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Empresários querem revitalizar a zona industrial do Jacaré, no Rio

Importante região industrial da cidade do Rio de Janeiro na década de 1960, o bairro Jacaré perdeu cerca de 25% de suas indústrias e tem agora a oportunidade de retomar sua importância econômica com a criação da Associação Empresarial da Zona Industrial do Jacaré e Região. No próximo dia 9, será realizada a reunião para definir as bases da entidade, já que o contrato social está pronto e deve ser entregue à Junta Comercial em breve. Antes mesmo de sua instalação formal, membros da associação já entraram em contato com a prefeitura para solicitar obras no bairro.

De acordo com Roberto Nóbrega, idealizador da entidade, a principal razão para a revitalização da área é sua localização privilegiada, com fácil acesso ao porto, Metrô, avenidas importantes e aeroporto. “Em termos de logística, o bairro é sensacional”, afirmou. Além disso, acredita-se que, com a construção de prédios residenciais na região, a geração de emprego beneficiará os moradores.

Nóbrega montou sua primeira empresa no Jacaré na década de 1970, saiu em 1982 e agora retorna ao bairro para iniciar uma companhia de armazenagem de equipamentos industriais. Segundo ele, os demais interessados querem investir em empresas de equipamentos para petróleo, de móveis, de confecção e na área naval.

Setor de transformação lidera otimismo da indústria em janeiro

O otimismo dos empresários da indústria em janeiro, na comparação com dezembro de 2010, aumentou nos três segmentos analisados para o Índice de Confiança do Empresário Industrial – ICEI, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria – CNI: indústria extrativa, de transformação e da construção. A confiança no setor de transformação foi a que mais cresceu, subiu 2,1 pontos, registrando 56,5 pontos. Foi seguido pela indústria da construção, cujo otimismo aumentou 1,8 ponto, atingindo 59,7 pontos. Já o índice da indústria extrativa teve crescimento de 0,4 ponto, alcançando 60,3 pontos. O ICEI varia de zero a cem. Valores acima de 50 mostram confiança e abaixo de 50, pessimismo.

O estudo de janeiro de 2011 foi calculado com base em entrevistas feitas com 2.220 empresas, entre 2 e 18 de janeiro, das quais 1.169 são pequenas, 748 médias e 303 de grande porte. O ICEI é formado com base em quatro perguntas: condições atuais da economia brasileira e da empresa e expectativas sobre a economia nacional e a empresa. Antes trimestral, a partir de janeiro de 2010 o levantamento passou a ser mensal.

IBGE aponta recuo no emprego industrial pelo terceiro mês consecutivo, enquanto CNI afirma relativa estabilidade

Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em novembro de 2011 o emprego industrial recuou 0,1% na comparação com o mês anterior. Segundo o instituto, é o terceiro mês consecutivo de queda, resultando em -0,3% na média móvel trimestral. Já frente a igual mês do ano anterior, o IBGE aponta queda de 0,5%. Mesmo com a sequência negativa, o índice acumulado nos onze meses de 2011 ainda é 1,1% favorável.

Diferente do IBGE, a Confederação Nacional da Indústria – CNI afirma que em novembro de 2011, o emprego industrial se manteve estável na comparação com o mês de outubro do mesmo ano.  Comparado com novembro de 2010, o saldo divulgado pela CNI é ainda mais contrastante com o do IBGE, apontando alta de 0,4%.

São pequenas discordâncias. Somando os resultados dos últimos doze meses, contudo, enquanto os indicadores do IBGE apontam alta de apenas 1,3%, os dados da CNI mostram que os empregos industriais no Brasil aumentaram 2,4%.

A pesquisa completa feita pelo IBGE você acessa aqui.

Clique aqui e veja os indicadores industriais divulgados pela CNI.

O que você pode aprender com o exemplo de negócios da Siemens e da Natura

17, agosto, 2011 Deixar um comentário

Tive a grata felicidade nos últimos 15 dias de visitar grandes empresas brasileiras na companhia de altos executivos americanos e de fazer parte de uma coletiva de imprensa com líderes de coaching, além de ser convidado para uma noite de comemoração em que um dos maiores empresários do mundo apresentou o seu pupilo, presidente de uma das maiores empresas do Brasil, a Ambev.  Nessas três ocasiões, as lições foram muitas, a sabedoria profunda e os temas incrivelmente semelhantes.

