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Indústria paulista pretende fechar 2013 com até 30 mil novos empregos

O quadro de funcionários do setor manufatureiro deve aumentar em até 30 mil colaboradores neste ano, de acordo com projeção da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp, que mantêm a estimativa de crescimento de 1% para indicador até o final de 2013. O prognóstico, no entanto, continua indicando que a indústria patina em sua esperada trajetória de recuperação. Se comparado ao desempenho de 2012, quando a indústria demitiu ao menos 50 mil trabalhadores, a previsão para 2013 aponta tímida melhora.

Walter Sacca, diretor-adjunto do Departamento Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, disse que apesar da melhora de produtividade no setor manufatureiro, a indústria ainda parece estar longe de retomar sua competitividade. O diretor acredita que o próximo passo é priorizar aumento da competitividade para que a indústria se recupere das fortes perdas ocorridas nos últimos três anos. “Além de outros fatores que esperamos que continuem sendo corrigidos, como juros mais baixos e o equilíbrio cambial”, completou.

A indústria paulista criou 3,5 mil empregos em maio em comparação com as contratações ocorridas em abril, mostra pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo divulgada neste mês pelas entidades.

Das atividades analisadas no levantamento, 12 computaram alta, seis fecharam o mês em queda e quatro ficaram estáveis. O emprego no setor de fabricação de coque de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis registrou a maior alta do mês com 2,3%, o que representa a contratação de 1.108 novos empregados. Outro desempenho positivo foi o da indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, que encerrou o mês com ganhos de 1,6% ao contratar 1.110 trabalhadores em maio.

Já o emprego nas indústrias de máquinas, aparelhos e materiais elétricos e de couros e fabricação de artigos de couro, artigos de viagem e calçados teve perdas no mês de 1,5% e 1,1%, respectivamente. O setor de máquinas e materiais elétricos demitiu 1.613 empregados, enquanto o segmento de artigos de couro fechou 802 postos de trabalho.

O estudo revelou que nos últimos 12 meses foram fechados 30,5 mil postos de trabalho. No acumulado do ano, a indústria paulista criou 64 mil empregos, com variação positiva de 2,48%.


Montadora chinesa de caminhões inicia contratação em Camaquã, RS

22, agosto, 2012 6 comentários

Depois da abertura de um escritório, a chinesa Shyian Yunlihong Motors deu início à fase de contratação para sua futura fábrica de caminhões e veículos comerciais leves na cidade de Camaquã, no Rio Grande do Sul. Os primeiros selecionados serão para cargos de gerência, logística, vendas e comércio exterior. No início serão empregadas 250 pessoas. Na segunda fase do projeto, serão mais 500 funcionários contratados.

A previsão é de que a fábrica comece as operações em 2013 com investimento inicial de R$ 185 milhões, produção de cinco mil veículos por ano e meta de atingir 20 mil unidades em cinco anos.

Os primeiros equipamentos para a produção começam a chegar no início de outubro. Clique aqui e conheça os modelos que serão fabricados no Brasil.

Fonte: com informações do Zero Hora e G1.


Entre a Lei e a Multa: como preencher as cotas para PNEs nas indústrias estabelecidas pela Lei? III

29, outubro, 2010 1 comentário

 

 

 

Tetra Pak

A empresa está comprometida com a diversidade e com a inclusão. Esta política é realizada para recrutar e promover pessoas a partir da competência e da diversidade. Para tanto, procura gerar oportunidade para que todos possam se sentir incluídos em seu contexto e tenham a chance de crescer em direção à liderança. Esta visão está associada à sua política de gestão de pessoas. Os indicadores de diversidade demonstram o crescimento da diversidade na empresa, mas, para isto, há investimento contínuo em comunicação, treinamento e educação dos funcionários, tanto de modo técnico, como comportamental. (Relatório de Sustentabilidade Tetra Pak).

Wal Mart

A diversidade assumiu status de diretoria na empresa a partir de 2007. Também foi criado o GAD (Grupo de Aprendizado da Diversidade) com funcionários de diversos setores da empresa. O comprometimento com a inclusão é realizado a partir de metas estabelecidas internamente para assegurar e ampliar a participação de mulheres, negros e portadores de necessidades especiais em seus quadros de trabalho.

