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Pré balanço: Feimafe/Qualidade 2011

Feimafe/Qualidade encerra com crescimento em volume de negócios

No encerramento, neste sábado, da maior edição da FEIMAFE – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura e da QUALIDADE – Feira Internacional do Controle da Qualidade, a maioria dos expositores comemora o sucesso dos negócios realizados nos dois eventos, realizados nesta última semana (23 a 28 de maio) no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Segundo estimativas dos empresários, verificou-se um crescimento entre 20% e 30% nas negociações com os clientes em relação à edição anterior. O balanço oficial dos dois eventos será divulgado oficialmente na próxima quarta-feira (01/06).

Um dos pontos mais destacados pelas empresas participantes da Feimafe/Qualidade é o alto nível de profissionalismo dos visitantes-compradores. De acordo com Tiago Apipi, gerente Comercial da Atlasmaq, a empresa recebeu em seu estande clientes com poder de decisão nas compras. A estimativa da empresa era de encerrar a feira com um volume de R$ 5 milhões em negócios e dobrar esse valor no pós-feira aproveitando os contatos realizados.
Outra que teve um volume expressivo de vendas foi a Trumpf. Segundo João Carlos Visetti, diretor geral da empresa no Brasil, foram comercializados mais de 10 equipamentos nos cinco primeiros dias das feiras, totalizando cerca de R$ 10 milhões, recorde histórico da companhia em um evento dessa natureza. “Acredito que no pós-feira alcançaremos um número de 20 máquinas vendidas em função da participação na Feimafe/Qualidade.”

A Newton também obteve resultados bastante destacados, com a venda de 17 máquinas. Antônio Carlos Santos, gerente da empresa, lembra que na edição passada foram comercializados 15 equipamentos gerando R$ 6 milhões em negócios, e comenta que este ano espera superar esse valor em até 30%. “Vendemos, inclusive, uma prensa dobradeira por R$ 2 milhões”, comemora.

Superando suas expectativas, o Grupo Bener fechou, já nos dois primeiros dias, a venda de 15 equipamentos, entre tornos CNC, centros de usinagem, máquinas de erosão, retificadora plana e fresadoras convencionais. Wilson Borgneth, diretor comercial, diz que o volume de negociações deve atingir entre R$ 4,5 milhões e R$ 5 milhões.

“Esses dados refletem o bom momento pelo qual o país está passando após recuperação da crise financeira mundial entre o 2008 e 2009”, afirma Liliane Bortoluci, diretora da Feimafe/Qualidade, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, e faz referência às informações da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) de que, em 2010, o segmento de máquinas-ferramenta apresentou faturamento bruto de R$ 1,5 bilhão, cerca de 6% a mais que no ano anterior.

Para Bortoluci, “o segmento de máquinas-ferramenta é um importante indicador de que o setor industrial brasileiro está aquecido e realizando expressivos investimentos ao adquirir novos equipamentos para ampliar a capacidade de produção e se tornar tecnologicamente mais competitivo”.

Pela Câmara Setorial de Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle da Qualidade, Ensaio e Medição (CSQI), da Abimaq, o presidente Carlos Alberto Maciel, disse que recebeu um feedback muito positivo das empresas expositoras da 11ª QUALIDADE. ” Como o mercado nacional está aquecido, com vários investimentos em novas indústrias, temos recebido um público bem seletivo, interessado em conhecer as novidades e fechar futuros pedidos. No segmento de controle da qualidade a cada dois ou quatro anos, há uma evolução muito grande nas características das máquinas e a feira é uma vitrine para mostrar essas novidades ao mercado” concluí.

Assista abaixo, mais vídeos exclusivos da cobertura de NEI na Feimafe 2011:

Feimafe 2011 – Máquina de Solda –Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

Feimafe 2011 – Dobradeira – Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

Feimafe 2011 – Centro de torneamento – Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

Feimafe 2011 | Feimafe/Qualidade chegando ao fim com bons negócios

Aproveitando o bom momento do mercado de máquinas-ferramenta e ferramentas, a 13ª FEIMAFE – Feira Internacional de Máquina-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura e a 11ª QUALIDADE – Feira Internacional do Controle da Qualidade, reuniu nesta última semana de Maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP), 1341 marcas do Brasil e de mais 32 países.

Em recente pesquisa feita pelos organizadores das feiras entre empresários que pretendiam visitá-las, 62% disseram que desejavam conhecer as tendências da indústria ou ver novos produtos; 34% afirmaram procurar novos fornecedores; 32% planejavam encontrar seus atuais fornecedores e parceiros; 21% participariam para manter contato com colegas do mercado e 14% para encontrar expositores internacionais.

