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FLC lança aplicativo gratuito, que calcula e compara eficiência entre lâmpadas

O Ministério de Minas e Energia, o Ministério de Ciência e Tecnologia e o Ministério de Indústria e Comércio regulamentaram a portaria que proíbe a venda de lâmpada incandescente a partir de 2016. Para atender essas exigências, muitas indústrias já estão substituindo suas lâmpadas incandescentes por outros tipos de lâmpadas, como a LED.

Pensando em facilitar a escolha da nova lâmpada, a FLC lançou o aplicativo “Calculadora Econômica FLC LED”, que permite ver o quanto cada tipo de lâmpada consome de energia e qual modelo resultará em maior economia na conta de luz de uma indústria.

Desenvolvido no Brasil, o aplicativo sugere a substituição de lâmpadas não eficientes por modelos eficientes, que economizam até 90% de energia, duram até 30 vezes mais do que as tradicionais, não aquecem o ambiente e são sustentáveis.

Gratuito, o aplicativo está disponível na App Store, em: http://goo.gl/Av9ihi.

Empresa britânica de iluminação LED abre em Jundiaí primeira fábrica da América do Sul

10, setembro, 2013 4 comentários

Em outubro será inaugurada em Jundiaí-SP a primeira unidade da Dialight na América do Sul. Especialista em tecnologia de iluminação LED, a multinacional britânica investe R$ 4 milhões na instalação da nova fábrica.

Na primeira fase, que deve empregar cerca de 20 pessoas, a empresa pretende trabalhar com a venda e a montagem de luminárias a partir de subconjuntos. “Caso o mercado local ofereça condições de competitividade, investiremos mais e implantaremos outras etapas de produção, como eletrônica, inserção de LEDs e fabricação de fontes de alimentação”, disse Laércio Pereira, diretor da Dialight do Brasil.

A unidade terá capacidade para produzir anualmente cerca de 25 mil luminárias industriais para os mercados de óleo e gás, químico, petroquímico, mineração, siderurgia e outros. Serão fabricadas ainda produtos para iluminação pública e equipamentos de controle de gestão remota. A expectativa é de que o faturamento em 2014 seja de R$ 10 milhões e o crescimento anual, acima de 30% nos próximos dez anos.

O grupo britânico tem unidades na Grã Bretanha, Estados Unidos, México, Dinamarca, Alemanha, Emirados Árabes, Japão, Cingapura e Malásia.

Troca de luminárias na fábrica da Osram deve gerar 60% de economia de energia

Neste mês, começa o processo de modernização do sistema de iluminação de toda a área externa da planta fabril da Osram em Osasco-SP. Serão substituídas 39 luminárias de vapor de sódio por luminárias de LED do modelo HPMSL. Segundo Everton Mello, presidente da Osram Brasil, “essas luminárias proporcionarão 60% de economia de energia, ampliarão a vida para 50.000 horas e fornecerão luz completamente branca”.

Para completar, sistemas de geração de ar comprimido e ar condicionado foram modernizados. As caldeiras foram eliminadas, agora toda a água quente utilizada nos processos é gerada aproveitando o próprio ar quente produzido pelos compressores, proporcionando economia de energia e segurança na operação. De acordo com a empresa, a eliminação das caldeiras reduziu a emissão de CO2 equivalente em 366 toneladas e gerou R$ 720 mil de economia por ano.

A fábrica, que possui 40 mil m2, é a única da companhia em atividade na América do Sul e possui capacidade de gerar a energia que consome nos horários de pico, das 18 às 21 horas.

A falta de regulamentação derruba a qualidade dos LEDs

25, setembro, 2012 1 comentário

O produto Light Emitting Diode – LED ainda não tem normas técnicas reguladoras, nacionais ou internacionais, consolidadas, que obriguem fabricantes a seguir determinados padrões de qualidade. No Brasil, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro espera publicar até o final de 2012 portaria regulamentando as especificações para importação de LEDs. Enquanto isso não acontece, proliferam as empresas sem comprometimento com a qualidade.

