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Produção industrial brasileira se mantém estável, com destaque positivo para Bens de capital

2, outubro, 2013 Deixar um comentário

A produção industrial do Brasil se manteve estável entre julho e agosto, após apontar queda de 2,4% em julho na comparação com o mês anterior. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, divulgados hoje (2).

Três das quatro categorias de uso da indústria tiveram alta: bens de capital (2,6%), bens intermediários (0,6%) e bens de consumo duráveis (0,2%). Já os bens de consumo semi e não duráveis tiveram queda na produção (-0,3%).

Além disso, 15 das 27 atividades industriais pesquisadas tiveram alta entre julho e agosto, com destaque para o setor alimentício (2,5%), de veículos automotores (1,7%), máquinas e equipamentos (1,2%) e vestuário e acessórios (7,2%).

Entre as 11 atividades em queda, o destaque negativo é o resultado da indústria farmacêutica, que recuou 5,6% entre julho e agosto. Também tiveram reduções consideráveis na produção os setores de bebidas (-3,1%) e outros equipamentos de transporte (-3,7%).

Na comparação com agosto do ano passado, houve queda de 1,2%. Porém, nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses, foram registradas altas de 1,6% e 0,7%, respectivamente.

Fonte: com informações da Agência Brasil


Emprego na indústria volta a cair, aponta IBGE

16, setembro, 2013 Deixar um comentário

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em julho de 2013, o emprego industrial recuou 0,2% na comparação com o mês anterior, na série livre de influências sazonais. É a terceira taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto, acumulando nesse período perda de 0,7%.

A queda é apontada em 12 dos 14 locais pesquisados pelo instituto. O principal impacto negativo ocorreu na região Nordeste (-4,3%), que presenciou 12 quedas dos 18 setores pesquisados. As indústrias de calçados e couro (-8,3%), alimentos e bebidas (-3,6%), minerais não-metálicos (-7,4%), refino de petróleo e produção de álcool (-14,4%), vestuário (-3,3%), produtos de metal (-8,0%), borracha e plástico (-6,5%), produtos têxteis (-4,6%) e indústrias extrativas (-6,4%) foram as principais influenciadoras do resultado ruim da região nordestina. Outros resultados negativos ocorreram na Bahia (-7,4%), Rio Grande do Sul (-2,1%) e Pernambuco (-5,3%).

Na comparação com julho de 2012, a variação negativa é ainda maior, de 0,8%. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, o total do pessoal ocupado na indústria também registra recuo, de 0,8%, frente ao mesmo período do ano anterior.

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Produção industrial volta a cair, aponta IBGE

6, setembro, 2013 Deixar um comentário

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE, em julho de 2013, já descontadas as influências sazonais, a produção industrial brasileira recuou 2,0% na comparação com o mês anterior. A queda praticamente elimina a expansão de 2,1% conquistada em junho de 2013.

Na comparação com julho de 2012, o resultado é positivo, apontando crescimento de 2,0%. É a quarta expansão consecutiva nesse tipo de comparação. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, a produção industrial avançou 2,0% frente ao mesmo período do ano anterior. Ao considerar o acumulado dos últimos 12 meses, embora tímido, o resultado é o melhor desde novembro de 2011, apontando expansão de 0,6%.

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Recorde: Petrobras produz 2,139 milhões de barris/dia

7, agosto, 2013 Deixar um comentário

O desempenho contribui para a redução das importações de derivados, respeitando integralmente os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde – SMS que norteiam as ações da Companhia. Este é o terceiro recorde mensal de processamento de petróleo atingido em 2013.

Segundo a Petrobras, no mês de julho, a carga média processada de petróleo nas suas refinarias no Brasil foi de 2,139 milhões de barris de petróleo por dia (bpd), o que representa um acréscimo de 29 mil bpd frente ao recorde mensal anterior de 2,110 milhões de bpd, obtido em maio de 2013.


Feriado e manifestações prejudicam exportações em julho

16, julho, 2013 Deixar um comentário

De 8 a 14 de julho (cinco dias úteis) as exportações brasileiras somaram US$ 4,240 bilhões, com média diária de US$ 848 milhões. As importações, no período, foram de US$ 4,859 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 971,8 milhões. Os resultados apontam déficit semanal na balança comercial de US$ 619 milhões, com média diária negativa de US$ 123,8 milhões.

