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9ª edição do Concurso Acelera Startup, promovido pela Fiesp, recebe inscrições até 26 de outubro

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP recebe até 26 de outubro inscrições para a 9ª edição do Concurso Acelera Startup. Podem ser inscritos projetos de empresas pré-operacionais (sem faturamento) como operacionais (com faturamento), nas categorias geral; esporte; negócio social; realidade virtual e games.

Serão selecionados os 300 melhores projetos e/ou empresas que terão a oportunidade de participar de palestras, mentorias e avaliações classificatórias. A divulgação dos projetos e empresas escolhidas acontecerá no dia 28 de Outubro, na página do evento abaixo.

Além de aproximar os empreendedores de potenciais investidores, a Fiesp espera colaborar com a difusão do tema no meio empresarial. O evento, que acontece nos dias 7 e 8 de novembro, no edifício-sede da Fiesp, é multissetorial e destinado a projetos/empresas de todo e qualquer setor.

Nas últimas edições do evento, foram recebidas mais de 11.500 inscrições de todo o Brasil e participaram mais de 300 mentores e 250 investidores. Somando as edições anteriores (2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016), o evento já gerou investimentos de mais de R$ 5 milhões.

As inscrições podem ser feitas na página do evento http://hotsite.fiesp.com.br/acelera/

Fonte: Assessoria de Jornalismo Institucional da Fiesp

 


Em congresso em SP, FEI apresenta serviços à indústria

Representantes do Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais – IPEI do Centro Universitário da FEI  participarão do VIII Congresso da Micro e Pequena Indústria para apresentar a empresários os serviços prestados e a infraestrutura de laboratórios. O IPEI dispõe de três centros de pesquisas, que oferecem apoio nas áreas têxtil, mecânica e química. O evento, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, será realizado em 10 de outubro, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

“Essa participação é uma excelente oportunidade para promovermos os atributos do IPEI e da FEI junto a um público de interesse e abrir possibilidades de novas parcerias”, disse Vagner Bernal Barbeta, diretor do IPEI. Em novembro, grupo de empresários, organizado pela Fiesp, fará visita aos laboratórios da FEI e do IPEI.

Criado em 1975, o instituto promove cooperação tecnológica entre empresas, pesquisadores e governo e presta serviços, como calibração, laudos, ensaios, análises, otimização de produtos e processos, soluções tecnológicas e pesquisas.


Fiesp convoca desenvolvedores para criação de software móvel

10, setembro, 2013 Deixar um comentário

Organizado pelo Comitê de Jovens Empreendedores – CJE da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, o Hackathon é uma maratona de 15 horas que reunirá programadores, designers e outros profissionais ligados a Tecnologia da Informação – TI. O objetivo é criar ou adaptar um App inovador e gratuito para móbile, que apoie empreendedores de diferentes áreas.  

Poderão participar da competição cientistas da computação, designers, programadores, profissionais de TI e hackers que já tenham aplicação online (portfólio). Por meio do site www.festemp.com.br, a Fiesp vai selecionar 100 pessoas. As inscrições vão até 15 de setembro de 2013.

A atividade faz parte do 9º Festival de Empreendedorismo, realizado pela Fiesp e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai, que acontece entre os dias 25 e 26 de setembro no Anhembi, em São Paulo.


Seminário sobre reindustrialização será realizado em setembro, em SP

Em 26 de setembro, ocorrerá o seminário “Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento”, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, em São Paulo-SP. O objetivo é discutir propostas de políticas para reindustrializar o Brasil e dinamizar a economia, bem como debater a retomada de um planejamento de médio e longo prazo e um projeto nacional de desenvolvimento, destacando a importância da indústria de transformação.

O evento terá quatro painéis e contará com a presença de 32 especialistas da área, como Edmar Bacha, economista e diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica da Casa das Garças, e Luiz Gonzaga Belluzo, economista, professor e consultor editorial de CartaCapital.


FIESP discutirá reindustrialização do Brasil

14, agosto, 2013 Deixar um comentário

“Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento” é o tema do seminário organizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia – Decomtec da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, que acontece em 26 de setembro no edifício-sede da empresa. O objetivo é discutir propostas de políticas para reindustrializar o Brasil e dinamizar a sua economia, além de debater a retomada de um planejamento de médio e longo prazo e um projeto nacional de desenvolvimento, focando a importância da indústria de transformação.

O evento, dividido em quatro painéis, contará com a presença de 32 especialistas no assunto. Entre os confirmados, estão Edmar Bacha, economista e diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica da Casa das Garças e Luiz Gonzaga Belluzo, economista, professor e consultor editorial de Carta Capital.

Seminário Reindustrialização do Brasil: chave para um projeto nacional de desenvolvimento
Data: 26 de setembro
Horário: 8h30 às 18h30
Local: Edifício-sede da Fiesp, em São Paulo – Av. Paulista, 1313


Dilma veta fim da multa de 10% sobre saldo do FGTS. Fiesp reclama.

