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Abimei elabora plano semestral para plástico e papel

A Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais –Abimei reunirá os membros da recém-criada Comissão de Máquinas para Plástico e Papel para organizar a agenda semestral de atividades. “A intenção é debater e dar maior visibilidade às necessidades específicas dos importadores de bens de capital e de meios de produção voltados à indústria termoplástica e de papel”, afirmou Christopher Mendes, diretor financeiro da entidade.

A nova comissão, oficializada em 4 de abril, nasce do plano de desenvolvimento da associação formulado para o período 2013-2017, que prevê a abertura da entidade para todos os segmentos industriais que se utilizam de máquinas e equipamentos importados.

No mesmo dia 4 de abril, a associação promoveu um seminário da série Workshops Abimei, com o tema “Regime de Ex-tarifário”, ministrado por Eduardo F. Martins, engenheiro industrial e de produção, especializado nos processos de obtenção e renovação de ex-tarifários concedidos ao setor de papel, papelão e celulose.

A Abimei está criando um grupo de acompanhamento e ajuda técnica  para a elaboração dos ex-tarifários. “Quanto maior o número de pedidos que os associados enviarem por meio da associação, maior será a eficácia nos processos de ex-tarifários”, disse o engenheiro.


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Investimento de € 80 milhões: AkzoNobel terá nova fábrica de celulose

2, março, 2013 Deixar um comentário

O Grupo AkzoNobel, fabricante de especialidades químicas, investirá € 80 milhões (cerca de R$ 176 milhões) na construção de uma nova “ilha química” para fabricar insumos para celulose. O objetivo da nova usina, operada pela Eka Chemicals, unidade de negócios de papel e celulose da AkzoNobel, é suprir uma nova fábrica de celulose da Suzano no Maranhão (MA). “O acordo, válido por 15 anos, reforça a importância de mercados de alto crescimento para a AkzoNobel e ajudará a impulsionar a estratégia de médio prazo no Brasil, que prevê dobrar a receita para 1,5 bilhão de euros” diz Rob Frohn, membro do comitê executivo da AkzoNobel.

O investimento envolve o fornecimento, armazenamento e manipulação de todos os produtos químicos necessários para a nova planta, que está sendo construída em Imperatriz, no Maranhão. A inauguração está prevista para o último trimestre de 2013 e a produção deve chegar a 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano. “A Eka Chemicals é um parceiro confiável e de longa data da Suzano. Por meio deste acordo, estamos garantindo que nossa planta irá utilizar os produtos químicos mais recentes e sustentáveis disponíveis no mercado”, comenta Ernesto Pousada, COO da Suzano Papel e Celulose.


Fibria investe R$ 8 milhões e inaugura laboratório em Jacareí

25, outubro, 2012 Deixar um comentário

Em 17 de outubro, a Fibria, empresa brasileira com foco em produtos florestais, inaugurou as novas instalações do Laboratório do Centro de Tecnologia de Jacareí-SP. Com uma infraestrutura de 700 m², o novo laboratório realizará pesquisas para a geração de clones superiores (mudas de eucalipto), identificação de técnicas avançadas de manejo florestal e desenvolvimento de novos produtos.

Cerca de R$ 8 milhões foram investidos para a criação do novo laboratório e, segundo Fernando Bertolucci, gerente-geral da Fibria, a estrutura conta com modernos equipamentos de biotecnologia e biorrefinaria. Este é o segundo laboratório da empresa, que já possuía o Laboratório do Centro de Tecnologia de Aracruz, no Espírito Santo.


Brasil terá novo player de celulose

5, abril, 2012 Deixar um comentário

A Braxcel – Companhia Brasileira de Celulose protocolou junto ao governo tocantinense o requerimento de licença ambiental acompanhado dos respectivos Estudos de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental – EIA/Rima. O protocolo confirma a intenção da empresa em instalar uma unidade industrial no município de Peixe, destinada a produção anual de 1,5 milhão de toneladas de celulose de fibra curta branqueada. “Na região de Peixe, Gurupi, São Valério e Sucupira, encontramos tudo que um projeto como este precisa: alto potencial de produtividade florestal, boa estrutura fundiária, grandes extensões de terras utilizadas para pastagem, rios, infraestrutura e, principalmente, o entroncamento da já existente ferrovia Norte Sul com a futura Oeste-Leste”, comemora o diretor executivo da Braxcel, Mauro Cerchiari.

A previsão de investimentos é de R$ 4 bilhões, gerando mais 4 mil postos de trabalho durante a obra e cerca de 700 empregos diretos quando a fábrica iniciar a operação, prevista para o último trimestre de 2018. O empreendimento também prevê o consumo sustentável de madeira proveniente de, aproximadamente, 180 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto.

O novo player. O Grupo GMR, controlador da Braxcel, participa expressivamente dos setores de geração de energia elétrica renovável, implantando parques eólicos em todo o Brasil e, mercado imobiliário, construindo empreendimentos de médio e alto padrão. Em 2005, o grupo ingressou no setor de reflorestamento e celulose e, durante 2 anos, pesquisou o local ideal para instalar uma indústria deste porte.


