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Feiplastic 2017: cadeia do plástico se reúne em abril, no Expo Center Norte/SP

Uma das principais feiras do setor de plástico, a Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico acontece de 4 a 7 de abril de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP.  O evento tem como propósito apresentar as mais recentes tecnologias da cadeia do plástico e as tendências do setor, contribuindo para o networking e a geração de negócios.

Uma das empresas expositoras do evento é a Braskem, maior petroquímica das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Assista ao depoimento de Luciano Guidolin, vice-presidente de Poliolefinas, Comperj e Renováveis da Braskem:

A Feiplastic 2017 estima receber 70 mil visitantes e reunir 1.400 marcas nacionais e internacionais numa área de 85 mil m². O evento vai contar com um espaço dedicado à troca de experiência e atualização profissional, a Ilha do Conhecimento, onde os expositores farão apresentações, expondo novas tecnologias. Entre os setores presentes estão: Produtos Básicos e Matérias-Primas; Máquinas, Equipamentos e Acessórios; Moldes e Ferramentas; Transformadores de Plástico; Resinas Sintéticas; Instrumentação, Controle e Automação; Serviços e Projetos Técnicos; e Reciclagem.

Assista ao vídeo de apresentação da Feiplastic:

Para se credenciar, acesse aqui.

Para acompanhar as notícias sobre a Feiplastic 2017, acesse aqui.

 


Continental adquire a Veyance

A Continental, fornecedora internacional da indústria automotiva e fabricante de pneus, acaba de concluir a compra da empresa americana de borracha Veyance Technologies Inc. após a autoridade antitruste brasileira Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE também ter aprovado a transação sob condições. O volume da aquisição é de 1,4 bilhão de euros. Trata-se da mais significativa compra da história corporativa recente da empresa.

Com suas cinco divisões Chassis & Safety, Interior, Powertrain, Pneus e ContiTech, o grupo Continental faturou cerca 34,5 bilhões de euros em 2014 e emprega cerca de 190 mil funcionários em 49 países.

A Veyance opera na área de tecnologia de borracha e materiais plásticos, focando na comercialização de correias transportadoras, mangueiras e correias de transmissão de potência. Obteve em 2013 volume de vendas de 1,5 bilhão de euros, dos quais cerca de 90% procederam dos negócios na área industrial, e no final do mesmo ano as 27 fábricas em todo o mundo empregavam 8.500 funcionários. Gera cerca de metade de seu faturamento nos Estados Unidos e demais mercados importantes são: América Latina, África, China e demais países asiáticos. Em 2013, ContiTech e Veyance somaram volume de negócios de 5,4 bilhões de euros e empregaram cerca de 38.000 funcionários no mundo.

Autoridades antitruste no mundo realizaram nos últimos 11 meses investigações sobre a compra e seus efeitos sobre os mercados relevantes. Com o intuito de atender a preocupações estruturais expressas pelas autoridades, a Continental terá de fazer o desinvestimento no negócio de molas pneumáticas da Veyance no Nafta e no negócio de Correias Transportadoras Cabos de Aço da Veyance no Brasil. Cerca de 600 funcionários trabalham em conjunto nas atividades desses dois negócios.

“Com a integração da Veyance em nossa divisão ContiTech, fortaleceremos nossa posição nas áreas de tecnologia de borracha e materiais plásticos em todo o mundo”, disse Elmar Degenhart, presidente do Conselho Administrativo da Continental. “Além disso, a Continental deu um passo significativo na direção do objetivo estratégico de aumentar ainda mais a participação de vendas na área industrial. “A Continental financiou essa aquisição inteiramente com recursos de caixa e linhas de crédito disponíveis. A Veyance trará imediatamente uma contribuição positiva para os resultados do grupo.”

Para Heinz-Gerhard Wente, membro do Conselho Administrativo da Continental e CEO da Divisão ContiTech, a fusão das duas empresas será de grande valia tanto para os funcionários quanto para os clientes. “A Veyance complementará a ContiTech nos mercados onde nossa participação é muito pequena”, comentou. “Também de grande importância é o fato de que, através da aquisição, expandiremos significativamente nosso negócio na área industrial e, assim, alcançaremos com a ContiTech participação de vendas de quase 60% fora do equipamento original automotivo.”

Em especial, as áreas comerciais da ContiTech que mais se beneficiarão desse posicionamento global otimizado são  Conveyor Belt Group (correias transportadoras), Fluid Technology (mangueiras e conjuntos montados de mangueiras) e  Power Transmission Group (produtos de transmissão de potência e acionamento). A divisão ContiTech é fornecedora mundial de produtos técnicos de elastômero e especialista na tecnologia da transformação de plásticos. Essa divisão desenvolve e produz peças funcionais, componentes e sistemas para a indústria automotiva e outros setores. Emprega atualmente cerca de 31.400 trabalhadores e obteve em 2013 volume de negócios de aproximadamente 3,9 bilhões de euros.


