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MPEs de São Paulo faturam R$ 268,6 bi no primeiro semestre

No Estado de São Paulo, o faturamento real das micros e pequenas empresas – MPEs aumentou 3,6% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2012 (já descontada a inflação). De janeiro a junho, as MPEs faturaram R$ 268,6 bilhões, R$ 9,3 bilhões a mais do que no primeiro semestre do ano passado. Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas por meio da pesquisa Indicadores Sebrae-SP.

Segundo a instituição, o resultado foi positivo, mas mostra desaceleração no ritmo de crescimento da receita. Nos primeiros seis meses de 2012, o avanço foi de 7,6% na comparação com igual intervalo de 2011.

Ainda nesse período, houve aumento de 0,8% no total de pessoal ocupado. Esse indicador reúne proprietários, familiares, empregados e terceirizados. O rendimento real dos empregados, que inclui salários e outras remunerações, cresceu 8,2%, e o valor da folha de salários subiu 6,5%. Para os próximos seis meses, a maioria (55%) dos donos das MPEs espera estabilidade no faturamento.

A pesquisa Indicadores Sebrae-SP é realizada mensalmente com a colaboração da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados – Seade. São entrevistadas 2.716 MPEs do Estado de São Paulo, distribuídas em indústria de transformações (10%), comércio (53%) e serviços (37%). No estudo, as MPEs são definidas como empresas de comércio e serviços com até 49 empregados e empresas da indústria de transformação com até 99 empregados, com faturamento anual bruto de até R$ 3,6 milhões.


SP receberá R$ 8 bilhões para mobilidade urbana, promete Dilma

“É a primeira vez que anunciamos de forma concentrada esse montante de recursos. E anunciamos a possibilidade de essas obras ocorrerem em curto prazo”, disse, hoje (31), a presidenta Dilma Rousseff acompanhada pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Segundo Aguinaldo Ribeiro, ministro das Cidades, R$ 3 bilhões serão investidos em corredores de ônibus e terminais de integração, R$ 1,4 bilhão será destinado para drenagem, R$ 2,2 bilhões vão para recuperação de mananciais e R$ 1,5 bilhão para construção de 20 mil moradias de acordo com o programa Minha Casa, Minha Vida. Ainda de acordo com Ribeiro, a soma desses investimentos representa 30% dos R$ 89 bilhões previstos para serem investidos no País.

A presidenta salientou que os 2,2 bilhões previstos para melhorar os mananciais de água englobam, principalmente, a recuperação das represas Billings e Guarapiranga. “Obras de drenagem garantem a mobilidade do cidadão”, disse.

Fonte: com informações da Agência Brasil.


Plano paulista propõe aumento de energia renovável

Lançado recentemente, o Plano Paulista de Energia – PPE sugere novas políticas públicas com foco na energia renovável e eficiência energética. Assim, a presença desse tipo de energia deve aumentar dos atuais 55,5% para 69% até 2020. São Paulo é o Estado com maior matriz de energia renovável.

De acordo com o plano, o Estado pode ampliar o potencial instalado de bioeletricidade de cana de 4,8 mil MW para 13 mil MW. As gerações eólica e fotovoltaica também devem contribuir para a ampliação da matriz renovável em São Paulo.

Os investimentos de R$ 2,8 bilhões sairão de parceria com a iniciativa privada. O plano também pretende criar disciplina de eficiência energética e uso racional da energia elétrica na rede pública e estimular a construção civil eficiente por meio da introdução de requisitos nos códigos de obra.


São Paulo deve ter aeroporto privado

O Aeródromo Privado Rodoanel poderá receber R$ 1 bilhão para investimentos. Deve ser construído em Parelheiros, zona sul da cidade de São Paulo, em área de quase 3,5 milhões de m2, com pista de 1.830 m de extensão para operar, segundo os empreendedores, até 240 mil pousos e decolagens por ano. Moreira Franco, ministro da Aviação Civil, assinou ontem, em São Paulo, a primeira autorização do aeroporto, propriedade da empresa Harpia Logística.

Habilitado a cobrar tarifas aeroportuárias, a intenção é de que atenda as atividades de aviação geral (executiva), táxis-aéreos, helicópteros, cargas e armazenagem de peças de aeronaves privadas. Deverá ter módulos comerciais, hotel e postos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa e da Receita Federal.

Trata-se do primeiro aeroporto brasileiro a ser explorado em modalidade de autorização, uma nova regra que permite a empreendedores aproveitar a demanda crescente por transporte aéreo no País.

Existem dois tipos de aeroportos no País: civis públicos, abertos ao tráfego de qualquer aeronave, e privados, nos quais só os proprietários e pessoas autorizadas pelos proprietários podem fazer pousos e decolagens. O Decreto nº 7.871 estabeleceu autorização de modalidade de outorga. Por ela, empreendedores privados poderão abrir aeroportos de uso público e cobrar tarifa, desde que toda a execução da obra, a manutenção e a segurança sejam de responsabilidade exclusiva das empresas. Regras da Agência Nacional de Aviação Civil – Anac e do Comando da Aeronáutica e fiscalizações periódicas deverão ser observadas. O regime tarifário estabelecido pela Anac determina o recolhimento de adicional, chamado Ataero, que equivale a 35,9% da tarifa e é destinado ao Fundo Nacional da Aviação Civil.