Confira abaixo, dois vídeos exclusivos de NEI na feira:

Feimafe 2011 – Cortadora Tridimensional – Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

Feimafe 2011 – Máquina de Eletroerosão

Feimafe 2011 | Representantes dos setores de máquinas-ferramenta e qualidade debatem mercado

Em sua maior edição da história, com 1341 expositores, de 32 países, a 13º FEIMAFE – Feira Internacional de Máquina-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura e da 11º QUALIDADE – Feira Internacional do Controle da Qualidade, esperam atrair um público de 70 mil visitantes, configurando-se na principal feira do setor no país. Na coletiva oficial de abertura dos eventos, realizada na segunda-feira (23) estiveram presentes Liliane Bortoluci, diretora das feiras; Alfredo Ferrari, coordenador da Comissão da Feimafe/Qualidade; Hiçao Masawa, também da Comissão Feimafe/Qualidade; Carlos Maciel, presidente da Câmara Setorial de Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle da Qualidade (CSQI); André Luis Romi, presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Fgerramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (CSMF); Milton Rezende, presidente do Sinafer; e Ricardo Figueiredo, diretor do Senai.

As projeções de crescimento do setor de máquinas-ferramenta para este ano foi um dos assuntos abordados. A estimativa é de avanço de 11% em relação ao ano de 2010, mesmo enfrentando alguns problemas como as elevadas taxas de juros altos, a alta carga tributária e o câmbio desfavorável.

De acordo com André Luis Romi, Presidente da CSQI, o Brasil ocupa hoje a 20º posição no ranking de negócios de máquinas-ferramenta, o que correspondeu em 2010 a US$ 1,8 bilhão. Ele destacou ainda que o país tem potencial para crescer ainda mais, podendo chegar a 14º posição, com vendas de US$ 2,8 bilhões ao ano”.

Segundo Alfredo Ferrari, a evolução tecnológica vista nas duas feiras é muito grande, se comparado a edições anteriores, bem como a qualidade dos expositores. “Isso ocorre porque houve aumento na demanda por máquinas-ferramenta e ferramentas, assim como nos investimentos em alta tecnologia e modernização do setor.”

Milton Rezende, presidente do Sindicato das Indústrias de Ferramenta (Sinafer), lembra que o setor vem de um processo de ascensão desde 1990, quando da abertura do mercado para os produtos importados. Entretanto, o desequilíbrio que vemos hoje fica por conta da valorização do real em relação ao dólar. “Na verdade, o ideal é que nossa moeda estivesse 25% abaixo do que está hoje em comparação à norte-americana”, ressalta.

E é neste ponto que inicia a reivindicação do setor para o Governo Federal: “Precisamos de revisão do câmbio, isonomia de impostos e taxas mais baixas nos financiamentos, pois se eu produzo aqui um bem exatamente igual a um da Alemanha ou dos Estados Unidos, é possível que eu pague pelo importado um valor 43% a menos do que o nacional, de acordo com informações da Abimaq”, enfatiza Rezende.

Confira o primeiro de uma série de vídeos exclusivos da cobertura de NEI na Feimafe 2011:

Feimafe 2011 – Centro de Usinagem – Clique aqui para mais informações sobre a empresa e o produto.

“Máquina do tempo” estará exposta em estande temático na Feimafe/Qualidade 2011

17, maio, 2011 Deixar um comentário

Espaço relembrará a trajetória da indústria de máquinas no País desde 1942.

O visitante da 13ª FEIMAFE (Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura – SP – 23 a 28/05/2011) terá a oportunidade de fazer uma viagem no tempo e ver máquinas que ajudaram a construir o início da industrialização brasileira. Um dos estandes contará, por intermédio de uma exposição com 23 equipamentos antigos e modernos, a evolução da indústria de máquinas-ferramenta no País. Também será possível observar como se deu o aprimoramento da mão de obra que operam essas máquinas ao longo de seis décadas.

A exposição está dividida em três períodos: de 1942 a 1960, com a exibição de plainas limadoras, bancadas com morsas, furadeira de bancada, torno de oleiro e tornos paralelos; de 1961 a 1985, furadeira de coluna, prensa excêntrica, eletroerosão, torno universal, torno automático, fresadora universal, retificadora afiadora e prancheta com tecnigrafo; e o Estado da Arte de 2011, com torno CNC, centro de usinagem, robô manipulador de peças, estação de programação CAD/CAM e mesa de estudos com tablets e lousa interativa.

A análise desses três períodos permitirá ao visitante constatar a evolução tecnológica ocorrida nessas mais de sete décadas, tanto das máquinas/equipamentos, como da metodologia da educação profissional. Ele poderá ver a evolução, por exemplo, a partir do torno paralelo, e depois o torno universal, torno automático, torno de comando numérico NC e, finalmente, o Torno CNC de comando numérico computadorizado, ou então a evolução da utilização a partir da plaina limadora, passando pela fresadora universal e chegando ao Centro de Usinagem.

O projeto do estande, que tem como tema principal “1942 – A Evolução Brasileira das Máquinas-ferramenta e da Educação Profissional – 2011”, é uma parceria da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (CSMF) da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, com a Reed Exhibitions Alcantara Machado, a promotora da feira, e o SENAI-SP.