O impacto da impressão 3D na manufatura

27, novembro, 2014 Deixar um comentário

A impressão 3D está para a manufatura o que a primeira viagem à Lua foi para o desenvolvimento da tecnologia aeroespacial e demais tecnologias, incluindo telecomunicações, eletrônica e óptica. Na impressão 3D também o importante não é o destino, mas a jornada. É o que se cria no caminho para alcançar um objetivo, que beneficiará muitas outras áreas.

A tecnologia básica da impressão 3D já existe há algum tempo. Mas somente agora, com o grande desenvolvimento de software e modelos matemáticos em três dimensões, é que a impressão 3D aplicada à manufatura de componentes metálicos e funcionais está mostrando seu real potencial.

Hoje em dia a indústria de protótipos e de moldes para fundição e indústria plástica já fazem bom uso da tecnologia, não só sob o ponto de visto tecnológico, mas também sob o ponto de vista da justificativa financeira e operacional. Por outro lado, estamos no limiar das aplicações da impressão 3D. Formas geométricas complexas, projetos de peças com cavidades internas, montagens intrincadas e muitas outras se tornaram possíveis, o que era inalcançável com os métodos convencionais de usinagem. A manufatura aditiva, em contraposição à manufatura subtrativa, cria possibilidades somente limitadas por nossa imaginação.

Até agora, no mundo da manufatura convencional, evoluímos com boa velocidade, mas ainda reagindo às limitações do estímulo do mercado. Quando os engenheiros de software no Silicon Valley se cansaram de desenvolver programas de realidade virtual e se dedicaram a criar objetos tangíveis e concretos, usando o conhecimento de software acumulado por todos esses anos, eles abriram um portal inusitado ao tomar uma posição pró-ativa. Não só isso, eles “popularizaram” a manufatura. Explico. Hoje pode se comprar uma máquina de impressão 3D por US$ 1,200 e produzir peças de plástico na mesa da sua cozinha. O que antes só se fazia no chão de fábrica com toda a infraestrutura necessária, hoje pode ser feito em qualquer lugar, com um mínimo de recursos e custo bem reduzido. Faz parte da produção por demanda pontual e da customização em massa. Ao considerar as possibilidades da impressão 3D, devemos manter nossa mente bem aberta, pois as oportunidades são ilimitadas.

Na IMTS 2014, em setembro nos Estados Unidos, a presença da impressão 3D estava por todo lado. De moldes de fundição em areia até a produção de componentes médicos e de carro elétrico, que foi todo manufaturado e montado nos seis dias da feira e saiu andando pelo recinto de exposições e nas ruas de Chicago. Durante o evento também surgiram as primeiras máquinas hibridas, isto é, combinando manufatura subtrativa (com arranque de material) com a manufatura aditiva, criando um meio de produção integrada de alta eficácia e, ao mesmo tempo, de total flexibilidade. A mesma ênfase foi dada à impressão 3D e às máquinas híbridas durante a Jimtof de 30 de outubro a 4 de novembro, em Tóquio.

A impressão 3D é parte de uma nova era na indústria de manufatura em nível mundial. Essa fase que estamos vivendo está focada em criar meios de produção que visam ao aumento de produtividade, barateiam o custo total da manufatura e tornam possível produzir bens de uma maneira que não era possível alguns anos atrás. Os Estados Unidos estão se tornando rapidamente o lugar de custo de produção total de bens duráveis de alta tecnologia mais barato do planeta. Mais barato que qualquer outro país com mão de obra mais barata, inclusive a China. Um outro fator que possibilita esse feito é a inovação criada no país de novos materiais, incluindo fibra de carbono e novas ligas metálicas de alta resistência; processos de manufatura, como de extrusão a frio, arremesso de material e liga, fotopolimerização contida, impregnação de fibra de carvão, fusão de pó e deposição por meio de energia direcionada; criação de processos de ultra alta precisão; e processamento de big data.

Um dos mitos que estão sendo criados é que a automação industrial e a impressão 3D criariam desemprego. Nada mais longe da verdade. Esse mesmo mito, que se mostrou equivocado, foi criado no advento do Comando Numérico (NC e CNC), da robótica. O fato é que, a cada robô implantado, foram criados cinco empregos adicionais para manter a eficiência da implementação da automação e dos serviços necessários para garantir sua sustentabilidade. Por sinal, os empregos criados garantem um salário mais alto, pois se necessita de mão de obra especializada para viabilizar essa sustentabilidade.

A nossa geração é deveras privilegiada em poder assistir ao desenvolvimento do uso do computador, automação inteligente, meios de comunicação cada vez mais sofisticados, miniaturizados e personalizados;  internet e agora da Internet das Coisas e impressão 3D.

