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Jim Pinto, em visita ao Brasil, faz palestra no NEI Meetings

11, julho, 2011 Deixar um comentário

Brasil, o “B” de BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China – economias que mais crescem no mundo), tem se tornado uma força econômica e um dos mercados emergentes mais aquecidos do mundo.

Sendo a 8º maior economia mundial, o Brasil é o maior exportador de produtos como: café, açúcar, aves domésticas, bife, suco de laranja, etanol e tabaco. Passando ileso pela crise financeira internacional, o País notavelmente encontra-se em uma melhor posição econômica do que antes da crise.

Em junho de 2011, estive em São Paulo para falar sobre Perspectivas para a Automação e Instrumentação no Chão de Fábrica, no NEI International Industrial Conference & Show – Tecnologias Emergentes, Desafios, Oportunidades e seu Impacto na Manufatura. O evento foi realizado em 2 dias, no Centro de Convenções Frei Caneca, com a participação de líderes, os principais fornecedores e usuários que se reuniram para discutir as novidades e trocar experiências relacionadas a produtos e soluções industriais.

Foi um evento único e o primeiro do tipo realizado no Brasil: foram 2 dias e mais de 25 palestras e apresentações de experts nacionais e internacionais da área tecnológica.

A área de exposição apresentou várias empresas no mercado primário do Brasil, com interativas mesas hands-on, nas quais os expositores apresentaram suas tecnologias, produtos e serviços. A agenda incluiu tempo para os participantes da conferência interagirem com palestrantes e patrocinadores.

Fiquei feliz em ver Nelson Ninin, presidente da Yokogawa Brasil e presidente da ISA em 2010, a primeira das Américas e a segunda pessoa de fora dos EUA a ter essa posição (meu bom amigo de muitos anos, Pino Zani, da Itália, foi presidente da ISA em 2001).

Tivemos um jantar delicioso na casa de velhos amigos, Nelson Freire e família em São Paulo; seu calor e afeto brasileiro fizeram os 20 anos desde que nos conhecemos parecer que tínhamos visto um ao outro ontem. Foi maravilhoso ver a esposa de Nelson, Dirce, uma talentosa pianista, tocar, e Nelson cantar. Eu simplesmente tive que participar! As memórias de todos nós cantando juntos, e os gêmeos Luis Antonio e Nelsinho tocando guitarra e cantando, vão ficar sempre nas nossas memórias.

Na sequência de nossa visita a São Paulo, passamos alguns dias no Rio de Janeiro. Ficamos em um hotel em Copacabana e apreciamos as praias (livres de multidões). Claro que tivemos que ir para os teleféricos que iam para o topo do Pão de Açúcar para vermos o espetacular panorama do Rio e do Corcovado para ficarmos abaixo da gigante estátua do Cristo Redentor, que é visível de quase todos o lugar no Rio. Uau, que viagem!

Texto original publicado em: http://jimpinto.com/enews/23june2011.html#3 por Jim Pinto, fundador da Action Instruments Techonology Futurist nos EUA.


Como as tecnologias afetam o marketing das indústrias

“Um em três brasileiros está conectado à internet. No Brasil, as redes sociais agregam mais de 55 milhões de usuários. O YouTube exibe diariamente 1 bi de vídeos e os brasileiros são a 2ª maior audiência mundial”. Essas afirmações, feitas por Alexandre dos Reis, diretor de Marketing e Vendas da SEW-EURODRIVE, durante a palestra “O impacto das tecnologias inovadoras no marketing das indústrias”, no NEI International Conference & Show, revelam que o avanço das novas tecnologias está mudando a forma como as pessoas buscam informação e se comunicam – de modo instantâneo e interativo.

Segundo o diretor, as empresas precisam entender as mudanças e se preparar para as novas gerações, muito mais “tecnológicas” e participativas. “25% dos internautas utilizam as redes para ajudar nas decisões de compra e 80% deles se sentem confortáveis ao perceber que as empresas estão utilizando as redes para divulgar seus produtos e serviços e se comunicar com seus consumidores”, afirmou Alexandre.

As empresas orientadas para o marketing têm uma preocupação constante com o desejo dos clientes. Quando eles mudam, as empresas precisam evoluir, orientando-se por suas necessidades. “Não basta mais realizar os mesmos processos de formas diferentes e esperar que isso seja notado ou considerado pelo consumidor como uma novidade. O desafio é promover o desenvolvimento de processos que resultem em soluções inovadoras e torná-las tendência”, orientou o executivo, que finalizou a apresentação com uma frase de Clay Shirky, especialista americano em mídias sociais: “A revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas, acontece quando ela adota novos comportamentos”.

Confira entrevista com o palestrante:


Como vencer resistências internas à inovação

Medo do desconhecido, risco de insucesso, dificuldade para organizar as informações, exigência de dedicação e desconexão com o resultado imediato são os principais fatores que dificultam a implantação de uma cultura de inovação nas empresas, afirmou Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo Brasil, em sua palestra “Como vencer resistências internas à inovação” apresentada no NEI International Conference & Show. Segundo o executivo, para vencer as resistências é preciso identificar as resistências internas, reconhecer as necessidades, dedicar recursos, buscar informação e apoio, desenvolver ações de curto prazo e divulgar resultados. “A resistência à mudança é um fator previsível e ao mesmo tempo adaptável. Cabe à organização e, principalmente, ao gestor, analisar, compreender e envidar os esforços no sentido de alinhar os fatores determinantes da mudança, buscando o melhor resultado para a empresa e os indivíduos”, orientou Modena.

O presidente da Festo conceituou ainda os quatro tipos de inovação: do produto, do processo, organizacional e de marketing. A inovação de produto prevê a introdução no mercado de produtos ou serviços novos ou significativamente melhorados; a inovação de processo refere-se à implementação de novos ou significativamente melhorados processos de produção ou logística de bens ou serviços; a inovação organizacional abrange a implementação de novos métodos organizacionais na prática do negócio, organização do trabalho e/ou relações externas; e a inovação de marketing consiste na introdução de novos métodos de marketing, envolvendo melhorias significativas no design do produto ou embalagem, preço, distribuição e promoção.

Waldomiro ainda explicou os dois tipos de inovação em função da origem: Closed Innovation, processo que limita o conhecimento ao uso interno de uma empresa, sem usufruir ou utilizar somente um pouco do conhecimento exterior; e Open Innovation, processo que usa fontes e informações externas, melhorando a gestão do conhecimento e, entre outros, o conhecimento tácito da empresa, como objetivo de acelerar o processo de inovação.

Confira entrevista com o palestrante: