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Venda de equipamentos para construção deve ter alta de 5% em 2013

A comercialização de equipamentos para a construção deve crescer 5% em comparação a 2012. A previsão é de mais de 74,1 mil unidades vendidas contra 70,3 mil comercializadas no ano anterior. A informação é do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, elaborado pela Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração – Sobratema e divulgado em 13 de novembro.

Esse resultado decorre do crescimento estimado de 13% na comercialização de máquinas da linha amarela (terraplenagem e compactação) neste ano, com 33,3 mil unidades vendidas (novo recorde no setor, o anterior ocorreu em 2011) contra mais de 29,4 mil em 2012, e também do desempenho geral de outros equipamentos para construção, grupo formado por gruas, guindastes, compressores portáteis, plataformas aéreas, manipuladores telescópicos e tratores de pneus, que deve apresentar alta de 19% em 2013.

De acordo com Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema, o desempenho das vendas dos equipamentos para construção será menor que da linha amarela e das demais máquinas, principalmente por conta dos resultados dos caminhões rodoviários, que devem obter decréscimo de 7% nas unidades vendidas.

Em relação aos setores que utilizam máquinas para a construção, a área de infraestrutura responde pela maior parte dos equipamentos adquiridos em 2013, com 35 mil unidades, o que significa crescimento de 9,9% ante 2012. A construção civil é o segundo segmento em termos de vendas, com 28 mil unidades, que representa alta de 1,4% em comparação com o ano passado.


“Investimento em infraestrutura é questão de sobrevivência para o Brasil”, afirma o presidente da AEB

20, setembro, 2013 Deixar um comentário

Portos, ferrovias e rodovias estão entre os principais setores da infraestrutura no Brasil que necessitam de investimentos. Para José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil – AEB, melhorar esses setores significa preparar o país para ganhar mais no futuro. “A infraestrutura é questão de sobrevivência para o Brasil no comércio exterior. Além disso, ao investir em infraestrutura, reduziremos custos, aumentando a competitividade de produtos manufaturados”, avalia. O presidente da AEB também enfatiza que o Brasil precisa se preparar para atender a demanda por produtos agrícolas, que tende a crescer em todo o mundo.

Para debater esse cenário, acontecerá no próximo dia 25, em Nova York, o seminário “The Brazil Infrastructure Opportunity” (A Oportunidade da Infraestrutura Brasileira). “Essa divulgação é uma forma de atrair investidores para o Brasil. Para nós o presente é importante, mas o futuro é mais ainda. Isso porque é no futuro que nós vamos consolidar a participação brasileira no mercado internacional”, diz Castro.

O evento é uma iniciativa do Grupo Bandeirantes de Comunicação e do Metro Jornal, em parceria com o banco americano Goldman Sachs. Estão confirmadas as presenças de empresários, formadores de opinião, presidenta Dilma Rousseff, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – Bndes, e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central também estão confirmados. Entre os palestrantes, estarão os presidentes do Grupo Bandeirantes, João Carlos Saad, do Metro Internacional, Per Mikael Jensen, e do Goldman Sachs, Gary Cohn.

Fonte: Rádio Bandeirantes


Indústria lidera aumento das liberações do BNDES até maio

Entre janeiro e maio deste ano, os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES foram de R$ 73 bilhões, alta de 67% na comparação com os mesmos meses de 2012. No período, todos os setores apoiados pelo banco tiveram aumento nos valores desembolsados e o maior crescimento relativo foi observado na indústria, com expansão de 123% nas liberações, de R$ 25,8 bilhões.

Os destaques foram química e petroquímica, metalurgia, mecânica e material de transportes, segmentos intensivos em bens de capital. As operações do BNDES Finame totalizaram R$ 29,5 bilhões, registrando alta de 87%.

As liberações do Programa BNDES de Sustentação do Investimento – PSI somaram R$ 36,5 bilhões. Mais de 50% desse total (R$ 18,7 bilhões) foi destinado às micros, pequenas e médias empresas. As operações do PSI cresceram 285% neste ano, financiando a aquisição de máquinas e equipamentos, bens de capital e projetos de inovação.

