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Meio ambiente: 65% da indústria paulista já pratica o reuso da água

No que se refere ao abastecimento público, 26% das águas superficiais são utilizadas. Já a indústria nacional reutiliza 17% da água. Os dados foram revelados por Eduardo San Martin, diretor dos Departamentos de Meio Ambiente – DMA da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), durante a abertura do Seminário Internacional Sobre Reuso da Água.

A indústria paulista foi destacada como exemplo a ser seguido. Segundo Martin, incentivadas por campanhas de conscientização e estímulos a produção mais “limpa”, 65% das indústrias de São Paulo já adotam a prática de reuso da água. “O desenvolvimento das nações está diretamente ligado a uma gestão eficaz da água”, diz Martin, enfatizando ainda não ser possível pensar em desenvolvimento e na erradicação da miséria, sem pensar na água, o bem natural mais essencial à vida.

Premiação às boas práticas
Na ocasião, a Fiesp divulgou os vencedores do 8º Prêmio Fiesp/Ciesp de Conservação e Reuso da Água, iniciativa das entidades para reconhecer as melhores práticas sustentáveis adotadas por indústrias paulistas relacionadas a gestão da água.

A Aquapolo Ambiental S/A e Braskem Unib 3 ABC foram as campeãs, na categoria empresas de médio e grande porte, com o projeto “Produção de Água de Reuso Industrial”. O projeto de água de reuso industrial reduziu 7900 m³ o consumo de água potável pelas indústrias do pólo petroquímico – o maior consumidor de água da região do Grande ABC. E, considerando as 13 empresas do pólo petroquímico, foi estimada uma economia de 6 bilhões de litros de água por ano. Além disso, a iniciativa contribuiu para reduzir o uso de produtos químicos para tratamento de água, gerando economia de aproximadamente R$ 2,5 milhões por ano.

Na categoria micro e pequena empresa, o primeiro lugar foi ocupado pelo projeto “Viva Ribeira”, da mineradora Pirâmide Extração e Comércio de Areia, da cidade de Registro. A introdução de valas de decantação antes do decantador final permitiu que a água voltasse a circular na planta livre de materiais orgânicos particulados e outros contaminantes que alterem a qualidade da areia. Esse procedimento garantiu sedimentação de 100% dos contaminantes ao longo da extensão. Além disso, deixou de captar 318 m³/h da água do rio.


9,5 mil novas vagas na indústria de SP em fevereiro

Os setores que mais contrataram em fevereiro são: produtos alimentícios, com a criação de 3.548 vagas; preparação de couros e fabricação de calçados, com 2.609 novos postos de trabalho; e o segmento de coque e de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, que contratou 2.097 trabalhadores. As informações são da pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo divulgada pela Federação e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp.

No acumulado de 2013, a indústria paulista gerou 20,5 mil empregos, com variação positiva de 0,80%. A Fiesp projeta recuperação de 1,6% do emprego em 2013.

O setor de máquinas e equipamentos, destaque da pesquisa anterior ao responder por 2 mil das contratações registradas em janeiro, criou 655 vagas. “Mas de qualquer maneira é um número positivo e não derruba nossa expectativa de que o setor está em processo de recuperação”, disse Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp.

“Ainda existem dúvidas quanto ao grau da recuperação da indústria de transformação. Temos dados positivos, mas estamos com certa reserva a algumas características”, afirmou Francini. Ele se referiu ao crescimento de 17,3% da produção de bens em fevereiro, número apurado pelo índice Produção Indústria Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, puxado principalmente pela fabricação de caminhões. “O destaque no setor de caminhões está muito mais vinculado ao fracasso do setor no ano passado. Então, o grande crescimento deste ano está apoiado na grande perda do ano passado”, explicou.

Francini afirmou que a recuperação da indústria de transformação e, consequentemente, do emprego está em curso, mas “falta vigor”. Segundo o diretor, a recuperação de 1,6% em 2013 deve contrabalançar em 50% as perdas de mais de 2% apuradas pelo índice de emprego no final de 2012. Para a atividade industrial, a Fiesp projeta recuperação de 2,3%, ante queda de ao menos 4% verificada no ano passado.