Também em 2007, foi realizado um levantamento das condições de acessibilidade de todas as unidades, nas quais foram construídas rampas, adaptados banheiros e portas de acesso, realizado treinamento para as lideranças e treinamento para receber os PNEs na empresa. (Relatório de Sustentabilidade Wal Mart)

Co-autores:

Fabíola Lima Barreto de Oliveira: graduada em Administração de Empresas pela UECE, com especialização em informática pela UFC , cursando atualmente MBA em Gestão de Projetos na FGV. Atua a 20 anos em instituições  financeiras na área de Tecnologia.

Fábio Barbosa dos Santos: graduado em Ciências da Computação pela Universidade São Judas Tadeu, com Pós Graduação em Gestão de Sistemas pela Faculdades Associadas São Paulo, cursando atualmente MBA em Gestão de Projetos na FGV. Atua a 12 anos na área de Tecnologia em empresas do setor de saúde e principalmente em Instituições financeiras.

Referências Bibliográficas:

(1) Fonte: site do Ministério do Trabalho e Emprego

(2) Fonte: RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) de 2008

http://www.isocial.com.br

Crédito: artigo escrito por Ana Paula Arbache, sócia diretora da Arbache Consultoria e responsável pelas ações de gestão de pessoas, cidadania corporativa, sustentabilidade ética, social e ambiental.


Entre a Lei e a Multa: como preencher as cotas para PNEs nas indústrias estabelecidas pela Lei? II

28, outubro, 2010 Deixar um comentário

Boas Práticas em Programa de Inclusão

– Imprimir maior esforço na etapa inicial do programa de inclusão;

– Treinar e conscientizar colaboradores internos e lideranças para a chegada e o relacionamento saudável entre todos o profissionais da empresa; Fazer palestras e treinamentos contínuos para todos os funcionários.

– Elaborar ações efetivas que contribuíam para o fim da discriminação e o preconceito;

– Garantir estabilidade e crescimento para estes profissionais;

– Eliminar barreiras físicas, programáticas e atitudinais com relação aos PNEs. Eliminar barreiras que possam inviabilizar a produtividade e aumentar a integração dos funcionários.

– Investir e garantir acessibilidade física: mobilidade e usabilidade para qualquer pessoa em todos os espaços;

– Investir e garantir acessibilidade digital: mobilidade e usabilidade de recursos computacionais.

– Estimular empresas para qualificarem essa mão-de-obra, pois as políticas públicas são insuficientes;

– Cuidar para que não ocorra frustração, tanto para PNEs e empresas;

– Enfrentar a dificuldade de identificar, recrutar, reter PNEs qualificados e fazer com que as empresas se envolvam com programas de treinamento para os candidatos, direta ou indiretamente via instituições, ONGs ou convênios.

– Levar e consideração que, uma cultura organizacional baseada em valores éticos e um clima organizacional satisfatório podem ser um grande aliado na captação e retenção de PNEs talentosos.

a) Período de Contratação e Demissão:

Pessoas com Deficiência Visual: Para a assinatura dos documentos e do contrato de trabalho esse candidato utilizará régua ou Guia.

Pessoas Surdas: É necessário um suporte (tradutor de Libras) para colaborar para maior compreensão de questionamentos que possam surgir por ambas as partes.

b) Mobilidade, Permanência e Bem-Estar

Cadeirantes: Providenciar rampas de acesso, banheiros adaptados, vagas exclusivas em estacionamentos, guias rebaixadas, mobiliário adaptado, circulação facilitada.

Pessoas com deficiência Visual: Piso tátil., comunicação em Braile, agenda com voz, calculadora com voz, sinalizadora sonora, lentes de aumento, telefones com dígitos grandes, software de leitura de voz, ampliadores de tela de computadores.

Estas ações podem ser decisivas para garantir a chegada e a permanência saudável dos PNEs nas indústrias. É muito bom quando deparamos com experiências advindas dessa Lei que já traduzem boas práticas para o mercado. Atualmente podemos nos deparar com pessoas portadoras de nanismos (anões) trabalhando nos procedimentos de embarques nos aeroportos, com pessoas portadoras de deficiência mental nos servindo em redes de lanchonetes e parques de diversões, com a alta performance de portadores de deficiência visual trabalhando em laboratórios específicos, ou ter um Professor e Diretor de Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora como exemplo de carreira e de vida.

Confira no próximo Post o exemplo de duas empresas brasileiras que investem em seus programas de inclusão.

Crédito: artigo escrito por Ana Paula Arbache, sócia diretora da Arbache Consultoria e responsável pelas ações de gestão de pessoas, cidadania corporativa, sustentabilidade ética, social e ambiental.