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Feimafe 2017 acontece em junho, no Expo Center Norte, em SP

Organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a 16ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura acontece em nova data e local: de 20 a 24 de junho de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

Assista ao vídeo de apresentação da Feimafe.

 

O evento terá espaços dedicados à apresentação de novas tecnologias, como a Área de Inovação, reunindo o que há de mais recente mundialmente em máquinas e equipamentos, e também a Ilha do Conhecimento, onde acontecerão debates técnicos e apresentações de expositores e parceiros. Além disso, uma extensa grade de seminários e palestras está prevista para o evento, ajudando a promover a atualização profissional dos participantes.

A feira deve reunir cerca de 1.400 marcas nacionais e internacionais e receber 70 mil visitantes/compradores qualificados. Entre os setores do evento estão: Acessórios – Dispositivos e Componentes; Automação; Controle de Qualidade – Integrado à Fabricação; Controle de Qualidade e Medição; Equipamentos Hidráulicos e Pneumáticos, Válvulas, Bombas e Compressores; Equipamentos para Movimentação e Armazenagem; Ferramentas; Máquinas e Equipamentos Diversos e Acessórios para Metal-Mecânico; Máquinas-Ferramenta; e Soldagem.

Para se credenciar, acesse aqui.

Para acompanhar as notícias sobre a Feimafe 2017, acesse aqui.

 


Máquinas-ferramenta Novas soluções para incrementar a capacidade das linhas produtivas

Determinantes para melhorar a eficiência do parque fabril, as máquinas-ferramenta impactam na produtividade e na qualidade dos processos industriais. Com o avanço das tecnologias na área de manufatura, elas ganham novos recursos e funcionalidades, proporcionando produções mais flexíveis, precisas, seguras e rápidas.

Ao conhecer as novas tecnologias aplicadas às máquinas-ferramenta, você tem a oportunidade de identificar soluções para incrementar suas linhas produtivas, promovendo ganhos de eficiência e até de redução de custos, com processos mais otimizados e controlados. Para ajudá-lo a conhecer algumas das novidades desse setor, a equipe editorial de NEI realizou uma pesquisa nos mercados nacional e internacional para conhecer e selecionar os produtos mais recentes.

Nessa seção, você confere essas novidades, inclusive de expositores da IMTS 2016 – International Manufacturing Technology Show (Feira Internacional de Máquinas-ferramenta), principal evento da indústria de manufatura norte-americana, que acontece este mês, em Chicago. Um dos produtos da capa desta edição, a brunidora Lifehone L630, da Gehring, é um exemplo de máquina-ferramenta que será lançada nessa feira.

Outras novidades em máquinas-ferramenta poderão ser conferidas nas próximas edições. E em 2017, acontecem, em São Paulo, dois importantes eventos focados em máquinas-ferramenta: a Expomafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial, em sua 1ª edição, de 9 a 13 de maio, no São Paulo Expoe, e a Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, em sua 16ª edição, de 20 a 24 de junho, no Expo Center Norte, ambas em São Paulo, SP .  Uma dupla oportunidade para conhecer novas tecnologias aplicadas aos sistemas produtivos.

Na era da Indústria 4.0, o setor de manufatura vai requerer máquinas, equipamentos e sistemas cada vez mais inteligentes, instrumentados e interconectados. Novas tecnologias estão surgindo para tornar os processos produtivos mais flexíveis, ágeis e eficientes. Cedo ou tarde, essa corrida tecnológica vai bater na sua porta. E a indústria precisa se preparar para um novo ciclo de desenvolvimento.


Novas soluções tecnológicas para processos produtivos

Nesta seção, estão reunidas as novidades em máquinas, equipamentos e sistemas que serão apresentadas na Feira Internacional de Máquinas Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura – Feimafe 2015, que acontece em maio, em São Paulo. Com os lançamentos antecipados na edição de abril, você tem a oportunidade de conhecer 117 soluções que serão apresentadas na mais expressiva feira de máquinas-ferramenta da América Latina. Por meio da Revista NEI, é possível se inteirar das tendências do setor metalmecânico, organizar sua visita à feira e proporcionar até mesmo àqueles que não puderem comparecer ao evento conhecer os novos produtos da área.

