Arquivo

Textos com Etiquetas ‘ICEI’

Empresários mais confiantes, aponta ICEI de agosto

Após 28 meses, o Índice de Confiança do Empresário Industrial – ICEI, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, alcançou 51,5 pontos, superando a linha divisória de 50 pontos, o que mostra empresários mais confiantes, resultado que não se via desde março de 2014.

Na passagem de julho para agosto de 2016, o índice cresceu 4,2 pontos. A tendência de recuperação da confiança dos empresários tem sido observada desde abril desde ano. No período, o índice aumentou 14,7 pontos.

Participaram do estudo 3.150 empresas, sendo 1.236 de pequeno porte, 1.198 de médio porte e 716 de grande porte. O período de coleta ocorreu de 1 a 11 de agosto de 2016.

Para acessar o estudo completo, acesse aqui.

 

Fonte; Confederação Nacional da Indústria - CNI

Fonte: Confederação Nacional da Indústria – CNI

 

 

 


Dias melhores

Alguns indicadores e análises recentes de entidades e especialistas apontam que estamos caminhando para uma moderada recuperação, mais confiantes, mesmo diante de um cenário desafiador.

Dados do IBGE mostram que a produção industrial avançou 1,1% em junho na comparação com maio. É o 4º resultado positivo, acumulando crescimento de 3,5% no período. O ICEI – Índice de Confiança do Empresário Industrial, de julho, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, também aponta alta de 1,6 ponto em relação a junho, atingindo 47,3 pontos. É o terceiro mês consecutivo com variação positiva e crescimento acumulado de 10,5 pontos no período. O indicador de expectativa variou 1,2 pontos, ficando acima dos 50 pontos, o que sugere expectativa positiva do empresário para os próximos seis meses.

Um bom momento para avaliar onde e como otimizar, e planejar seus investimentos com foco na eficiência operacional. Para ajudá-lo a identificar soluções que incrementem seu chão de fábrica, esta edição reúne, em seção especial, a partir da página 10, uma seleção de novas máquinas-ferramenta. A produtividade e a qualidade dos produtos dependem basicamente de seu desempenho; por isso conhecer essas novidades pode fazer toda a diferença. A edição traz ainda outras notícias de equipamentos, instrumentos e produtos para uso nas mais diversas áreas da indústria, lançados recentemente no Brasil e exterior.

A indústria está mais exigente, e o cliente, também. É preciso se preparar para desenvolver soluções mais eficientes, que promovam redução do consumo de energia, sejam sustentáveis, otimizem a performance de processos e propiciem redução de custo operacional, sem perda de qualidade. Essas são algumas das diretrizes que estão impulsionando muitas companhias a desenvolver novos produtos e serviços, mesmo diante das oscilações do mercado.

O que podemos aprender com elas? Priorizar o cliente, para começar. Ele busca soluções cada vez mais eficientes. Observar, escutar e entender suas necessidades e o mercado, conhecendo as novas exigências, é premissa básica. Mas é preciso construir uma relação de confiança. Estar presente nos momentos mais difíceis, como nas crises, é vital; seu cliente precisa saber com quem pode contar.


Produção industrial avança e a confiança segue em recuperação

Indicadores e análises recentes de entidades indicam que dias melhores virão. A produção industrial avança e os empresários estão mais confiantes. O cenário continua desafiador, mas as notícias sugerem um fôlego.

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE mostra que a produção industrial cresceu 1,1% em junho na comparação com maio. É o 4º resultado positivo seguido, acumulando avanço de 3,5% no período. Mesmo assim, a indústria recuperou apenas parte do que perdeu ao longo de 2015, o que mostra que há pela frente mais desafios.

Segundo o IBGE, 18 dos 24 ramos avaliados aumentaram sua produção. A principal influência positiva, entre os setores, veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (8,4%), com expansão de 5,5% em relação ao mês anterior. Outras contribuições positivas partiram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%); artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,8%); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,4%); e produtos de borracha e de material plástico (2,4%).

