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Plástico Verde da Braskem será usado nos assentos do Amsterdan ArenA

17, novembro, 2011 Deixar um comentário

Acordo com petroquímica brasileira prevê fornecimento de matéria-prima para 2 mil bancos feitos de plástico de origem 100% renovável no estádio holandês

A Braskem, fabricante de resinas termoplásticas e biopolímeros, fechou uma parceria com o Amsterdam ArenA e vai fornecer o seu Plástico Verde para a fabricação dos assentos do estádio multifuncional holandês. Já nos próximos meses serão instalados 2 mil bancos feitos com plástico de etanol da Braskem, em adição aos 52 mil existentes. Ao final dos próximos dois anos, todos os 54 mil assentos serão de plástico feito com matéria-prima 100% renovável e tecnologia brasileira. O anúncio está sendo feito nesta sexta-feira, dia em que a Holanda comemora nacionalmente o Dia da Sustentabilidade.

A instalação dos “sugar seats”, como estão sendo chamados os assentos, faz parte da estratégia de fazer do Amsterdam ArenA o cartão de visitas da capital mais sustentável do mundo. O estádio foi inaugurado em agosto de 1996 e passa por obras de melhoria na parte destinada ao público, sem prejuízo para os espetáculos como o amistoso de hoje entre as seleções de futebol da Holanda e Suíça. Toda a reforma é norteada por diretrizes de sustentabilidade. Em 2015, o estádio será ecologicamente neutro, sem qualquer emissão de gás carbônico.

A Braskem fabrica o Plástico Verde desde setembro de 2010, quando inaugurou em Triunfo (RS) uma unidade industrial de eteno derivado de etanol, com capacidade de produção de 200 mil toneladas de polietileno verde por ano. Ao contrário do plástico de origem fóssil, o Plástico Verde apresenta um balanço ambiental positivo: para cada tonelada produzida, são retirados até 2,5 toneladas de gás carbônico (CO2) da atmosfera.

“A presença do Plástico Verde no Amsterdam ArenA está totalmente alinhada com a estratégia da Braskem de tornar-se líder global da química sustentável”, disse Marcelo Nunes, diretor de Negócios de Químicos Verdes da Braskem. “A parceria da Braskem com a Station Amsterdam se soma a outras já consolidadas nos últimos meses, que reuniram empresas empenhadas em iniciativas sustentáveis”, afirma.

O projeto da fábrica de eteno verde, concebido com tecnologia própria da Braskem, teve investimentos de R$ 500 milhões. O produto tem importantes clientes no Brasil e no mundo, como Procter & Gamble, Nestlé, Toyota Tsusho, Natura, Tetra Pak, Danone e Chanel, entre outros.


A figura do administrador de estoques

13, outubro, 2011 2 comentários

Pretendo colocar, neste artigo, uma situação em que irei generalizar uma forma de pensamento, mas, pelo que tenho visto em consultorias e treinamentos que desenvolvo, isso acontece em muitas empresas…

Dentro das empresas muitas vezes nos deparamos com a seguinte situação colocada pela Gerência ou Diretoria: “Precisamos reduzir nossos níveis de estoque (ou inventários), portanto, vamos parar de comprar, pois o volume está alto demais…”. Nesse momento, quem faz administração do estoque tem um frio na barriga e logo pensa: “Como irei fazer isso, sendo que compramos e produzimos as principais matérias-primas e produtos acabados que tem rotatividade no limite do necessário todos os meses? As matérias-primas, por exemplo, estamos comprando e recebendo em cargas menores todos os dias (praticamente)?”

Nem sempre as matérias-primas foram compradas de acordo com o que o administrador de estoque solicitou, ou seja, somente o necessário, e também nem sempre a Produção realiza exatamente o que foi solicitado. A decisão do que comprar ”deveria” partir de quem administra os estoques, pois é quem executa esse trabalho, que sabe o que é necessário para a empresa operar, e não o departamento de Suprimentos, por ter negociado um desconto com o fornecedor e que por isso, em muitos casos, acaba comprando um lote grande que fica parado alguns meses no estoque. A Produção deveria produzir somente o que é solicitado pelo planejamento e não trabalhar de acordo com o seu lote para facilitar a preparação de máquina.