Considerando a média, as exportações diminuíram 11,6% na comparação com a primeira semana de julho (US$ 958,8 milhões), impulsionada pelas quedas nas exportações de três categorias de produtos: Semimanufaturados (-20,3%) apontou retração nas vendas de produtos de ferro e aço, ligas de alumínio, açúcar em bruto e borracha sintética e artificial; Básicos (-17,5%) retraiu, principalmente, devido a baixa venda de petróleo em bruto, farelo de soja, trigo em grãos e café em grãos; e a queda (-1,9%) dos Manufaturados foi puxada pelos embarques para aviões, etanol, óleos combustíveis, motores e geradores elétricos, e máquinas para terraplanagem.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior, o menor movimento de exportação verificado na segunda semana de julho foi influenciado pelo feriado do dia 9 de julho, no estado de São Paulo, e também pelas inúmeras manifestações em todo o País que dificultaram o acesso a portos de embarque. A média diária de exportação do porto de Santos-SP, por exemplo, registrou redução de 29,5% entre a primeira (US$ 254,4 milhões) e a segunda semana do mês (US$ 179,4 milhões).

Já as importações, no período, cresceram 5,7% sobre a média diária da primeira semana (US$ 919,2 milhões), explicada, especialmente, pelo crescimento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, adubos e fertilizantes plásticos, e cereais e produtos de moagem.

No acumulado mensal. As exportações brasileiras apontam média diária de US$ 903,4 milhões, apontando queda de 5,4% na comparação com o desempenho diário de julho de 2012 (US$ 954,7 milhões). Semimanufaturados (-38,5%) e Produtos básicos (-6%) são as principais retrações. Já a categoria de Produtos Manufaturados aponta o principal resultado positivo, com crescimento de 7,9% nas exportações – motivada, principalmente, pelas vendas de plataforma de perfuração, automóveis, aviões, medicamentos, óleos combustíveis e suco de laranja não-congelado.


Exportações da indústria de máquinas e equipamentos sobem 12% no acumulado do ano

De janeiro a julho de 2012, as exportações da indústria brasileira de máquinas e equipamentos cresceram 12,1%, totalizando US$ 7.023 milhões, e as importações subiram 6,1%, somando US$ 17.564 milhões, em relação ao mesmo período de 2011. O déficit da balança comercial foi de US$ 10.541 milhões, 2,5% superior ao resultado observado de janeiro a julho do ano passado. As informações são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq.

O desempenho das vendas fora do País foi positivo, mas, de acordo com a associação, o mercado interno registrou queda de 7,6%. A entidade divulgou ainda que o faturamento bruto do período foi de 0,6% em relação a 2011, fechando com R$ 46.352 milhões. Já o quadro de pessoal registrou a sexta queda consecutiva e encerrou o período com 254.361 empregados, que equivale ao fechamento de quase dez mil postos de trabalho se comparado ao resultado de outubro de 2011.

Dados de julho

Segundo a Abimaq, o faturamento bruto da indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou em julho deste ano, em relação ao mês anterior, queda de 14,6%, totalizando R$ 6.439 milhões. Em comparação ao mesmo mês de 2011, o declínio foi de 6%. O mercado interno adquiriu 11,8% menos máquinas e equipamentos ao passar de R$ 10,3 bilhões em junho de 2012 para R$ 9,1 bilhões em julho de 2012.

Em julho deste ano, as exportações alcançaram US$ 1.036 milhão, aumento de 2% na comparação com o mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2011, o crescimento foi de 14,9%. Quanto às importações, o resultado de julho, de US$ 2.333 milhões, ficou 0,9% abaixo do total alcançado em junho. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, houve queda de 2,7%. Na análise do resultado de julho de 2012 sobre o mesmo mês de 2011 observou-se queda nas vendas para o mercado interno de 20,1%.


Soluções para os desafios de hoje e de sempre

Edição de julho/12

A capa da edição de julho da revista NEI traz seus tradicionais cinco destaques, selecionados através de um processo que envolve a participação de nossos editores e consultores. Estes têm o compromisso incontornável de respeitar os critérios que, em seu conjunto, visam atender as necessidades de informação dos profissionais da indústria, leitores de Noticiário de Equipamentos Industriais-NEI e usuários do site NEI.com.br.

É interessante – e gratificante – observar, nesta seleção de produtos, como a indústria fornecedora de máquinas e equipamentos está viabilizando respostas adequadas ao múltiplo desafio que todo o setor enfrenta – maior produtividade, respeito ao meio ambiente, redução de custos com garantias da qualidade, flexibilidade, etc.

Os produtos selecionados para a capa deste mês ajudam a indústria a enfrentar esses desafios. O raio X industrial enfatiza velocidades maiores de produção. As bombas submersas aproveitam a energia solar e, dessa forma, se incluem na tendência ecologicamente correta da geração alternativa de energia. Já o Poka-Yoke, ideia que nasceu com o “toyotismo”, ganha inovações em modelos que combinam tendências da automação, uso da imagem 3D e informática.

Não se trata de nenhuma revelação – afinal selecionamos produtos para capas há 38 anos – mas da comprovação de que nossa capa reflete uma política editorial que vale para todas as nossas mídias. No centro dessa política editorial está o compromisso de identificar e divulgar as mais recentes soluções para os desafios de sempre – maior produtividade, por exemplo – e os desafios emergentes da era digital, como a concorrência global.