Grupo global de tecnologias para papel e celulose inaugura nova unidade no Paraná

20, março, 2012 Deixar um comentário

A empresa Metso Paper, fornecedora internacional de tecnologia e serviços para as indústrias de papel e celulose, mineração, petróleo e gás, construção e geração de energia, inaugurou recentemente sua nova unidade no Brasil. Localizada em Araucária, área metropolitana de Curitiba, a planta de 10.000 m² inclui uma unidade de produção de máquinas e os escritórios administrativos da empresa no Brasil. A nova planta deve atingir 100% da sua capacidade produtiva em junho de 2012.

Segundo Celso Tacla, presidente regional da Metso na América do Sul, o objetivo da planta de Araucária é expandir a produção de papel e celulose na América Latina. “Essa nova planta propiciará maior competitividade à Metso em projetos greenfield e criará novas linhas de produção para o Mato Grosso do Sul, Maranhão, Santa Catarina e Chile”, destaca.

Foram investidos aproximadamente R$ 40 milhões na construção do projeto. A nova unidade da Metso vai gerar 150 empregos diretos, somando um total de 450 funcionários no Brasil. No mundo, a empresa possui cerca de 30.000 colaboradores distribuídos em mais de 50 países.


Inovação é caminho para indústria de celulose e papel manter competitividade

17, outubro, 2011 Deixar um comentário

Durante o ABTCP 2011- 44º Congresso e Exposição Internacional do setor, entidades do setor, como a ABTCP, e dirigentes das maiores empresas apontam oportunidades de mercado

Desenvolver novos produtos, ampliar a competitividade da base florestal brasileira, bem como investir em tecnologias novas em todas as pontas da cadeia produtiva são algumas das iniciativas que o setor está implementando para manter sua competitividade.

Em um cenário de retração da demanda nos mercados europeu e norte-americano, de forte competição com empresas asiáticas e de risco por conta da taxa de câmbio, o ABTCP 2011 – 44º Congresso Internacional de Celulose e Papel, realizado em São Paulo, discutiu os caminhos que a indústria de celulose e papel deve seguir para crescer, seus desafios e oportunidades.

Nos ativos florestais, o avanço da biotecnologia permitirá dar um salto de produtividade de 10%, 20% e até 40%, com a produção customizada do eucalipto para a fabricação de papel tissue, por exemplo. “Essa é uma grande oportunidade”, observou o presidente da Cia. Suzano de Papel e Celulose, Antônio Maciel, durante painel do evento que reuniu presidentes de várias empresas do setor, na última segunda-feira (03/10).

Novas tecnologias que permitem reduzir em até 25% o consumo de energia, ampliando a produtividade, são outra inovação do setor, lembrou o presidente da Voith Paper América do Sul, Nestor de Castro Neto, reforçando a constatação de que racionalizar o consumo dos recursos naturais está na pauta do setor.

Justamente com o objetivo de reduzir o consumo de energia, o diretor industrial e de engenharia da Fibria, Francisco Valério, citou iniciativas como o trabalho conjunto com fornecedores de equipamento e empresas de engenharia para modificar o lay out das fábricas e diminuir as distâncias das operações.

Em relação às iniciativas de inovação, o presidente da Suzano lembrou que 85% da inovação no mundo se refere a melhorias de produtos já existentes. Nesse sentido, constata-se o desenvolvimento de aplicações diferentes de embalagens que já existem, por exemplo, na área de alimentos.

As pesquisas e desenvolvimento de novos produtos no segmento de embalagens estão avançando em ritmo acelerado. “A indústria vem trabalhando para tornar as embalagens mais leves e resistentes”, ressaltou o presidente da ABTCP, Lairton Leonardi. Ele lembrou ainda que, com o avanço de novas tecnologias, tanto na matéria-prima do papelão ondulado, como no acabamento de impressão, as embalagens passaram a ter maior apelo funcional e visual.

Sérgio Amoroso, presidente do Grupo Orsa, destacou as inovações no mercado de papelão ondulado. “Estamos realizando estudos de mistura com amido que propiciarão a redução de 4% da gramatura do papel, o que demandará menos matéria-prima”, antecipou.

O VP executivo do Grupo Pöyry, Carlos Farinha e Silva, citou outras inovações no mercado de papel como o uso da nanotecnologia para a fabricação de embalagens, o desenvolvimento de folhas de papel tissue que se dissolvem em água e formam espuma e as tecnologias de impressão de circuitos elétricos e células fotovoltaicas diretamente em bobinas.

Por outro lado, observou Sérgio Amoroso, os fabricantes de papel ainda não investiram em máquinas de maior porte, o que é sentido no segmento de papelão ondulado, embora haja exceções, conforme ressaltou o presidente da Voith Paper América do Sul – empresa que está instalando, em um cliente do setor, uma máquina de grande porte, para produzir 300 mil toneladas de papel. “Quem investir em equipamentos e novas tecnologias, será competitivo, mesmo que a opção seja por máquinas menores”, completou Castro Neto.