Vejam que nessas situações quem acaba pagando o “pato” é quem cuida do estoque (que pode ser um Administrador de Materiais ou quem faz o Planejamento e Controle da Produção), ele é o culpado tanto do que sobra quanto do que falta. Vejam que nas situações discutidas irá sobrar material no estoque de matéria-prima e de produto acabado.

Então, o que é administrar materiais?

É a pior atividade dentro da empresa. Porque se falta matéria-prima ou produto acabado é “CULPA” do Administrador de materiais, se “SOBRA”, é porque o Administrador de materiais é um INCOMPETENTE, não sabe administrar…

Muito bem, de acordo com esse cenário, vemos que há uma situação que precisa ser resolvida. Por um lado temos a empresa com seus níveis de inventários altos e, por outro, sejamos realistas, na maioria das empresas quem faz a Administração dos Estoques tem autonomia para tomar decisões e fazer o que precisa ser feito para fazer os estoques chegarem aos níveis desejados pela companhia. A figura do Administrador de estoque é importantíssima, pois ele está preocupado em reduzir, porque normalmente é o “pescoço” dele que está em perigo, e não só por isso, mas por ser ele a pessoa mais consciente e esclarecida de toda a cadeia produtiva interna, além de saber onde estão os principais problemas e gargalos.

O Administrador de Materiais “deveria” analisar, gerenciar, controlar e decidir o que deve e o que não deve ser colocado em estoque, buscando atender os clientes no prazo combinado e os objetivos da organização com o mínimo de estoque e alto giro, sem interferências das áreas envolvidas direta ou indiretamente com os estoques, pois ele também sabe que para aumentar as “vendas” não é necessário aumentar os estoques e, mesmo se houver a redução do estoque, a empresa poderá perder vendas.

Se o Administrador não sabe administrar os estoques, então porque sempre temos esses problemas?

• Os processos não estão definidos de forma clara e isso faz com que os envolvidos tenham dificuldade de entendimento, de comunicação e de ver as interfaces e as conexões com as responsabilidades de cada um;

• Produção produz: em lotes grandes e não comunica, não tem flexibilidade para produzir lotes menores, nem sempre conhece os seus custos;

• Suprimentos compra em grandes quantidades, muda de fornecedor, compra do fornecedor com menor preço e este, por sua vez, não tem um nível de serviço compatível com a necessidade da empresa;

• Fornecedor atrasa as entregas;

• Vendas não planeja e também não sabe o que vai vender e não passa nenhuma informação para a empresa;

• O “dono do estoque” não tem autonomia para:

  • Decidir o que comprar e como comprar.
  • Sobre os demais processos.

Vejam que as empresas precisam ter estoques para melhorar o atendimento aos clientes, e se proteger contra as incertezas do mercado, porém, se as empresas somente pensarem em se proteger, aumentarão os estoques. Quem sabe e tem consciência disso tudo é o Administrador de estoques, pois ele faz o acompanhamento diário de toda a gestão do processo produtivo.

Defendo a ideia de que o Administrador de materiais deveria ter mais autonomia para decidir sobre o que precisa ser feito. Fica fácil simplesmente fazer uma boa negociação sem se preocupar com quanto tempo o material irá ficar parado e não ter responsabilidade por isso; produzir com lotes mínimos e não se preocupar em ser flexível e somente vender. Cada elo: Suprimentos precisa comprar bem e negociar com fornecedores entregas em lotes menores e, antes de tomar qualquer decisão, consultar a Administração de estoques; Produção precisa ser flexível e produzir em lotes menores e buscar formas de reduzir seus set-ups; e Vendas precisa informar o que irá vender e ser responsável por essas informações. Cada elo (suprimentos, produção e vendas) tem sua parcela no estoque e cada um precisa fazer sua parte para que o resultado do todo apareça, caso contrário, os resultados não aparecerão e sempre irão procurar um “culpado”.

