Arquivo

Textos com Etiquetas ‘segurança’

Novas tecnologias para incrementar o desempenho de máquinas e equipamentos

5, novembro, 2015 1 comentário

A seção especial da Revista NEI de novembro reúne novas soluções voltadas à automação hidráulica e pneumática – pesquisadas nos mercados nacional e internacional – que podem contribuir para aumentar a eficiência e a produtividade de processos industriais. São tecnologias que apoiam a automação industrial, hoje tão importante para permitir maior flexibilidade da produção, além de ganhos de qualidade, rapidez e segurança. A segurança, em particular, está ganhando destaque nessa área, já que cresce a demanda por produtos de segurança em sistemas pneumáticos e hidráulicos, como revela Guilherme Bezzon, docente de graduação e pós-graduação na área de engenharia de controle e automação e coordenador do curso de engenharia mecânica da Metrocamp, em Campinas-SP. Segundo o professor doutor, normas e padrões de segurança atuais exigem soluções inteligentes para elevar o nível de confiabilidade, o que requer cada vez mais a introdução de componentes e equipamentos que atuem para a prevenção de acidentes.

Exemplo de componente pneumático inovador em questão de segurança, citado pelo professor, é o tipo de válvula de alimentação progressiva e escape rápido com sistema de segurança veloz e efetivo, resultando em rápida despressurização da máquina por meio de processos confiáveis. Dessa forma, preservam-se os componentes e previnem-se acidentes no caso de uma parada de emergência em áreas críticas. O escape rápido e seguro da válvula garante que o sistema tenha sua alimentação de ar comprimido cortada em segundos, de maneira suave em sistemas de tubulação pneumática e dispositivos finais da indústria. O escape seguro também ocorre quando há falha da válvula.

Além da questão da segurança, que tem ganhado relevância na hidráulica e pneumática, outras tecnologias revelam avanços nessa área, como as que promovem a popularização de sistemas de monitoramento e controle, com o compartilhamento de informações via M2M (Machine to Machine)  e IoT (Internet of Things) – tudo para facilitar a análise e tomada de decisões. Podemos notar ainda, na sequência de produtos apresentados, soluções que mostram a incorporação cada vez mais frequente da eletrônica, proporcionando aumento significativo da precisão e repetitividade nas aplicações pneumáticas, bem como o uso de novos materiais, capazes de reduzir o peso e o tamanho dos componentes.

“A automação H&P é uma das principais e mais viáveis formas de modernizar os processos fabris, transformando máquinas e equipamentos antigos em sistemas de alta produção, com elevado desempenho e qualidade.” Esta afirmação é de José Eduardo May, presidente da Câmara Setorial de Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e Automação Industrial – CSHPA, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq, e gerente da Metal Work Pneumática do Brasil. O presidente da CSHPA reforçou que em períodos de recessão os empresários buscam maior produtividade e redução de estoque, e a automação hidráulica e pneumática viabiliza essas ações, pois aumenta a disponibilidade dos produtos finais, ajudando a atingir novos mercados, inclusive o internacional, tendo em vista que o dólar atual está viável para isso; e elimina gargalos produtivos, que forçam o empresário a manter estoques.

De acordo com José Eduardo May – como em toda crise –, as criações, os desenvolvimentos e as readequações de antigos processos fabris ocorrem mais frequentemente. “A estabilização da economia está prevista a partir de 2016 e a melhora deve se iniciar no final do mesmo ano, por isso quem se preparou já começou a criar soluções para o segmento de automação H&P desde 2014; outros empresários esperaram um pouco para mudar e hoje passam por dificuldades”, comentou May. “Dedicação, atualização e inovação – essas três pequenas palavras farão toda a diferença nessa fase de crise”, finaliza o presidente da CSHPA.


Petrobras Distribuidora lança concurso para técnicos de operação, segurança e logística

A Petrobras Distribuidora prevê contratar 44 profissionais. Para nível médio com formação técnica, as carreiras são de Técnico de Operação Júnior, Técnico de Segurança Júnior e Técnico de Suprimento e Logística Júnior, com remuneração mínima de R$ 3.132,34; Técnico de Contabilidade Júnior, com remuneração mínima de R$ 2.599,45. Já para nível médio, a carreira é de Técnico de Administração e Controle Júnior, com remuneração a partir de R$ 2.599,45.