Para agregar ainda mais conhecimento, além de agrupar na edição notícias de novos produtos do setor de máquinas-ferramenta, a equipe de reportagem de NEI conversou com especialistas de processos produtivos para apresentar nesta abertura as tecnologias do setor que ganham importância na indústria atualmente.

Segundo o prof. Rodrigo Lima Stoeterau, do Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP, são elas: máquinas para usinagem por jato d´água com cinco eixos; tornos CNC com árvores indexados e ferramentas ativas para operações de torno-fresamento e torno brochamento; tornos de múltiplos cabeçotes; tornos automáticos CNC; e o uso cada vez mais amplo de robôs em operações de usinagem, principalmente na retificação de superacabamentos em geometrias complexas, como as encontradas em moldes e matrizes. Outro ponto destacado por ele é a integração da usinagem tanto convencional, com ênfase no fresamento, quanto a Laser com processos de soldagem,  tratamento térmico e estruturação superficial com Laser em uma única estação de trabalho.

“O desenvolvimento e a integração de ferramentas ativas para retificação em tornos e fresadoras também têm se mostrado uma tendência”, acrescentou Stoeterau. “Isso deve ser associado a máquinas rígidas com elevada exatidão de posicionamento, o que permite a usinagem completa em materiais de alta dureza e cerâmicas vítreas com requisitos ópticos. A integração do processo de retificação de máquinas, como tornos e fresadoras CNC, permite que sejam substituídas as retificadoras clássicas, dando maior flexibilidade às máquinas, geração de formas e produção.”

Para acrescentar, Durval Uchôas Braga, engenheiro mecânico e professor doutor da Universidade Federal de São João del-Rei, citou a usinagem nanométrica de materiais no estado endurecido e com altas velocidades de corte. Soma-se a essas novidades a preocupação com a redução do consumo de água e energia nas máquinas, que, além de colaborar com o meio ambiente, resulta em economia de custos.

Stoeterau informou que os grandes centros de pesquisas na Europa, em especial o WZL RWTH Aachen, o Fraunhofer-Institut für Produktionstechnologie IPT, o Fraunhofer-Instituts für Produktionsanlagen und Konstruktionstechnik IPK e o ETH Zürich – IWF têm se mostrado bastante ativos no desenvolvimento de máquinas-ferramenta para as necessidades futuras da indústria. Para ele, uma novidade que chama a atenção é a simulação total de máquinas-ferramenta, desde tempos e movimentos de fabricação até previsão de vida da ferramenta e de danos de superfícies nas peças, tudo integrado em um único pacote. A simulação total da usinagem permite a integração em ambiente de Fábrica 4.0 ou Fábricas Digitais.

O professor da USP acrescentou que as incertezas na política e economia brasileira – devidas também à estagnação do setor petrolífero, alta do dólar e recessão – podem tornar a importação de bens de capital menos atrativa ao empresário nacional. “Resta saber se os fabricantes nacionais terão estímulo e capacidade para suprir o mercado com máquinas tecnologicamente modernas”, alertou.

Bens de capital mecânicos

Em fevereiro, o faturamento bruto da indústria brasileira de máquinas e equipamentos foi de R$ 6 bilhões, aumento de 6,5% sobre o mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, foi 7,3% maior. No bimestre, em relação a 2014, o crescimento foi de 5,4%. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq.

O resultado das exportações de fevereiro de US$ 791 milhões foi 0,9% maior que o registrado em janeiro. Comparando com o mesmo mês do ano anterior, caíram 24,5%. No bimestre, em relação ao mesmo período de 2014, despencaram 27,7%. Mas, mesmo com o resultado acumulado abaixo de 2014, as exportações mantiveram participação elevada (37%) no total das vendas, acima da média histórica de 32%. Quanto às importações, em fevereiro somaram US$ 1,824 bilhão. No mês, a queda foi de 30,3%.

