A desoneração da folha de pagamentos valerá para uma gama maior de empresas. A diminuição do valor da energia elétrica também deverá reduzir os custos de produção da indústria. Espera-se ainda a aceleração dos investimentos na infraestrutura do País para atender as necessidades dos eventos esportivos, especialmente na área de telecomunicações.

A expectativa é de que as exportações aumentem 4%, ou US$ 8,1 bilhões, enquanto que as importações devem crescer 6%, atingindo US$ 43,6 bilhões. O número de trabalhadores da indústria eletroeletrônica poderá chegar a 187 mil trabalhadores, quatro mil acima do total de 2012.

A partir de 1 de abril, em www.nei.com.br/produtos você terá acesso a alguns lançamentos de expositores da FIEE. Confira.


As soluções ecológicas para tornar sua produção sustentável

12, dezembro, 2011 Deixar um comentário

Preservação do meio ambiente, consumo consciente de recursos naturais, descarte adequado de resíduos, reciclagem e redução de poluentes e contaminantes são questões que têm levado a indústria a rever seus processos e a tomar medidas que contribuam para a adoção de um modelo de produção e negócio sustentável.

A preocupação com a questão ambiental é global. As grandes feiras industriais, inclusive, apontam para essa direção ao assumirem como focos a eficiência energética e as fontes renováveis (Feira de Hannover), a reciclagem (Brasilplast) e a energia fotovoltaica (FIEE), entre outras.

A água, um dos temas que merecem atenção quando se discute controle ambiental, e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em fase de regulamentação, também estão levando a indústria a repensar seus processos.

Esse cenário exige que a indústria encontre soluções renováveis e inclua a questão ambiental na lista de seus investimentos.

Neste link, o trabalho da pesquisa editorial da Central de Geração de Conteúdo – CGC NEI resultou em 60 notícias de produtos que constituem alternativas para tornar os processos produtivos mais “verdes”, permitindo aos leitores conhecer soluções para reduzir a emissão de gases poluentes, tratar  efluentes, reutilizar a água, economizar energia e reciclar.

Crédito: Lilian Mary Gabriel Lopes é graduada em língua portuguesa pela USP e pós-graduada em literatura brasileira pela UFRJ.


Mais um pouco de FIEE Elétrica 2011

6, abril, 2011 Deixar um comentário

Encerrada na última sexta-feira (1), a 26ª FIEE Elétrica/6ª electronicAmericas marcou pela grande quantidade de sistemas em automação e eletroeletrônica expostos.

Em visita à feira, Alberto Diniz, professor de Automação e Eletricidade do Senai Indaiatuba, disse: “A edição está um pouco diferente da última que participei, as empresas estão apresentando sistemas de soluções completas”.

Ele também ressalta que a participação maciça de China e Índia chamou sua atenção.

Conversando com outros visitantes, também é nítida a busca por produtos que atendam o mercado na geração, transmissão e distribuição de energia limpa e renovável. Nesse quesito, o pavilhão de Sistemas Fotovoltaicos trouxe produtos para atender todo o processo de geração de energia e, pelo que acompanhamos, não ficou vazio em nenhum momento.

“Como atuo na área de gestão ambiental, estou buscando novidades em geração de energia elétrica de forma limpa e sistemas que possam aumentar a eficiência da conservação, produção e utilização da energia”, comenta o engenheiro Felix Wakrat, consultor em eficiência energética.

Para fechar, trouxemos mais dois vídeos da feira com novos produtos. Confira:

Acesse aqui o perfil da empresa para solicitar mais detalhes desse e de outros produtos.

 

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Crédito: Wesley Sarto é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desde de 2004 atua na área de comunicação e marketing e desde de 2007 integra a equipe de NEI Soluções.