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Produção industrial recua 2,7% em 2012, aponta IBGE

Em dezembro de 2012, a indústria repetiu o resultado de produção de novembro de 2012, na série livre de influências sazonais. Na comparação com dezembro de 2011, o setor industrial assinalou queda de 3,6%. Com o resultado, 2012 fechou com queda de 2,7% em relação ao ano anterior, após apontar crescimento de 10,5% em 2010 e alta de 0,4% em 2011. É a primeira retração desde o recuo de 7,4% observado em 2009, ano marcado pelos efeitos negativos da crise internacional. Os dados são confirmados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Período Produção Industrial
Dezembro 2012 / Novembro 2012 0,0%
Dezembro 2012 / Dezembro 2011 -3,6%
Acumulado 2012 -2,7%
Média móvel trimestral -0,3%

 

Queda generalizada
De acordo com o IBGE, no fechamento de 2012 (-2,7%), 17 dos 27 ramos, 50 dos 76 subsetores e 59,5% dos 755 produtos investigados apontaram queda na produção.

Veículos automotores (-13,5%), Material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-13,5%), Máquinas para escritório e equipamentos de informática (-13,5%), Vestuário e acessórios (-10,5%), Aparelhos e materiais elétricos (-5,2%) e Máquinas e equipamentos (-3,6%) foram alguns dos setores que contribuíram negativamente.

Entre as dez atividades que registraram alta na produção, as principais influências foram do Refino de petróleo e produção de álcool (4,1%), Outros produtos químicos (3,4%) e Outros equipamentos de transporte (8,5%), impulsionados, principalmente, pela maior fabricação de gasolina, óleo diesel e outros óleos combustíveis.

Entre as categorias de uso, os menores resultados foram apontados em Bens de capital (-11,8%) e Bens de consumo duráveis (-3,4%).

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Acesse aqui a publicação completa disponibilizada pelo IBGE.


Última pesquisa do IBGE aponta que indústria perde em 5 dos 14 locais analisados

Na passagem de fevereiro para março, os índices regionais da produção industrial, descontados os efeitos sazonais, mostraram queda em 5 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Bahia (-1,3%), Minas Gerais (-0,7%) e Santa Catarina (-0,7%) apontaram perdas acima da média nacional (-0,5%). As demais taxas negativas foram observadas em São Paulo (-0,3%) e no Nordeste (-0,5%).

Paraná (9,8%), Goiás (6,7%) e Amazonas (6,5%) assinalaram os resultados positivos mais acentuados, após registrarem recuo na produção no mês anterior: -7,4%, -4,2% e -8,0%, respectivamente. Rio Grande do Sul (2,6%), Rio de Janeiro (2,5%), Ceará (1,9%), Pará (0,9%), Pernambuco (0,4%) e Espírito Santo (0,3%) também apontaram avanços na produção em março.


Indústria cresce em 9 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE

Em 2011, a produção industrial regional teve aumento em 9 dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, com seis lugares registrando taxas acima da média nacional (0,3%): Paraná (7,0%), Espírito Santo (6,8%), Goiás (6,2%), Amazonas (4,0%), Pará (2,7%) e Rio Grande do Sul (2,0%). Minas Gerais (0,3%), Rio de Janeiro (0,3%) e São Paulo (0,2%) também tiveram taxas positivas no ano passado. Pernambuco (0,0%) repetiu o patamar do ano de 2010. Enquanto Bahia (-4,4%), região Nordeste (-4,7%), Santa Catarina (-5,1%) e Ceará (-11,7%) registraram queda na produção.

“A indústria paranaense acaba tendo um impacto positivo para o País, sendo impulsionada por segmentos como o de veículos automotores, mais especificamente a produção de caminhões e a de máquinas e equipamentos”, ressaltou André Macedo, pesquisador do IBGE.

Fontes: com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e da Agência Brasil.


Produção industrial fecha 2011 estagnada

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE indicam estagnação da produção industrial brasileira em 2011, apontando alta de apenas 0,3% – resultado muito baixo se comparado aos 10,5% de 2010 frente a 2009.

Dos 27 setores investigados, 12 sofreram queda de produção em 2011. Os destaques negativos vieram da indústria têxtil (-14,9%), calçados e artigos de couro (-10,4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,7%). Redução do IPI para as compras nacionais e aumento IPI para as importações não bastam, segundo analistas econômicos. Falta ainda agir sobre as raízes da falta de competitividade da indústria brasileira, como a alta carga tributária, a logística ineficiente e o alto custo sobre o emprego.