Existem quatro pedidos de outorga na modalidade autorização tramitando na Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. O projeto Harpia é o primeiro a obter a outorga. Outros dois poderão ser autorizados ainda neste ano.


Indústria paulista cria 26,5 mil empregos em abril, aponta Fiesp

Segundo pesquisa da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), entre março e abril deste ano a indústria paulista contratou 26,5 mil novos funcionários em abril. Já na comparação com o mesmo período de 2012, o número de profissionais ocupados em São Paulo é 0,46% menor.

Ainda segundo a pesquisa, no acumulado de 2013 foram criados pela indústria paulista 60 mil vagas. Considerando os últimos 12 meses, o saldo é negativo – menos 12 mil postos de trabalho. “A recuperação vem ocorrendo no mesmo tom e ritmo da indústria, ou seja, moderado. Isso faz com que continuemos com uma visão positiva de 2013, menos pelo mérito do ano e mais pela grande queda ocorrida em 2012”, avalia Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos – Depecon.

Segmentos e regiões
O setor de açúcar e álcool puxou o bom resultado, criando 18.207 vagas no mês. O saldo representa variação positiva de 0,70% na comparação com o mês anterior. Os outros setores da indústria de transformação geraram 8.293 vagas, indicando um aumento de 0,32%.

Dos 22 setores analisados no levantamento, 13 apresentaram efeitos positivos, seis fecharam o mês em queda e três ficaram estáveis. As principais variações positivas foram dos setores de produtos alimentícios (5,9%) e fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (5,2%). Já os destaques negativos foram da indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-0,8%) e de móveis (-0,6%).

O levantamento da Fiesp e do Ciesp mostrou ainda que das 36 regiões analisadas, 23 apresentaram quadro positivo, seis ficaram negativas e sete  encerraram o mês estáveis.

Abaixo você navega pela pesquisa completa:


Atividade industrial paulista cresce e Fiesp aumenta previsão de crescimento

Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, a atividade industrial encerrou o primeiro trimestre de 2013 com alta de 2,4% em relação ao último trimestre de 2012. “Desempenho razoável para um primeiro trimestre, que nos fez rever a previsão do índice para 2013”, disse Paulo Francini, diretor do departamento de pesquisas e estudos econômicos da Fiesp/Ciesp. Com a alta, o prognóstico da Fiesp para o Indicador de Nível de Atividade – INA 2013 subiu para 3,2% versus 2012. A estimativa anterior era de crescimento de 2,3%.

Falta regularidade
Considerado termômetro para avaliar o desempenho do setor manufatureiro, o resultado do INA aponta recuperação, mas, em uma análise mais profunda, é possível identificar falta de vigor no crescimento.

Em março, o INA registrou alta de 8,8% na comparação com fevereiro, na série livre de ajuste sazonal. Apesar de vigoroso, o crescimento é um dos mais baixos desde 2002, sendo superior apenas na comparação com 2011 (6,3%), 2008 (5,6%) e 2003 (6,9%).

A mesma tendência é apontada no acumulado de janeiro a março deste ano, que, apesar da alta de 2,4% frente ao mesmo período do ano anterior, teve o menor resultado da série histórica (desde 2002), com exceção de 2012 (-5,5%), 2009 (-17,4%) e 2003 (-0,2%). Já no acumulado dos últimos 12 meses, o nível de atividade da indústria apresenta retração de 2,2%.

A passos curtos
Puxado pelo segmento de produtos químicos (alta de 2,3%) e artigos de borracha e plástico (1%), o Nível de Utilização da Capacidade Instalada – NUCI aumentou 0,5%, passando de 80,6% em fevereiro para 81,1% em março, na série sem ajuste sazonal. Já o setor de celulose, papel e produtos de papel foi o destaque negativo, registrando queda de 1,3%. “Não há setor que apresente tragédia, mas também não há segmento que apresente glória”, finaliza Francini.


R$ 156,2 mi: investimentos logísticos em Pernambuco e São Paulo movimentarão mais de 2.000 empregos

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES aprovou financiamento de R$ 156,2 milhões à JSL S/A, do Grupo Simpar. Os recursos correspondem a 79,7% dos investimentos em transferência de porto seco, ampliação de armazéns, reforma de centros de distribuição, modernização da estrutura administrativa e desenvolvimento de projetos sociais.

Em Pernambuco, o porto seco da JSL será transferido de Recife para o Cabo de Santo Agostinho, onde terá 33,5 mil m². O armazém de carga seca e a câmara frigorífica da Schio, outra empresa do Grupo Simpar, no Cabo de Santo Agostinho, também serão ampliados. O objetivo, além de aumentar a capacidade operacional dos empreendimentos, é formar um complexo logístico no entorno do porto de Suape.

