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Produção industrial cresce 0,7% em março

6, maio, 2013 Deixar um comentário

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a produção industrial brasileira avançou 0,7% em março/13 na comparação com o mês anterior. O destaque foi a categoria “Duráveis” que cresceu 4,7%. Já o destaque negativo foi a categoria “Semiduráveis e Não Duráveis” que apontou queda de 0,5%.

Dentre os 27 ramos investigados, 13 registraram crescimento, com destaque para a alta de 5,1% do setor de veículos automotores. Outras atribuições positivas vieram do fumo (33,4%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (11,9%), mobiliário (11%), bebidas (4,6%), refino de petróleo e produção de álcool (3,3%) e borracha e plástico (2,7%). Na contramão, os destaques negativos ficaram no setor de diversos (-7,3%), outros equipamentos de transporte (-5%), produtos de metal (-4,4%), alimentos (-2,7%) e outros produtos químicos (-1%).

Trimestre 2013
No índice acumulado para o período janeiro-março de 2013, frente ao mesmo período do ano anterior, o setor industrial aponta decréscimo de 0,5%, com 17 dos 27 ramos investigados apontando queda na produção. Entre as categorias de uso, os principais resultados negativos foram em bens intermediários (-0,8%) e em bens de consumo semi e não duráveis (-3,9%). Já os dados positivos são puxados pelos setores de bens de capital (9,8%) e bens de consumo duráveis (1%).

Na comparação com 2012…
Na comparação com março de 2012, o setor industrial recuou 3,3% em março de 2013. Vale salientar que o mês de março de 2013 teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano anterior. Nesse cenário, os principais pontos negativos são apontados nas indústrias de alimentos (-7,9%), famarcêutica (-17,3%), extrativas (-7,1%) e de metalurgia básica (-7,3%).


Tradicional e jovem, sem contradições

A edição de março marca os 38 anos de presença da revista Noticiário de Equipamentos Industriais – NEI no mercado industrial. No limiar de sua quarta década, ela mantém sua liderança como veículo de informação indispensável ao universo de profissionais e empresas que compõem nossa indústria. O reconhecimento consistente desta liderança ao longo dos anos é resultado da preocupação com a qualidade da informação, sua pontualidade e sintonia com as necessidades de fornecedores e usuários de máquinas e equipamentos.

Essa preocupação se traduz em um diálogo permanente com fornecedores e usuários de produtos e serviços industriais, as estrelas-guia que nos orientam e indicam o que, quando e em que direção é preciso evoluir.

Nesta edição você encontra as repercussões práticas desse diálogo. De maneira geral, as mudanças seguem uma diretriz central – caracterizar melhor os conteúdos editoriais para distingui-los dos conteúdos promocionais, para facilitar a leitura e o entendimento de ambos. Na capa e no miolo os produtos do conteúdo editorial perderam molduras, fios e fundos coloridos, mais típicos de conteúdos promocionais, substituídos pelo espaço em branco que destaca sua natureza editorial.

Os conteúdos editoriais também receberam valorização adicional. A abertura das seções especiais, por exemplo, que apenas introduzia a seleção de produtos, agora traz informações relativas ao segmento industrial que é objeto da seção. Assim é possível conhecer o contexto econômico e tecnológico em que a seleção de produtos foi realizada.

Os produtos selecionados como destaque ganharam mais espaço, e o volume de informações é agora compatível com a importância atribuída ao produto pelos editores e consultores.

A mesma diretriz adotada retirou os fundos coloridos dos textos dos artigos.

As modificações que mostramos aqui, e outras que o assinante de NEI vai observar consultando a edição, resultaram de sugestões e observações recolhidas nos últimos dois anos na comunidade industrial. Consultores internacionais e editores de texto e imagem de nossas equipes internas elaboraram essas sugestões para criar uma versão jovem da mais tradicional e respeitada publicação de seu gênero no País – NEI ou a NEI, como preferem alguns.