Crédito

Artigo escrito por Mario Winterstein, diretor de desenvolvimento de negócios da The Association For Manufacturing Technology (EUA) – AMT.


Romi inaugura novo Centro de Difusão de Tecnologia

A Romi tem novo Centro de Difusão de Tecnologia no complexo fabril de Santa Bárbara d’Oeste, onde é feita a montagem de máquinas-ferramenta. Ocupando área de 510 m², abriga 14 máquinas: 11 máquinas-ferramenta e 3 para plásticos. Em salas de reuniões e auditórios, serão promovidos diversos eventos. No espaço, também serão realizados testes de usinagem.

“A cada máquina vendida, a Romi oferece ao cliente capacitação para usar o equipamento, dessa forma o novo centro atenderá essa demanda de forma confortável e eficiente”, afirmou Livaldo Aguiar dos Santos, diretor-presidente da Romi. “O centro serve também para reforçar a formação técnica dos profissionais do setor, otimizando a capacidade produtiva dos clientes.”


Grande ABC é responsável por 13,7% do faturamento nacional do setor químico, aponta pesquisa

O faturamento da indústria química do Grande ABC é de R$ 49,5 bilhões por ano, que representa 13,7% do segmento no Brasil. São 1.330 empresas que empregam 50.169 pessoas, com salário médio de R$ 3 mil, valor de duas a três vezes maior que a média da indústria de transformação brasileira. O Valor Adicionado Fiscal é de R$ 10,2 bilhões (2011), o que contribui para o desenvolvimento econômico. Os dados são da pesquisa “A importância da indústria química para o desenvolvimento econômico do Grande ABC”, divulgada pela Braskem e pela consultoria Maxiquim.

O estudo demonstra alto impacto da região no cenário nacional, com concentração: 63% da indústria de tintas e vernizes, 45% das empresas de transformação de borrachas, 33% da indústria de produtos de limpeza doméstica e 24% das empresas de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos.

“É preciso aumentar a inovação e os investimentos na região”, disse Rafael Marques, presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. “O setor plástico pode crescer no Grande ABC e a nossa área disponível favorece o setor, que é formado por pequenas indústrias”. A pesquisa destaca a alta concentração de micros e pequenas empresas, que somam 91,8% das empresas no Grande ABC, as médias representam 16% e as grandes, 1,1%.

Apesar da importância da indústria na região, o estudo aponta que o setor vem perdendo produtividade e representatividade nos últimos dez anos, já que tem crescido em ritmo mais lento do que a média brasileira.


Vagas de emprego no setor de transformados plásticos aumentam 39% até setembro

De janeiro a setembro deste ano foram criadas 9,3 mil vagas no setor de transformados plásticos, alta de 39% em relação ao mesmo período de 2012. Em setembro de 2013, foram gerados dois mil postos de trabalho, totalizando 357 mil empregos, aumento de 0,58% em comparação ao total registrado em agosto. Esse setor tem 4% de participação nos empregos da indústria de transformação. As informações são da Associação Brasileira da Indústria do Plástico – Abiplast.

Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, o crescimento do total de vagas de emprego nesse setor segue alinhado com o aumento da produção, porém, infelizmente, o investimento não está no mesmo ritmo, o que potencializaria ainda mais a produtividade.


Indústria do plástico no Rio recebe incentivos

Neste mês, foi lançado o programa “Rio, a Nova Fronteira do Plástico”, que, por meio de capacitação profissional e incentivos tributários e financeiros, quer atrair novas empresas e impulsionar a expansão das instaladas. Trata-se de parceria entre o governo do Estado do Rio de Janeiro, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – Firjan, o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro – Simperj e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae.

Cursos serão implantados pelo Senai para atender as demandas do segmento. O Sebrae ficará responsável pela capacitação dos empreendedores. Outras ações do programa são os incentivos tributários e financeiros, que devem atender toda a cadeia. O percentual passa de 6% para 4% na venda de produtos plásticos e de 19% para 12% na venda de resinas pelos atacadistas. Também serão beneficiados, com redução de 19% para 12%, distribuidores de resinas de outros Estados.

O incentivo financeiro será por meio da Agerio – Agência Estadual de Fomento, que disponibilizará a linha Pacote Plástico Produtivo. Entre os principais itens financiáveis estão máquinas e equipamentos, capital de giro e implantação, expansão e modernização da capacidade produtiva. Já a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro – Codin atuará junto aos investidores para facilitar a instalação de novos empreendimentos em território fluminense.

“O setor decresceu cerca de 50% no Estado do Rio nos últimos anos”, disse José da Rocha, presidente do Simperj. “Esse projeto acelerará o progresso da nossa indústria. Não estamos somente oficializando um programa, estamos reconhecendo que o setor pode crescer.”