Com a criação do Porto Seco – que será denominado Zona Secundária – será possível oferecer armazenagem com menor custo, e os produtos poderão ser armazenados até 2 anos, diferente dos 120 dias da atual Zona Primária. Nesse entreposto aduaneiro, também haverá espaço para a Receita Federal, Anvisa e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Estima-se que a nacionalização de produtos ocorra em 15 dias, frente os 30 dias que atualmente são necessários em Suape.

Distribuição.  Parte do investimento será destinado para reformar os três galpões de São Paulo da JSL: o galpão de Piracicaba, que atende a Caterpillar; as instalações de São Bernardo do Campo, que prestam serviço a clientes como Whirlpool, Ford e Toyota; e os armazéns de Sorocaba, usados pela CNH (Grupo Fiat) e Toyota.

Novo prédio. Em Mogi das Cruzes (SP), sede da empresa, será erguido um novo prédio de escritórios, enquanto o já existente será reformado e terá sua área ampliada. Atualização de hardware, software e infraestrutura de comunicação para instalação de um novo sistema de gestão integrada também está prevista.

Durante a implantação, o projeto empregará diretamente 255 trabalhadores e indiretamente outros 528. Na fase operacional, serão gerados 752 empregos diretos e 478 indiretos.


Meio ambiente: 65% da indústria paulista já pratica o reuso da água

No que se refere ao abastecimento público, 26% das águas superficiais são utilizadas. Já a indústria nacional reutiliza 17% da água. Os dados foram revelados por Eduardo San Martin, diretor dos Departamentos de Meio Ambiente – DMA da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), durante a abertura do Seminário Internacional Sobre Reuso da Água.

A indústria paulista foi destacada como exemplo a ser seguido. Segundo Martin, incentivadas por campanhas de conscientização e estímulos a produção mais “limpa”, 65% das indústrias de São Paulo já adotam a prática de reuso da água. “O desenvolvimento das nações está diretamente ligado a uma gestão eficaz da água”, diz Martin, enfatizando ainda não ser possível pensar em desenvolvimento e na erradicação da miséria, sem pensar na água, o bem natural mais essencial à vida.

Premiação às boas práticas
Na ocasião, a Fiesp divulgou os vencedores do 8º Prêmio Fiesp/Ciesp de Conservação e Reuso da Água, iniciativa das entidades para reconhecer as melhores práticas sustentáveis adotadas por indústrias paulistas relacionadas a gestão da água.

A Aquapolo Ambiental S/A e Braskem Unib 3 ABC foram as campeãs, na categoria empresas de médio e grande porte, com o projeto “Produção de Água de Reuso Industrial”. O projeto de água de reuso industrial reduziu 7900 m³ o consumo de água potável pelas indústrias do pólo petroquímico – o maior consumidor de água da região do Grande ABC. E, considerando as 13 empresas do pólo petroquímico, foi estimada uma economia de 6 bilhões de litros de água por ano. Além disso, a iniciativa contribuiu para reduzir o uso de produtos químicos para tratamento de água, gerando economia de aproximadamente R$ 2,5 milhões por ano.

Na categoria micro e pequena empresa, o primeiro lugar foi ocupado pelo projeto “Viva Ribeira”, da mineradora Pirâmide Extração e Comércio de Areia, da cidade de Registro. A introdução de valas de decantação antes do decantador final permitiu que a água voltasse a circular na planta livre de materiais orgânicos particulados e outros contaminantes que alterem a qualidade da areia. Esse procedimento garantiu sedimentação de 100% dos contaminantes ao longo da extensão. Além disso, deixou de captar 318 m³/h da água do rio.


R$ 22 mi em financiamentos para energia em São Paulo em 2012

As pequenas e as médias empresas do setor energético, incluindo as ligadas ao segmento de petróleo e gás, investiram mais em 2012, segundo a Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista. Os financiamentos foram de R$ 22 milhões, superando em 96% o valor liberado em 2011. Os recursos foram utilizados para a compra de máquinas e equipamentos e a implantação de projetos de ampliação e modernização de fábricas, estabelecimentos comerciais e empresas prestadoras de serviços.

De acordo com o levantamento, os R$ 22 milhões financiados no ano passado representam 65% do desembolso total ao setor realizado desde março de 2009, data de início das operações da instituição.

Focada em apoiar todos os setores da economia, a agência oferece linhas de financiamento com juros a partir de 0,41% ao mês (+IPC/Fipe) e prazos que chegam até dez anos. O objetivo é financiar o capital produtivo de empresas paulistas que tenham faturamento anual a partir de R$ 360 mil, gerando renda e a criação de empregos.


AMT abre escritório no Brasil

Devido às restrições que a legislação brasileira impõe aos equipamentos importados por tempo determinado, a The Association for Manufacturing Technology – AMT terá no País apenas um escritório de assistência técnica de máquinas importadas dos Estados Unidos, que deverá funcionar a partir de março de 2013, em São Paulo. O objetivo da AMT era instalar no Brasil seu Centro de Tecnologia em Manufatura, como possui na China, Índia e México.

Saiba mais, assista ao depoimento de Mario C. Winterstein, diretor da AMT.