A primeira oportunidade foi de ciceronear 26 executivos americanos que cursam o Fast Track da mais reconhecida universidade de empreendedorismo do mundo.  Há 17 anos consecutivos, a Babson College é eleita top mundial nesse campo de estudo.  Alguns dos seus alunos de Executive Education vêm ao Brasil tentar entender o que acontece no “B” dos BRICs em relação ao empreendedorismo, intraempreendedorismo e inovação.  Houve visitas à Natura e, na área industrial, ao departamento de Inovação da Siemens. Ambas com “n” décadas de sucesso (Siemens com mais de um século) e com seus periscópios apontados para décadas muito além do horizonte de 2011.

Muitos empresários vão pensar: “Lógico que pensam lá na frente… Olha o tamanho das empresas”.  Mas ambas contaram as suas histórias datando de épocas em que eram minúsculas; porém sempre mirando a grandeza.  A primeira lição comum aos três eventos citados acima é: mesmo que comece pequeno, pense grande desde o primeiro dia.

Imagina a visão da Siemens cem anos atrás.  Lá na Alemanha, bem no início do século 20, já previram o potencial do Brasil, e aqui se instalaram.  E mais recentemente, antes de se falar nos BRICs, a Siemens previu que o gigante sonâmbulo estava para despertar.  A empresa reforçou os seus investimentos no Brasil acreditando na “profecia” de seu Departamento de Inovação: o século 21 seria brasileiro.  Esse Departamento, liderado pelo Sr. Ronald Dauscha – um dos palestrantes do último NEI International Industrial Conference & Show – vasculha tendências do futuro para determinar o caminho que a Siemens tem que começar a preparar hoje.  Algumas das “profecias” geradas pela campanha “Picture of the Future” não cabem no modelo de negócios da Siemens, mas o know-how adquirido nunca é fundo perdido… Nesses casos, é vendido para outras empresas que poderiam se beneficiar do conhecimento adquirido pela Siemens.

A Natura, naturalmente, também está de olho no futuro, mas de uma maneira mais holística e sistêmica.  Através da lente desse olhar, a Natura enxerga um futuro construído tanto pelo bem-estar-bem dos seus funcionários e consultoras, quanto dos seus clientes.  A empresa busca proativamente modelos que visam melhorar a qualidade de vida do funcionário e, consequentemente, o seu maior engajamento nos objetivos da comunidade de stakeholders que é o todo da empresa, e a empresa como um todo. Atualmente, importam, estudam e tentam implementar a filosofia e práticas do “modelo integral” do guru americano Ken Wilber, entre outros pensadores mundialmente reconhecidos.

Desde os seus primeiros dias, as duas empresas buscam e continuam buscando, mais do que nunca, um futuro grandioso.  A Siemens vai por um caminho industrial mais racional, linear e cartesiano. A Natura, por um caminho orgânico, mais intuitivo, circular e (até) quântico. Nessa jornada rumo ao futuro, a Siemens nos mostra quão importante é estar focado no futuro do nosso ramo através de uma pessoa ou departamento designado para executar essa tarefa de enxergar longe.  Por outro lado, a jornada da Natura nos lembra quão importante é a qualidade de vida do cliente interno: o funcionário.  Não pensam no futuro da empresa sem levar em conta o futuro de cada funcionário dentro dela.

São essas algumas das lições da primeira dessas três ocasiões que vivenciei.  Na próxima oportunidade, descreverei as lições da segunda ocasião, que envolveu grandes coaches que atendem grandes empresas, como a Toyota.

Exageros Ambientais

Ao longo de sua história de mais de 500 anos, o Brasil acumulou um déficit de investimentos na conservação ambiental e passivos sociais decorrentes dos diferentes modelos econômicos praticados. Inviáveis de serem resolvidos no curto prazo, estes déficits de investimento públicos estão elevando a pressão para aumento das compensações socioambientais, para empreendimentos industriais e agroindustriais já em operação, bem como sobre instalações e atividades existentes há décadas – seculares, em alguns casos.