Assim como em 2001, quando o Brasil sofreu com o apagão e surgiram várias novas marcas de lâmpadas compactas fluorescentes do dia para a noite, atualmente presenciamos o mesmo fenômeno com os LEDs. E, sem dúvida, o Brasil é um mercado atrativo para esses aventureiros, pois possui um parque de iluminação da ordem de 550 milhões de lâmpadas anuais – desde residenciais até iluminação pública. Somente de incandescentes, cuja extinção está prevista para 2016, são 350 milhões de unidades. Todo esse mercado será substituído por lâmpadas compactas (halógenas e, preferencialmente, LEDs).

Atualmente, grande parte dos produtos de LED comercializados no mundo é fabricada com componentes que não foram 100% aprovados no processo de qualidade industrial. Classificadas abaixo de determinados índices de eficiência, essas matérias-primas são destinadas à fabricação de produtos de marcas ou a países onde o foco são os preços baixos, em detrimento de qualquer índice qualitativo.

Por falta de regulamentação, são esses produtos de baixa qualidade, baixo preço e baixa garantia que atualmente fazem parte do mercado brasileiro. O que acontece no Brasil reflete o cenário mundial, onde há muitos produtos disponíveis e raríssimos controles de qualidade e eficiência.

Na hora de investir na instalação de sua fábrica, loja ou casa, é importante priorizar estabelecimentos de referência e reconhecidamente de qualidade. Preço baixo, muitas vezes, significa produto feito a custos baixos, sem controle de eficiência e com componente de má qualidade.

Crédito: O artigo “A falta de regulamentação derruba a qualidade dos LEDs” foi editado pela Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções com base nas informações de Gilberto Grosso, lighting professional e diretor comercial da Avant, empresa especializada em soluções para iluminação.

O futuro é das empresas e produtos “energeticamente corretos”

Poupar energia e reduzir o efeito estufa, dois lados do grande desafio da sustentabilidade, continuará sendo, neste e nos anos vindouros, preocupação obsessiva da indústria. A pressão ambientalista, as legislações e controles mais presentes e rigorosos e os custos de geração e transmissão crescentes estão forçando a indústria a repensar a infraestrutura de seu negócio.

Nesse contexto, Estados Unidos e China concentram a atenção mundial. São os maiores consumidores de energia e seus governos reconhecem os riscos ambientais provocados pela emissão de gases causadores do efeito estufa e, apesar das diferenças comerciais, estão criando processos de cooperação para comparar e trocar informações sobre as melhores soluções do ponto de vista da eficiência energética.

A China, com uma população de 1,3 bilhão, e crescendo, usa mais energia do que qualquer outro país e já superou os Estados Unidos na emissão de gases causadores do efeito estufa. Seu processo de industrialização foi inevitavelmente associado à migração da população para o ambiente urbano, o que explica os planos chineses para construir cerca de mil novas cidades – uma contribuição adicional para a emissão de gases – e também o projeto de induzir a indústria ao uso mais eficiente da energia. Em resumo, a China busca “produtos energeticamente corretos”. Uma vantagem competitiva crescentemente decisiva no mercado globalizado.

As empresas brasileiras submetidas às mesmas pressões econômicas, tecnológicas e ambientais amadurecem gradualmente essa cultura do produto “energeticamente correto”. Vale ressaltar o caso da unidade industrial da Braskem, no Polo Petroquímico de Triunfo-RS: com investimento de R$ 1,8 milhão e retorno em 12 meses, a empresa está em processo de substituir, até o final deste ano, 15 mil lâmpadas tubulares fluorescentes por iluminação LED – Light Emitting Diode, com as vantagens de maior vida útil, menor  geração de resíduos poluentes e custos competitivos.

A iniciativa, em pormenores, está contada na publicação do grupo Odebrecht de dezembro 2011 e vale como exemplo de pioneirismo no caminho dos produtos e processos “energeticamente corretos”.