O desempenho da Administração de materiais depende basicamente de vendas, suprimentos, produção, recebimento, distribuição, variedade de itens e, principalmente, do grande número de “boas” informações, para gerenciar os estoques, ou seja, o sucesso depende da sinergia de todos departamentos.

Crédito: Celso Luchezzi é graduado em Tecnologia Proc. Prod. – FATEC, Matemática – Uniban, MBA Logística Empresarial – FGV.


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Os avanços das exigências ambientais na siderurgia mineira

10, agosto, 2011 1 comentário

Não bastando sua relevância histórica, o setor siderúrgico mineiro possui uma grande importância econômica, pois Minas Gerais é o maior produtor de ferro gusa do Brasil, possuindo 68 unidades e 109 altos-fornos a carvão vegetal, representando uma capacidade instalada de produção de 9.390.355 t/ano. O faturamento do setor em Minas se aproxima dos R$ 4 bilhões anuais.

Contudo, a siderurgia é uma atividade que possui um grande potencial de impacto ambiental e como tal tem sido sujeita a normatizações e exigências de controle e minimização de impactos que, em virtude da dimensão do parque no Estado de Minas Gerais, tem sido específicas e crescentes.

Os pontos que tradicionalmente geram atenção especial dos órgãos ambientais são (i) o grande uso de carvão no processo produtivo, hoje ainda em boa parte oriundo de florestas nativas ou, em menor escala, coque de carvão mineral; bem como (ii) a poluição causada pelo processo produtivo em si, especialmente os resíduos sólidos produzidos.

Há tempos nota-se um esforço organizado para a regularização ambiental do setor e avanço nas exigências ambientais nos processos de licenciamento e renovação de licenças. A Deliberação Normativa COPAM nº 49/ 2001, foi um marco para o setor em Minas Gerais, trazendo exigências inovadoras de implantação de sistemas de desempoeiramento nas etapas de recepção, manuseio e peneiramento de matérias-primas e regularização quanto ao licenciamento ambiental das empresas.

Neste mesmo período, Minas Gerais se esforçou para criar e adotar mecanismos que buscassem regular o consumo de carvão, matéria-prima das mais essenciais para a produção de gusa e que representa cerca de 70% do custo do produto final. O Estado criou meios para facilitar a exploração de florestas plantadas, simplificando procedimentos e extinguindo planos de corte, estimulando o manejo sustentável e restringindo o desmatamento.

Posteriormente o Estado instituiu o monitoramento eletrônico do transporte de carvão vegetal, prática que associada à exigência do Documento de Origem Florestal – DOF, representa interessante meio de controle à produção e transporte do carvão.

A última cartada na questão do carvão vegetal foi a edição da Lei Estadual n. 18.365/2009, que instituiu uma redução progressiva do consumo de modo que, a partir de 2018 as indústrias não poderão usar mais do 5% de produtos e subprodutos das matas nativas, aindependente da reposição florestal prevista na legislação anterior. A auto-sustentabilidade plena em carvão vegetal é um caminho ainda longo, mas cabe dizer que em 2008 algumas produtoras independentes de gusa já alcançavam 100% de uso de carvão de origem reflorestada e o percentual deste insumo vem crescendo já há alguns anos.

Com a aparente solução, ao menos em tese, da questão do uso de carvão vegetal de origem nativa – cabe agora ao Estado fazer cumprir suas leis – seus olhos voltam-se novamente à poluição causada pelos processos industriais do setor siderúrgico.