O prazo para as inscrições encerra-se dia 21 de fevereiro de 2013. As provas, provavelmente, serão realizadas em 14 de abril de 2013, e a divulgação do resultado final está prevista para 18 de junho de 2013.

A inscrição custa R$ 35. O processo seletivo terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período. Para mais informações, acesse o edital do concurso no Portal BR e no site da Cesgranrio.


Automação – Cresce emprego da rede Ethernet

A automação no chão de fábrica requer cada vez mais instrumentos, dispositivos e sistemas que garantam a segurança, a modernização tecnológica em todas as fases da produção e a qualidade de processos, além de manter padrões elevados de produtividade.

Para isso, em uma camada superior da chamada pirâmide da automação, que ilustra os diferentes níveis da automação em plantas industriais, destaca-se a interligação dos controladores via redes locais (LANs) com computadores que executam softwares supervisórios (SCADA) para o gerenciamento de variáveis do processo (TAGs), alarmes, gráficos de tendência, receitas, relatórios, bases de dados, etc. Essa é a explicação de Renato Ely Castro, engenheiro elétrico, professor da Faculdade Senai de Tecnologia de Porto Alegre (RS), especialista em automação industrial e mestrando em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Nesse aspecto cresce, em ritmo acelerado, o emprego da rede Ethernet associada ao protocolo TCP/IP em aplicações de tempo real próprias dos sistemas automatizados”, comentou o engenheiro.

Segundo ele, atualmente mais de 23% dos nós de rede industriais são baseados em uma variante da Ethernet. “Esse cenário contempla funções de controle de movimento sincronizado e preciso de múltiplos eixos, automação predial (monitoramento, controle de acesso, condicionamento do ar – HVAC e iluminação), transmissão de dados e potência sobre a rede (PoE), comunicação integrada e normatizada para diagnóstico, otimização, monitoração e controle eficiente de sistemas de produção, manutenção remota, links de E/S, gerenciamento de ativos, identificação por radiofrequência (RFID), dispositivos móveis para sistemas SCADA, distribuição inteligente de potência (smart grid), assim como utilização no controle de processos críticos no tempo via controladores de automação programáveis – PACs.”

A ampla gama de funcionalidades exige cada vez mais normatização associada. De acordo com Castro, nesse cenário, a norma IEC 61131 representa um balizador importante na especificação do hardware e software dos controladores, preconizando a modularização, a estruturação e a reutilização de software com o auxílio, por exemplo, de conceitos de Programação Orientada ao Objeto – POO e ferramentas de modelagem, como o Linguagem de Modelagem Unificada – UML. “A portabilidade de software entre fabricantes distintos passa a ser demandada. Além disso, cada vez mais os ambientes de programação – PSEs, que são utilizados para desenvolver programas aplicativos para os controladores, aumentam sua aderência à referida norma, por meio da padronização das linguagens de programação. A adoção de sistemas abertos para as redes de campo é outro exemplo em um mercado onde a interoperabilidade de hardware torna-se cada vez mais exigida”, disse o especialista.

Para ele, outras normas que merecem destaque são IEC 61499, IEC 61784-2, IEC 62443 e IEEE 802.11 e IEEE 802.15.

Dados do setor
Para 2012, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee projetou 5% de crescimento no faturamento do setor como um todo, resultando em R$ 145,5 bilhões.

Só para o segmento de automação, a previsão de 2012 foi de R$ 4,097 milhões, aumento de 10% em relação a 2011. Das oito áreas englobadas pela Abinee, a de automação industrial deve ser, em relação aos valores do ano passado, a que terá o terceiro maior crescimento no faturamento, ficando atrás de telecomunicações, com 23%, e geração, transmissão e distribuição de energia elétrica – GTD, com 18%.

Na área de automação, a variação do faturamento do primeiro semestre de 2012 em comparação ao primeiro semestre de 2011 foi de 13%.

 

Exportações e importações
As exportações para 2012 da indústria elétrica e eletrônica deverão atingir US$ 8,200 bilhões, mesmo valor de 2011, enquanto é previsto crescimento das importações de cerca de 9%, chegando aos US$ 44,5 bilhões.