Específico sobre a indústria de máquinas-ferramenta, o faturamento nominal de fevereiro de 2015 foi de R$ 128 milhões, contra R$ 104 milhões do mesmo mês de 2014. O faturamento nominal de 2014 foi de mais de R$ 688 milhões; as exportações, de R$ 427 milhões; as importações, de R$ 2,5 bilhões, e o consumo aparente; de R$ 2,7 bilhões.

José Velloso, presidente executivo da Abimaq, ressaltou que, apesar de todos os desafios impostos pelo atual cenário econômico no Brasil, o momento é propício para exportações devido a fatores como a retomada de crescimento dos Estados Unidos e da União Europeia e ao câmbio mais favorável, que pode levar ao aumento da competitividade de alguns setores. Além disso, há previsão de crescimento para alguns países prioritários do programa Brazil Machinery Solutions – BMS, como Chile, Colômbia, Peru, México e EUA. O BMS é uma parceria entre a Abimaq e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex Brasil que visa à promoção das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos. Em março, foi lançada a Campanha Esforço Exportador 2015, uma iniciativa da BMS.

Velloso concluiu que, como a retomada do mercado interno deve demorar a acontecer, devido às incertezas da economia local e mundial, as empresas devem se preparar o quanto antes para o mercado externo.


Feimafe 2015: conheça antecipadamente mais de 40 lançamentos do evento

Esta seção especial apresenta alguns dos lançamentos que serão destaque na 15ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura – Feimafe 2015, que acontece de 18 a 23 de maio no Anhembi, em São Paulo, SP, considerada a mais completa feira do segmento na América Latina. A próxima edição da Revista NEI e aqui, no NEI.com.br, também terá outros lançamentos da Feimafe, compondo uma série de soluções que podem contribuir para a modernização do parque fabril.

Para conhecer o principal avanço tecnológico na área de máquinas-ferramenta, a equipe de reportagem de NEI Soluções conversou com especialistas de processos produtivos. Adalto de Farias, mestre em engenharia mecânica, especialista em processos de produção e máquinas-ferramenta e professor do Centro Universitário da FEI, apontou o surgimento recente das máquinas multitarefas híbridas, conceito que será encontrado na Feimafe.

O termo híbrido, nessa situação, se refere à união de avançadas tecnologias da manufatura não subtrativa – isto é, sem remoção de material, o que é o oposto da usinagem –, em uma máquina-ferramenta CNC de usinagem, informou Farias.

“Os fabricantes de máquinas já enxergaram as possibilidades dessa tecnologia associada à usinagem convencional”, destacou o docente. “Trata-se de sistema de adição de material por fusão, chamado de Sinterização Seletiva por Laser, que faz a deposição consecutiva de pequenas camadas de material, praticamente na geometria final da peça. É similar à tecnologia utilizada nas máquinas para a fabricação de peças e protótipos rápidos com polímeros, porém esse é um caso mais recente, cujo trabalho é realizado com ligas metálicas. Para polímeros, já se tem um bom domínio, mas para metais ainda há bastante para ser desenvolvido.”

Como exemplo, Farias comentou a produção de peças extremamente técnicas que exigem resistências mecânicas diferenciadas ao longo dos perfis, como pontas de eixo, colos para rolamentos e colos de retentores em eixos. “Durante a usinagem, um módulo/cabeçote/ferramenta da máquina entra no eixo árvore e modifica a superfície depositando com Laser pó metálico de material com resistência mecânica diferente do metal-base. Logo após, a região pode ser usinada com uma ferramenta convencional”, disse. Outra utilização citada pelo professor é no reparo de lâminas de turbinas da indústria aeroespacial, peças de fabricação extremamente caras.

“Infelizmente ainda desconheço grandes estudos no Brasil”, destacou o professor. “O que vemos bastante é a expansão do comércio de máquinas de prototipagem de polímeros de pequeno porte, mas nada similar a uma
máquina com conceitos híbridos.”