Nesse sentido, já foram mapeados os pontos da Deliberação Normativa COPAM nº 49/2001 que merecem reparos e/ou avanços. Para tanto, o Estado possui plano de ação já em discussão no Conselho Estadual de Política Ambiental (COPAM) e a tendência é a edição de nova normatização específica para o setor das Indústrias de Siderurgia Não-Integrada a Carvão Vegetal, enrijecendo as exigências nos sistemas de despoeiramento do alto-forno, aumentando o monitoramento da poluição causada e intensificação do gerenciamento de resíduos para aumentar o reaproveitamento e destinação adequadas de materiais.

Resta saber o impacto que tais medidas causarão ao setor siderúrgico, atualmente descapitalizado e com limitado potencial de investimento, pois extremamente afetado pela crise de 2008 e, atualmente, pelo câmbio tão prejudicial aos exportadores.

Artigo escrito pelo Dr. Guilherme Doval, sócio da Almeida Advogados e especialista em direito ambiental.


“O futuro será do Wireless”, prevê especialista

Jim Pinto, fundador da Action Instruments Techonology Futurist nos EUA, ministrou durante o NEI International Industrial Conference & Show em palestra sobre as perspectivas imediatas para a automação e instrumentação no chão de fábrica. O especialista prevê que o futuro será do Wireless e tudo estará conectado com o chip. As plantas ficarão cada vez menores e a produção mais barata deverá atender as necessidades locais.

Jim Pinto afirmou ainda que os robôs serão mais inteligentes e realizarão atividades muito além das que o ser humano é capaz de realizar. Para ele, a automação não irá gerar desemprego, mas provocará uma mudança no perfil dos operários, e o conhecimento será a peça-chave. “Países de primeiro mundo estão perdendo cada vez mais espaço para os países que investem em conhecimento. Enquanto os americanos capacitam 70 mil engenheiros ao ano, os chineses formam 700 mil e a Índia, mais 500 mil”, exemplifica Jim.

Para o especialista, reduzir trabalho, aumentar agilidade, melhorar a qualidade, otimizar o uso de matéria-prima e economizar energia são os principais benefícios da automação – que torna os processos mais baratos, mais rápidos e melhores.

Confira entrevista com o palestrante:


Um país desenvolvido precisa de uma indústria de transformação forte

“O atual modelo econômico nos empurra para uma reprimarização. O Brasil está priorizando a exportação de commodities e negligenciando a exportação de bens de maior valor agregado”, disse o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ, Carlos Pastoriza, durante sua palestra no NEI International Industrial Conference & Show sob o tema “O papel da indústria líder na cadeia de produção: uma reflexão necessária”. Um dos exemplos citados por Pastoriza foi o do minério de ferro, um dos principais itens da nossa pauta de exportações. Segundo o diretor, a balança comercial dos setores que possuem o aço como principal matéria-prima (automóveis, máquinas e equipamentos, etc.) é deficitária. A balança comercial da indústria de transformação, no período de 2004 a 2011, acumula déficit superior a US$ 100 bilhões, mostrou o diretor.

“Não existe país desenvolvido que não tenha uma indústria de transformação forte. É bom que o Brasil seja um grande exportador de commodities, mas é preciso que haja políticas que também beneficiem e fortaleçam a indústria de transformação.”, afirmou Pastoriza. O representante da ABIMAQ ainda falou que os fabricantes internos de máquinas estão perdendo market share para os importados. “Qualquer investimento em máquinas é produtivo para o Brasil, mas quando há aumento desbalanceado no investimento de máquinas importadas em relação às nacionais, o País perde”, finalizou.

A ABIMAQ considera como pontos fundamentais para se resgatar a competitividade do setor a redução do Custo Brasil, a desoneração total dos investimentos, a oferta de financiamentos (PSI), o incentivo às exportações, a inovação e o desenvolvimento tecnológico.


Como Aumentar a Competitividade das Empresas Integrando os Canais de Distribuição

7, dezembro, 2010 4 comentários

O mercado mundial vem presenciando um crescimento em sua demanda a um nível acima do esperado. O consumo está se expandindo em diversas partes do globo, inclusive em países que outrora eram considerados inexpressivos e sem previsibilidade de crescimento no mercado mundial.