LED promete reduzir custos de energia

Para minimizar os impactos ao meio ambiente e aumentar a competitividade dos negócios, indústrias estão adotando cada vez mais o uso de lâmpadas Light Emitting Diode – LED. Segundo Kelly Salfatis do grupo DNI–Key West, empresa especializada na fabricação de produtos eletro-eletrônicos, a demanda por lâmpadas de LED cresce a cada ano. “Pesquisas indicam que, em 2015, 45% do mundo será iluminado por LED”, diz.

O preço elevado do produto ainda é um obstáculo para sua substituição. A lâmpada LED chega a ser trinta vezes mais cara que uma lâmpada incandescente comum e dez vezes mais que a lâmpada fluorescente. “É um investimento a longo prazo. Lâmpadas LED economizam muito mais energia e têm durabilidade muito maior”, diz Salfatis.

De acordo com o site style.greenvana.com, a lâmpada LED converte 40% de energia elétrica em luz, sendo 80% mais econômica que a incandescente (converte 5%) e a fluorescente (converte 25%). A vida útil é outro benefício do LED, que dura, em média, 50.000 horas. Já a lâmpada comum resiste a somente 1.200 horas e a lâmpada fluorescente, embora mais durável, não ultrapassa as 10.000 horas.

 

Comparativo entre as lâmpadas (em dólares):

Fonte: Greenstyle

Megaeventos podem gerar oportunidades para o mercado de iluminação feita com LED

27, setembro, 2011 1 comentário

Segundo a International Energy Agency (IEA), 19% da energia utilizada no mundo é voltada para a iluminação, enquanto que na América Latina esta porcentagem aumenta para 24%. O que demonstra que somos menos eficientes.

O setor de iluminação está passando por um período de grandes transformações. O que tem chamado mais atenção é que os governos dos vários estados brasileiros vem demonstrando que a aplicação da iluminação com LEDs tem gerado uma economia de energia considerável nos cofres públicos, além do custo excessivo com manutenção.

Com a aproximação de dois grandes eventos, a Copa do Mundo e Olimpíadas, vislumbra-se uma projeção ainda maior de consumo. A iluminação dos ginásios e estádios, além de toda a infra-estrutura que os rodeiam, como hotéis, restaurantes, aeroportos e etc.

As lâmpadas com tecnologia LED possuem várias vantagens se comparadas às demais, se destacando em relação ao apelo ecológico, com menor impacto ambiental. Elas possuem melhor reprodução de cores, não emitem raios ultravioleta e infravermelhos, propagam menos calor e, consequentemente, atrai menor quantidade de insetos. Apresentam boa eficiência e maior vida útil, estimada em aproximadamente 50 mil horas de funcionamento. As lâmpadas de vapor de sódio, as mais utilizadas atualmente, duram até 32 mil horas, as de vapor de mercúrio, 12 mil horas, e as de vapor metálico, comuns em fachadas de prédios, 10 mil horas.


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Segundo Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), a qual a empresa O2Led é associada, a fabricação do LED hoje é bastante concentrada e passa por escala mundial, mas o custo-benefício do produto já pode viabilizar a produção no país, especialmente no  que se refere à iluminação pública, que necessita de lâmpadas de alta durabilidade.

Com toda esta gama de vantagens obtidas com a iluminação feita por LED, fica mais real a possibilidade de que as trocas sejam realizadas em um prazo menor do que o esperado. Ao optar por uma iluminação composta unicamente por LEDs, a empresa economizará cerca 50% em energia relativa à iluminação, não precisará trocar lâmpadas por 4 anos, no mínimo, e recuperará seu investimento inicial em menos de 2 anos. Em diversos edifícios comerciais e residenciais os LEDs já estão substituindo os produtos mais antigos.

“O setor está cada vez mais convencido que a geração de luz com tecnologia a LED é um caminho sem volta e em cinco anos responderá por 40% de tudo que se ilumina no Brasil”, sinaliza Roberto Cardoso, Diretor de Tecnologia da empresa.