O setor produtivo vem executando sua função econômica e de desenvolvimento social de forma aderente à recente legislação ambiental brasileira, implementando e operando suas instalações em obediência ao arcabouço legal ambiental que totaliza mais de 16.000 normas legais. Um dos temas mais recorrentes nesta legislação são exatamente as compensações ambientais que incidem sobre a atividade econômica quando implantadas, entre elas as medidas compensatórias no licenciamento ambiental (art. 12, parágrafo único, da lei 6.981/81); compensação ambiental da lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (art. 36, 47, 48 da Lei 9.985/00); compensação florestal para supressão de vegetação da lei 4771/65; compensação para supressão de vegetação em mata atlântica (art. 17 e 32 da Lei 11.428/06); compensação por supressão de Área de Preservação Permanente (art. 4, parágrafo 4º, do Código Florestal), compensações pelas emissões de GEE – Gases de Efeito Estufa , compensações financeiras, compensações diversas oriundas de exigências de órgãos como prefeituras, Instituto Nacional do Patrimônio Histórico- IPHAN, Fundação Nacional do Índio-FUNAI, órgãos de fiscalização, além das demais compensações impostas por processos judiciais, Termos de Acordo e de Ajuste de Conduta, propostos pelos Ministérios Públicos e nas condicionantes das licenças ambientais.

De fato, dependendo de sua natureza, a implementação ou operação de um empreendimento industrial pode ter impactos negativos, mas é igualmente verdadeiro que também produz impactos altamente positivos, tais como geração de emprego, renda, impostos e taxas utilizados pelos governos – municipais, estaduais e federal – inclusive em ações públicas de preservação ambiental. Na verdade, é importante registrar que impactos negativos são geralmente minimizados pelos empreendedores por meio de programas ambientais incluídos nos respectivos processos de licenciamento ambiental, muitos deles melhorando a qualidade sócio-ambiental na sua área de inserção do empreendimento.

No entanto, observa-se atualmente a tendência de se cobrar compensações crescentes, mesmo onde os impactos já são mitigados ou minimizados, algumas sem relação direta com os empreendimentos, com elevados custos e com a agravante de que são muitas vezes cobranças sobre empreendimentos implantados antes da legislação ambiental. São medidas que, neste caso, ferem o princípio constitucional da não retroatividade. Registre-se que os ônus impostos ao setor produtivo em decorrência de cobranças indevidas de todo tipo de compensações são extremamente onerosos, colocando em risco especialmente pequenas e médias empresas que podem ser inviabilizadas em razão direta destes custos adicionais não previstos ou não devidos.

Na verdade, a responsabilidade por impactos negativos (inerentes a qualquer atividade humana) e danos (agora proibidos por lei) ao meio ambiente além de ser objetiva é também solidária. “Eu produzo, você compra, nós poluímos”. A conjugação destes verbos expressa de forma mais abrangente a responsabilidade solidária entre o setor produtivo, o consumidor e o contribuinte. A partir desta premissa, faz-se necessário que tais compensações sejam proporcionais, adequadas e justificadas pelo interesse público e atendam ao critério da razoabilidade.

Vale dizer: é preciso ponderar sobre as restrições impostas somente ao setor produtivo e aquelas que deveriam ser também de responsabilidade dos consumidores e dos contribuintes (quase sempre são as mesmas pessoas) frente aos objetivos ambientais almejados por todos. Igualmente, a pretensão de se retroagir ilimitadamente a obrigação de compensar traduz uma contradição do Estado brasileiro consigo mesmo, pois que as relações e direitos que se fundam sob a garantia e proteção das suas leis não podem ser arbitrariamente destituídos de legalidade.

É um desafio diário buscar soluções de adequação à legislação ambiental e de inovação e ainda garantir a competitividade e a rentabilidade dos empreendimentos existentes e futuros que operem de acordo com as melhores práticas de sustentabilidade, gerando emprego, renda e qualidade de vida para todos. Isto exige extrema e estrita legalidade na definição das compensações socioambientais por parte do poder público e de outros atores da sociedade. Se assim não for, estaremos fadados a um futuro duvidoso.

A sustentabilidade dos incentivos às fontes alternativas renováveis

Na área ambiental, o quilowatt mais eficiente é o que não consumimos. Para uma matriz elétrica sustentável não basta boa vontade, ideologia ecológica ou visão ambiental estratégica.

É inegável a importância das fontes alternativas e renováveis sob o aspecto de alternativa para a matriz energética nacional, sob a perspectiva da sustentabilidade ambiental na exploração de fontes com baixa emissão de carbono.