25, julho, 2013 Deixar um comentário

Hoje (25), a presidenta Dilma Rousseff vetou o Projeto de Lei Complementar nº 200 de 2012 que eliminaria a multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS de trabalhadores, em casos de demissão sem justa causa. Uma das justificativas para a não aprovação é que a extinção da cobrança geraria impacto superior a R$ 3 bilhões ao FGTS. Após as explicações da presidenta, o Congresso Nacional, os ministérios do Trabalho e Emprego, do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Fazenda manifestaram-se a favor do veto.

Dilma também destaca que a proposta não estava acompanhada das estimativas de impacto orçamentário-financeiro e da indicação das devidas medidas compensatórias, o que contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal. “A sanção do texto levaria à redução de investimentos em importantes programas sociais e em ações estratégicas de infraestrutura”, disse. Ainda segundo a presidenta, o Programa Minha Casa, Minha Vida, cujos beneficiários são majoritariamente os próprios correntistas do FGTS, seria um dos principais prejudicados, caso a emenda fosse aprovada.

Após o anúncio, em nota oficial, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp se mostrou insatisfeita, afirmando que “o veto não contribui para o crescimento do País”. “A multa deveria ter acabado há muito tempo. Somente em 2012, empresas de todos os tamanhos desembolsaram mais de 2,7 bilhões de reais, que foram diretamente para o caixa do governo e não para investimentos”, declarou Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Para Skaf, o veto, além de prejudicar a criação de empregos, penaliza o cidadão brasileiro, que já arca com uma carga tributária elevada – uma das maiores do mundo. “É preciso acabar de uma vez por todas com esse tipo de cobrança indevida que encarece o custo de pequenas, médias e grandes empresas em todos os setores no Brasil”, reclamou.

O projeto
Caso aprovado, o projeto de lei extinguiria os 10% de multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS pagos pelas empresas em casos de demissão sem justa causa. Criada em 2011, a contribuição extra tinha o objetivo – segundo a Fiesp, já atingido – de compensar prejuízos na conta do Fundo após os fracassados planos Verão e Collor.

Vale salientar que esse adicional não teria relação com a multa rescisória de 40% sobre o saldo do FGTS em caso de dispensa sem justa causa. A multa de 40% continuaria a ser pago normalmente.


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Indústria paulista pretende fechar 2013 com até 30 mil novos empregos

O quadro de funcionários do setor manufatureiro deve aumentar em até 30 mil colaboradores neste ano, de acordo com projeção da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp, que mantêm a estimativa de crescimento de 1% para indicador até o final de 2013. O prognóstico, no entanto, continua indicando que a indústria patina em sua esperada trajetória de recuperação. Se comparado ao desempenho de 2012, quando a indústria demitiu ao menos 50 mil trabalhadores, a previsão para 2013 aponta tímida melhora.

Walter Sacca, diretor-adjunto do Departamento Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, disse que apesar da melhora de produtividade no setor manufatureiro, a indústria ainda parece estar longe de retomar sua competitividade. O diretor acredita que o próximo passo é priorizar aumento da competitividade para que a indústria se recupere das fortes perdas ocorridas nos últimos três anos. “Além de outros fatores que esperamos que continuem sendo corrigidos, como juros mais baixos e o equilíbrio cambial”, completou.

A indústria paulista criou 3,5 mil empregos em maio em comparação com as contratações ocorridas em abril, mostra pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo divulgada neste mês pelas entidades.

Das atividades analisadas no levantamento, 12 computaram alta, seis fecharam o mês em queda e quatro ficaram estáveis. O emprego no setor de fabricação de coque de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis registrou a maior alta do mês com 2,3%, o que representa a contratação de 1.108 novos empregados. Outro desempenho positivo foi o da indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, que encerrou o mês com ganhos de 1,6% ao contratar 1.110 trabalhadores em maio.

Já o emprego nas indústrias de máquinas, aparelhos e materiais elétricos e de couros e fabricação de artigos de couro, artigos de viagem e calçados teve perdas no mês de 1,5% e 1,1%, respectivamente. O setor de máquinas e materiais elétricos demitiu 1.613 empregados, enquanto o segmento de artigos de couro fechou 802 postos de trabalho.

O estudo revelou que nos últimos 12 meses foram fechados 30,5 mil postos de trabalho. No acumulado do ano, a indústria paulista criou 64 mil empregos, com variação positiva de 2,48%.


Indústria paulista cria 26,5 mil empregos em abril, aponta Fiesp

15, maio, 2013 Deixar um comentário

Segundo pesquisa da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), entre março e abril deste ano a indústria paulista contratou 26,5 mil novos funcionários em abril. Já na comparação com o mesmo período de 2012, o número de profissionais ocupados em São Paulo é 0,46% menor.

