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Empresa britânica de iluminação LED abre em Jundiaí primeira fábrica da América do Sul

10, setembro, 2013 5 comentários

Em outubro será inaugurada em Jundiaí-SP a primeira unidade da Dialight na América do Sul. Especialista em tecnologia de iluminação LED, a multinacional britânica investe R$ 4 milhões na instalação da nova fábrica.

Na primeira fase, que deve empregar cerca de 20 pessoas, a empresa pretende trabalhar com a venda e a montagem de luminárias a partir de subconjuntos. “Caso o mercado local ofereça condições de competitividade, investiremos mais e implantaremos outras etapas de produção, como eletrônica, inserção de LEDs e fabricação de fontes de alimentação”, disse Laércio Pereira, diretor da Dialight do Brasil.

A unidade terá capacidade para produzir anualmente cerca de 25 mil luminárias industriais para os mercados de óleo e gás, químico, petroquímico, mineração, siderurgia e outros. Serão fabricadas ainda produtos para iluminação pública e equipamentos de controle de gestão remota. A expectativa é de que o faturamento em 2014 seja de R$ 10 milhões e o crescimento anual, acima de 30% nos próximos dez anos.

O grupo britânico tem unidades na Grã Bretanha, Estados Unidos, México, Dinamarca, Alemanha, Emirados Árabes, Japão, Cingapura e Malásia.


Pesquisa da FNQ aponta setores que mais investem em capacitação profissional

Realizada com 137 empresas brasileiras, pesquisa da Fundação Nacional da Qualidade – FNQ revela que os setores de energia, químico e petroquímico (empatados), automobilístico e de tecnologia da informação – TI são os que mais capacitam profissionais. O estudo mostra ainda que 88% das companhias têm dificuldade para contratar profissionais qualificados e, em função disso, 92% investem em capacitação de seus funcionários. Além disso, 59% informaram que também oferecem programas de formação para pessoas que não trabalham na empresa.

Ainda de acordo com a análise, praticamente todas as empresas consultadas (97%) consideram que quanto mais o profissional for capacitado, melhor será seu desempenho.

Para Jairo Martins, superintendente-geral da FNQ, os resultados da pesquisa demonstram a necessidade imediata de reformular o sistema educacional brasileiro, que não acompanha as rápidas mudanças socioeconômicas e os novos desafios no âmbito dos negócios. “Os dados evidenciam que cada vez mais as empresas têm atuado além de sua vocação básica de prover produtos e serviços competitivos”, disse Martins. “Agora os empresários se juntam com governos e escolas para suprir essa lacuna educacional, compreendendo a importância de sua atuação em prol de grandes temas essenciais ao desenvolvimento do Brasil.”

País pode perder R$ 115 bi por falta de profissionais de TI

Se a escassez de mão de obra no setor de TI persistir, o Brasil pode deixar de arrecadar R$ 115 bilhões em receitas em 2020, levando em consideração valores de 2010. O alerta foi feito por Virginia Duarte, gerente do Observatório Softex, durante o Rio Info, que ocorreu no início de setembro, no Rio de Janeiro.

O comentário baseia-se na publicação Software e Serviços de TI – A indústria brasileira em perspectiva, em que o observatório analisa o mercado de trabalho de TI, considerando faixa etária, perfil do profissional, carreira, condições de contratação, modelo de negócio, nível de escolaridade e remuneração.

“O quadro mostra que vai existir uma escassez [de profissionais] e ela é tanto quantitativa como qualitativa”, disse. Virginia acrescentou que já existe distância entre os profissionais esperados pelas empresas e o grupo formado pelas instituições de ensino.

Para evitar o colapso, é necessário dobrar a quantidade atual de profissionais na área até 2020, tanto com formação superior como técnica. Atualmente, há um milhão de pessoas contratadas formalmente.

“O foco tem sido muito na tecla de formar gente, no sentido quantitativo. Essa é uma vertente importante, mas existe outra, que é a discussão de produtividade e qualidade”, apontou a gerente. Ela ponderou que melhorar a produtividade pode significar a demanda por menos profissionais. “É um plano B para você resolver a questão da necessidade de gente.”

Fonte: com informações da FNQ e Agência Brasil.