Às micros, pequenas e médias empresas o banco desembolsou R$ 27,4 bilhões até maio, resultado 60% superior ao registrado em 2012. Responderam por 38% das liberações totais nos cinco primeiros meses de 2013.

Os desembolsos ao setor de infraestrutura, de R$ 20,7 bilhões, cresceram 19% no período, puxados por construção, transporte rodoviário e “outros transportes” (alta de 155%), em que estão classificadas operações relativas a transporte de passageiros, como metrôs.

Aumentaram também as aprovações para financiamento a novos projetos (R$ 70,7 bilhões) e as consultas das empresas por novos financiamentos (R$ 102,7 bilhões), com altas respectivas de 21% e 9% no acumulado.


Alta de 70%: Bens de capital puxam melhor primeiro trimestre da história do BNDES

15, abril, 2013 Deixar um comentário

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES somaram R$ 37,2 bilhões no primeiro trimestre de 2013, alta de 52% na comparação com o mesmo período de 2012. O volume de desembolsos é o mais alto da história do BNDES para um primeiro trimestre e indica retomada de investimentos, com destaque para as liberações destinadas a máquinas e equipamentos e ao setor industrial. A indústria respondeu por 36% (R$ 13,5 bilhões) dos desembolsos totais, com forte alta de 109%.

Todos os segmentos industriais apresentaram resultado positivo entre janeiro e março deste ano. As liberações automáticas, por meio da Finame, para máquinas e equipamentos atingiram R$ 16,3 bilhões, indicando crescimento de 70% em relação ao mesmo período de 2012.

Desse total, R$ 4,8 bilhões foram destinados a “equipamentos não-transporte”, representando alta de 90% em relação a janeiro/março do ano passado. Nessa categoria estão segmentos fundamentais à expansão industrial, como de maquinário de caldeiraria (596%), máquinas-ferramenta (135%) e máquinas para movimentação de carga (115%).

Para equipamentos de transporte, onde estão classificados ônibus e caminhões, o BNDES liberou R$ 8 bilhões no primeiro trimestre de 2013, alta de 44%. Já os R$ 3,6 bilhões liberados para aquisição de equipamentos agrícolas (tratores, implementos e colheitadeiras, entre outros), representaram aumento de 129%.

Os fortes desembolsos para o setor de bens de capital justificam a importância do Programa de Sustentação do Investimento – PSI, que oferece taxas mais baixas para a aquisição de máquinas e equipamentos. Só os desembolsos do PSI, entre janeiro e março, somaram R$ 20,2 bilhões.

 

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Infraestrutura
Total de R$ 9,3 bilhões é o valor liberado pelo BNDES no primeiro trimestre de 2013 para infraestrutura.  O dado representa queda de 7% em relação a 2012, mas, segundo o banco, a tendência para o setor é de expansão, já que as aprovações, de R$ 15 bilhões, cresceram 73% – alta puxada pelo segmento de transporte ferroviário e rodoviário.

Comércio e Serviços
O Banco liberou R$ 9,7 bilhões – alta de 65%. O destaque foi o setor agropecuário, onde as liberações somaram R$ 4,7 bilhões, representando crescimento de 113%, em relação a janeiro/março de 2012.


Resultado histórico: BNDES libera R$ 50,1 bilhões para MPMEs

26, fevereiro, 2013 Deixar um comentário

Em 2012, o volume de recursos liberados para as micro, pequenas e médias empresas – MPMEs foi o maior da história do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, totalizando R$ 50,1 bilhões. Na comparação com 2011, os desembolsos para as empresas de menor porte representaram alta de 32% – o que sugere apoio na democratização do crédito e geração de emprego e renda.

Durante 2012, foram realizadas 990 mil operações com MPMEs, o que representa 96% do total efetuado pelo Banco. Somente o Cartão BNDES liberou R$ 9,5 bilhões em 2012 – alta de 26% e 707 mil operações.

Outra prova da descentralização do crédito é observada também na distribuição regional dos desembolsos do banco. A região Norte, por exemplo, com R$ 13,3 bilhões, recebeu 23% mais em relação a 2011. Já a região Nordeste recebeu R$ 21 bilhões, alta de 12%.