No Brasil, energias renováveis são também as mais competitivas (hidro e biomassa). A adoção de energias renováveis, sem prestar muita atenção aos custos imediatos, pode ser temerária, já que pagar mais por energia ainda não é uma opção desejada pelos consumidores brasileiros.

Porém, existe uma janela de oportunidade excepcional para os biocombustíveis nos próximos anos, atendendo o crescimento da demanda numa conjuntura de escassez de hidroeletricidade e gás natural. O etanol de segunda geração, produzido a partir da celulose, presente nos resíduos da cana-de-açúcar e em outras matérias-primas vegetais, é uma alternativa fundamental para produzir o combustível renovável e fazê-lo em bases sustentáveis sem prejudicar a produção de alimentos. O preço da bioeletricidade tende a aumentar devido ao etanol celulósico, em consequência do custo de oportunidade para o bagaço de cana com essa nova utilidade.

A energia eólica poderá ser uma opção competitiva numa “segunda onda”, com tendência de queda do preço dos equipamentos eólicos para as próximas décadas. Na Europa, o investimento crescente em energia eólica se dá por absoluta falta de alternativa mais viável economicamente, o que não é o caso brasileiro.

A sustentabilidade é um conceito indeterminado. Não dispomos de indicadores objetivos e quantitativos mínimos para avaliar os resultados alcançados. O foco está nos processos de governança e na utilização das melhores práticas técnica e economicamente viáveis e disponíveis.

Comparativamente com outras nações, podemos nos orgulhar do quanto evoluímos em direção a sustentabilidade. Nossas matrizes de geração de energia elétrica e a matriz de energia primária são “limpas”, com baixa utilização de carbono, sendo, portanto, um crédito ambiental, patrimônio da sociedade brasileira. Somos hoje o que muitas nações gostariam de ser amanhã.

O Projeto de Lei Nº 630, de 2003, estabelece incentivos à produção de energia a partir de fontes alternativas renováveis e biocombustíveis; fomenta a realização de pesquisas relacionadas a essas fontes de energia e ao hidrogênio para fins energéticos e institui o Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis.

O maior obstáculo para o avanço das fontes alternativas renováveis é a falta de recursos para financiar os custos de instalação e operação desses empreendimentos. Quando as energias alternativas renováveis estiverem ao alcance de todos e a efetividade climática e a ética de implementação forem inquestionáveis, haverá possibilidades concretas de redução das emissões de CO2.

São fatores críticos de sucesso para a sustentabilidade dos incentivos às fontes alternativas renováveis:

1) A concessão de subsídios com tempo definido, visando evitar onerar desnecessariamente os contribuintes e os consumidores;

2) Mecanismos de inserção aderentes às regras de mercado, com respeito aos contratos existentes, dando preferência a incentivos em lugar de imposições e prioridade às fontes menos onerosas;

3) Uma política industrial para que os complexos industriais fabricantes desses equipamentos se instalem/permaneçam no país.

Apesar dos diversos mecanismos propostos pelo PL 630/03 terem como objetivo o fomento das energias incentivadas, o mesmo apresenta impactos negativos nos demais agentes de geração, com aumento de tarifas de difícil aceitação à sociedade.

Acesse aqui produtos elétricos que podem otimizar sua planta industrial.

Logística Reversa no Brasil – Lições Aprendidas Cinco empresas apresentam suas práticas e os desafios futuros – Parte I

Logística Reversa tem sido um dos temas mais requisitados por empresários neste semestre. A chegada da Lei do Lixo, em agosto de 2010, colocou em atenção os gestores que devem programar suas operações, para trazer de volta à sua planta industrial os produtos que já estão obsoletos. E, dessa forma, criar uma solução inteligente, sustentável e rentável para que a empresa possa responder à legislação de modo correto e sem prejuízos.

Algumas empresas se adiantaram à Lei e já trabalham com a coleta e a reciclagem dos materiais que são descartados pelos consumidores; outras já investem em pesquisa e desenvolvimento, criando produtos inteligentes no que tange à sustentabilidade ambiental, como as embalagens fabricadas com o plástico verde, o jeans que, após descartado, é usado como combustível em caldeiras, e várias outras inovações que já estão no mercado.

