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Textos com Etiquetas ‘máquinas e equipamentos’

As soluções inovadoras das empresas que são referência para quem especifica e compra produtos industriais

Na revista NEI de agosto, a seção especial “Novos Produtos dos Fornecedores NEI Top Five 2016/2017” reúne soluções recém-lançadas no mercado de algumas das empresas que conquistaram a preferência dos profissionais da indústria, apontadas na edição especial NEI Top Five 2016/2017, que este ano completa 25 anos!

Para ajudá-lo a planejar melhor seus investimentos, a edição NEI Top Five foi antecipada para agosto; assim, você tem a chance de identificar parceiros confiáveis, na opinião de seus colegas, em mais de 400 categorias de produtos. E também, através desta seção, identificar novas máquinas e equipamentos dos fornecedores eleitos para modernizar seu parque fabril.

Mesmo em ano difícil, essas companhias se esforçaram para lançar e aprimorar produtos que possam contribuir com o incremento dos processos produtivos, e ainda tornar suas marcas mais lembradas no momento da decisão pelos especificadores e/ou compradores. Todos os fornecedores com as credenciais NEI Top Five 2016/2017 foram convidados a candidatar seus lançamentos à divulgação nesta edição. Os produtos recebidos em tempo hábil, pesquisados e aprovados pelos editores compõem a seção. São soluções que podem pertencer a uma categoria diferente daquela em que a empresa foi nomeada NEI Top Five.

A relação dos fornecedores NEI Top Five 2016/2017 também está disponível no NEI.com.br/topfive, onde você pode ampliar sua pesquisa e obter mais informações das empresas. A edição impressa também circula este mês. Com este conjunto – Revista NEI, NEI Top Five e suas versões digitais – você tem à disposição uma fonte de informação qualificada, única e inédita, capaz de apoiá-lo o ano inteiro.

 NEI TOP FIVE 25 anos!

Em 2016, a edição NEI Top Five completa 25 anos de circulação ininterrupta. Ela revela os fornecedores que são referência para quem especifica e compra produtos industriais, consolidando as preferências de quase 6 mil profissionais com envolvimento direto nas compras em suas empresas.

O NEI Top Five surgiu em 1992 como uma seção especial da Revista NEI para atender os pedidos de leitores que participavam da Pesquisa Nacional de Preferência de Marca e queriam conhecer os resultados. Em 1995 ganhou sua própria revista. Este mês, com muito orgulho, celebramos seus 25 anos!

A edição de aniversário é também um marco importante para as indústrias que nesses 25 anos conseguiram manter a preferência do mercado por suas marcas. A todos os fornecedores NEI Top Five, os nossos parabéns! E a você, leitor de NEI, o nosso agradecimento! Com sua participação na Pesquisa de Preferência de Marca e em outras pesquisas de opinião chegamos até aqui. São 25 anos de NEI Top Five e 42 anos de NEI. Uma parceria consolidada, acompanhando a evolução do mercado industrial!


Arvus anuncia investimentos em pesquisa e desenvolvimento nas áreas de eletrônica embarcada, software e automação

8, maio, 2013 Deixar um comentário

A Arvus Tecnologia, empresa de Santa Catarina que atua na prestação de serviços tecnológicos e no desenvolvimento de equipamentos eletrônicos de alta precisão para o setor agrícola, prevê investir em pesquisa e desenvolvimento de módulos complementares às atuais plataformas de hardware e software para agricultura e silvicultura de precisão. O projeto inclui ainda a aquisição de máquinas e equipamentos necessários para o desenvolvimento de novos produtos.

Entre os módulos a ser desenvolvidos, destaca-se um piloto automático para o controle da trajetória de máquinas agrícolas dentro das lavouras, que promete reduzir falhas de percurso, evitando, por exemplo, aplicar insumos duas vezes em uma mesma área.

A ideia da empresa é, através da inovação, ampliar sua competitividade no mercado. Além disso, será possível aumentar sua produtividade e diminuir custos de determinadas tecnologias de agricultura de precisão, atualmente produzidas apenas no exterior.

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES apoiará a Arvus nesse projeto, financiando R$ 3,1 milhões. Em nota, o banco afirma que “este financiamento reforça sua atuação no apoio ao desenvolvimento nacional de tecnologias inovadoras, atual prioridade da política operacional do banco”.


Árabes compram 19,3% mais máquinas do Brasil

7, fevereiro, 2013 Deixar um comentário

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, as vendas em 2012 para os países do Oriente Médio e Norte da África cresceram 17,8%, totalizando US$ 362,05 milhões.

Os principais destinos árabes das exportações nacionais de maquinário foram Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Argélia, Egito e Omã. Para os saudistas, em 2012 o Brasil exportou 19,3% a mais que em 2011, somando US$ 117,28 milhões em produtos.