BNDES desembolsa R$ 156 bilhões em 2012, alta de 12%

25, fevereiro, 2013 Deixar um comentário

Além dos desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES que alcançaram a marca de R$ 156 bilhões em 2012, com crescimento de 12% na comparação com o ano anterior, as consultas, com alta de 60%, e as aprovações de novos projetos, que cresceram 58% em relação a 2011, representaram resultados históricos. Os indicadores refletem a forte disposição de realização de investimentos por parte do empresariado brasileiro.

Os setores de Indústria e Infraestrutura somaram, juntos, 65% (cerca de R$ 100 bilhões) do total disponibilizado pelo BNDES em 2012. Energia elétrica (R$ 18,9 bilhões) e transporte rodoviário (R$ 15,5 bilhões) foram os destaques da Infraestrutura. Já nos desembolsos para a Indústria, o setor petroquímico (R$ 8,5 bilhões) e o material para transporte (R$ 7 bilhões) lideraram os valores do setor. O Comércio & Serviços manteve a contínua trajetória de crescimento na carteira de financiamentos e fechou 2012 com desembolsos de R$ 44 bilhões (28% do total).

O resultado histórico do BNDES pode ser explicado pelo conjunto de medidas adotadas pelo governo federal para estimular o crescimento de investimentos do setor público e privado. Foram R$ 55 bilhões liberados através de programas do BNDES vinculados a projetos governamentais.


PSI também financiará projetos de infraestrutura logística

29, janeiro, 2013 Deixar um comentário

O governo federal editou ontem (28) uma Medida Provisória alterando o Programa de Sustentação do Investimento – PSI 2013, de modo que o programa não só libere recursos para aquisição de bens de capital e estímulo à inovação, mas também financie projetos no âmbito do Programa de Investimentos em Logística: Rodovias e Ferrovias. “Esta é mais uma medida de apoio aos investimentos, que são fundamentais para sustentar um crescimento econômico robusto e sustentável no longo prazo”, avalia Guido Mantega, ministro da Fazenda.

O plano de financiamento dos projetos de infraestrutura logística do PSI 2013 oferece taxa de juros de 3% ao ano nas operações contratadas no primeiro semestre e de 3,5% ao ano, no segundo semestre. O prazo é de até 20 anos com carência máxima de 36 meses.

Para implantar essa nova modalidade de financiamento via PSI, o governo utilizará R$ 15 bilhões de recursos próprios do sistema bancário, decorrentes da liberação de depósitos compulsórios sobre depósitos à vista. O valor total do PSI 2013 continua previsto em R$ 100 bilhões.

Fonte: Ministério da Fazenda


BNDES libera R$ 156 bi em 2012, alta de 12%

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES alcançaram R$ 156 bilhões em 2012, crescimento de 12% na comparação com o resultado de 2011. As consultas, com alta de 60%, e as aprovações de novos projetos, que aumentaram 58% em relação a 2011, atingiram níveis inéditos na história do banco.

Os setores da indústria e infraestrutura absorveram juntos 65% (R$ 100 bilhões em termos absolutos) do total desembolsado em 2012. Química e petroquímica (R$ 8,5 bilhões) e material de transporte (R$ 7 bilhões) foram destaques nas aprovações da indústria. Em infraestrutura, os líderes foram os segmentos de energia elétrica (R$ 18,9 bilhões) e transporte rodoviário (R$ 15,5 bilhões).

O Programa BNDES de Sustentação do Investimento – BNDES PSI liberou R$ 44 bilhões, com a realização de quase 150 mil operações de financiamento ao setor produtivo, sobretudo no segmento de máquinas e equipamentos. Do total, 57% foram para micros, pequenas e médias empresas.

Consultas

Observa-se tendência de aceleração dos investimentos em 2013, conforme indicam as altas de 60% nas consultas (R$ 312,3 bilhões) e de 58% nas aprovações (R$ 260,1 bilhões) em 2012.

Na indústria, o crescimento das consultas foi liderado pelos segmentos extrativo (R$ 32,2 bilhões), químico e petroquímico (R$ 23,3 bilhões, no qual se enquadram projetos de investimento voltados para o pré-sal), material de transporte (R$ 15,4 bilhões) e metalúrgico (R$ 11 bilhões).