Quanto às exportações da área de automação, no primeiro semestre de 2012 elas registraram US$ 279 milhões e no mesmo período de 2011, US$ 250 milhões, variação de 11%. Em 2011, o total foi de US$ 543 milhões. Já as importações: US$ 2,007 milhões no primeiro semestre de 2012 e US$ 1,834 milhão no primeiro semestre de 2011, crescimento de 9%. O ano de 2011 fechou com US$ 3,882 milhões.

Em NEI.com.br está disponível 40 lançamentos que podem ajudar as equipes a aumentar a qualidade dos produtos e aperfeiçoar o processo produtivo, oferecendo mais segurança às plantas fabris.


Cloud Computing como um facilitador de segurança

29, outubro, 2012 Deixar um comentário

Assim como acontece com as tecnologias implantadas em ambientes locais, desde a integração com outras atividades de Tecnologia da Informação – TI até a preocupação com o vazamento de informação, existem riscos a ser considerados antes de se optar pela utilização da Cloud Computing (computação em nuvem). Porém, um aspecto pouco destacado é que operações baseadas em nuvem podem ser facilitadoras para a segurança de TI.

A força massiva dos ambientes de TI, a alta capacidade de armazenamento e uma infraestrutura compartilhada são três possibilidades da computação em nuvem que melhoram e modernizam a segurança da informação. Combinadas, podem aprimorar as práticas tradicionais de segurança e criar benefícios significativos para profissionais e fornecedores de TI, como por exemplo:

• Melhor performance. Computação em nuvem aceita aplicações mais robustas, típicas em soluções de segurança em TI. A transferência do processamento de informação para ambientes em nuvem, além de agilizar os sistemas, facilita o uso de múltiplas ofertas de segurança simultaneamente.

• Informação centralizada. Com capacidade de armazenamento ilimitada, com a nuvem é possível, de forma centralizada, criar, manter e compartilhar um número maior de informações sobre ameaças na rede, malwares, listas de reputação de arquivos, serviços de geolocalização, entre outros dados de segurança.

• Rápida defesa. Combinando a força de processamento e armazenamento dos ambientes em nuvem com a inteligência adquirida das comunidades de usuários, é possível aplicar técnicas de data mining em larga escala para identificar padrões anormais de comportamento do sistema, criando mais rapidamente novas detecções e proteções para a rede. Além disso, a computação em nuvem fornece plataformas para testar proteções utilizando dados reais.

• Proteção flexível e inteligente. A computação em nuvem permite implantar somente as proteções adequadas ao perfil de risco da empresa, protegendo a rede de forma mais rápida e específica.

Tendências
Inicialmente, o benefício da alta capacidade de armazenamento da nuvem é utilizado para voltar no tempo e identificar o “paciente zero” – o primeiro infectado –, sendo o passo inicial para impedir a propagação de um malware. Além disso, a análise retroativa possibilita identificar apenas os dispositivos e os programas infectados, dispensando verificação completa do sistema. Também pode-se esperar que usuários identifiquem, em tempo real, um IP ou arquivo malicioso e se já há vacina disponível para manter seu ambiente protegido.

Aproveitar o potencial da computação em nuvem para melhorar a segurança da rede pode ser o primeiro passo para estar à frente dos invasores nessa guerra cibernética, cada vez mais sofisticada e implacável.

O artigo “Cloud Computing como um facilitador de segurança” foi editado pela Central de Geração de Conteúdo de NEI Soluções com base nas informações de Ricardo Dias, engenheiro de segurança da Sourcefire, empresa especializada em tecnologia e segurança da informação.


Apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças virtuais

Empresas brasileiras registram média de 47 novas tentativas de ataque por semana, e os incidentes bem-sucedidos geram um custo de US$ 106.904, em média. É o que aponta o relatório divulgado pela Check Point Software Technologies, empresa especializada em segurança na internet.

O estudo mostra que as atividades de funcionários representam os maiores riscos. Todas as regiões pesquisadas citaram o uso de dispositivos móveis – incluindo smartphones e tablets – como a maior preocupação, seguidos por dispositivos de mídia removível (pen drives) e redes sociais. As empresas que passaram por ataques direcionados detectaram que a motivação de 52% dos hackers foi fraude financeira, seguida da intenção de interromper as operações da empresa (42%) e roubo de dados de clientes (35%).