Ainda nesse contexto de máquinas híbridas, mais uma novidade é a união de outra tecnologia de ponta: a solda por atrito linear (Friction Stir Welding – FSW), solda sem adição de material, que pode ser executada em centros de usinagem com as devidas adaptações.

Segundo o docente, a grande vantagem é unir duas ou mais peças de geometrias simples para gerar uma complexa – por exemplo, elemento da estrutura da asa de avião e longarina de carro ou caminhão –, por meio da usinagem, uma vez que o processo FSW pode ser um resíduo de material a ser removido.

“Trabalhei com a adaptação de um centro de usinagem convencional para tornar o processo mais acessível e simples de ser executado, já que esse tipo de máquina é especial, o que significa alto custo e aplicação limitada. E acredite, foi realmente um desafio”, contou Farias.

Movimentação do mercado

O ano começou com a desvalorização do real frente ao dólar, encarecendo as importações, estimulando as exportações e abrindo espaço para a substituição por nacionais. E essa é a grande aposta de Henry Goffaux, presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq para o fortalecimento do segmento de máquinas e equipamentos e um dos principais estímulos para a competitividade do País. Além de crer no movimento interno aquecido pela atualização do parque industrial. “Acredito, sim, na substituição de máquinas mais velhas, por meio de planos como o nosso Modermaq, isso pode ser um impulso importante para alcançarmos novamente a produtividade”, disse Goffaux. “O Modermaq é uma modalidade do Finame que permite financiamento de até 90%.

Para auxiliar o setor, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES amplia as alternativas de financiamento para a compra de bens de capital de fabricação nacional. O banco passa a adotar uma nova taxa de juros fixa, a valores de mercado, para complementar os financiamentos no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento – PSI, cujo limite é de 50% (grande empresa) e de 70% do valor do bem (para empresas de porte menor). O cliente, entretanto, pode financiar até 90% do valor, complementando a taxa do PSI com taxas de mercado. A novidade é que o BNDES oferece aos clientes a opção de cobrir a parcela que exceder os 50% ou 70% também com uma taxa fixa, a custo de mercado.

O novo instrumento já está disponível, sendo adotado inicialmente para a aquisição de ônibus, caminhões e para o BNDES Procaminhoneiro. Na segunda etapa, o benefício será ampliado para o financiamento dos demais bens de capital financiados pelo BNDES PSI.

A indústria brasileira de bens de capital mecânicos fechou 2014 com faturamento real de R$ 71,2 bilhões, consumo aparente de R$ 108,2 bilhões, faturamento interno de R$ 39,5, exportações de US$ 13,4 bilhões (aumento de 7,4% em relação ao ano passado, impulsionado pelos Estados Unidos), importações de US$ 28,7 (queda de 12,1% em relação a 2013) e mais de 242 mil trabalhadores. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq.


Soluções para reduzir custos

Esta edição da Revista NEI apresenta as novidades em produtos de duas grandes feiras industriais: a Feimafe 2015, a mais importante da América Latina em máquinas-ferramenta, que acontece em maio, em São Paulo, e que estamos antecipando nessa edição; e a Hannover Messe, da Alemanha, que ocorre este mês, considerada a maior e mais expressiva feira industrial do mundo, focada em soluções para as fábricas inteligentes e energias renováveis.

As seleções de novos produtos desses dois megaeventos, pesquisados pela equipe editorial de NEI Soluções, têm como objetivo levar até você soluções que contribuem para a melhoria de processos e, consequentemente, a modernização do parque fabril, principalmente num momento crítico para a indústria, em que a redução de custos – grande parte proporcionada pela introdução de novas tecnologias – é prioridade número 1.