Nesse contexto há uma visão de oportunidade, por parte das indústrias, e de expansão de suas operações a nível global, porém, esta visão também é do conhecimento de empresários de muitos países, tornando a competição acirrada e complexa.

Para que possamos sobreviver a esse cenário turbulento e competitivo, é necessário avaliar três variáveis, sendo a primeira a presença cada vez mais forte, em nosso mercado, de diversas empresas que fornecem produtos e serviços de vários segmentos. Essas empresas são originadas de diversas partes do globo, tornando cada mercado/oportunidade um alvo não mais regional, mas mundial. A segunda é o nível de qualidade dos produtos, tornando-os cada vez mais próximos em relação às suas características técnicas (comoditização). Independentemente do segmento social abordado ou do produto vendido, as manufaturas devem ter como características básicas a qualidade. Portanto, os produtos devem ter esse atributo como padrão para sobreviver aos consumidores cada vez mais exigentes. A terceira, e talvez mais complexa, é o nível de serviço apresentado. Esse atributo, no escopo da Logística, é a disponibilidade. O alto nível de serviço é garantia de que um produto esteja disponível no momento que o cliente irá procurá-lo. Muitas vezes o alto nível de serviço está atrelado à necessidade de manter estoques perto do consumidor. Qual o motivo de se manter estoques? O motivo está atrelado a diversas variáveis, sendo uma delas a incapacidade da cadeia suprir na hora certa que se deseja e com a velocidade pretendida. Atraso no abastecimento significa, por muitas vezes, perda de vendas. Este problema da cadeia está atrelado, em muitos casos, à necessidade de aumento do poder de barganha com o fornecedor, ou então à falta de parcerias concretas com sua cadeia de abastecimento. Outro problema é decorrente da volatilidade de demanda, quando se torna necessário determinar o exato consumo, optando-se por ter estoques para garantir o nível de serviço. Esta equação mostra-se sem sintonia, pois estoques excessivos possuem altos riscos de obsolescência, pois o ciclo de vida dos produtos, cada vez mais reduzidos, faz com que os mesmos sejam substituídos em uma velocidade cada vez maior.

A consequência disso é clara. Apesar da expansão mundial, nunca foi tão complexo vender, pois o consumidor, cada vez mais exigente, vem recebendo produtos melhores a preços mais acessíveis. Cabem aqui as perguntas:

– Como ser escolhido pelo consumidor?

– Como obter sua preferência?

– Como se destacar em um ambiente com milhares de marcas e nomes?

– Como se diferenciar em um cenário onde todos os produtos são de qualidade e os preços são cada vez mais semelhantes?

O cenário acima descrito vem se acelerando a cada dia, exigindo das empresas mais atenção em sua cadeia de suprimentos, cada vez mais essenciais para a estratégia de uma organização.

As cadeias são formadas por diversos componentes: os fornecedores, a manufatura que transforma a matéria-prima em produto acabado e, em muitos casos, o distribuidor, o atacadista e o varejista. Quanto mais complexo é o produto, mais componentes tem uma cadeia e quanto maior o número de componentes, maior a complexidade da cadeia e maiores os riscos de erros.

A gestão da cadeia de suprimentos passa a ser mais estratégica, pois é ela que irá definir o sucesso ou o fracasso de uma organização; não existe nenhuma indústria que concentre todos os processos. Esse é um processo nitidamente colaborativo e, como tal, deve ser percebido. Precisa ser percebido.

Em um contexto global com cenários mais complexos e mais variáveis para se controlar, torna-se necessária a visão holística da cadeia, pois certamente essa é única forma de sobrevivência.

Crédito: Fernando Saba Arbache é diretor da Arbache Tecnologia, presta consultorias e treinamentos nas áreas de logística, tecnologia e inteligência de mercado. Doutor em inteligência de mercado pela ITA, doutor em sistemas de informação pela COPPE/UFRJ e mestre em engenharia industrial pela PUC/RJ.