Além do cuidado em expor máquinas das mais variadas décadas, o Senai tomou todas as providências para montar um ambiente que coloque o visitante em contato com a realidade de cada uma das épocas retratadas por meio das máquinas. Desta forma, o projeto inclui também a caracterização dos profissionais presentes no estande segundo a forma de se vestir de cada uma das épocas retratadas. Há também uma preocupação em caracterizar o mobiliário usado nas oficinas, o estilo dos telhados, a iluminação.

Outro atrativo para quem visitar o estande temático da Feimafe 2011, que acontece de 23 a 28 de maio de 2011, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, é a possibilidade de ver as máquinas antigas em pleno funcionamento. Graças ao trabalho abnegado de técnicos e mecânicos da Escola Senai de Lençóis Paulista, todas a máquinas que serão exibidas foram reformadas e seguem operando, o que tornará a mostra ainda mais real e interativa. O trabalho contou também com o apoio e colaboração dos alunos do Senai. Vários deles estarão no estande operando as máquinas.

O propósito dos promotores da feira com a montagem desse estante temático é popularizar a importância das máquinas-ferramenta. Se quer mostrar que elas são uma parte importante para a concretização de todos os produtos que fazem parte do cotidiano das pessoas.

“A qualidade em primeiro lugar”

“O mercado está pragmático.” Pragmático além da conta,  segundo a queixa e a crítica que nos chegam do leitor Jaime Ortiz Jimenez, gerente-geral da empresa Italbronze: “ O preço é a base de grande parte das relações comerciais entre empresas, em qualquer dos setores econômicos. Evidentemente, a … redução de custos impacta diretamente na rentabilidade, mas o que está ocorrendo é uma verdadeira subversão de valores — empresas líderes, que investem fortemente para oferecer produtos e serviços de qualidade, sofrem … uma concorrência acintosa, muitas vezes despercebida pelos seus clientes … mas totalmente prejudicial a toda a sociedade.”

Embarcadas nessas tendências, segundo Jimenez, estão empresas “que, incapazes de investir em processos produtivos atualizados, em novas tecnologias ou mesmo em sistemas de qualidade, acabam mascarando seus produtos, tornando-os atrativos por serem … mais ‘competitivos’ ”.

Na mesma tendência, segundo Jimenez estão “empresas lideradas por profissionais insensíveis e até mesmo aéticos … interessados somente na curva ascendente dos gráficos de vendas … pouco valorizando os benefícios intrínsecos de seus produtos e serviços, depositando suas forças na habilidade negocial”.

Na visão do leitor, o resultado é que o cliente balança indeciso entre o discurso que enfatiza a economia imediata e os benefícios da qualidade nem sempre fáceis de medir. Sua decisão, portanto, terá um forte componente lotérico.

O que fazer? O leitor se pergunta e responde: “Sem dúvida, a melhor perspectiva é o investimento declarado e comprovado em qualidade. Um mercado maduro, competitivo, é aquele no qual a balança pende para as empresas que oferecem garantias de seus produtos e serviços … ancorado em … regras e referências niveladas ‘por cima’. Isso significa que, em princípio, empresários, líderes e decisores devem apostar no ganho conjunto do mercado.”

E conclui a carta que nos enviou propondo teses e erguendo sua bandeira:

“É mister esse ganho de consciência, propagando a todos os setores da economia que atitudes evolucionistas não têm nada a ver com a ‘fome por lucros’ … com a concorrência predatória. Atitudes evolucionistas passam pela coerência … pela determinação em se produzir cada vez mais e melhor … Como atingir esse estado ideal? Através da educação, da discussão dos valores, da propagação dos benefícios das decisões e ações éticas.”

E finaliza: “Soa melhor a qualidade em primeiro lugar do que o preço em primeiro lugar.”

Conheça fornecedores industriais de qualidade AQUI.

Novas opções para a produtividade de seu chão de fábrica

foto_maquinas_ferramentaAs máquinas-ferramenta têm importância crítica em qualquer indústria, uma vez que a produtividade e a qualidade dependem basicamente de seu desempenho. Toda a linha de produção se movimenta em função do ritmo de produção definido por essas máquinas. Elas representam também um dos maiores investimentos que uma empresa pode fazer em seu parque industrial.

O mercado brasileiro de máquinas e equipamentos é um dos maiores do mundo, segundo World Machine Tool Output and Consumption Survey. As entidades da indústria e o Ministério da Indústria e Comércio reconhecem que a competitividade da nossa indústria depende da capacidade de inovar, o que significa novos produtos e novos processos a custos e qualidade competitivos. É importante conhecê-los o mais cedo possível.

A partir dessa realidade, o departamento de Pesquisa de NEI – Noticiário de Equipamentos Industriais reuniu em uma seção especial 40 máquinas-ferramenta do mercado nacional e internacional, inclusive equipamentos da última feira EMO – Milão, realizada em outubro de 2009. Confira AQUI!