Para combater os ataques, investimentos em segurança de Tecnologia da Informação – TI acabam sendo inevitáveis. Entre as soluções apontadas estão as ferramentas de Data Loss Prevention – DLP, software que oferece funcionalidades como: repositório de dados confidenciais, gerenciamento centralizado, escaneamento de servidores e estações para verificar o funcionamento do agente e monitoramento do tráfego de rede.

Na busca por resultados melhores, especialistas indicam integrar as ferramentas DLP a outros softwares de monitoramento de equipes, como o Strigoi. “Ao monitorar e-mails, internet, planilhas, documentos eletrônicos e outras ferramentas, o Strigoi, quando alinhado a uma política de segurança eficaz, contribui para a detecção de vazamento de informações, que é um dos graves problemas encontrados pelas empresas atualmente”, explica Marco Flávio Neves, diretor da TWT Info, empresa desenvolvedora do Strigoi.

Realidade brasileira
Ainda segundo o levantamento, apenas 40% das empresas brasileiras estão aptas a combater as ameaças em ambientes de TI, e somente 41% mantêm programas de conscientização e treinamento atualizados para evitar ataques direcionados.

De acordo com Alexandre Atheniense, especialista em internet law e propriedade intelectual pela Harvard Law School, as empresas que já utilizam recursos tecnológicos, em geral, ainda são imaturas quando se trata de estabelecer uma política efetiva de segurança da informação. “A política ideal é ter um software de coleta de informações e regras de proteção e monitoramento para auxiliar a tomada de decisões dos gestores”, afirma.

Para Raphael Pereira, gerente de segurança da informação da Ativas, companhia especializada em soluções de TI, para uma empresa estar protegida contra ameaças virtuais, o investimento em segurança da informação deve ser em torno de 8 a 10% do faturamento, dependendo da maturidade e do ramo de atuação.


Arpe assume a representação da Kepo na América Latina

A Arpe Indústria Eletrônica, de São Paulo, e a Kepo Electronics, da China, firmaram parceria pela qual a empresa brasileira passa a representar toda a linha de equipamentos da marca chinesa na América Latina – sonorizadores, minialto-falantes, receptores, sensores de ultrassom, microfones e sirenes eletrônicas. Além da distribuição na América Latina, a parceria inclui a montagem de alguns produtos no País.


Algumas novidades da Feira e Conferência ISC Brasil 2012

Começou hoje, no Expo Center Norte, em São Paulo, a Feira ISC Brasil 2012, especializada em segurança. O evento vai até 26 de abril.

A Ingersoll Rand, empresa estreante no evento, está demonstrando leitoras biométricas com uso de 3D, barras antipânico, molas aéreas e fechaduras eletrônicas sem fio. Além disso, a empresa expõe também a solução aptiQ Móbile, que autoriza acesso por dispositivos móveis.

Já a Schneider Electric participa do evento há sete anos. Dentre as novidades que apresentará estão o Digital Sentry, gravador de vídeo híbrido, e a Sarix SureVision, câmera de vídeo do tipo IP, que disponibiliza a imagem capturada via Ethernet. Equipada com recurso de compensação de níveis de luminosidade do ambiente, o equipamento permite o aprimoramento na visualização da imagem em condições críticas de iluminação.

A conferência. Em paralelo à feira, acontece a Conferência ISC Brasil 2012 com o objetivo de reunir especialistas nacionais e internacionais para discutir os avanços e tendências sobre o setor de segurança eletrônica. Para acessar dia, horário e palestrante, clique aqui.

7ª ISC Brasil – Feira e Conferência Internacional de Segurança
De 24 a 26 de abril 2012
Das 12 h às 19 h 30
Pavilhão Verde do Expo Center Norte
Rua José Bernardo Pinto, 333, São Paulo, SP
www.iscexpo.com.br


Como a Basf vai ganhar 35% de eficiência energética

Com foco no meio ambiente, saúde e segurança, a empresa química Basf definiu metas ambiciosas até 2020. “O nosso sucesso depende de um fornecimento competitivo a longo prazo de energia e matérias-primas”, explica Margret Suckale, membro da junta diretiva da Basf.

Meio ambiente. Unidades com tecnologias de potência de calor, implantação de gasodutos, cancelamento da queima do gás e reutilização do calor residual na rede de transporte serão algumas das estratégias para a empresa maximizar em 35% sua eficiência energética. Além disso, a Basf pretende implantar processos para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e diminuir pela metade a quantidade atual de água potável utilizada na produção.

