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A falta de regulamentação derruba a qualidade dos LEDs

25, setembro, 2012 1 comentário

O produto Light Emitting Diode – LED ainda não tem normas técnicas reguladoras, nacionais ou internacionais, consolidadas, que obriguem fabricantes a seguir determinados padrões de qualidade. No Brasil, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro espera publicar até o final de 2012 portaria regulamentando as especificações para importação de LEDs. Enquanto isso não acontece, proliferam as empresas sem comprometimento com a qualidade.

Assim como em 2001, quando o Brasil sofreu com o apagão e surgiram várias novas marcas de lâmpadas compactas fluorescentes do dia para a noite, atualmente presenciamos o mesmo fenômeno com os LEDs. E, sem dúvida, o Brasil é um mercado atrativo para esses aventureiros, pois possui um parque de iluminação da ordem de 550 milhões de lâmpadas anuais – desde residenciais até iluminação pública. Somente de incandescentes, cuja extinção está prevista para 2016, são 350 milhões de unidades. Todo esse mercado será substituído por lâmpadas compactas (halógenas e, preferencialmente, LEDs).

Atualmente, grande parte dos produtos de LED comercializados no mundo é fabricada com componentes que não foram 100% aprovados no processo de qualidade industrial. Classificadas abaixo de determinados índices de eficiência, essas matérias-primas são destinadas à fabricação de produtos de marcas ou a países onde o foco são os preços baixos, em detrimento de qualquer índice qualitativo.

Por falta de regulamentação, são esses produtos de baixa qualidade, baixo preço e baixa garantia que atualmente fazem parte do mercado brasileiro. O que acontece no Brasil reflete o cenário mundial, onde há muitos produtos disponíveis e raríssimos controles de qualidade e eficiência.

Na hora de investir na instalação de sua fábrica, loja ou casa, é importante priorizar estabelecimentos de referência e reconhecidamente de qualidade. Preço baixo, muitas vezes, significa produto feito a custos baixos, sem controle de eficiência e com componente de má qualidade.

Crédito: O artigo “A falta de regulamentação derruba a qualidade dos LEDs” foi editado pela Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções com base nas informações de Gilberto Grosso, lighting professional e diretor comercial da Avant, empresa especializada em soluções para iluminação.

LED promete reduzir custos de energia

Para minimizar os impactos ao meio ambiente e aumentar a competitividade dos negócios, indústrias estão adotando cada vez mais o uso de lâmpadas Light Emitting Diode – LED. Segundo Kelly Salfatis do grupo DNI–Key West, empresa especializada na fabricação de produtos eletro-eletrônicos, a demanda por lâmpadas de LED cresce a cada ano. “Pesquisas indicam que, em 2015, 45% do mundo será iluminado por LED”, diz.

O preço elevado do produto ainda é um obstáculo para sua substituição. A lâmpada LED chega a ser trinta vezes mais cara que uma lâmpada incandescente comum e dez vezes mais que a lâmpada fluorescente. “É um investimento a longo prazo. Lâmpadas LED economizam muito mais energia e têm durabilidade muito maior”, diz Salfatis.

De acordo com o site style.greenvana.com, a lâmpada LED converte 40% de energia elétrica em luz, sendo 80% mais econômica que a incandescente (converte 5%) e a fluorescente (converte 25%). A vida útil é outro benefício do LED, que dura, em média, 50.000 horas. Já a lâmpada comum resiste a somente 1.200 horas e a lâmpada fluorescente, embora mais durável, não ultrapassa as 10.000 horas.

 

Comparativo entre as lâmpadas (em dólares):

Fonte: Greenstyle

Cuidados que devem ser tomados nas instalações elétricas natalinas

24, novembro, 2011 Deixar um comentário

Como o Natal se aproxima, é necessário seguir orientações básicas para realizar as instalações elétricas e, assim, evitar choques e riscos de incêndios. A Schneider Electric apresenta dicas para enfeitar instalações comerciais e residenciais com segurança:

  1. Escolha com cuidado os cordões de luz, mangueiras e pisca-piscas. Eles devem ser de boa procedência e certificados pelos institutos controladores de qualidade. O consumidor deve adquirir somente enfeites aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO;
  2. O Cordão Flexível Paralelo, o produto mais utilizado para ligações elétricas dos enfeites, deve conter na embalagem o selo do Certificado da Marca de Conformidade, que garante a produção dentro das normas vigentes;
  3. Não deixe árvores de Natal ou enfeites energizados próximos de cortinas, tapetes ou sofás;
  4. Não é recomendado ligar os objetos decorativos com outros equipamentos eletrônicos através de pinos conhecidos como “Benjamin”, pinos “T” ou três saídas;
  5. Evite a utilização de enfeites feitos de papel, papelão ou plástico em contato ou próximos às lâmpadas;
  6. As fiações elétricas devem ficar longe do alcance das crianças e animais domésticos. Em uma residência, o risco de choque elétrico é facilmente resolvido com a utilização do dispositivo DR (interruptor Diferencial Residual), que é obrigatório em todo o território nacional e fica no quadro de distribuição de energia após o disjuntor;
  7. Durante a troca de uma lâmpada é fundamental desligar o circuito elétrico da tomada, mas sem puxá-lo pela fiação;
  8. Para economizar energia e também evitar riscos, desligue as decorações da tomada antes do fim do expediente e, em casa, antes de dormir;
  9. O cuidado em locais externos deve ser redobrado. A umidade e a presença de água são fatores que elevam bastante a probabilidade de risco de acidentes em árvores, fachadas, jardins, varandas e grades;
  10. Evite emendas dos condutores e, se não for possível que elas sejam bem isoladas, nunca devem ser feitas uma ao lado da outra. Para as emendas deve-se utilizar fita isolante certificada pelo INMETRO e jamais fita crepe, hidráulica ou adesiva;
  11. Fique atento à instalação de objetos decorativos metálicos nas proximidades de postes da rede pública de energia. As condições de tensão de operação e a intensidade da corrente elétrica que transita pelas redes podem provocar acidentes.

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