Nova ferramenta da Fiesp simula desconto na conta de luz

A ferramenta disponível no site da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp permite verificar o valor e o percentual do desconto na conta de luz, benefício conquistado com a adoção da Lei 12.783, que garantiu um desconto na conta de energia de até 32% para a indústria e de, no mínimo, 18% para o consumidor residencial. O simulador funciona apenas com dados do Estado de São Paulo.

fiespPara simular o desconto, acesse http://www.fiesp.com.br/energia/calcule-nova-conta-luz/. Com a conta de luz em mãos, selecione o nome da concessionária fornecedora de energia, o nível de tensão da sua conta e a modalidade da tarifa.

A ferramenta vai gerar um campo em branco onde é preciso digitar o consumo em kWh, que aparece em destaque na conta. Clique em calcular e pronto. Vai aparecer o resultado com o percentual de desconto e o valor em reais.

O simulador é mais uma ação da campanha “Energia a Preço Justo”, lançada em 2011 pela Fiesp.

 


País economizará R$ 7,5 bilhões anuais com redução na conta de consumo de energia

Segundo Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, todos os setores da indústria ganham com a nova medida. Reduzindo o custo do consumo de energia elétrica, os custos de produção também serão mais baixos, e bilhões de reais poupados neste consumo forçado vão movimentar a economia. 

Com os descontos de 18% para o consumidor e de até 32% para a indústria e comércio, a economia média anual no consumo de energia elétrica será de R$ 7,5 bilhões. Considerando os próximos 30 anos (duração do contrato das novas licitações), a economia será de R$ 225 bilhões. É que afirma um estudo realizado pela Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Para Skaf, o governo deu um passo importante para que o Brasil possa recuperar sua competitividade. “Dilma tem mostrado sensibilidade, e suas ações concretas apontam a preocupação do governo com a competitividade do País. Todos usam energia, todos os produtos precisam de energia para serem produzidos, todos os serviços consomem energia. Ao reduzir as tarifas embutidas na conta de luz, o benefício é de todos”, avalia.

Antes do desconto, o custo médio de energia elétrica para a indústria brasileira era de R$ 330,00 por megawatt/hora. Apesar de o Brasil ter um dos menores custos de geração, o valor era o quarto mais caro do mundo, abaixo apenas do cobrado na Itália, Turquia e República Checa. Na ocasião, cerca de 50% da tarifa brasileira era composta por encargos e tributos.


Programa capacitará indústrias do Estado de SP para atuar com petróleo e gás

Inicialmente 400 indústrias paulistas de pequeno e médio porte de São Paulo estarão envolvidas com o Programa Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação na Cadeia de Petróleo e Gás – Nagi PG, que visa capacitá-las a iniciar atividades no setor de petróleo e gás ou se aperfeiçoar. A iniciativa será implantada ainda neste ano em São Paulo, Vale do Paraíba, Baixada Santista e Sertãozinho e em 2013, em Osasco, Guarulhos, ABC, Campinas, Sorocaba e Piracicaba. Os locais foram escolhidos devido ao potencial para o setor. Nessas áreas serão montados núcleos com 40 empresas cada.

“No primeiro momento faremos capacitação coletiva sobre inovação e recursos. Depois promoveremos assessoria individual com a presença de consultores nas empresas, apoiando-as para que desenvolvam seus projetos e conheçam os órgãos de fomento para os quais os apresentarão”, disse Egídio Zardo Júnior, analista de projetos do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp. “Nem todas chegarão ao final do processo, que funcionará como um funil, alcançando 80 empresas no prazo de 14 meses.”

Segundo ele, o esforço é para que seja produzido no País tudo o que puder. “Queremos mapear o que existe de oportunidades nessa cadeia, indicar para essas empresas e ajudá-las a produzir.”

Trata-se de uma parceria entre Fiesp, Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp, Universidade de São Paulo – USP e empresas. Os projetos serão financiados pela Financiadora de Estudos e Projetos – Finep, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Fiesp e CNI aprovam redução da tarifa de energia elétrica

O recente anúncio da presidenta Dilma Rousseff e do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão sobre a queda no custo da energia elétrica impactou positivamente a indústria nacional. “Considero uma vitória de todos nós, brasileiros, que precisamos de preços e condições justas para fazer o País crescer”, comemorou Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp.