Saúde. A proteção da saúde será medida pela Basf com base no Índice de Desempenho de Saúde, indicador composto por relatório de doenças ocupacionais, planos de emergência médica, primeiros socorros, medicina preventiva e promoção da saúde. Para Ulrich vonDeessen, presidente do centro de competência de segurança, saúde e meio ambiente da Basf, o funcionamento adequado da segurança no trabalho, segurança do produto, transporte e das unidades produtivas será determinante para o atingimento das metas.

Segurança. Com investimentos em máquinas e processos para segurança ocupacional, a empresa alemã pretende reduzir 80% de acidentes de trabalho e 70% de acidentes de transporte, até 2020.

Ano-base de comparação: 2002


Sesi-SP lança Manual de Segurança e Saúde no Trabalho para a indústria do plástico

O Serviço Social da Indústria de São Paulo – Sesi-SP fez o lançamento do Manual de Segurança e Saúde no Trabalho – Indústria de Transformação do Material Plástico, voltado a empresários, trabalhadores do setor plástico e profissionais de recursos humanos e de segurança e saúde no trabalho. A previsão é de que a publicação esteja disponível no final deste semestre. As empresas beneficiadas do Sesi-SP terão direito a um exemplar gratuito. Para mais unidades, o custo será de R$ 8,10 por peça, além do frete.

O manual traz os riscos mais comuns e fornece sugestões para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Os principais perigos referem-se ao uso e disposição inadequada de máquinas, queda devido a óleo ou matéria-prima no piso, explosão e incêndio. Os danos para a saúde são dermatites, inalação de fumos de plástico e perda auditiva.

Na solenidade, também foi apresentado o Guia Ambiental da Indústria de Transformação e Reciclagem de Materiais Plásticos, uma publicação do Sindicato da Indústria do Material Plástico do Estado de São Paulo – Sindiplast voltada a estimular a postura sustentável. Clique aqui para acessar o guia.

Informações para recebimento do manual podem ser obtidas pelo tel. (11) 2291-1444, ramal 214, ou pelo e-mail atendesstcatumbi@sesisp.org.br.

 


Estabilizador e No-break são aliados na proteção e segurança aos equipamentos eletrônicos

1, dezembro, 2011 Deixar um comentário

Um relâmpago que atinge as proximidades onde existem eletrônicos em funcionamento pode gerar um pico de tensão que atravessará a fiação, rede, linhas telefônicas e outros meios, podendo penetrar no computador por meio da tomada, linha telefônica ou de dados da rede, danificando partes internas do equipamento.

Dados da ELAT/INPE (Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), mostram que no Brasil, 70% dos desligamentos na transmissão e 40% na distribuição são provocados por raios e o número de transformadores queimados por eles ficam em torno de 40%.

Neste cenário, o uso de aparelhos como estabilizadores, módulos isoladores e No-break, torna-se essencial para garantir a proteção dos dispositivos, sistemas e arquivos  nos mais diversos ambientes.

O estabilizador é um regulador de energia e sua principal função é atenuar as oscilações de tensão que ocorrem na rede elétrica. Deve ser usado quando há a necessidade de trocar a voltagem de 220V para 110Ve quando ocorre oscilação na tensão, o que pode ser percebido pela alteração de luz nas lâmpadas, comum em épocas de chuva. Estes acontecimentos podem provocar a queima da fonte dos equipamentos ligados diretos na tomada.

Assim como os estabilizadores, os módulos isoladores devem ser usados nas mesmas situações e ainda em casos de tomada sem aterramento, o que ocasiona choque elétrico na carcaça do equipamento e situações em que aparecem pequenos chuviscos na tela da televisão sempre que outro equipamento é ligado ao mesmo tempo.

a função principal do No-break é garantir, no caso de queda da rede elétrica, o funcionamento do computador e de qualquer outro dispositivo que esteja plugado nele, dando um tempo extra para que o usuário consiga salvar seus trabalhos e fazer um desligamento seguro. Além de proteger em todas as outras situações já mencionadas, ele é indicado para problemas de subtensões, sobretensões, surtos, picos de energia, ruídos, e Black-out.

Artigo cedido pela Schneider Electric.