Fêmen e Iraque foram os destinos que tiveram os maiores aumentos. As vendas para o Lêmen passaram de US$ 172,9 mil em 2011 para US$ 2,01 milhões em 2012, um aumento de 1067%. Já o Iraque comprou 399% mais bens de capital mecânicos do Brasil no ano passado, totalizando US$ 12,43 milhões.

Ainda de acordo com a Abimaq, em 2012 o faturamento bruto do setor de máquinas e equipamentos fechou em R$ 80 bilhões, 3% a menos frente a 2011. Os países da América Latina foram os principais destinos das exportações nacionais, seguidos pela Europa e pelos Estados Unidos.


Curso gratuito sobre segurança de máquinas ocorrerá em Várzea Grande e Santos

Em 6 de novembro, em Várzea Grande (MT), será realizado pela ACE Schmersal curso gratuito sobre segurança de máquinas e equipamentos. Em Santos (SP), o treinamento acontecerá em 8 de novembro. Na ocasião, serão apresentadas questões relacionadas à Norma Regulamentadora No 12 (NR-12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos).

O curso é destinado a engenheiros elétricos, engenheiros de segurança do trabalho e de manutenção, técnicos de segurança do trabalho e técnicos de eletrotécnica, entre outros profissionais que atuam na área de segurança industrial. Para mais informações e inscrições, clique aqui.


Com R$ 8 mi, ACE Schmersal amplia produção no Brasil

Visando aumentar a capacidade produtiva em 20%, a ACE Schmersal investe R$ 8 milhões na ampliação da área fabril para introduzir novos produtos no mercado de sistemas de segurança para máquinas e equipamentos e na construção de um prédio administrativo em área de 2.400 m² na sede da empresa, em Boituva (SP). A previsão é de que todas as obras estejam finalizadas até o final deste ano. E ainda para este ano, a multinacional alemã estima aumentar seu faturamento em 16%.

Para a companhia, o seu negócio é impulsionado pela preocupação com a segurança industrial devido à exigência da Norma Regulamentadora No 12 (NR-12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos).

O novo prédio administrativo da empresa é desenvolvido com base no conceito Green Building. Ao final da obra, será solicitada a certificação Leadership in Energy & Environmental Design – LEED.


Máquinas e equipamentos da indústria do plástico – mercado em crescimento

5, maio, 2011 2 comentários

Principal evento do setor na América Latina, a Brasilplast – Feira Internacional da Indústria do Plástico, em sua 13ª edição, ocorre de 9 a 13 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, e deve reunir 1.300 expositores de 63 países.

A Brasilplast vai oferecer aos visitantes toda a cadeia de suprimentos, máquinas e equipamentos da indústria do plástico, com novidades nos segmentos de moldes e ferramentaria, instrumentação e controle, automação, resinas sintéticas, matérias-primas químicas e acessórios.

Os materiais plásticos estão sendo muito utilizados nas diversas áreas da indústria, inclusive substituindo outros materiais, particularmente metal, vidro e madeira. Prevê-se, segundo a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que em 2011 a produção de produtos plásticos, no Brasil, deve crescer 6% em relação a 2010.

A Conferência Brasilplast 2011, que acontece simultaneamente à Feira, vai debater três temáticas relevantes e atuais do setor: Mercado e Negócios, Sustentabilidade na Cadeia do Plástico e Inovações e Tecnologia.

Neste link, você conhecerá 43 novos produtos que serão apresentados na Feira, soluções que irão contribuir para a modernização dos seus processos de produção.

Crédito: Lilian Mary Gabriel Lopes é graduada em língua portuguesa pela USP e pós-graduada em literatura brasileira pela UFRJ.


Acordo entre Brasil e China traz oportunidades para a indústria

15, abril, 2011 1 comentário

A visita da presidente Dilma Rousseff à China nessa semana pode trazer oportunidades de crescimento para a indústria brasileira e possibilidades de aumento nas exportações de produtos manufaturados para a China.

O desequilíbrio da balança comercial e a desigualdade das operações entre Brasil e China dificultam a competitividade da indústria interna e prejudicam a relação entre os dois países. Analisando as operações, nota-se que, em sua maioria, o Brasil exportou produtos básicos e importou produtos manufaturados. A baixa da exportação de manufaturados pode fazer com que máquinas e equipamentos fiquem mais caros para produção e compra no mercado interno, o que incentiva o aumento das importações.

Com esse, dentre outros temas em pauta, a presidente desembarcou essa semana em Pequim em busca de acordos bilaterais que favoreçam a exportação de produtos de alto valor agregado, bem como o estabelecimento de empresas brasileiras na China.

A execução da agenda de comércio exterior poderá dar à indústria nacional novo fôlego para enfrentar a perda de participação frente aos produtos importados, que, em alguns casos, chega a 60%.

Na quarta-feira (13), Dilma reuniu-se com o presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional da China, Wu Bangguo, e o premiê chinês, Wen Jiabao. Bangguo afirmou que, em breve, um mecanismo de diálogo entre os dois países deverá ser iniciado, buscando aprofundar o relacionamento e a cooperação bilaterais.