Ainda segundo a pesquisa, no acumulado de 2013 foram criados pela indústria paulista 60 mil vagas. Considerando os últimos 12 meses, o saldo é negativo – menos 12 mil postos de trabalho. “A recuperação vem ocorrendo no mesmo tom e ritmo da indústria, ou seja, moderado. Isso faz com que continuemos com uma visão positiva de 2013, menos pelo mérito do ano e mais pela grande queda ocorrida em 2012”, avalia Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos – Depecon.

Segmentos e regiões
O setor de açúcar e álcool puxou o bom resultado, criando 18.207 vagas no mês. O saldo representa variação positiva de 0,70% na comparação com o mês anterior. Os outros setores da indústria de transformação geraram 8.293 vagas, indicando um aumento de 0,32%.

Dos 22 setores analisados no levantamento, 13 apresentaram efeitos positivos, seis fecharam o mês em queda e três ficaram estáveis. As principais variações positivas foram dos setores de produtos alimentícios (5,9%) e fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (5,2%). Já os destaques negativos foram da indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-0,8%) e de móveis (-0,6%).

O levantamento da Fiesp e do Ciesp mostrou ainda que das 36 regiões analisadas, 23 apresentaram quadro positivo, seis ficaram negativas e sete  encerraram o mês estáveis.

Abaixo você navega pela pesquisa completa:


Atividade industrial paulista cresce e Fiesp aumenta previsão de crescimento

8, maio, 2013 Deixar um comentário

Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, a atividade industrial encerrou o primeiro trimestre de 2013 com alta de 2,4% em relação ao último trimestre de 2012. “Desempenho razoável para um primeiro trimestre, que nos fez rever a previsão do índice para 2013”, disse Paulo Francini, diretor do departamento de pesquisas e estudos econômicos da Fiesp/Ciesp. Com a alta, o prognóstico da Fiesp para o Indicador de Nível de Atividade – INA 2013 subiu para 3,2% versus 2012. A estimativa anterior era de crescimento de 2,3%.

Falta regularidade
Considerado termômetro para avaliar o desempenho do setor manufatureiro, o resultado do INA aponta recuperação, mas, em uma análise mais profunda, é possível identificar falta de vigor no crescimento.

Em março, o INA registrou alta de 8,8% na comparação com fevereiro, na série livre de ajuste sazonal. Apesar de vigoroso, o crescimento é um dos mais baixos desde 2002, sendo superior apenas na comparação com 2011 (6,3%), 2008 (5,6%) e 2003 (6,9%).

A mesma tendência é apontada no acumulado de janeiro a março deste ano, que, apesar da alta de 2,4% frente ao mesmo período do ano anterior, teve o menor resultado da série histórica (desde 2002), com exceção de 2012 (-5,5%), 2009 (-17,4%) e 2003 (-0,2%). Já no acumulado dos últimos 12 meses, o nível de atividade da indústria apresenta retração de 2,2%.

A passos curtos
Puxado pelo segmento de produtos químicos (alta de 2,3%) e artigos de borracha e plástico (1%), o Nível de Utilização da Capacidade Instalada – NUCI aumentou 0,5%, passando de 80,6% em fevereiro para 81,1% em março, na série sem ajuste sazonal. Já o setor de celulose, papel e produtos de papel foi o destaque negativo, registrando queda de 1,3%. “Não há setor que apresente tragédia, mas também não há segmento que apresente glória”, finaliza Francini.


Apex-Brasil incentiva negócios com a Arábia Saudita

O Seminário Mercado Foco Arábia Saudita, promovido hoje pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil, em São Paulo, apresentou as oportunidades para exportadores brasileiros e as informações sobre o panorama atual, as tendências e as ferramentas de promoção de comércio mais adequadas à atuação das empresas naquele país. Também foram abordadas questões culturais, jurídicas, econômicas e logísticas. Técnicos da Apex-Brasil comentaram o apoio oferecido ao exportador brasileiro pelo Centro de Negócios da Agência em Dubai, que atende toda a região do Oriente Médio.

“Pretendemos trabalhar para suprir a necessidade de informação que o brasileiro tem em relação ao mercado saudita e mostrar que há espaço para diversificarmos o comércio bilateral”, disse Juarez Leal, coordenador da Unidade de Estratégia de Mercado da Apex-Brasil. “As empresas que já operam na região encontram um mercado fértil e interessado no Brasil. Os números mostram isso. As exportações brasileiras para a Arábia Saudita tiveram crescimento nos últimos anos.”

A programação incluiu ainda depoimentos de empresas brasileiras que comercializam seus produtos na Arábia Saudita, como a Garoto, e de empresários instalados na região, como Omar Khaled Hamaqui, diretor da Engreport, empresa de tecnologia de construção e serviços de engenharia.

O evento teve apoio da Confederação Nacional da Indústria e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e colaboração da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira.

A Apex-Brasil produziu um estudo de oportunidades de negócios na Arábia Saudita que apontou os principais produtos brasileiros com maior potencial de crescimento naquele mercado. Acesse o estudo aqui.