iconeA adoção de novas máquinas e equipamentos com certeza incrementa toda a atividade produtiva. O momento exige maior eficiência das empresas e também maior responsabilidade ambiental. As crises hídrica e energética atuais, por exemplo, requerem soluções urgentes para uso eficiente da água e energia. A indústria responde por cerca de 43% do consumo de energia elétrica e já está pagando taxas altíssimas pelo seu uso. Economizar é uma medida urgentíssima! Para ajudar a indústria a encontrar produtos que colaborem direta ou indiretamente para a economia desses recursos, vamos identificar com um ícone, a partir dessa edição, máquinas e equipamentos que possuem tecnologias voltadas para esse fim. Serão identificados apenas os produtos divulgados no espaço editorial e selecionados pelos editores de NEI.
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A indústria está preocupada em produzir melhor, com menor custo e de modo mais eficiente e responsável. O momento é de ajuste e requer de cada empresa empenho para rever processos e investir em soluções que proporcionem melhoria contínua de processos, a curto, médio ou longo prazo.

Precisamos, juntos, buscar soluções. Compartilhe conosco o que sua empresa está fazendo para economizar água e energia. Que medidas e novas tecnologias está adotando para o uso eficiente desses recursos? Os cases recebidos serão avaliados pelos editores de NEI e poderão ser divulgados aqui, no blog.nei.com.br, ajudando outras indústrias a superar mais esses desafios. Envie sua sugestão pelo e-mail editornei@nei.com.br.


Mercado de máquinas-ferramenta

O último estudo The World Machine-Tool Output & Consumption Survey, da Gardner Research, apontou previsão de crescimento no consumo mundial de máquinas-ferramenta de 6,2% em 2014, atingindo cerca de US$ 58 milhões. O valor foi baseado nos dados dos 25 países mais consumidores ou produtores do ano, representando 95% do mercado mundial do setor. Se essa projeção se confirmar, significa que os produtores tiveram de investir mais de US$ 73 milhões em máquinas para haver equilíbrio entre a produção e a demanda. Ainda de acordo com as previsões do estudo, no ranking dos maiores consumidores de máquinas-ferramenta, o Brasil ocupa a nona posição e a 17ª colocação na relação de produtores.

Novidades em máquinas-ferramenta serão conferidas em breve na Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, de 18 a 23 de maio, no Anhembi, em São Paulo-SP. NEI adianta algumas novidades nas edições de abril e maio com o objetivo de prepará-lo para o evento. E, como a equipe da Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções estará presente na feira em busca de mais lançamentos, as demais revistas de 2015 também contemplarão as recentes tecnologias do setor de manufatura industrial.


Romi inaugura novo Centro de Difusão de Tecnologia

A Romi tem novo Centro de Difusão de Tecnologia no complexo fabril de Santa Bárbara d’Oeste, onde é feita a montagem de máquinas-ferramenta. Ocupando área de 510 m², abriga 14 máquinas: 11 máquinas-ferramenta e 3 para plásticos. Em salas de reuniões e auditórios, serão promovidos diversos eventos. No espaço, também serão realizados testes de usinagem.

“A cada máquina vendida, a Romi oferece ao cliente capacitação para usar o equipamento, dessa forma o novo centro atenderá essa demanda de forma confortável e eficiente”, afirmou Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi. “O centro serve também para reforçar a formação técnica dos profissionais do setor, otimizando a capacidade produtiva dos clientes.”


Mazak inaugura novo Centro Tecnológico em Vinhedo (SP)

21, junho, 2013 Deixar um comentário

A Mazak Sulamericana, subsidiária brasileira da japonesa Yamazaki Mazak, especializada na produção de máquinas-ferramenta e máquinas de corte a laser, inaugurará na próxima semana o seu novo Centro Tecnológico no Brasil. O empreendimento, que deve gerar cerca de 100 empregos, está localizado à margem da Rodovia Anhanguera (próximo a entrada de Vinhedo), a 20 minutos do Aeroporto de Campinas e a 75km do centro de São Paulo. “Em 2012, crescemos 15% em relação a 2011. A expectativa para 2013, com o novo CT, é, não apenas de aumentar o faturamento em cerca de 20%, mas, de ampliar o market share da companhia no país e ter maior visibilidade no mercado”, conta Martin Vay, general manager da Mazak Sulamericana.

