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Empresa britânica de iluminação LED abre em Jundiaí primeira fábrica da América do Sul

10, setembro, 2013 5 comentários

Em outubro será inaugurada em Jundiaí-SP a primeira unidade da Dialight na América do Sul. Especialista em tecnologia de iluminação LED, a multinacional britânica investe R$ 4 milhões na instalação da nova fábrica.

Na primeira fase, que deve empregar cerca de 20 pessoas, a empresa pretende trabalhar com a venda e a montagem de luminárias a partir de subconjuntos. “Caso o mercado local ofereça condições de competitividade, investiremos mais e implantaremos outras etapas de produção, como eletrônica, inserção de LEDs e fabricação de fontes de alimentação”, disse Laércio Pereira, diretor da Dialight do Brasil.

A unidade terá capacidade para produzir anualmente cerca de 25 mil luminárias industriais para os mercados de óleo e gás, químico, petroquímico, mineração, siderurgia e outros. Serão fabricadas ainda produtos para iluminação pública e equipamentos de controle de gestão remota. A expectativa é de que o faturamento em 2014 seja de R$ 10 milhões e o crescimento anual, acima de 30% nos próximos dez anos.

O grupo britânico tem unidades na Grã Bretanha, Estados Unidos, México, Dinamarca, Alemanha, Emirados Árabes, Japão, Cingapura e Malásia.


OGX encontra hidrocarbonetos na Bacia de Santos

Empresa brasileira de óleo e gás natural, a OGX identificou recentemente a presença de hidrocarbonetos nas seções albiana e aptiana do poço 1-OGX-63-SPS, no bloco BM-S-57, em águas rasas da Bacia de Santos. A empresa detém 100% de participação no bloco.

“Essa descoberta é importante pela grande coluna e net pay identificados na seção albiana, assim como pela qualidade do reservatório aptiano e seu comportamento”, disse Paulo Mendonça, diretor geral e de exploração da OGX.

Foi encontrada uma coluna com hidrocarbonetos de cerca de 1.000 m em reservatórios albianos e net pay de aproximadamente 110 m. O poço, cuja perfuração continua em andamento, já atingiu a seção aptiana do reservatório, com hidrocarbonetos identificados por meio de forte presença de gás, o que resultou em um “kick”, que está sendo controlado.

O poço OGX-63, denominado Fortaleza, está localizado no bloco BM-S-57 e situa-se a 102 km da costa do Estado do Rio de Janeiro, em lâmina d’água de cerca de 155 m. A sonda Ocean Quest iniciou as atividades de perfuração em 8 de outubro de 2011.


Inmetro inaugura laboratórios de Velocidade de Fluidos e de Vazão de Líquidos

11, agosto, 2010 Deixar um comentário

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade (Inmetro) inaugurou, no Campus de Laboratórios de Xerém, no Rio de Janeiro, os laboratórios de Velocidade de Fluidos e de Vazão de Líquidos, parceria com a Petrobras, por meio da Rede Temática em Metrologia regulamentada pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível), e com a Finep (Financiadora de Estudos e Pesquisas), e o Laboratório de Computador de Vazão, com recursos do próprio Inmetro. Os laboratórios darão maior independência ao país, oferecendo mais agilidade e reduzindo custos para a indústria nacional, sobretudo nos setores de óleo e gás, garantindo rastreabilidade às medições. “Esta parceria é muito importante para todos nós. É o que precisamos para o Brasil e para o desenvolvimento da sociedade”, citou João Jornada, presidente do Inmetro, durante a apresentação.

O Laboratório de Vazão de Líquidos oferece maior confiabilidade aos sistemas de calibração – isto é, de determinação de erros e incertezas de instrumentos – para medidores de vazão de líquidos, mesmo em pontos de difícil acesso, como plataformas de petróleo. Já o Laboratório de Velocidade de Fluidos provê mais confiança às medições de escoamento, valendo-se de aparatos e instrumentos de última geração, que possibilitam, entre outros, ensaios de desempenho aerodinâmico de veículos terrestres e aviões. O laboratório também atua na validação de teorias por meio de experimentos e simulações computacionais, aplicada, por exemplo, ao processo de escoamento de petróleo e gás em tubos horizontais durante a extração, o que otimizaria o dimensionamento da tubulação para a exploração, permitindo maior produtividade e menor gasto de energia.

“A confiabilidade e a aceitação dessas medições interessam aos municípios, aos estados e à União, por receberem royalties e tributos pela quantidade de petróleo e gás natural produzida e transportada. Da mesma forma, as empresas de petróleo e gás necessitam saber com exatidão a produção e o valor de royalties a pagar, enquanto as transportadoras precisam saber a quantidade que receberam e entregaram. Já as distribuidoras têm igual interesse em saber com precisão o volume recebido e entregue aos consumidores finais”, explicou Humberto Brandi, diretor de Metrologia Científica e Industrial do Inmetro, área que ficará responsável pelos laboratórios de Velocidade de Fluidos e de Vazão de Líquidos, durante a cerimônia.

Uma iniciativa com investimento do Inmetro, o Laboratório de Computador de Vazão vem fortalecer o Controle Metrológico Legal nas medições de vazão e volume de petróleo, gás e biocombustíveis. “Neste laboratório, validamos os cálculos das conversões e totalizações, além dos registros dos dados computados e demais características metrológicas dos computadores de vazão que compõem as estações de medição, oferecendo segurança das informações coletadas, imprescindível para o pagamento de royalties do petróleo, por exemplo”, explicou Renato Ferreira Lazari, chefe da Divisão de Fluidos da Diretoria de Metrologia Legal, responsável pelo laboratório.

Com 940 metros quadrados de área construída, os laboratórios de Velocidade de Fluidos, de Vazão de Líquidos e de Computador de Vazão oferecerão, também, maior confiabilidade na medição durante a captação, a distribuição e a quantificação de água para abastecimento doméstico ou industrial; nas medições de produção da indústria de bebidas; nos estudos dos movimentos oceânicos e atmosféricos; e nas medições para a produção de fármacos, entre outros.