Julio Bueno, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, lembrou que o Estado está em sétimo lugar no ranking do consumo de resinas. “Temos mercado consumidor potencial em ascensão e matéria-prima, só nos falta desenvolver a cadeia produtiva”, disse. Segundo Bueno, a capacidade de produção de matéria-prima petroquímica do Rio passará dos atuais 1,54 milhão para 4,6 milhões de toneladas por ano, tornando o Estado o maior polo petroquímico do País.


Produção de transformados plásticos tem alta de 4,6% no semestre

A produção do setor de transformados plásticos cresceu 4,6% no primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado, índice 2,2% acima do aumento médio da indústria de transformação. A alta da produção de veículos automotores puxou os resultados do segmento de artefatos plásticos. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria do Plástico – Abiplast.

O setor com melhor desempenho foi o de laminados, 7,5% maior que nos seis primeiros meses de 2012. Já o de embalagens, que registrou os melhores números no ano anterior, cresceu 2% em 2013.

A entidade trabalha com a perspectiva de crescimento de 1,5% até o final de 2013. Entretanto, diferentemente do primeiro semestre de 2012, a base de comparação também aumentará, já que no ano passado a indústria esboçou recuperação a partir de agosto.

No período, foram geradas 7,8 mil novas vagas de empregos, totalizando até junho 355,6 mil trabalhadores registrados. Com esse aumento, o emprego no setor se recuperou e ultrapassou o valor registrado em 2012.

A produtividade cresceu 3,7%, ficando acima do 1,4% registrado no mesmo período do ano passado. O resultado também sobrepujou o apurado pela indústria de transformação, que foi de 2,8% nesse intervalo. De acordo com a entidade, o aumento da produtividade só não foi maior devido ao impacto do crescimento do nível de emprego.

O consumo aparente brasileiro chegou a R$ 29,3 bilhões, valor 6,7% superior ao registrado em 2012. Os produtos importados representaram 13% do mercado. Já as exportações, 5% do volume produzido.

Os investimentos em máquinas e equipamentos, apurados de janeiro a abril, também aumentaram. Os recursos aplicados chegaram a R$ 733 milhões, alta de 40%. De acordo com a Abiplast, essa alta significou retorno aos níveis médios de aquisição de máquinas e equipamentos e também foi influenciada por expectativas mais positivas dos empresários para o desempenho da economia para 2013.

A associação informou ainda a alta dos preços ao produtor de 3,92% (o indicador utilizado agrega também borracha – IPP/BIGE – Borracha e Plástico). No acumulado dos últimos 12 meses, esse percentual subiu para 7,24%. Já quando se observam os aumentos nas resinas termoplásticas, principal componente do custo do transformado plástico, os aumentos acumulados nos últimos 12 meses foram de 15%.


Workshop sobre inovação nas empresas ocorre em Santo André no próximo sábado

Estimular a criatividade e a inovação em micros e pequenas empresas para aumentar a competitividade é o objetivo do workshop que a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae realizarão em 31 de agosto, das 8h30 às 12h30, no auditório da agência, em Santo André.

Será ministrado por Humberto Emílio Massareto, consultor da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras – Anpei, que abordará a importância da criatividade no cenário competitivo e as técnicas para a geração e a seleção de ideias.

Poderão participar profissionais das empresas que integram o projeto ABC Inovação, um convênio entre a agência, as prefeituras da região e o Sebrae. As inscrições são feitas pelo e-mail: edson@agenciagabc.com.br. Mais informações, ligue para (11) 4433-7354.

O projeto promove ações para aumentar a competitividade em micros e pequenas empresas dos setores metalmecânico e de plástico. Oferece 60 horas de consultoria nas áreas de gestão administrativa e financeira, vendas e marketing e processo produtivo, além de palestras e treinamentos. Desde 2011, 425 empresas foram atendidas pelo ABC Inovação.


Feiplastic 2013: máquina de eletroerosão a fio é o destaque do Grupo Bener

4, junho, 2013 Deixar um comentário

Para obter cortes mais precisos, a AR 2300 teve seu software atualizado recentemente. Operando com 200 m de fio molibidênio de 0,18 mm de diâmetro, a máquina suporta até 400 horas de trabalho.

Com velocidade de 160 mm² por minuto, a máquina corta aço e ferrosos. E, segundo o fabricante, também é possível cortar materiais não-ferrosos, desde que acompanhada com um dispositivo especial. A máquina de eletroerosão a fio da Bener corta espessuras de até 350 mm em ângulo máximo de aproximadamente seis graus em 50 mm.

Assista ao vídeo abaixo para conferir mais detalhes técnicos.

A máquina foi apresentada na Feira Internacional do Plástico – Feiplastic, que aconteceu de 20 a 24 de maio, no Anhembi, em São Paulo.