Ainda segundo Martin Vay, os Centros Tecnológicos da Mazak (80 espalhados em 22 países) objetiva criar soluções diferenciadas para a indústria de máquinas-ferramenta e de corte a laser. “Além disso, nosso foco é oferecer todo o suporte aos clientes na utilização de nossas máquinas, desde a pré-venda e treinamento, até complexas integrações e automações, para que possam extrair o máximo em produtividade dos equipamentos”, explica.

O prédio de dois andares, instalado em área de 29.140 metros, com 5 mil m² de área construída, conta com showroom, área de try out, auditório para 99 pessoas, salas de reunião, treinamento, call center, assistência técnica e suporte de peças, restaurante e lounge – no andar térreo. No andar superior foram instaladas as áreas de suporte à operação, como os setores administrativo, vendas e de engenharia de aplicações.

Nos dias 26 e 27 de junho, haverá o Open House de inauguração para clientes, fornecedores e parceiros, que poderão conhecer os processos e técnicas de produção oferecidos pela Mazak. Nestes dois dias, além de mostrar aos visitantes as novas instalações, a empresa oferecerá algumas palestras, como “Automação para otimização dos processos de corte a laser”; “Comando CNC adequado a sua máquina”; “Vários níveis de automação aplicados à máquina CNC” e “A evolução da usinagem multitarefa”.

As máquinas da Mazak são indicadas para a produção de componentes de diversos setores da indústria, desde aplicações médicas, como próteses, a peças para aviões e helicópteros. No Brasil, os principais segmentos de atuação da empresa são energia (petróleo, eólico e biocombustíveis), automotivo, médico, aeronáutico, construção, agrícola e mineração.


Importadores de bens de capital encerram o ano com alta nos negócios

29, novembro, 2011 Deixar um comentário

Apesar da projeção de crescimento de 15% a 20%, feita pela Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais – Abimei, os importadores de máquinas-ferramenta e equipamentos industriais, movimentaram cerca de US$ 2,4 bilhões em 2011, o que representa cerca de 10% mais que o ano anterior. “O ano começou bem, mas sentimos uma diminuição nos negócios a partir de outubro”, afirma Ennio Crispino, presidente da entidade. Segundo ele, os industriais estão apreensivos com o impacto da crise na Europa sobre a economia brasileira. “Houve uma desaceleração na atividade, porque ninguém sabe como o mercado vai se comportar”, explica.

Segundo Crispino, o setor automobilístico, responsável pelo consumo de pelo menos 70% dos bens de capital importados, mantém as vendas “em ritmo aceitável”, mas a produção de autopeças, ainda sofre com a importação de componentes acabados, apesar das medidas de proteção previstas no Plano Brasil Maior. “O aumento do IPI para carros importados e a exigência de 65% de nacionalização das peças em carros nacionais abrem uma boa perspectiva para o setor de bens de capital, tanto nacionais quanto importados, mas qualquer reflexo só será sentido em meados de 2012”, diz o presidente da ABIMEI.

Entre os segmentos representados na ABIMEI, o setor de máquinas para o corte e a conformação de chapas metálicas foi o que teve o melhor desempenho em 2011, com alta superior a 10%. São máquinas com alto agregado tecnológico e aplicação em variados ramos da indústria, desde o automotivo até o de petróleo & gás e geração de energia, por exemplo. “Havia uma demanda reprimida por este tipo de máquina”, justifica Crispino. O setor de máquinas para transformação de plástico manteve os níveis de 2010, considerados muito bons pelos importadores, porém não mais surpreendentes, como em 2009. “O “boom” já passou; agora o setor está na normalidade”, afirma o presidente da ABIMEI.  Já o segmento de usinagem não tem muito que comemorar: “Havia capacidade ociosa para estas máquinas, os empresários não precisavam comprar tanto quanto em anos anteriores”.


