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GSE Automotiva inaugura nova planta em Goiás

26, junho, 2013 1 comentário

Com investimento na ordem de R$ 10 milhões, a empresa brasileira GSE Automotiva inaugurou uma nova planta em Anápolis (GO). Em uma área de 3.500 metros quadrados, a unidade focará em diversos processos industriais, como solda, pintura, montagem de subconjuntos, além de serviços na área de engenharia e manutenção de linha.

Segundo a GSE Automotiva, a nova planta tem capacidade produtiva anual de até 20 mil caçambas para caminhões modelo carga seca aberta e 400 máquinas de solda a ponto (pinça pneumática). Na área de serviços, a unidade está preparada para 45 mil horas de serviços de serralheria e 15 mil horas de serviços de engenharia. Entre diretos e indiretos, foram gerados cerca de 1 mil novos empregos.

A planta oferece ainda processos com sistema de pintura com desengraxe, fosfatização, cura fosfato, pintura eletrostática a pó e cura da pintura a pó, com sistema automatizado no pré-tratamento e na pintura.

Ainda de acordo com a empresa, o crescimento da demanda foi o principal influenciador na construção da nova fábrica. Já a escolha da região foi influenciada pela Hyundai/Caoa (cliente da GSE), que mantém uma fábrica de veículos na cidade.


Hyundai contratará mais 600 operários

3, abril, 2013 Deixar um comentário

Ainda neste semestre, a coreana Hyundai abrirá um terceiro turno de trabalho na fábrica de Piracicaba, no interior paulista. Segundo estimativas do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba, serão contratados entre 600 e 700 funcionários. “Tem ainda os 12 fornecedores que atuam ao lado da fábrica, que também precisarão contratar”, revela José Luiz Ribeiro, presidente do sindicato. Atualmente, a capacidade produtiva da fábrica é de 150 mil veículos por ano. Com o terceiro turno, a produção será ampliada, mas ainda não foram divulgados os novos números.

A atual planta tem menos de um ano. Iniciou suas atividades em setembro, com 1.500 funcionários e, no mês seguinte, já foi obrigada a adotar o segundo turno de trabalho para suprir a demanda do modelo HB20. Hoje, a unidade emprega aproximadamente 2.000 pessoas, sendo que 1.800 trabalham no setor de produção.

E o contínuo crescimento da demanda pelo modelo HB20 é outra vez o motivo para a implantação de mais uma jornada. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave, o modelo HB20 é o quarto carro mais vendido no Brasil, atrás apenas do Gol, da Volkswagen, e do Uno e do Palio, ambos da Fiat. Com preços entre R$ 32 mil e R$ 48 mil, o HB20, segundo lojistas, tem fila de espera de aproximadamente 20 dias.


Nova joint venture para a construção de motores na Coreia

A Cummins e a Hyundai formaram a joint venture Hyundai Cummins Engine Company para a fabricação, na Coreia do Sul, de mais 50 mil motores a diesel de médio porte por ano, com potências de 150 a 300 cv (112 a 224 kW) e capacidade de 5,9 a 8,9 L. O início da produção está previsto para 2014. Os motores serão aplicados nos produtos Hyundai voltados aos segmentos de construção e equipamentos industriais. Os motores produzidos na nova unidade atenderão os níveis de emissões EPA 2 e 3.

O anúncio da joint venture Hyundai Cummins Engine Company – HCEC ocorreu em Ulsan, na Coreia do Sul, e o acordo foi assinado por Byeong-Ku Choe, chefe de operação e presidente da divisão de equipamentos de construção da Hyundai, e Rich Freeland, presidente da divisão de motores da Cummins Inc.


Saber o que olhar

Sobre a Economia pode-se dizer o mesmo que já se disse da Política. Tal como as nuvens, ambas oferecem visões diferentes a cada instante. As diferenças que exibem são acrescentadas àquelas que observadores imersos nas paixões do processo político-eleitoral encontram de tanto desejar encontrar. Em resumo, quando as duas coisas se somam, como neste ano de eleições, é preciso encontrar um ponto de apoio menos instável, sobre o qual podemos construir as decisões da rotina profissional.

Um apoio desse tipo podemos encontrar na indústria automobilística, tanto pelo próprio peso que possui na economia como pelas importantes cadeias produtivas que ela lidera e estimula antes e depois de colocar seus produtos no mercado.

As associadas Peugeot – Citroën, mais a Mitsubishi e a Renault, por exemplo, vão investir cerca de R$ 3,2 bilhões nos próximos anos, boa parte deles nos próximos dois anos. Os investimentos somados da Ford, General Motors e Volkswagen, por sua vez, alcançam R$ 13 bilhões. A Toyota constrói nova fábrica e aplica R$ 1 bilhão, de olho no mercado estimado de 4 milhões de carros nos próximos três anos. A Hyundai trabalha na mesma direção e está erguendo uma nova fábrica. Basta imaginar, a partir desses números, a demanda de máquinas, equipamentos e serviços que serão indispensáveis para transformar esses investimentos em produtos nos pátios das fábricas e dos revendedores.

Um segundo e igualmente confiável ponto de apoio é a Feira da Mecânica, que acontece nesta primeira quinzena com número excepcional de expositores e perspectivas ainda melhores de negócios.

Em resumo, é melhor observar o mercado e seus números do que confiar na meteorologia político-eleitoral.