Na infraestrutura, o destaque foi energia elétrica, com consultas de R$ 29,5 bilhões e aprovações de R$ 38,6 bilhões; na sequência, transporte rodoviário (R$ 19,6 bilhões em consultas), outros transportes (R$ 17,6 bilhões) e telecomunicações (R$ 9 bilhões).

Micros, pequenas e médias

O volume de recursos liberados para as micros, pequenas e médias empresas – MPMEs também foi o maior da história do banco, atingindo R$ 50,1 bilhões. Os desembolsos para as empresas de menor porte representaram 32% do total liberado no ano passado. Foram realizadas, no período, 990 mil operações com MPMEs, o que representa 96% do total efetuado pelo banco.


Investimentos de R$ 56 bi para a mineração na Amazônia

A mineração na Amazônia recebe R$ 56 bilhões até 2016 para implantação e expansão de projetos, incluindo extração e transformação, segundo informou o Instituto Brasileiro de Mineração – Ibram. Com isso, essa indústria abre na região Norte grandes oportunidades para a contratação e a formação de mão de obra local, bem como de rede de fornecedores.

O principal entrave à expansão da mineração sustentável na Amazônia, segundo o Ibram, é a carência de infraestrutura. Há projetos que exigem das mineradoras investimentos próprios em malhas ferroviárias, portos e rodovias, o que encarece o custo dos projetos e o preço de venda dos minérios. A estas dificuldades é preciso acrescentar a falta de mão-de-obra qualificada.

“O Programa de Aceleração do Crescimento prevê a implantação de infraestrutura de transporte na Amazônia, inclusive hidroviária, porém há projetos que demandam ações mais urgentes. Além do governo federal, os governos estaduais e municipais são importantes parceiros para que a mineração possa expandir sua ação e contribuir para o desenvolvimento local e regional”, disse José Fernando Coura, diretor-presidente do Ibram.


Proinvest – BNDES libera R$ 512,5 milhões para projetos de infraestrutura em Santa Catarina

23, agosto, 2012 Deixar um comentário

O plano do governo de Santa Catarina prevê investir R$ 512,5 milhões em infraestrutura, incluindo cabeamento de fibra óptica, projetos de manutenção e ampliação de rodovias, segurança pública e medidas para prevenir desastres naturais.

Foi a primeira operação de financiamento aprovada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, por meio do Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal – Proinvest. Com prazo total de 240 meses, a operação terá custo financeiro de Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP (atualmente em 5,5% ao ano) mais remuneração do BNDES de 1,1% ao ano, conforme as regras do Proinvest.

Criado recentemente pelo governo federal e com vigência até 31 de janeiro de 2013, o programa conta com orçamento de R$ 20 bilhões e objetiva ampliar capacidade de investimentos do setor público das unidades federativas.

Segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda, neste momento em que o setor privado diminui seus investimentos, é fundamental que o setor público faça movimentos contracíclicos para estimular a economia brasileira.

Taxas e condições – BNDES
Podem ser financiados projetos constantes de planos plurianuais e da lei orçamentária anual dos Estados, incluindo a compra de máquinas e equipamentos novos, desde que fabricados no Brasil e credenciados na Finame.

O BNDES pode arcar com até 100% dos itens financiáveis. As condições da operação variam de acordo com a modalidade do empréstimo e a obtenção ou não de garantia da União. Veja:

Operações com garantia da União
Operação Direta: TJLP mais 1,1% ao ano de remuneração do BNDES.
Operação Indireta: TJLP mais 1,1% ao ano, sendo 0,55% a.a do BNDES e 0,55% a.a do agente financeiro.

Operações sem garantia da União
Operação Direta: TJLP mais 2,1% ao ano de remuneração do BNDES.
Operação Indireta: TJLP mais 2,1% ao ano, sendo 1% a.a do BNDES e 1,1% a.a do agente financeiro.

Para facilitar a liberação do crédito, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal também estão habilitados a fazer operações no âmbito do Programa. “O Proinvest foi feito para ser ágil e rápido. Vamos monitorar semestralmente o desempenho do programa”, finaliza Mantega.