O anuncio também foi aplaudido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI. Em nota, a entidade coloca a energia como um dos principais insumos da indústria e acredita que essa decisão do governo vai alterar a estrutura de custos das empresas, transformando a energia elétrica em vantagem competitiva dentro do setor produtivo.

De acordo com o pacote anunciado, a partir de fevereiro de 2013, os consumidores residenciais terão redução média de 16,2% na conta de luz e as indústrias de até 28%.

Atualmente, o custo médio da tarifa de energia elétrica para a indústria brasileira é de R$ 330,00 por megawatt/hora. O valor está abaixo apenas do cobrado na Itália, Turquia e República Tcheca. “Não faz sentido pagar a quarta conta de luz mais cara do mundo”, lamenta Skaf. Em relação aos Estados Unidos e ao Canadá, a tarifa brasileira é três vezes mais cara e, na comparação com China, Coreia do Sul e França, o custo é duas vezes maior. Cerca de 50% da tarifa brasileira é formada por encargos e tributos.


Duas boas notícias para a indústria: mais emprego, mais confiança

A indústria brasileira está mais confiante em relação a julho de 2012. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário Industrial – Icei, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI. O otimismo do empresário cresceu 1,2 ponto frente ao mês passado, atingindo 54,5 pontos.

Os indicadores variam de 0 a 100. Valores acima de 50 pontos apontam condição melhor ou expectativa otimista; abaixo de 50, significam falta de confiança.

O resultado apontou maior confiança em quase todas as regiões do Brasil, com exceção ao Nordeste, cujo indicador ficou estável em 57,7 pontos (ainda assim é o mais elevado entre as regiões). Entre os segmentos industriais, houve alta no índice de confiança do setor de transformação e de construção. Já a indústria extrativa apontou queda de 3 pontos na comparação de agosto com julho, registrando 54,1 pontos (ainda confiante).

Dos 28 setores da indústria de transformação pesquisados, apenas dois registraram pessimismo: o madeireiro e o de manutenção e reparação.

As expectativas dos empresários para os próximos seis meses também continuam otimistas. Segundo o Icei, as perspectivas dos industriais aumentaram 0,7 ponto, somando 58,7 pontos.

A alta mensal no emprego da indústria paulista é outra notícia bem-vinda pelo setor. Após seguidos registros de queda, a Pesquisa do Nível de Emprego da Indústria Paulista de Transformação – Estado e Regiões, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, aponta 500 vagas a mais em julho com relação a junho.

Das atividades pesquisadas no levantamento, 10 demitiram, nove contrataram e três ficaram estáveis. Produtos diversos (2,2%), Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Viagem e Calçados (1,8%) foram os setores com as maiores altas. Já Confecção de Vestuários e Acessórios (-0,6%), Metalurgia (-0,6%) e Produtos de Minerais Não Metálicos (-0,6%) registraram as principais quedas na comparação mensal.

Das 36 regiões analisadas, 14 demitiram, 14 contrataram e oito ficaram estáveis. Impulsionada por Produtos Alimentícios (7,62%), Matão foi a cidade com a maior alta, de 1,88%. Santa Bárbara d’Oeste computou a queda mais expressiva, registrando 2,87% empregos a menos em julho.

A Fiesp acredita na recuperação da atividade industrial até o final do ano, mas não com força suficiente para compensar o saldo negativo acumulado.

Clique aqui para acessar na íntegra a Pesquisa do Nível de Emprego da Indústria Paulista de Transformação – Estado e Regiões.

O lado negro
O Índice de Confiança do Empresário Industrial – Icei também identifica a opinião dos empresários sobre as condições atuais da economia. Pessimismo, é o significado dos 46 pontos registrados em agosto.

Embora em julho a indústria tenha computado 500 vagas a mais na comparação com junho, ao analisar os últimos 12 meses com período imediatamente anterior, o índice elaborado pela Fiesp aponta fechamento de 89 mil vagas – um recuo de 3,28%. A previsão da Fiesp é de que o emprego industrial termine o ano de 2012 com 80 a 90 mil postos de trabalho a menos.