Destaque positivo. Entre os 15 setores que expandiram a produção, os destaques foram a indústria de fumo (13,4%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalares, ópticos e outros (11,4%) e outros equipamentos de transporte (8%).

Acesse aqui a pesquisa completa realizada pelo IBGE.

 

 


Produção industrial está abaixo das expectativas para o período

26, setembro, 2011 Deixar um comentário

Mesmo com crescimento em relação a julho, ao registrar 54,9 pontos, a atividade industrial em agosto está abaixo do normal para o período. A utilização da capacidade instalada (UCI) efetiva em relação ao usual registrou 47,5 pontos no mês passado. As informações são da Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira, 22.09. Os indicadores variam de zero a cem. Valores acima de 50 indicam evolução positiva, estoque acima do planejado ou UCI acima do usual.

A indústria operou, em média, com 76% da capacidade instalada em agosto ante 75% em julho. Segundo a pesquisa, mesmo com a tendência de elevação da atividade industrial em agosto por causa dos preparativos para a demanda do fim do ano, o crescimento na produção não foi suficiente para trazer o nível de atividade para o normal do período.

De acordo com o economista da CNI Marcelo Azevedo, além de uma expectativa de demanda menor do que o comum neste fim de ano, a indústria vem acumulando estoques indesejados desde janeiro e isso se acentuou nos últimos três meses, quando os indicadores de acúmulo de estoques superaram os 52 pontos. “Não faz sentido a produção crescer muito se ainda é preciso queimar estoques”, afirma.

Em agosto, o indicador de evolução do nível de estoques ficou em 52 pontos e os inventários permaneceram acima do planejado, ao registrar 53,6 pontos. “Sinal que a produção industrial, normalmente mais aquecida no fim de cada ano, poderá manter ritmo mais moderado de crescimento para ajustar os estoques industriais”, destaca a pesquisa.

O crescimento do emprego no setor está moderado. O indicador de evolução do número de empregados registrou 51,3 pontos, próximo da linha divisória dos 50 pontos.

Otimismo reduzido – Segundo o levantamento, o crescimento moderado da atividade industrial vem reduzindo o otimismo dos empresários para os próximos seis meses. As expectativas sobre a demanda, compras de matéria-prima e número de empregados recuaram.

O indicador de expectativas de aumento de vagas no mercado de trabalho, que registrou 51,5 pontos, se aproxima da linha divisória dos 50 pontos, sinalizando manutenção no número de empregados na indústria.

O indicador de compra de matérias-primas, que recuou de 57,6 pontos em agosto para 54,8 pontos em setembro, mostra uma tendência de menor consumo de materiais. “Isso tem relação com o acúmulo de estoques indesejados. Como a produção deve reduzir o ritmo por isso, as empresas pretendem comprar menos insumos nos próximos meses”, explica Azevedo.

O indicador de demanda do mercado interno registrou 58,7 pontos. Já em relação às exportações, cujo indicador foi de 49,4 pontos em setembro, há pessimismo dos empresários.

A Sondagem Industrial foi realizada de 1º a 19 de setembro com 1.875 empresas, das quais 1.001 de pequeno porte, 602 médias e 272 grandes.


Produção Industrial – Após dois meses de estabilidade, indústria volta a crescer

9, dezembro, 2010 Deixar um comentário

Pesquisa mensal do IBGE mostra que, após dois meses de estabilidade (agosto, -0,1%, e setembro, +0,1%), a indústria obteve leve acréscimo de 0,4% na comparação entre Out/10 e Set/10. Em relação ao mesmo mês em 2009, a evolução é de 2,1%.

Por categoria de uso, destaca-se a de Bens de Capital, com 6% de acréscimo em relação a Out/09. No acumulado de 2010 (janeiro a outubro), a categoria atinge 24% de crescimento.

Dentre os segmentos, os maiores avanços concentram-se em Bens de Capital para Fins Industriais Seriados (31,2%) e Bens de Capital para Construção (29%).

Otimistas com esses dados, disponibilizamos duas buscas de produtos para que você possa incrementar seu parque industrial e ampliar seus negócios.

Confira abaixo:

Produtos para a indústria de Bens de Capital para Fins industriais.

Produtos para a indústria de Bens de Capital para Construção.

 

Crédito: Wesley Sarto é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desde de 2004 atua na área de comunicação e marketing e desde de 2007 integra a equipe de NEI Soluções.