Frente a essa oportunidade, surge o desafio para a indústria nacional se preparar e fortalecer para atender a demanda externa e intensificar sua atuação interna.

Crédito: Wesley Sarto é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desde de 2004 atua na área de comunicação e marketing e desde de 2007 integra a equipe de NEI Soluções.


Indústria de máquinas e equipamentos deve investir 18,6% a mais que em 2010

Neste link, você conhecerá, antecipadamente, 52 notícias de produtos que serão apresentados na 13ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura – Feimafe 2011, agendada para acontecer de 23 a 28 de maio, no Anhembi, em São Paulo. Os produtos foram pesquisados junto aos expositores da feira e os que chegaram em tempo hábil foram selecionados pelo Departamento Editorial de acordo com critérios que zelam pelo ineditismo e atualidade da informação.

Aplicadas a todos os tipos de indústria e vitais para garantir a produtividade e a qualidade dos produtos fabricados, as máquinas-ferramenta representam 8,5% das intenções de compra de uma parcela de nossos leitores, apontados no Estudo de Intenção de Compras da Indústria Brasileira 2010/2011, realizado pelo Noticiário de Equipamentos Industriais – NEI.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ, a indústria de máquinas e equipamentos investiu, em 2010, R$ 4 bilhões. Para 2011, a previsão é de que esse volume cresça 18,6%.


O que é a CIPA?

21, fevereiro, 2011 1 comentário

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) teve sua origem na segunda metade do século XVIII, na Inglaterra, devido à necessidade de se criar um grupo que pudesse apresentar soluções para a correção de possíveis riscos de acidentes, decorrentes do emprego de máquinas e equipamentos de grande porte nos processos de trabalho. No Brasil, passou a integrar a legislação a partir de 1944 e hoje é regida pela Norma Regulamentadora 5, que regulamenta o artigos 163 a 165 da CLT.

A CIPA é formada por representantes do empregador escolhidos conforme conveniência da empresa e por representantes dos empregados eleitos, e sua atribuição é identificar riscos de doenças e acidentes existentes na empresa.

O número de representantes dessa comissão é dimensionado pelo número de funcionários vinculados ao CNAE – Código Nacional de Atividade Econômica da empresa, que se encontra no CNPJ. A partir dessas duas informações, basta consultar os anexos da NR 5 e verificar a necessidade de formar a comissão e qual o número de funcionários necessário. Havendo a necessidade, o processo eleitoral deve ser instaurado.

Por mais que sua empresa não atinja o número de funcionários que exija a formação de um comitê, ela é obrigada a cumprir os objetivos de prevenção das doenças e acidentes do trabalho estabelecidos pela Comissão.

A NR 5 traz a seguinte redação para aquelas que não precisam formar a comissão:

“5.6.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, através de negociação coletiva.”

Ou seja, a indústria deve indicar um funcionário para cumprir as atividades da CIPA. Vale salientar que esse funcionário não ganha estabilidade de emprego, já que a estabilidade é para funcionários eleitos, e o mesmo deve receber treinamento anual em prevenção de acidentes com carga horária de 20 horas.

Concluindo, independente do porte da indústria em que atua, você deve cumprir as atividades de prevenção de acidentes da CIPA. Assim você garante o seu compromisso com a segurança, proteção, saúde e bem-estar dos funcionários.

Crédito: Giovani Pons Savi é técnico em segurança do trabalho e graduando em engenharia civil da UFRGS.


Brasil x China: pequenas empresas são as mais atingidas pela importação de produtos chineses

4, fevereiro, 2011 4 comentários

A pesquisa Sondagem Especial China, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), na quinta-feira (3 de fevereiro), mostra que 45% das indústrias brasileiras que competem com empresas chinesas perderam participação no mercado interno em 2010 e que uma em cada quatro sofre reflexos dessa concorrência (28%), sendo o grupo das pequenas empresas o mais atingido. Já os segmentos mais afetados pela presença da China no mercado brasileiro são o de material eletrônico e de comunicação, têxteis, equipamentos hospitalares e de precisão, calçados e máquinas e equipamentos. No caso de material eletrônico e de comunicação, a disputa fica ainda mais intensa, atingindo mais de 70% das empresas desses setores.

A disputa não fica só no Brasil, tratando-se do mercado externo, a disputa fica ainda mais intensa. Os dados mostram que 52% das empresas brasileiras exportadoras competem com produtos chineses no mercado externo.

Um dado animador é que 50% das empresas industriais brasileiras já definiram uma estratégia para enfrentar a competição com produtos chineses, dentre elas, investir em design e qualidade dos produtos, bem como redução de custos e ganho de produtividade.

Acesse aqui produtos para incrementar sua planta e ajudar na concorrência com os chineses.

Crédito: Wesley Sarto é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desde de 2004 atua na área de comunicação e marketing e desde de 2007 integra a equipe de NEI Soluções.