Entre as grandes categorias econômicas, bens de capital (2,1%), mostrou a expansão mais acentuada em junho deste ano. Foi a 6ª taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 13,9% nesse período. Cresceram também bens de consumo semi e não-duráveis (1,2%), bens de consumo duráveis (1,1%) e bens intermediários (0,5%).

Outro indicador também sugere boas expectativas. O ICEI – Índice de Confiança do Empresário Industrial, de julho, medido pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, aponta crescimento de 1,6 ponto em relação a junho, atingindo 47,3 pontos. É o terceiro mês consecutivo com variação positiva e crescimento acumulado de 10,5 pontos no período.

Entre os componentes do ICEI, o indicador de expectativa variou 1,2 pontos, ficando acima dos 50 pontos, o que sugere expectativa positiva do empresário para os próximos seis meses. O indicador de condições atuais, embora esteja abaixo de 50 pontos, registrou alta de 2,3 pontos de junho para julho, o que sugere trajetória crescente desde abril.

Para ler a pesquisa da produção industrial do IBGE, acesse aqui.

Para ler o ICEI da CNI, acesse aqui o site da CNI.

 


Setor de transformação lidera otimismo da indústria em janeiro

O otimismo dos empresários da indústria em janeiro, na comparação com dezembro de 2010, aumentou nos três segmentos analisados para o Índice de Confiança do Empresário Industrial – ICEI, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI: indústria extrativa, de transformação e da construção. A confiança no setor de transformação foi a que mais cresceu, subiu 2,1 pontos, registrando 56,5 pontos. Foi seguido pela indústria da construção, cujo otimismo aumentou 1,8 ponto, atingindo 59,7 pontos. Já o índice da indústria extrativa teve crescimento de 0,4 ponto, alcançando 60,3 pontos. O ICEI varia de zero a cem. Valores acima de 50 mostram confiança e abaixo de 50, pessimismo.

O estudo de janeiro de 2011 foi calculado com base em entrevistas feitas com 2.220 empresas, entre 2 e 18 de janeiro, das quais 1.169 são pequenas, 748 médias e 303 de grande porte. O ICEI é formado com base em quatro perguntas: condições atuais da economia brasileira e da empresa e expectativas sobre a economia nacional e a empresa. Antes trimestral, a partir de janeiro de 2010 o levantamento passou a ser mensal.


Confiança da indústria cai frente a economia

22, julho, 2011 3 comentários

Com redução de 5,5 pontos em relação a julho/10, o otimismo dos empresários industriais brasileiros atingiu 57,9 pontos em 2011, sendo esse o menor resultado na média histórica, que foi de 59,6 pontos. As informações são do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na última terça-feira (19).

O estudo, realizado desde 1999, traz uma escala de 0 a 100, sendo que valores abaixo de 50 pontos indicam a falta de confiança do mercado.

Segundo a CNI, o baixo resultado é proveniente da percepção de piora nas condições de negócio em relação aos últimos meses. Nesse caso, o indicador reduziu dos 57,6 pontos em julho/10 para 45,4 pontos em julho/11. No mesmo período, a percepção quanto à empresa também recuou (-12,1 pontos), chegando a 49,7 pontos.

O economista da CNI, Marcelo Souza Azevedo, afirma: “Os dados confirmam que os empresários estão preocupados com os efeitos do aumento da inflação e das medidas de contenção do consumo sobre a economia e a produção das indústrias”.

Apesar dos baixos resultados, as expectativas futuras são melhores. Sobre o desempenho da economia e das empresas, o resultado ficou em 62,7 pontos.

O ICEI de julho foi calculado com base nas entrevistas realizadas com 2.103 empresas entre 1º e 15 deste mês. Entre as indústrias entrevistadas, 1.127 são pequenas, 684 são médias e 292, grandes.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Crédito: Wesley Sarto é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desde de 2004 atua na área de comunicação e marketing e desde de 2007 integra a equipe de NEI Soluções.