Pré balanço: Feimafe/Qualidade 2011

30, maio, 2011 1 comentário

Feimafe/Qualidade encerra com crescimento em volume de negócios

No encerramento, neste sábado, da maior edição da FEIMAFE – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura e da QUALIDADE – Feira Internacional do Controle da Qualidade, a maioria dos expositores comemora o sucesso dos negócios realizados nos dois eventos, realizados nesta última semana (23 a 28 de maio) no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Segundo estimativas dos empresários, verificou-se um crescimento entre 20% e 30% nas negociações com os clientes em relação à edição anterior. O balanço oficial dos dois eventos será divulgado oficialmente na próxima quarta-feira (01/06).

Um dos pontos mais destacados pelas empresas participantes da Feimafe/Qualidade é o alto nível de profissionalismo dos visitantes-compradores. De acordo com Tiago Apipi, gerente Comercial da Atlasmaq, a empresa recebeu em seu estande clientes com poder de decisão nas compras. A estimativa da empresa era de encerrar a feira com um volume de R$ 5 milhões em negócios e dobrar esse valor no pós-feira aproveitando os contatos realizados.
Outra que teve um volume expressivo de vendas foi a Trumpf. Segundo João Carlos Visetti, diretor geral da empresa no Brasil, foram comercializados mais de 10 equipamentos nos cinco primeiros dias das feiras, totalizando cerca de R$ 10 milhões, recorde histórico da companhia em um evento dessa natureza. “Acredito que no pós-feira alcançaremos um número de 20 máquinas vendidas em função da participação na Feimafe/Qualidade.”

A Newton também obteve resultados bastante destacados, com a venda de 17 máquinas. Antônio Carlos Santos, gerente da empresa, lembra que na edição passada foram comercializados 15 equipamentos gerando R$ 6 milhões em negócios, e comenta que este ano espera superar esse valor em até 30%. “Vendemos, inclusive, uma prensa dobradeira por R$ 2 milhões”, comemora.

Superando suas expectativas, o Grupo Bener fechou, já nos dois primeiros dias, a venda de 15 equipamentos, entre tornos CNC, centros de usinagem, máquinas de erosão, retificadora plana e fresadoras convencionais. Wilson Borgneth, diretor comercial, diz que o volume de negociações deve atingir entre R$ 4,5 milhões e R$ 5 milhões.

“Esses dados refletem o bom momento pelo qual o país está passando após recuperação da crise financeira mundial entre o 2008 e 2009”, afirma Liliane Bortoluci, diretora da Feimafe/Qualidade, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, e faz referência às informações da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) de que, em 2010, o segmento de máquinas-ferramenta apresentou faturamento bruto de R$ 1,5 bilhão, cerca de 6% a mais que no ano anterior.

Para Bortoluci, “o segmento de máquinas-ferramenta é um importante indicador de que o setor industrial brasileiro está aquecido e realizando expressivos investimentos ao adquirir novos equipamentos para ampliar a capacidade de produção e se tornar tecnologicamente mais competitivo”.

Pela Câmara Setorial de Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle da Qualidade, Ensaio e Medição (CSQI), da Abimaq, o presidente Carlos Alberto Maciel, disse que recebeu um feedback muito positivo das empresas expositoras da 11ª QUALIDADE. ” Como o mercado nacional está aquecido, com vários investimentos em novas indústrias, temos recebido um público bem seletivo, interessado em conhecer as novidades e fechar futuros pedidos. No segmento de controle da qualidade a cada dois ou quatro anos, há uma evolução muito grande nas características das máquinas e a feira é uma vitrine para mostrar essas novidades ao mercado” concluí.

Assista abaixo, mais vídeos exclusivos da cobertura de NEI na Feimafe 2011:

Feimafe 2011 – Máquina de Solda –Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

Feimafe 2011 – Dobradeira – Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

Feimafe 2011 – Centro de torneamento – Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

Crédito: Wesley Sarto é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desde de 2004 atua na área de comunicação e marketing e desde de 2007 integra a equipe de NEI Soluções.