Números da Fiesp indicam ligeira melhora no segundo semestre

Com ajuste sazonal, o nível de atividade industrial do Estado de São Paulo teve elevação de 0,7% em junho em relação ao mês de maio. Sem o ajuste, foi verificada queda de 1,4%. Na comparação com junho do ano passado, o nível de atividade da indústria paulista caiu 6,3%. No acumulado do ano, a queda ficou em 6,4% ante o mesmo período de 2011. Nos últimos 12 meses, foi registrada queda de 3,8%. As informações são da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp.

O levantamento mensal mostrou ainda que, em junho, as horas trabalhadas na produção aumentaram 0,2%; o total de vendas reais, 0,5%; e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada – Nuci, 0,2%. O Nuci ficou em 80,6, quando em junho do ano passado foi de 82,2.

Entre os setores destacados está o de artigos de borracha e plástico, que sofreu queda de 2,6% em relação ao mês de maio, mas cresceu 0,1% na comparação com junho do ano passado. No acumulado do ano, a atividade no setor aumentou 1,8% e no acumulado dos 12 meses, 2,3%.

Já o setor de metalúrgica básica caiu 4,2% em junho em comparação ao mês anterior. Em relação ao mês de junho de 2011, teve elevação de 2,1%. No acumulado do ano, o setor recuou 1,9% e, nos últimos 12 meses, 1,5%.

Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, avaliou que o desempenho da indústria no mês de junho foi positivo e indica uma ligeira melhora. Para ele, com os resultados alcançados é normal que a indústria espere haver recuperação. “De qualquer maneira, essa situação de recuperação está muito frágil, mas pode ser sinal de uma mudança no segundo semestre.”

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Consumo de eletricidade cresce 4,2% no primeiro semestre. Indústria registra menor taxa

Nos seis primeiros meses deste ano, o consumo de energia elétrica no Brasil aumentou 4,2% em relação ao mesmo período de 2011, chegando a 223,4 mil gigawatts-hora (GWh), informou a Empresa de Pesquisa Energética – EPE, empresa pública federal vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A maior taxa foi observada no setor de comércio e serviços, com 7,4%; seguido pelo residencial, 5%; e industrial, 1,4%.

De acordo com a EPE, o crescimento dos segmentos comercial e residencial é resultado da maior disponibilidade de crédito e oferta de emprego, o que impulsiona vendas no varejo e a eletrificação das residências. Já o consumo moderado da área industrial reflete a fraca atividade observada sobretudo nos segmentos eletrointensivos.

Para discutir o tema “Energia no Brasil: tão limpa, tão cara”, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp realizará nos dias 6 e 7 de agosto, em São Paulo, o 13º Encontro Internacional de Energia. Entre os assuntos que serão debatidos estão: concessão, sustentabilidade, preço, serviços, fontes renováveis, mercado internacional e eficiência energética. Clique aqui para mais informações.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


100 mil empregos a menos em 2012 frente a 2011, prevê Fiesp

O nível de emprego da indústria paulista deve encerrar 2012 com taxa negativa de 2,3% em relação a 2011. “Isso representa cerca de 100 mil empregos a menos”, prevê Paulo Francini, diretor do departamento de estudos e pesquisas econômicas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp.

De janeiro a junho de 2012, a indústria paulista gerou 31 mil empregos, aumento de 1,20% para o período. Embora o desempenho seja positivo, esse é o pior resultado da série iniciada em 2006, com exceção de 2009, quando a variação negativa apontou 1,87%.

Junho
O último mês avaliado apontou 7.000 postos de trabalho a menos na indústria de São Paulo, queda de 0,39% na comparação com maio. Segundo Francini, o recuo só não foi maior porque o setor de açúcar e álcool criou 16.533 vagas.

A fim de reaquecer a economia, na semana passada o Comitê de Política Monetária do Banco Central – Copom reduziu a taxa básica de juros Selic para 8% – o menor patamar da história da autoridade monetária. “Os estímulos estão na direção certa, mas a indústria foi fortemente derrubada. E mesmo que você dê a ela o impulso, o tempo que demora em reconstruir é maior do que o tempo para destruir”, avaliou Francini.