Hoje, o que é demandante são soluções voltadas para as indústrias e as empresas e que possam gerar uma operação reversa, de acordo com a conformidade da legislação e, na ponta, ainda gerar valor agregado – imagem sustentável para a empresa por meio do marketing verde.

O Brasil, como um país em desenvolvimento, configurará futuramente como um dos maiores “produtores” de lixo eletrônico. Como informa Dweck, (Guia Exame Sustentável 2010), a ONU apontou o Brasil como o país emergente que gera mais lixo eletrônico per capita a partir de PCs. Assim, espera-se que em 2010 ocorra uma venda de 13,5 milhões de computadores e, passados de 3 a 5 anos, esses eletrônicos serão descartados.

Nosso país é apontado como um dos maiores consumidores de computadores do mundo e, em breve, poderá liderar a produção do lixo eletrônico, tendo, portanto, que administrar um ônus ambiental. Para a autora, 40 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos são gerados todo ano, mas apenas cerca de 10% são reciclados de forma apropriada.

É relevante alertar que o descarte incorreto do lixo eletrônico, como o descarte nos lixões, está no manuseio errado dos equipamentos, levando a contaminação do solo e da água, conforme as peças se oxidam (André Vilhena, Diretor Executivo do Cempe – Compromisso Empresarial para Reciclagem).

A Convenção da Basileia,  assinada em 1992, controla os fluxo de resíduos perigosos, exigindo o certificado que garanta a reciclagem correta do lixo eletrônico em caso de exportação. Mesmo com esse direcionamento, há países que “desviam” o lixo eletrônico como doação para países carentes: muitos dos aparelhos não funcionam e o lixo é maquiado como “doação”, como mostra o quadro abaixo:

Origem Destino
Londres Lagos na Nigéria
USA Guyiu na China

Esse é o lado obscuro do descarte, quando contêineres inteiros são carregados de computadores, monitores e TVs e enviados a países miseráveis na África e na Ásia, locais carentes em restrições ambientais.

Como relatado, a Lei do Lixo instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sendo importante em dois pontos:

• Obriga a criar sistemas de logística reversa (volta do equipamento ao setor industrial para ser reaproveitado);

• Definição de que a responsabilidade pelo descarte correto é compartilhado entre fabricantes, distribuidores, importadores e consumidores.

Amanhã, no próximo post, alguns casos de empresas que aderiram ao descarte correto.

Acesse também produtos ligados à reciclagem e logística reversa.

NEI aposta nos futuros profissionais da indústria

Começa hoje a IV Semana da Educação, Ciência e Tecnologia do Instituto Federal de São Paulo. NEI acredita no futuro da indústria brasileira e que a educação é a base para uma nação vencedora, por isso apoiar um evento como este fornecendo informação industrial de qualidade, atualizada e gratuita é nossa forma de contribuir, desde já, com os futuros profissionais, ajudando-os a se preparar melhor para o mercado de trabalho.

Na abertura do evento estudantes e convidados foram contemplados com as boas vindas do coral de crianças e jovens do Projeto Guri – Polo Julio Prestes.  No decorrer desta semana vocês vão acompanhar as principais notícias desse evento. Fique atento e…Oh happy day!

Conheça os benefícios do NEI.COM.BR e aproveite a informação industrial gratuita

O NEI.COM.BR é o mais completo portal de informações da indústria brasileira. São mais de 50 mil fornecedores organizados em mais de 10.700 categorias de produtos, lançamentos de produtos, artigos técnicos, agenda de eventos, fornecedores TOP FIVE – os preferidos pelo mercado industrial, e muito mais! Acesse e confira. É GRATUITO!

Saiu o resultado do sorteio!

Parabéns ao Marco Túlio Ferreira,  vencedor do sorteio da nossa promoção “NEI incentiva o conhecimento na indústria e quem ganha é você!”.

O sortudo ganhou uma inscrição gratuita para o seminário: Planejamento e Gestão Estratégica da Manutenção, que acontecerá nos dias 10 e 11 de março, em São Paulo.

Agradecemos a participação de todos e fiquem atentos às próximas promoções!

Esperamos que vocês continuem utilizando os produtos NEI em sua rotina de trabalho e que consigamos levar sempre até vocês a mais completa informação industrial, seja através do www.nei.com.br, do Blog NEI, do Twitter NEI, da revista NEI ou do TOP FIVE. Muito obrigada!

PARABÉNS, Marco Túlio!