Competitividade do papel é desafio para a indústria brasileira

2, setembro, 2011 Deixar um comentário

Segundo a ABTCP, investimentos em máquinas, recursos humanos e logística são fundamentais para o produto nacional.

O aquecimento da economia do Brasil, alavancada muito em função da melhora do poder aquisitivo do brasileiro, tem garantido o bom desempenho de consumo de papéis, principalmente aqueles para embalagens e também o tissue (para fins sanitários). No entanto, para manter a competitividade do papel nacional, o setor terá de investir mais fortemente em renovação de equipamentos, no desenvolvimento de novos produtos, na produção em larga escala, bem com inovar no modelo de negócio. De acordo com a ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, o desafio é transferir para o papel toda a competitividade da celulose brasileira, tanto no mercado interno como no internacional.

A alta produtividade das florestas plantadas de pinus e eucalipto, a qualidade da madeira, a eficiência energética das fábricas, e os recursos humanos altamente qualificados em tecnologia da madeira, celulose e papel, são fatores favoráveis, que podem ser revertidos ao papel brasileiro. No entanto, desafios devem ser superados para incrementar a competitividade da fabricação de papel no Brasil, através de intervenções estratégicas identificadas pela ABTCP em diferentes aspectos.

Segundo o gerente técnico da entidade, Afonso Moura, a logística é um grande desafio para o segmento de papel, pela dificuldade de movimentação, já que o produto requer cuidados especiais de transporte e armazenamento. “A falta de canais de distribuição eficientes que permitam a comercialização no mercado interno e no externo é um empecilho, pois as fábricas normalmente estão distantes dos consumidores e isso dificulta o fornecimento imediato do produto”, aponta ele.

As condições precárias primordialmente de rodovias e portos nacionais acabam por encarecer o transporte doméstico e para o Mercosul do papel, o que resulta em perda de competitividade para similares importados. “Desta maneira, há a necessidade de portos especializados, transporte de cabotagem, hidrovias, serviços de navegação, ferroviários e rodoviários mais eficientes, incluindo melhores facilidades de distribuição”, observa Moura.

No que diz respeito a equipamentos, o gerente destaca a necessidade da modernização dos parques de produção de papel, muito defasados em relação à indústria de celulose.

Os recursos humanos e o conhecimento também são aspectos que influenciam a competitividade do papel brasileiro e a ABTCP, neste sentido, propõe a adequação da formação de novos profissionais para o atendimento da demanda do setor. Queremos formar profissionais que desenvolvam e disseminem o conhecimento da fabricação de papel com 100% fibras de Eucalyptus spp brasileiros, condição inédita para produtores e mercados internacionais”, afirma ele.

Por fim, o gerente técnico também aponta a falta de escala como mais um desafio para o papel brasileiro. Enquanto a alta demanda por celulose no mercado internacional permite a construção de plantas para produção do insumo em grande escala, o mesmo não acontece no mesmo ritmo com o papel, muito em função dos problemas citados acima, como o de logística, por exemplo.

Somente o crescimento do consumo de papel no mercado interno não viabiliza projetos de fabricação de larga escala no Brasil. Por isso, temos de aproveitar o momento atual de fechamento de fábricas de papel no hemisfério norte para tentarmos suprir esse vácuo com o papel nacional”, finaliza Moura.

Estes e outros assuntos serão debatidos durante o ABTCP 2011 – 44º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, o maior encontro da América Latina de celulose e papel, promovido pela entidade, este ano em parceria com a congênere alemã ZELLCHEMING – Associação de Químicos e Engenheiros de Polpa Química e Papel. Como parte das atrações do evento, realizado entre 3 e 5 de outubro, em São Paulo, acontecerá também o 1º Simpósio Latino-Americano de Papel para Embalagem.


Equipamentos indispensáveis na construção e operação de fábricas

10, agosto, 2010 2 comentários

Abordado pela primeira vez em NEI – Noticiário de Equipamentos Industriais, o tema Instalações para Fábricas abrange extensa lista de produtos relacionados à construção civil de fábricas, equipamentos para processos industriais, como compressores, caldeiras, ventiladores, exaustores, sopradores, sistemas e instalações fabris e tratamento de água e efluentes, entre outros.

Todos esses produtos são indispensáveis na construção e operação de fábricas, usinas e estradas, assim como na implantação de processos industriais para variadas áreas de atividade: química, petroquímica, petroleira, metalúrgica, mecânica, de plástico e borracha, papel e celulose e sucroalcooleira.

O Departamento de Pesquisa de NEI entrou em contato com fabricantes e fornecedores de diferentes segmentos e oferece a AQUI produtos que podem integrar as instalações de uma fábrica. Confira!

Crédito: Lilian Mary Gabriel Lopes é graduada em língua portuguesa pela USP e pós-graduada em literatura brasileira pela UFRJ.